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Caso Silva I – Silva e As Sete Leis em 15/12/2005.

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Silva e As Sete Leis em 15/12/2005.

Para entender o que segue, o leitor precisa conhecer o Livro “As Sete Leis Espirituais do Sucesso” de Deepak Chopra.
Trata-se de um comentário sobre o livro, feito por um paciente que aceitou terapia gratuita à distância para participar num grupo aberto, expondo suas fragilidades que ficaram conhecidas como “Caso Silva”.

O conteúdo em negrito vai mostrar a metodologia aplicada nas manifestações feitas por e-mail, quando eu como terapeuta, fazia minhas abordagens dentro do texto recebido. Assim, eliminando o negrito, teremos o texto original do paciente (Silva).

Devemos considerar que 4 anos se passaram e naturalmente hoje, perguntas e respostas seriam outras, porém, nosso comportamento de maneira geral, parece permanecer inalterado. Ressalto também que hoje minhas respostas para as mesmas perguntas, poderão ser semelhantes mas, com significativas alterações…

Espero outras manifestações para que o “Caso Silva” possa ainda despertar interesses e compensações, fazendo com que o “Silva” continue recebendo dádivas pela sua valiosa contribuição para o grupo em 2005.

Abraços, paz e bênção

Egídio Garcia Coelho

msg 12/05/2005

Olá!!! Olá !!!

Aqui vai comentário do LIVRO. Eu esperava apenas perguntas, mas, até já estou gostando do teu estilo!

Amigo Egídio, como fazer para experimentar o Poder do Eu? Não é fácil e nem difícil. A coisa é na verdade simples!!! Terá que fazer o necessário sem ansiedade que o resultado chegará quando menos espera. Ou seja, quando tiver feito por merecer… Há poucos dias vi uma reportagem sobre alimentação no Japão e notei que estavam sendo comercializadas algumas (muitas) melancias quadradas, modeladas todas com a mesma forma e tamanho. Pesquisando depois vim a descobrir que os japoneses fazem com que as melancias se desenvolvam dentro de um molde que pode ser redondo, quadrado, retangular, enfim… De acordo com a aparência e modelo que eles querem ou que o mercado exige. Achei interessante para usar como metáfora, fazendo com que meus alunos possam vir a entender o que nossas lideranças vêm fazendo com os seres humanos há milênios. Estamos sendo moldados segundo a cultura, política e religião como necessitam nossas lideranças para que o poder se mantenha. O poder do “Eu” vem sendo neutralizado sistematicamente e hoje principalmente no ocidente se faz necessário muita prática de exercícios, mantras e mudanças de hábitos para que se possa resgatar a individualidade que sofre fortes influências de um inconsciente coletivo manipulado pelos costumes, o modismo, a mídia e em especial a exploração sexual. Note que determinadas músicas estouram nas paradas sem que tenham nenhum conteúdo significativo justificando aparentemente o sucesso. Nossas lideranças conhecem os segredos da vibração e sabem o quanto podemos ser manipulados com determinadas combinações de notas musicais e então podem fazer uso desses artifícios para implantarem modificações significativas, sempre visando lucros e manutenção de poder. Basta olhar na história e perceber a ingenuidade do povo que vem elegendo políticos na esperança de que soluções miraculosas possam vir a resolver problemas que são na verdade do desenvolvimento espiritual de cada um. A massa humana foi convencida de que o problema da pobreza é de natureza política, para assim vir a ser usada segundo as necessidades e competições que travam nossos líderes.

Com faço para adquirir o autopoder, para eu poder magnetizar as pessoas que quero, atrair as coisas que desejo e as pessoas que possam me interessar, especialmente aquela que estou tendo como minha namorada hoje? Isso é coisa que nunca deveria aprender. Seria uma forma de manipulação e pode ser ensinado facilmente através de métodos da neurolinguística, mas, não seria positivo. Quem ama de verdade não pensa em ter poder de manipulação. Temos arraigados em nós, uma forma incorreta de expressão. Estamos totalmente poluídos. Nossa mente como já disse muitas vezes é escrava dos egos que buscam sempre se alimentar na competição, no domínio sobre os outros. Buscamos inconscientemente sempre uma posição de destaque, de imponência…

Como posso magnetizar as pessoas, as coisas e as circunstâncias que alimentam meus sonhos? Aprendendo a se amar e deixando que tudo aconteça naturalmente… Tudo acontece a seu tempo, desde que haja méritos. Então se não alcançou ainda, sabe que precisa treinar, treinar e treinar. Muita humildade, a arte de saber ouvir lembra? Já falamos sobre os amigos psicológicos: humildade, otimismo, determinação e entusiasmo.

Tenho entendido que através da meditação do silêncio; ler meu texto “A FÉ QUE NÃO SALVA”

Do não julgamento das coisas e pessoas; É só uma questão de hábito, julgamos por necessidade de impor nosso ponto de vista. Queremos moldar tudo que vemos pela frente.

Quer dizer que os maus relacionamentos, são um reflexo do mau relacionamento comigo mesmo? Jesus disse: diga-me com quem andas e te direi quem és… É uma questão de sintonia, vibração!

Então não me relaciono bem comigo? Você e mais de 80% da humanidade amigo!! Como assim? Faz parte do sistema de controle ao qual estamos submetidos até que possamos sair dessa hipnose coletiva. Precisamos acordar o quanto antes…

Obs.; eu adoro a natureza; a beleza de um riacho, fontes cristalinas, o sussurrar dos pássaros; de tudo… É  pela tua sensibilidade que aumenta o teu sofrimento em relação a outros normóticos. Normótico, segundo o Dr. Roberto Crema, é a patologia da normalidade. É normal aceitar naturalmente tudo que o sistema nos impõe. Por isso, vamos sendo levados pela onda da maioria por medo da crítica. Então se prepare para ser e agir diferente e poderá vir a ser escarnecido, terá que pagar o preço. Quase sempre sabemos como agir, porém, nos falta coragem para deixar que os outros possam vir a pensar o que quiserem a nosso respeito. Acabamos por fazer o que a maioria vem fazendo e por conseqüência, acabamos colhendo o que a maioria colhe, ou seja, problemas de todas as naturezas, acobertados por nossas máscaras sociais e hipocrisias.

Ficar em silêncio só num lugar assim, para que haja uma harmonia e possa haver uma introspecção para o interior. Quero fazer isso! Ficar em silêncio é também uma questão de treinamento. Não significa literalmente ficar em um lugar isento de barulhos externos. Basta que não se identifique com o que não quer. Precisa antes aprender a concentração para depois chegar ao estado de meditação. Por isso vamos fazendo tudo aos poucos e com tempo. Até aqui você ainda vem agindo com espírito imediatista.

Como saber qual a minha verdadeira natureza? Mergulhando no seu interior e deixando que sua intuição seja percebida nos níveis mais refinados. Estamos distantes dessa realidade amigo! Queremos tudo na base da porrada. Arrancar a força ou pelo intelecto!!!

Já fiquei muitas vezes em silêncio, solitário. Só que em vez de conhecer a potencialidade pura, eu ficava em depressão. É horrível está só. Não poderá entender uma filosofia oriental, pensando de forma ocidental e ainda carregado de inseguranças, pois, sua realidade, seus paradigmas apontam para o que parece ser utópico.

Eu só consigo ficar só, quando sei que não estou só; Está confundindo as pelotas amigo!! Este ficar só, nada tem a ver com estar ou não se relacionando com alguém! que tem alguém na minha vida (a esposa excepcionalmente e especialmente). Terá que vencer esta obsessão por uma esposa. Conheço muitos homens que têm uma esposa e outra, ou outras mulheres. Não precisar vir-me dizer que é fiel, eu acredito na tua fidelidade, só estou sendo oportunista e colocando o que se faz necessário dizer aqui. Posso ficar horas a sós, pois saberei que depois que terminar, estarei ao lado dela e ela do meu. Terá que vencer essa carência afetiva e conquistar sua independência. Não me pergunte como já de imediato. Isso acontece naturalmente quando encontrar seu equilíbrio, ou melhor, quando se encontrar. Ao se encontrar esse vazio será preenchido e muito diferente será a tua maneira de ver o mundo.

Bem, como fazer para pagar meus débitos do passado, dos meus erros, para que eles não mais me persigam nem me maltratem? A princípio nada!! Tudo vai acontecendo naturalmente…  Só precisamos aceitar com naturalidade, sabendo que nada acontece por acaso e que não existem castigos e injustiças no mundo. Quando as percebemos pela nossa maneira de entender, precisamos lembrar que a vida é eterna e que não vivemos apenas a atual existência e muito devemos ter feito, algum dia ou em algum lugar… Quando encontramos nosso talento e o colocamos com muita eficiência a serviço da humanidade, vencendo a avareza e outros egos, passamos a transformar esses débitos passados, os carmas, em darmas (propósito de vida) e assim os outros estarão sempre em foco na minha jornada. Daí poderei perceber que vim para servir e não para ser servido.

É, entendi que as escolhas que são feitas, é que nos levam à caminhos errados e ao sofrimento. Eu quero aprender a fazer as escolhas certas através da percepção consciente. Mas, o que é percepção consciente? É tudo que precisamos para sair, fugir da influência dos outros. É sair da automação. Sair do enquadramento. Crescer fora da caixa. Deixar de ser tipo elefante de circo. Aquele que crescer amarradinho, desde pequenino sob o domínio do treinador e não se dá conta da força que tem para conquistar sua liberdade. Usa a força apenas induzido pelo treinador para colher aplausos e bilheteira, sem se dar conta da realidade que o cerca, limitando-se a aceitar a comida e alguns carinhos em troca. Percepção consciente começa pela respiração. Pela valorização da vida. Que é na verdade a devoção ao Criador que representa a vida em nosso templo sagrado (o corpo). Se nos damos conta permanentemente de que estamos respirando e que temos uma missão a cumprir, acabaremos por entender que estamos aqui a serviço e que nada poderá neutralizar nosso objetivo. Só vamos encontrando habilidade para conviver em comunidade, sem nunca perder a consciência nos deixando levar pela onda da maioria. Sempre estaremos dedicando algum tempo para a meditação que é o alimento da alma e assim ficaremos fortalecidos e fora das forças do inconsciente coletivo. Então, já sentiu que terá que aprender a meditar. Cartamba!!! Está vendo só meu amigo Silva, quanto temos pela frente? E há quem diga que resolve problemas como os sues em apenas algumas sessões de uma terapia qualquer. O buraco é mais em baixo… se achar que não está preparado, paciência, tem gente na fila mesmo…

A Lei do Mínimo Esforço. Eu, tudo que queria fazer antes era com um esforço “danado”. Às vezes tinha que dar uma volta “danada” pra conseguir chegar ao meu objetivo. Quando que a solução estava muitas vezes perto de mim e eu não enxergava. Como já te falei antes, não tente entender uma filosofia oriental pensando de forma ocidental. Isso seria desastroso e não levaria a nada.  Para se chegar a esta lei precisamos saber o que é alquimia sexual e muito mais.  Águas vão rolar até chegarmos a Ela. Até lá saiba que se faz necessário manter confiança Naquele que te garante a vida e que Nele tudo é possível desde que tenhamos fidelidade e sintonia com Ele. E o meu texto indicado vai te mostrar do estou falando.

Pois é: eu não quero me esforçar para conquistar minha esposa, apenas que aconteça. Quero eliminar também a ansiedade. Mas, como??? Se eu te dissesse aqui, estaria alimentando o seu intelecto e não levaria na prática a nada. Tudo que estamos fazendo, se houver prática dos exercícios recomendados e chegarem às perguntas certas, esse problema já era. Só não sei se a mulher ainda será a mesma, porque como venho dizendo é tudo uma questão de sintonia, vibração.

Tudo que quero conseguir era antes com um sacrifício danado. Tem pessoas que vem tudo na mão sem um mínimo esforço, ou quando muito, com mínimo esforço. Esqueça as comparações, fica parecendo um cachorro olhando alguém comer um pedaço de pão a se lamber… Cada um tem seu caminho, sua missão  e seus carmas e seria uma perda de tempo tentar entender o porque disso ou daquilo me comparando a outros!!!!

Quero aprender a fazer “milagres”, ou seja, aprender a Lei do Mínimo Esforço. Então não queira!!! Isso é uma conseqüência da tua eficiência na prática das demais leis que estão no livro. É o mesmo que dizer: quero um aumento no meu salário. Só que o mercado a cada dia está mais competitivo e tem sempre alguém querendo trabalhar pela metade do que eu ganho, fazendo ás vezes até mais do que eu faço. Como resolver o problema? Isso também está fazendo parte da nossa terapia à distância…

Quero aprender a gerar, armazenar e utilizar energia de maneira eficiente. Se eu fosse te revelar aqui como fazer isso, talvez minha reputação fosse pros ares e ninguém mais por algum tempo gostaria de ouvir meu nome.  Então, muita calma nessa hora…

Quero aprender a aceitar as pessoas, situações, circunstâncias e fatos, como elas se apresentam. Estamos no caminho…

É, eu quero aprender a aceitar as coisas como elas são no momento e não tentar mudá-las .

Quero aprender a descobrir através dos problemas, a semente da oportunidade. É vejo que você não é diferente dos outros em matéria de querer. Querer todos queremos, porém, fazer é que nem todos querem. Para fazer uma faculdade, se faz necessário investir tempo e dinheiro por alguns anos. Para se fugir da manipulação e do sistema que oprime a humanidade, poucos são aqueles que resolvem investir algum tempo e dinheiro em trabalhos como este que eu venho desenvolvendo. Posso contar nos dedos aqueles se comovem contribuindo de alguma forma para a manutenção desse canal ensinamentos.

É esse é um defeito que tenho. Estou sempre na retaguarda (“com um pé atrás”). Mas isso não é também uma precaução para não se levar uma rasteira? Disse Jesus de Nazaré: “ Se eu te mandar dormir no meio dos lobos, seja esperto como as serpentes e inofensivo como os pombos”.

Outro defeito meu, é querer convencer os outros do meu ponto de vista. Eu quero parar com isso. Amigo! Eis a chave da questão! Humildade… Enquanto nos sentirmos com vontade de impor nosso ponto de vista é porque não nos damos conta de que eles estão furados e não nos levaram a resultados satisfatórios!! Logo, estamos querendo permanecer na mesmice, esperando que os outros nos tragam soluções miraculosas para nossos problemas. Pensamos ser externos os problemas e nunca iremos assumir uma postura de alunos da vida, mergulhando nos mundos internos a busca de solução.

Quer dizer que para eu conquistar a P…. eu tenho que me distanciar dela? E assim é também com as demais coisas. Embora ela P…. não seja uma coisa. Como é isso? Está raciocinado de forma ocidental, não dando o sentido correto ao distanciamento mencionado pelo autor. Terá que refletir muito sobre cada lei ao longo do tempo que deverá praticar a leitura diariamente. Devo estar com ela mas sem me apegar. é isso? Apego não é amor e nem devemos nos estender nesse assunto… Bem, esse é outro defeito meu. Eu me apego demais as pessoas que escolho para as minhas amizades ou namoro. É verdade, o apego é fruto do medo e da insegurança. O medo de perder, Aí acaba perdendo. Como odeio isso! Ufa!!! (Não confunda, não é o curso, mas o meu comportamento). Gradativamente aprenderá a amar incondicionalmente, e então tudo isso morre. Se ficarmos perdendo tempo nisso é o mesmo que uma masturbação mental. Tara que compreender primeiro o amor. Terá que se encontrar. Terá que aprender a respirar… oxigenar o organismo, aliviar as tensões, relaxar os músculos e principalmente a mente…

Quero aprender a me dominar para manter-me distante da minha querida P…. para que minha intenção e desejo, se confirme de fato. Me ajude!!! Vejo que está sempre focado em algo que corre o risco de perder. É como se inconscientemente estivesse se colocando numa corda bamba para esperar o tombo e poder vir a se lamentar depois. Isso é fruto de carência afetiva, falta de toque, atenção, e a consequência é se tornar um vampiro de energias. Está sempre buscando uma forma de chamar a atenção, mesmo que em nível quântico. É como se a atenção despertada viesse a preencher aquele vazio que corrói constantemente seu interior. É o que o Dr. Wayne Dyer no livro “ O Céu é o Limite” chame de “o coitadinho de mim”. Um sentimento de vítima, difícil de ser curado… Porém, estamos no caminho!

Quero aprender a conviver com a incerteza, para adquirir segurança. A segurança está dentro de você mesmo. Naquele que te garante a manutenção da vida! Por isso São Paulo disse: “tudo posso Naquele que me fortalece”.

Até hoje não sei qual é o meu talento singular, específico, para cumprir minha missão nesse mundo. Terá que encontra-lo e para isso estamos trabalhando!

Nós os “pobres” de espírito, dizemos que temos que correr atrás do dinheiro. Mas, eu ouvi um judeu falar: Nós não corremos atrás do dinheiro, o dinheiro é quem corre atrás de nós. Quero aprender também isto. Esqueça isso e faça a sua parte amigo! O planeta e o universo esperam ser retribuídos de alguma forma pela utilização que estamos fazendo deles. Dinheiro de fato é só uma consequência da sua eficiência na prestação de serviços a humanidade.

Que talento será esse que tenho específico, que faço melhor que qualquer outro na face dessa terra? Até hoje não descobri. Também nem sabia que tinha, não é mesmo? Então vamos com calma…

Pelo contrário: Não sei dançar; eu já investi alguns trocados num curso de dança de salão, você já fez isso? não sei jogar sinuca, alguma vez se dedicou a aprender? E se aprender, pretende jogar par fazer uma terapia, extravasar um pouco ou pensa em competir ? totó, deve ser o pebolim? Não tem o que aprender. É só encostar-se à mesa com alguém que sabe, fazer algumas perguntas e se colocar na lateral da mesa a treinar. Rolar os bonecos e tentar jogar a bolinha pra dentro do gol. É só persistir que logo pegará o jeito. Que desculpa mais esfarrapada amigo!!! futebol, está no sangue do brasileiro e acredito que só algum complexo poderia neutralizar a jinga de um homem. É preciso se expor para aprender e se tem algum bloqueio, nunca terá humildade para aprender, pois de alguma forma estará mostrando que não sabe e o que acontece. É que nunca queremos perder! Para aprender um jogo é claro que as vitórias irão demorar a chegar.  Então indiretamente, está me mostrando sua necessidade de estar sempre por cima. Mesmo que inconsciente. Então terá que pagar o preço para aprender a ser humilde. não sei conquistar uma mulher de forma plena, não sei persuadir, não sei convencer, o pouco que sei todos sabem. Olhe aqui o “coitadinho de mim” se fazendo de vítima!!! Para conquistar uma mulher terá que ser cara de pau amigo. Se expor, sujeito a levar alguns” nãos” pela cara, do contrário irá conseguir uma qualquer que está a beira do perigo e caçando o que vier pela frente indefeso. Para impressionar uma mulher hoje, terá que mostrar ousadia, resultados positivos e postura de líder holocentrado, ou seja, um líder que domina uma visão holística, sabendo se impor sutilmente, colocando-a no pedestal que ela merece. Pois, afinal de contas comemos sim nas mãos delas hehehe…

Egídio, quando você descobrir me fale. Não poderia descobrir o teu talento nem te ensinar a jogar aqui à distância e por certo não vai querer que eu conquiste uma mulher pra ti, ou vai? Teria que…ah deixa pra lá…

A propósito: Como posso ajudar??? Para responder isso terá que refletir muito e a cada instante, pois dependerá de circunstâncias que o universo determinará, segundo a necessidade e tua disponibilidade. Quero ser útil nesse aprendizado. Pela manifestação das pessoas, já pode perceber o quanto está sendo útil se expondo assim publicamente!

Como encontrar o meu Eu superior? De nada adiantaria te encher de teorias sobre estas perguntas, pois, o que temos abordado até agora, se bem entendido e praticado, já responderá suas perguntas.

Como descobrir meus talentos únicos? Foi..

Como poderei melhorar para servir a humanidade? Foi…

Primeiro quero ficar curado dessas mazelas de comportamento e baixa estima e de falta de alto confiança.

Quero aprender a dar sem pensar em receber. Dar de tudo o que tenho e o que sou.

Quero dar felicidade e gerar amor. Vamos ao trabalho que tudo a seu tempo chegará!!

FIM desse capítulo.

Egídio? Sonhar com cachorro, qual o significado. Sonho deve ser contado?

Sonhei com um cachorro grande, preto, que com sua boca me segurava pelo braço e me prendia a ele me levando para onde queria, e o lugar era uma festa; até que com minha astúcia, consegui me libertar dele e fui embora, livre.

Sonhei que a P…. estava tomando banho junto comigo e ela me penteava os cabelos. Sabe o significado desses sonhos? Acho conveniente não ficar esquentando muito com sonhos, pois está muito longe de entender o básico e interpretar sonhos envolve muita intuição e circunstâncias que ainda está um pouco longe de compreender. Só posso te adiantar que na atual conjuntura, é mais provável que nos sonhos todos os personagens, não importando qual, podendo ser pessoas ou não, todos significam você mesmo se dividindo em aprovações e reprovações, afirmações e negações, enfim a mente se manifestando na dualidade, fazendo uso de personagens mais conhecidas.

Bem, até mais.  Lembre-se de que não adiantará nada ficarmos correndo muito com teorias. Também temos outras pessoas acompanhando e o excesso de mensagens acabará por perder o encanto do nosso trabalho. Temos que ir digerindo as informações com calma e experimenta-las nas práticas, avaliando os resultados, antes de partir par um acumulo, provocando assim obesidade no conhecimento, que acabará por não te deixar saber nada.

Vamos limitar em umas 10 (dez) linhas os teus próximos contados. Ok? Este ficou super carregado, e quero deixar claro aos participantes que veio em pvt (privativo), só que resolvi trazê-lo ao grupo pelas tantas informações envolvidas.

Abraços. /Abraços

Silva. /Egídio

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O TEOSOFISTA – Março/2009 IV – Ser Infalível

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O TEOSOFISTA – Março/2009 IV – Ser Infalível

Sobre a Esperança de Ser Infalível

Simplicidade Voluntária é Indispensável na Caminhada

Pergunta:

Podemos ver que há alguns “líderes espirituais” que parecem considerar a si mesmos como incapazes de errar. O que diz a teosofia a respeito?

Comentário:

A marca de uma pessoa desinformada é a esperança de ser infalível. O orgulho que decorre desta esperança é sintoma que não há um bom contato com a alma imortal.

Os seres humanos são todos aprendizes, quando são sábios. O importante é aprender a aprender, e H. P. Blavatsky escreveu:

“Por que deveria qualquer um de nós − sim, e até mesmo o maior conhecedor da sabedoria oculta entre os teosofistas − adotar a pose da infalibilidade? É melhor admitirmos humildemente com Sócrates que ‘só sabemos que nada sabemos’; pelo menos, em comparação com o que ainda temos que aprender.” [1]

A luz da aprendizagem interior parece iluminar melhor aquele que avança corrigindo seus erros com simplicidade, pelo caminho estreito e íngreme que vai morro acima em direção à visão do Todo.

NOTA:

[1] “Theosophical Articles”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, edição em 3 volumes, 1981, ver volume 1, p. 22, texto “Esoteric Buddhism and The Secret Doctrine”.

Cartas a Adyar Sobre William Q. Judge

Em Defesa da Verdade Histórica

Pelo quarto ano consecutivo, estudantes de teosofia escreverão em torno do dia 13 abril de 2009 cartas para a direção internacional da Sociedade Teosófica de Adyar, solicitando que seja corrigida a injustiça feita por Annie Besant e Henry Olcott contra William Judge, em 1894-95.

O processo de acusações injustas e perseguição da Sociedade de Adyar contra Judge levou à fragmentação do movimento teosófico, e hoje está bem documentado em diversos livros.[1] Foi o primeiro passo para o abandono da filosofia original e a criação de uma pseudo-teosofia.

As acusações de que Judge havia forjado contatos com os Mestres de Sabedoria foram baseadas em uma campanha de rumores cujo objetivo era obter o poder político sobre o movimento. Nenhuma prova válida foi jamais apresentada. Na época, o “Comitê Judicial” nomeado para examinar o assunto declarou que não poderia tomar uma decisão. As acusações não foram sequer avaliadas. Pouco antes de morrer, Henry Olcott fez uma autocrítica a respeito. No entanto, Judge nunca foi declarado inocente pela Sociedade de Annie Besant. O carma amadureceu e hoje a Sociedade de Adyar vive uma crise sem precedentes.

Começada em 2006, a campanha de cartas abertas para Adyar não espera resultados de curto prazo. No entanto, os seus organizadores consideram que ela é um instrumento útil para o movimento, porque demonstra de modo prático que a ação necessária para melhorar o movimento esotérico como um todo pode ser feita de modo democrático, com base na ação livre de estudantes independentes, feita com paciência e a longo prazo.

Cada carta em defesa de William Q. Judge é aberta e pode ser amplamente divulgada, de modo que o resgate do nome e da obra deste pensador ocorra de modo independente, enquanto Adyar não age. Mais informações sobre esta campanha de cartas podem ser obtidas escrevendo para lutbr@terra.com.br .

NOTA:

[1] Uma destas obras é “The Judge Case”, de Ernest Pelletier, publicada pela Sociedade Teosófica de Edmonton, Canadá, em junho de 2004. Com mais de 980 pp. em tamanho A4, o livro reproduz uma grande quantidade de documentos e é um arquivo histórico sem igual.

O Teosofista – Notas e Informações Sobre Teosofia e o Movimento Esotérico

Ano II, Número 22, Março de 2009. O Teosofista é o boletim eletrônico mensal do website www.filosofiaesoterica.com . Entre em contato com os editores, faça perguntas ou mande sugestões pelo e-mail: lutbr@terra.com.br .

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Volta…II

Volta…III

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O TEOSOFISTA – Março/2009 III – Período do Devachan

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Como Termina o Período do Devachan

O Impulso Para Renascer Encerra o Descanso Entre Duas Vidas

O longo estágio de bem-aventurança que ocorre entre uma vida e outra é chamado de “Devachan” ou “local divino”. É o Devachan que faz com que haja, em média, algo entre 1000 e 4000 anos entre duas encarnações da mesma alma espiritual.

Mas por que o Devachan não se eterniza?
O que é que faz surgir, no final do Devachan, um impulso por nascer de novo?
Qual é o conjunto de causas e efeitos que provoca a reencarnação do eu superior de alguém?
E de que maneira são determinadas as condições em que a alma renascerá?

Estas questões são abordadas na monumental Carta 68 dos dois volumes “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett” (Ed. Teosófica). O texto  menciona os cinco tipos de skandhas ou registros cármicos que levam os códigos da energia vital de uma encarnação para a outra.

Para entender como funcionam os skandhas, podemos usar um exemplo da tecnologia moderna. Quando duas pessoas falam ao telefone, a voz do indivíduo A é codificada, ou melhor, desmaterializada e transformada em códigos eletrônicos (equivalentes a skandhas). Na recepção, o telefone do indivíduo B saberá decodificar e rematerializar tais registros abstratos de som.

Portanto, ao telefone, cada som passa por uma desmaterialização (ou morte) e uma rematerialização (ou renascimento) quase instantâneos. Em um aparelho de telefax, ou de telégrafo, ocorre a mesma coisa. A mensagem “renasce” em outro “corpo físico”, isto é, outro papel e outra tinta.

Na Internet, o processo é similar. A mensagem mandada desde um computador “renasce” graças ao “corpo físico” do monitor do computador usado para recepção e leitura, ou graças à impressora e à tinta que permitirão colocar a mensagem em uma folha de papel. As palavras deste parágrafo que está sendo lido agora, por exemplo, não viajaram até o leitor enquanto palavras. Elas foram eletronicamente desmaterializadas, transmitido em forma de códigos e re-materializadas graças aos computadores e monitores usados pelos que lêem o boletim O TEOSOFISTA.

O que ocorre na transição entre duas vidas humanas é de certo modo semelhante. As informações cármicas (ou skandhas) dos padrões energéticos são desmaterializadas, depois processadas, purificadas, transmitidas para novos contextos por um processo de afinidade cármica, e finalmente reencarnam ou se re-materializam graças à matéria física e astral dos novos locais.

O processo de concepção de um feto humano inicia o processo de “materialização” da Alma que está pronta para renascer. É claro que uma criança não é mera cópia da vida anterior. Ela é um renascimento em novo contexto da mesma essência interior presente na vida prévia, e vem purificada pela longa bênção do Devachan.

Diz o Mestre, na fundamental carta 68:

Se você perguntar a um monge budista erudito o que é Carma – ele dirá a você que Carma é o que um cristão poderia chamar de Providência (apenas em um certo sentido) e um maometano Kismet, destino (de novo, em certo sentido). Dirá que é esta doutrina fundamental que ensina que, assim que qualquer ser sensível morre, seja homem, deva ou animal, um novo ser surge, e ele reaparece em outro nascimento, no mesmo ou em outro planeta, sob condições criadas por ele mesmo. Ou, em outras palavras, que o Carma é o poder orientador, e Trishna (em páli Tanha) a sede ou desejo de vida sensível, a próxima força ou energia, a resultante da ação humana (ou animal) que, a partir dos velhos Skandhas, produz o novo grupo que forma o novo ser e controla a natureza do próprio nascimento. Ou, para torná-lo ainda mais claro, o novo ser é recompensado e punido pelos atos meritórios e maus atos do ser velho; o Carma representa um Livro de Registros no qual todos os atos do homem, bons, maus ou indiferentes, são cuidadosamente anotados para seu débito e crédito – por ele mesmo, digamos, ou mais precisamente pelas próprias ações dele. Lá onde a ficção poética cristã criou e vê um Anjo “Registrador” Guardião, a lógica budista, severa e realista, mostra sua real presença percebendo a necessidade de que cada causa tenha seu efeito. Os oponentes do Budismo têm dado grande destaque à alegada injustiça de que o autor escape e a vítima inocente seja forçada a sofrer – já que o autor dos atos e quem sofre são seres diferentes. O fato é que, embora em certo sentido eles possam ser considerados diferentes, em outro sentido eles são idênticos. O “ser velho” é o progenitor – pai e mãe ao mesmo tempo – do “novo ser”. É o anterior que cria e dá forma a este último, na realidade; e muito mais do que qualquer pai carnal. E uma vez que você tenha dominado bem o significado dos Skandhas você verá o que quero dizer.

É o grupo de Skandhas que forma e constitui a individualidade física e mental que nós chamamos de homem (ou qualquer ser). Este grupo consiste (no ensinamento exotérico) de cinco Skandhas, isto é: Rupa, as propriedades ou atributos materiais; Vedana, sensações; Sanna, idéias abstratas; Samkara, tendências tanto físicas quanto mentais; e Vinnana, poderes mentais, uma ampliação do quarto, significando as predisposições mentais, físicas e morais. Nós acrescentamos a eles dois outros, cujos nomes e naturezas você pode aprender mais adiante. No momento é suficiente fazer com que saiba que eles estão conectados com, e são produtores de, Sakkayaditthi, a “heresia ou ilusão da individualidade” e de Attavada, “a doutrina do Eu”, sendo que ambos (no caso do quinto princípio, a alma) levam à maya da heresia e da crença na eficácia de vãos rituais e cerimônias, em orações e em intercessão.

Bem, retorno à questão da identidade entre o velho homem e o novo “Ego”. Devo lembrá-lo mais uma vez de que até mesmo a sua ciência aceitou o fato antigo, muito antigo, ensinado pelo nosso Senhor, isto é, que um homem de qualquer idade, embora seja o mesmo do ponto de vista da sensibilidade, fisicamente não é o mesmo que era alguns anos antes (nós dizemos sete anos, e estamos preparados para defender e provar esta afirmativa); na linguagem budista, os Skandhas dele mudaram. Ao mesmo tempo eles estão sempre e incessantemente trabalhando na preparação do molde abstrato, a “particularização” do futuro novo ser. Bem, então, se é justo que um homem de 40 anos tenha satisfação ou sofra devido às ações do homem de 20 anos, também é igualmente justo que o ser de um novo nascimento, que é essencialmente idêntico ao do nascimento anterior, sinta as conseqüências daquele Eu ou daquela personalidade geradora. As suas leis ocidentais, que punem o filho inocente de um pai culpado ao privá-lo de seu pai, de seus direitos e propriedades; a sua sociedade civilizada, que rotula com a infâmia a filha inocente de uma mãe imoral e criminosa; a sua Igreja Cristã e suas escrituras, que ensinam que “O Senhor Deus castiga pelos pecados dos pais até a terceira e a quarta geração”; não é tudo isso muito mais injusto e cruel do que qualquer coisa feita pelo Carma? Em vez de punir o inocente junto com o culpado, o Carma vinga e recompensa o inocente, o que nenhum dos seus três poderes ocidentais acima mencionados pensou alguma vez em fazer.

[ Trecho reproduzido das pp. 310-312, volume I, Carta 68, de “Cartas dos Mahatmas”, Editora Teosófica, Brasília. ]

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O TEOSOFISTA – Março/2009 II – “Ilusão” e “Maya”

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“Ilusão” e “Maya” São Apenas Aspectos da Lei

A Verdade Governa o Universo

Pergunta:

Até que ponto é possível dizer, como afirmam certos estudantes de tradições orientais, que tudo no universo é “maya”, ou seja, que “tudo é ilusão”?

Comentário:

A palavra sânscrita “maya” tem pelo menos dois sentidos.

Por um lado, “maya” é aquele nível de ilusão que nos rodeia na vida diária e que pode e deve ser identificado e descartado, para que alcancemos novos níveis de percepção da realidade. Neste sentido, maya é a ilusão dos cinco sentidos. Os olhos, por exemplo, são instrumentos obviamente limitados para sondar a realidade. Usando microscópios e telescópios, podemos ver muito mais. Esta ampliação de percepção ocorre em todos os aspectos da vida. O estudo da teosofia nos permite ver o contraste entre o que é ilusório e o que é verdadeiro na vida como um todo e não só no plano físico.

Por outro lado, maya é também um termo filosófico aplicado ao universo em seu conjunto. “O universo é maya” diz a filosofia hindu. Mas, neste caso, “maya” não significa nada que possa ou deva ser descartado, pelo menos no estágio atual da nossa humanidade.

A natureza e o universo são vistos como ilusão apenas no sentido de que, como estão em evolução, não são a Realidade Eterna e Imutável. É neste sentido que a filosofia oriental usa a palavra “maya”. O universo é uma realidade em evolução. Portanto ele parece precário, isto é, ilusório. Mas se aceitarmos, por outro lado, que a verdadeira realidade do universo é o movimento eterno, então ele passa a ser aceito como algo que é muito real, ainda que não seja a verdade suprema e imutável. A ideia faz sentido porque, segundo a filosofia esotérica, o movimento − inclusive o movimento cíclico − é eterno e infinito no espaço absoluto.

“Maya”, o universo que evolui, é verdadeiro. Ele apenas não é o princípio supremo e absoluto do qual nada pode ser dito.

Uma evidência indiscutível de que o universo é verdadeiro − embora não seja a verdade absoluta e indescritível − está no fato de que a Lei e a Verdade governam cada um dos seus aspectos e das suas dimensões. As inteligências divinas que informam e orientam a natureza e o universo em movimento podem ser reconhecidas não só pelos místicos de todas as religiões e pelos filósofos de escolas tanto orientais como ocidentais, mas também pelos homens de mentalidade mais terrestre através da linguagem da química, da física, da astronomia, da biologia, da matemática e assim sucessivamente. Cada linguagem, cada abordagem, permite “ler” um aspecto diferente do trabalho das inteligências universais. A ilusão está na superfície, e a verdade na essência do universo.

Pergunta:

Então a palavra “maya” não significa apenas “uma ilusão a ser descartada”, mas também significa “a realidade do universo em evolução, um processo que avança em direção à verdade, de acordo em todos os seus detalhes com a lei do carma, da justiça e da harmonia.”

Comentário:

Sem dúvida. Exatamente. Por exemplo: as ilusões e desilusões que as almas individuais dos membros da nossa humanidade vivem são apenas estágios do aprendizado, e todas elas estão imersas na Lei. Nenhum sofrimento injusto deixa de ser compensado. Enganos e desenganos fazem parte da Lei da justiça e pertencem ao plano de evolução descrito amplamente na obra “A Doutrina Secreta”, de H. P. Blavatsky. Do ponto de vista da nossa humanidade, o caminho da sabedoria é trilhado identificando e destruindo as ilusões que surgem do eu inferior.

Pergunta:

Como assim?

Comentário:

A visão teosófica da natureza é dinâmica. O universo é percebido como uma unidade em movimento. Assim como existem diferentes níveis de manifestação ou evolução do universo, há também vários níveis de maya (ilusão) a serem transcendidos, e diferentes níveis de verdade (libertação), a serem alcançados, em cada etapa da caminhada.

Maya, para o estágio humano atual, é a realidade vista pelo eu inferior, isto é, o nível de consciência que se limita ou ilude pelos cinco sentidos e pela memória pessoal. O verdadeiro, para nós, é a realidade vista pelo eu superior, isto é, aquele nível de consciência em que se percebe, compreende e vivencia aquilo que une as diversas encarnações da mesma alma espiritual. O eu superior vê simultaneamente o vazio e a plenitude da evolução do cosmo, do sistema solar e da alma humana. A cada vazio corresponde uma plenitude. Ver só Plenitude na realidade seria tão ilusório quanto ver só Vazio. Paradoxalmente, é mayávico achar que só há “maya” no universo. Há “maya” e há lei; há aparência e há essência, há matéria e espírito, há o fugaz e há o eterno.

Na caminhada humana, a cada vazio corresponde uma plenitude, que ocorre no plano imediatamente superior. Por isso a prática da renúncia (que é a aceitação do aspecto Vazio budista) leva, na realidade, à plenitude e à libertação. Nos termos de São Francisco de Assis:

“É morrendo (isto é, aceitando o Vazio), que se nasce para a vida eterna (isto é, a Plenitude).”

Isso é o mesmo que trasladar o foco médio de consciência do eu inferior para o eu superior. A renúncia − a compreensão do caráter ilusório da vida tal como ela se apresenta aos cinco sentidos − abre as portas para a percepção do real em um plano superior que é o próximo estágio do aprendizado da alma.

Os seres humanos não estão sós ou desamparados. É verdade que o deus monoteísta é uma ilusão fabricada por sacerdotes; mas a lei divina e a inteligência implícita do universo são realidades perceptíveis. Isto tem sido experimentado e demonstrado por inúmeros pesquisadores independentes, sábios e místicos de todos os tempos e lugares, entre eles Albert Einstein. A Lei está em toda parte, inclusive no âmago da consciência individual de cada cidadão.

Pergunta:

Será devido ao fato de que não compreendem a lei da ética, que os sofistas e pseudo-espiritualistas fazem um uso distorcido do conceito de maya?

Comentário:

Sim. Aquele que não tem ética pensa, simploriamente, ou pelo menos afirma, que “tudo é maya, tudo é ilusão”. A partir disso, ele tenta tirar proveito fazendo ilusionismo, e acha que pode driblar a lei do carma. Na verdade, “maya” nunca se afasta da Lei e é de fato uma manifestação da Lei, uma manifestação em constante aperfeiçoamento. O espertalhão sempre colherá o fruto do que plantou. O mesmo acontece com quem é honesto. Sob a aparência enganosa ou imperfeita de “maya”, funciona silenciosa e infalivelmente a lei da justiça. A lei do carma não é maya. A lei do carma é a lei eterna.

O ditado popular afirma que “Deus escreve certo por linhas tortas”. Na verdade, a Lei escreve corretamente a história da evolução, usando as linhas aparentemente tortas de “maya”.

O preço do progresso é o desapego. Todos os seres evoluem em direção à verdade e à plenitude, e só conseguem fazer isso descartando níveis mais precários de visão, a que se pode chamar de maya. Os diversos níveis de maya e de verdade ficam mais claros quando observamos o que são o espaço e o tempo para diferentes níveis de inteligência.

Para o ser humano, um período de 24 horas é “maya” no sentido de que é algo fugaz e passageiro. Mas, para certos insetos, 24 horas podem significar uma vida inteira. Por outro lado, para os humanos, o período de um século pode parecer um longo tempo. No entanto, para os grandes sábios e mestres o que conta são períodos de dezenas de milhares − ou milhões − de anos, como podemos ver e estudar em “A Doutrina Secreta”.

O mesmo ocorre em relação à noção de espaço. A idéia de espaço de um inseto é modesta se comparada com a dos humanos. A noção de espaço de um ser humano é mais ampla, e se expandiu muito de 500 anos para cá, graças ao avanço das ciências. Mas a noção de espaço de um grande sábio, um Mahatma, é imensamente maior e mais complexa que a dos humanos. Os mestres e Iniciados compreendem os vários níveis do Akasha – o Espaço tal como percebido daquele ponto de vista que enxerga além dos cinco sentidos.

O processo iniciático consiste, precisamente, em romper um a um com os níveis e círculos de maya, chegando, assim, a novos níveis e círculos de percepção da verdade universal. Tal caminhada não é apenas algo que vale a pena. É também a marcha natural da evolução humana. Mas deve-se admitir que nem sempre é fácil para o aprendiz abandonar o joio a que está emocionalmente acostumado, para alimentar-se do trigo que só agora vê vagamente e pela primeira vez. Mas o velho método da tentativa e do erro, e da correção pelo menos parcial do erro, seguida de uma nova tentativa e de mais outra, continua sendo o único método eficaz.

Volta…I

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O TEOSOFISTA – Março/2009 I – Profecia Maya 2012

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Profecia Maya 2012


Caros Amigos e Irmãos:

Estamos trazendo em nome do website www.filosofiaesoterica.com, a edição de março da revista eletrônica O TEOSOFISTA. O texto de abertura aborda as chamadas profecias maya.

O TEOSOFISTA esclarece que não há verdade nas previsões atribuídas a um Calendário Maya, segundo as quais uma grande catástrofe terminará o mundo tal como o conhecemos, em dezembro de 2012.  No entanto, as profecias  —  que foram inventadas há poucos anos — podem servir para chamar atenção para o tema de fundo, que é a inegável necessidade de uma forte mudança de rumo no atual processo civilizatório. A partir de diálogos e estudos do e-grupo SerAtento, esta edição também discute o conceito oriental de Ilusão, ou Maya, e a sua relação com aquilo que chamamos de “realidade”.

Outros temas são:

* O impulso para renascer, que surge ao final do período do Devachan, o período abençoado entre duas vidas;
*A esperança de ser, ou de parecer, infalível, que acomete certos “líderes espirituais”;
* Cartas a Adyar, em defesa da verdade histórica.  A redistribuição de O TEOSOFISTA é livre; cada leitor está convidado a passar a revista a seus amigos.

A coleção completa do TEO pode ser vista na seção correspondente do site www.filosofiaesoterica.com


Boas leituras, muita Paz, Luz, Amor e Alegria.
Fraternalmente.
Régis.

O Teosofista

Notas e Informações Sobre Teosofia e o Movimento Esotérico

Ano II – Número 22 – Março de 2009 – Lutbr@terra.com.br

O Boletim Mensal do Website www.filosofiaesoterica.com

Plante um pensamento, e colha uma ação; plante um ato, e colha um hábito; plante um hábito, e colha um caráter; plante um caráter, colha um destino.”

[Da revista mensal indiana “The Theosophical Movement”, edição de março de 2008, p. 165. ]

Expectativas “Mágicas” Para 2012 Não Têm Base na Tradição

Para Entender a Chamada Profecia Maya

O mundo não vai acabar em dezembro de 2012. Não há verdade nas previsões atribuídas a um Calendário Maya, segundo as quais uma grande catástrofe terminará o mundo tal como o conhecemos, às vésperas do Natal daquele ano. Mas a profecia chama de certo modo atenção para o tema de fundo, que é a inegável necessidade de uma forte mudança de rumo no atual processo civilizatório.

Embora a data não deva ser levada a sério, o ano de 2012 também pode ser visto como um indicativo simbólico da verdadeira transição, que é gradual e complexa, demora séculos, e merece ser investigada como tal.

Desde os primeiros tempos do cristianismo, marcar data e hora para o apocalipse tem sido uma atividade constante, tradicional, e em alguns casos economicamente rentável. Marcar hora para o final do mundo vem sendo uma ilusão auto-renovável, e também um modo prático de chamar atenção do público, pelo menos até a chegada da “data fatídica”.

É oportuno esclarecer, desde já, que não há qualquer menção ao ano de 2012 na tradição Maya em si mesma. Tampouco seria correto exagerarmos a sabedoria da civilização maya, da América Central. A visão do ano de 2012 como momento de alguma súbita transformação mundial resulta das especulações pessoais do pensador José Arguelles, feitas nas últimas décadas do século 20 e possivelmente baseadas em alguns dados astrológicos. Basta investigar as origens do suposto “calendário maya” apontando para 2012, para ver que a única fonte destas supostas informações é Arguelles. Também é fácil perceber que as profecias são de um conteúdo simples e ingênuo.[1] Depois de fazer uma idealização fantasiosa da cultura maya, Arguelles atribuiu a ela as suas próprias profecias. Seguidores de Arguelles, seguramente com boas intenções, continuam aprimorando o trabalho de produzir e lançar profecias de curto prazo, imaginativas mas sem conteúdo durável. Elas servem no máximo como um alerta geral no sentido de que “algo de importante está acontecendo com nossa civilização”.

É verdade que vivemos uma transição mundial complexa e importante. Ela tem fortes dimensões culturais, políticas, militares, econômicas, ecológicas e espirituais. É possível que ocorram grandes transformações, inclusive climáticas e geológicas, nos próximos anos e décadas. Podemos dizer que tais transformações já começaram. No entanto, a marcação de uma data única para acontecimentos extraordinários simplifica o processo indevidamente e tende a colocar os cidadãos na posição de espectadores diante do “espetáculo do fim do mundo”, o que é inteiramente equivocado.

Não há nem pode haver espectadores na atual transição planetária, que é na verdade um despertar em escala global. Os pensamentos e as ações de cada ser humano fazem parte da grande força resultante que determina a qualidade e o modo exato da mudança. Deixando de lado a busca do espetáculo externo, devemos assumir nossas responsabilidades pessoais pela transformação e cultivar a arte de agir corretamente, tanto no plano individual como no plano coletivo.

A marcação de uma data precisa e única para o “fim do mundo” ou para qualquer transição mundial súbita resulta da ansiedade pessoal de pessoas desinformadas. A observação isenta da evolução humana confirma a tese da filosofia esotérica: as transições de era ocorrem gradualmente e ao longo de séculos. O tema dos ciclos de evolução merece uma investigação calma e atenta. Para isso, a filosofia teosófica original possui uma vasta literatura de grande valor, algo que todo leitor pode e deve verificar por si mesmo.

Segundo a teosofia, os limites numerológicos entre as eras, assim como o início e o final dos períodos de transição, são dados matemáticos abstratos. Em torno destes limites, desdobra-se uma transição cármica que possui um ritmo próprio. As eras e ciclos são como a escada e o corrimão que sinalizam o caminho e dão o rumo para que a evolução faça a subida até novos patamares de consciência. Escada e corrimão – o plano divino da evolução – dão as condições e o apoio necessários. Mas não predeterminam exatamente de que modo o peregrino, a humanidade, avançará pelos degraus. Vejamos mais algumas poucas informações a respeito, em sete pontos numerados.

1) Em sua obra “A Doutrina Secreta”, H. P. Blavatsky afirma que os períodos de transição entre uma era e outra correspondem a dez por cento da duração da era.

2) Em outro contexto, H.P.B. escreveu que o início da era de Aquário ocorre no ano de 1900. A duração da era de Peixes e da era de Aquário é de 2.155 anos, segundo a filosofia esotérica. Calculando os dez por cento, podemos deduzir que há um período de transição de 215 anos e meio entre as duas eras, que deve ser dividido em duas metades, uma anterior e a outra posterior ao ano de 1900.

3) A metade exata de 215 anos e meio fica entre 107 e 108 anos, quase chegando a 108. O número 107 corresponde a um dos ciclos ocultos mencionados nas “Cartas dos Mahatmas”. O número 108, por sua vez, é sagrado na Índia. Há 108 contas no rosário hindu e budista. Há 108 Upanixades. Atribui-se ao número 108 um significado astronômico ligado à lua. Os budistas veneram 108 Arhats ou sábios. O número 108 tem importância especial para a Cabala e a tradição hermética ocidental. [2]

4) Retrocedendo 108 anos a partir do ano de 1900, encontramos o ano de 1792. Naquele momento a revolução francesa estava em sua plenitude, e a revolução norte-americana de 1776 havia-se consolidado havia pouco. A transição para a era de Aquário começa com os ideais libertários e fraternos daquelas duas revoluções, e também, sem dúvida, com o humanismo iluminado do filósofo Immanuel Kant, no mundo germânico. No Brasil, cabe lembrar, o herói e visionário aquariano da independência nacional, alferes Tiradentes, é morto em 1792.

5) Por outro lado, se somarmos 108 ao ano de 1900, teremos o ano de 2008, um ano em que o despertar da consciência planetária já estava ocorrendo em grande escala. Portanto, do ponto de vista esotérico, a transição foi completamente terminada e estamos em plena era de Aquário. Faltam agora alguns acertos cármicos no plano visível, que podem ser mais ou menos difíceis.[3]

6) É certo que não há um “momento único de transição total”. Nem existirá necessariamente uma grande catástrofe súbita. Catástrofes globais não estão descartadas entre 2009 e 2025. Mas a marcação de datas para um suposto “momento único” não desperta nem esclarece pessoa alguma. Apenas cria uma curiosidade ansiosa sobre fatos espetaculares, mas imaginários, e reduz as pessoas à condição de espectadores passivos.

7) Na verdade, é através da confiança no futuro de longo prazo, e do calmo bom senso, que despertamos para a ação correta no presente. O momento histórico que vai de 2008 a 2025 estimula o despertar de cidadãos planetários ativos, que vivenciem um sentimento lúcido de co-responsabilidade pela transição mundial. Necessitamos de cidadãos dotados de uma visão de longo prazo e construtiva. A nova consciência planetária deve ser realista e capaz de atuar no mundo, mas deve estar ligada à prática do estudo e da contemplação das grandes verdades universais. E a nova consciência não pode ser separada do exercício diário do bom senso.

NOTAS:

[1] Veja as profecias equivocadas para o final da década de 1990, no livro intitulado “2012 – A Profecia Maya”, de Alberto Beuttenmuller (Ed. Ground, SP, 1996, 286 pp.). Examine também a nota publicada a respeito na revista “Veja” de 4 de fevereiro de 2009, pp. 90-91.

[2] “Espiritualidade Através dos Números”, de Georg Feuerstein, Ed. Siciliano, 218 pp., 1994, pp. 194-195.

[3] Para um enfoque teosófico mais amplo da atual transição mundial em relação aos ciclos e eras da evolução humana, veja o artigo “The Hundred-Year Cycle and the Twilight of the Pisces Age” de Carlos Cardoso Aveline, publicado na revista internacional “FOHAT”, Canadá, edição de inverno de 2008-2009 (verão de 2008-2009 no Brasil), pp. 82 e seguintes. O texto também está publicado na seção “Climate Change and the New Planetary Cycle”, do website www.filosofiaesotérica.com , sob o título “The Twilight of the Pisces Age”.

Segue…II

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Teologia – Via6

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Encontrei numa busca de teologia, através do Google, este post que fiz em 2007 no Via6 (site de relacionamentos no mundo corporativo) e trago para sua apreciação, pois achei interessante as abordagens…
Embora tenha o Via6 acesso público, ressalto que se eventualmente alguns dos envolvidos nesse fórum, acharem por bem a omissão da sua manifestação, o farei prontamente.
Seguindo minha intuição estou reeditando tudo aqui sem fazer com a razão uma devida avaliação das questões legais sobre direitos e privacidades, levando em conta que na visão holística tal atitude está atendendo algum propósito, já que somos instrumentos a serviço do universo.
Abraços
Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta CRT-37091

Teologia

18 respostas | 651 acessos
Por: Egídio Garcia Coelho
Quando se estuda teologia dentro de uma determinada doutrina, nosso intelecto se alimenta com fortes convicções que uma vez arraigadas nas entranhas, torna-se difícil livrar-se sem muita dor e frustração. Ao se tentar vencer os fortes dogmas, ficamos sem o alicerce de sustentação mística necessário na ignorante vida do homem.

Cada doutrina ilustra seu Deus de forma a defender sua filosofia que acaba por confundir ainda mais aos mais dedicados, inteligentes ou disciplinados que ouvindo seu interior chegam mais perto da verdade. Daí a necessidade da meditação para que se possa romper todo essa gama de ensinamentos dos homens e se chegar ao que herdamos como legítimos filhos da luz.

Se entendermos na profundidade o peso da cruz para os cristãos e o karma da filosofia oriental, então cai por terra o Deus pessoal capaz de numa competição com 100 participantes dar preferência a apenas um vencedor, menosprezando todos os devotos pedidos que seguramente existiram entre os demais.

Vi algo semelhante num texto de Daniel Ruffini sobre alguém que havia se classificado num concurso público dizendo que Deus havia operado em sua vida:
“Então Deus ignorou a vida e os pedidos de ajuda de todas as centenas de pessoas que com ele concorreram por uma vaga? Então Deus certamente tem preferências, porque preferiu a ele ao contrário dos demais”.

Quero chegar no ponto de esclarecer que devemos sim nos esforçar, estudando, trabalhando ou colocando nosso talento a serviço do universo que responderá dentro das leis divinas segundo nossos méritos.

Há quem inda se iluda de que apenas com orações e sem nenhuma prática que possa dar retorno ao universo sobre o privilégio de estar vivo e ter seu sustento não importando a origem, consiga realizar seus sonhos.

Egídio Garcia Coelho
Publicado no Recanto das Letras em 28/04/2005
Código do texto: T13675

Autor: Egídio Garcia Coelho
Fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/visualizar.php?idt=13675

Egídio Garcia C.

Tuesday, 14 de August de 2007 – 22:01

Este artigo está entre as 195 das minhas publicações no Recanto das Letras com um total de 24.290 leituras .


Vítor Alberto K.

Consultor sócio-gerente da TRENDS Consultoria Empresarial Ltda

Tuesday, 14 de August de 2007 – 22:46

Caro Egídio, Boa Noite irmão !

Muito vagas as colocações…
A linha de entendimento se encontra um pouco desconexa.

Não nos importemos tanto pelos números (quantidade) e sim, pela qualidade.

PS: Não cometemos o grave erro de personalizar os artigos e publicações de cunho místico e filosófico, senão incorerremos em gravíssimos erros, principalmente, espirituais.

abs/Vitor

Everaldo d.

diretor comercial da grupo wing motopecas

Wednesday, 15 de August de 2007 – 08:53

ola
amigo
parabens pelo artigo, tenha um otimo dia

grato
Everaldo


André Q.

Gerente de Projetos de TI da Fundação João Paulo II

Wednesday, 15 de August de 2007 – 09:31

Olá Edídio, Vitor e Everaldo…

É verdade que precisamos ter um cuidado todo especial com os artigos de cunho místico. Mas lendo o texto acima, lembrar-me de algumas cenas típicas ao final de partidas de futebol, onde escutamos: “Graças a Deus conseguimos nosso objetivo de mais 3 pontos e se Deus quiser chegaremos ao título…”

Abraços/André


Egídio Garcia C.

Wednesday, 15 de August de 2007 – 12:15

Gente querida!
Longe de ser um escritor profissional, apenas digito algumas inspirações por entender que de alguma forma se fazem necessárias.
Gosto de escrever usando a intuição e vou levando o texto até que percebo interferência da razão.
De tudo que tenho publicado, seguramente eu aproveitaria muito pouco se fosse buscar com a razão uma fundamentação lógica.
Porém, tenho que admitir que meus textos, às vezes desconexos, têm me levado a profundas reflexões com excelentes resultados para entender a mecanicidade do universo no terreno místico e filosófico.
Saibam também que sem as críticas eu ficaria estagnado e sem a possibilidade de vir gradativamente aprender a fazer uso da razão para expressar meus entendimentos intuitivos.
Abraços/Egídio
Atualizada em: Thursday, 16 August, 2007 – 19:41


Vítor Alberto K.

Consultor sócio-gerente da TRENDS Consultoria Empresarial Ltda
Wednesday, 15 de August de 2007 – 12:48

Querido Egídio,

Minha “crítica” foi apenas construtiva.
Falar e escrever sobre Deus, creio tratar-se de uma missão complexa, com certeza. Às vezes as palavras se tornam desconexas, pois existem sensações, sentimentos e emoções que jamais poderão ser expressas em palavras, e apenas, sentidas e vivenciadas, não é verdade ?
Peço humildes desculpas. Não quis ser pejorativo ou expressar-me negativamente, apenas fui sincero na minha compreensão do texto.
Façamos melhor, desconsidere minhas colocações, de coração.
Não vou deletar o “post” foi já está publicado e devo assumir as minhas palavras.

Sou um eterno aprendiz, sujeito a cometer muitos erros ainda, com certeza.

Quero aprender e me relacionar muito contigo ainda e trocar bons conhecimentos.

abs.


Armando A.

Diretor de Redação/Editor (Jornalista) da Revista Porto S.A.
Thursday, 16 de August de 2007 – 09:03

Egídio,

Reflexões teológicas são importantes, ainda que em um ambiente corporativo.

Porque, por mais competitivo e exigente que seja o mundo empresarial, volta e meia ouvimos alguém atribuir a Deus o sucesso, o triunfo, a glória quando se alcança ou se alcançou um cargo, uma meta.

Na leitura do seu texto, me veio à mente imagem a alusão feita pelo André, dos jogadores de futebol que atribuem a Deus a vitória em uma partida ou o triunfo em um campeonato. É interessante imaginar Deus torcendo a favor de um determinado time de futebol (ou Seleção), em dettrimento de outro…

Entendo que, quando se fala de Deus, é importante que façamos definições ou conceitos.

O que ou quem é Deus? Que características tem e não tem? Deus é uma força? Que tipo de força? Deus está presente em tudo, em todos, em todo o Universo?

É também interessante ler argumentos dos céticos e ateus sobre Deus. Os questionamentos que eles fazem permitem colocar luz sobre definições e conceitos de Deus.

E sobre Einstein, circula na Internet um interessante texto, que postarei neste espaço em 2 comentários seguidos, porque tem mais de 2.000 caracteres, que é o limite de espaço definido para cada postagem.

Boas reflexões a todos, inclusive sobre Deus.

Um abraço

Einstein, o genial cientista que elaborou a Teoria da Relatividade, também tinha as suas percepções sobre Deus que são interessantes.


Wlademir P.

Thursday, 16 de August de 2007 – 09:07

Caro Egídio
O texto é interessante e nos leva a meditar sobre a situação da pessoa que participou do concurso. Eu particularmente creio que Deus não tem preferência ELE apenas age em favor daqueles que o buscam e se achegam a ELE. Essa oportunidade está aberta a todos, assim, podemos meditar também nas demais pessoas que também participaram e venceram o concurso, mas quantos deram crédito a Deus pela interferência? Apenas um?
Jesus, nos contam os Evangelhos, curou dez leprosos, mas apenas um voltou para agradecer. Segue abaixo um dos textos que publico diáriamente no site www.umapalavra.wordpress.com

“A Palavra de Deus perscruta bem dentro de cada coração e revela tudo aquilo que as pessoas não podem ver. Alguns cristãos dão muita ênfase ao correto manuseio da palavra da verdade. Na realidade, a própria Bíblia diz que devemos fazer isso (II Timóteo 2:15); entretanto, ela também diz que a Palavra de Deus tem de dividir-nos. Talvez estejamos errados em buscar, primeiro manejar a Palavra antes de permitir que ela realize sua obra em nós! Será que temos consciência desse caráter vivo e poderoso da Palavra de Deus?”

Um forte abraço
Continue escrevendo, meditando e levando outros a meditar.
Wlademir


Armando A.

Diretor de Redação/Editor (Jornalista) da Revista Porto S.A.
Thursday, 16 de August de 2007 – 09:13

O MAL EXISTE? (1)

Alemanha Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim…

Um professor universitário desafiou seus alunos com esta pergunta:

Deus criou tudo o que existe?

Um aluno respondeu valentemente:

Sim, Ele fez.

Deus criou tudo? – Perguntou novamente o professor

Sim senhor – respondeu o jovem.

O professor respondeu:

Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse:

Posso fazer uma pergunta, professor?

Lógico – foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:

Professor, existe o frio?

Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:

De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos
se não temos calor.


Armando A.

Diretor de Redação/Editor (Jornalista) da Revista Porto S.A.
Thursday, 16 de August de 2007 – 09:13

O MAL EXISTE? (2)

E existe a escuridão? – Continuou o estudante.

O professor respondeu:

Existe.

O estudante respondeu:

Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não, até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não. Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? A Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:

Senhor, o mal existe?

O professor respondeu:

Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.

Ao que o estudante respondeu:

O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência de Deus, é o mesmo dos casos anteriores. O mal é uma definição que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Deus não criou o mal.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado%6

Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:

ALBERT EINSTEIN



Egídio Garcia C.

Thursday, 16 de August de 2007 – 10:29

Nassa!
Que maravilha, vejam só quanta manifestação?
Estou maravilhado.
Confesso estar me sentindo sem palavras para retribuir a altura o nível desse fórum.
Assim, de coração e com toda abrangência “MUITO OBRIGADO”.
OM SEJA…
Egídio


Egídio Garcia C.

Thursday, 16 de August de 2007 – 11:52

Vitor querido!
Fiquei um pouco constrangido com tua resposta e com medo de ter talvez, me expressado mal, demonstrando alguma aversão a tua crítica. Escrevo fazendo uso da intuição e nestas circunstâncias eu teria que filtrar com a razão cada palavra para ser bem eficiente na minha comunicação, deixando transparecer meu verdadeiro sentimento. Muito pelo contrário. Saiba que sua grandeza já estava reconhecida muito antes do seu humilde pedido de desculpas que era desnecessário. Afinal, estamos nos expondo de coração aberto com o propósito de crescer e não de impor nossas provisórias verdades. Por isso ficamos preparados para evitar a defensiva, agregando sempre mais a cada manifestação por mais cética ou irônica que possa parecer.
Beijos no coração
Egídio
Atualizada em: quinta, 16 agosto, 2007 – 19:49


Egídio Garcia C.

Thursday, 16 de August de 2007 – 12:48

Caro Armando!
Bem oportuno o que nos trouxe do Einstein. Também faço uso dessa mensagem há muito tempo.
Quanto as tuas perguntas que estão abaixo, vou respondê-las de forma intuitiva, embora saiba não terem sido feitas com o propósito de receber resposta:

O que ou quem é Deus?
R. O todo, tudo! Somos um mesmo espírito com diferentes faces. Diferentes formas. É vida. É vibração animada com movimentos visíveis ou inanimada com movimentos invisíveis, vistos em nível molecular. Por fim, um entendimento que quando alcançado, fica difícil, ou melhor, impossível racionalizar, diante das nossas limitações.

Que características têm e não tem?
R. As mais diversas, diante das tantas culturas distribuídas pelos cantos do planeta (e universo). Se visto de forma racional… É um vazio permanente onde tudo pode estar ou não estar. Ele sempre estará… a qualquer momento e em qualquer lugar. Pode ser ilustrado como um círculo. E dentro as criaturas e criações, porém, sem nada o círculo permanece eternamente. Daí nossa necessidade de alcançar no silêncio o Vazio, onde habita a semente, (a centelha…)

Deus é uma força?
R. Sim, uma força creadora (antecede a criadora). Alpha e Omega, Yin e Yang. Pedra filosofal (alquímica/Hermes Trismesgistos).

Que tipo de força?
R. Atômica! Fonte de vida. INRI = Igne, natura, renovator integra. (a natureza é inteiramente renovada pelo fogo).

Deus está presente em tudo, em todos, em todo o Universo?
Deus é! E sendo…, me faz te amar incondicionalmente, ou seja, independente de como você possa estar, pois, te amo pelo que é, não pela forma que está no presente ou esteve no passado. No fundo somos UNO!

Pronto! Foi assim que ficou de forma resumida e naturalmente se eu fizer uma avaliação racional, jamais teria coragem para dar o clik no “Responder”.
Abraços
Egídio

Atualizada em: Saturday, 18 August, 2007 – 01:22


Vítor Alberto K.

Consultor sócio-gerente da TRENDS Consultoria Empresarial Ltda
Thursday, 16 de August de 2007 – 18:31

Obrigado Egídio, meu irmão.

Parabéns a todos pelas maravilhosas colocações.

abs.


Egídio Garcia C.

Thursday, 16 de August de 2007 – 19:58

Boa noite!
Tenho um texto “polêmico” nesta mesma comunidade, editado aqui em fevereiro de 2007 que tem apenas 33 visitas, mas, fiquei me questionando por que, até agora não houve manifestações?
Ficaria honrado se alguém dedicasse alguns minutos para conhece-lo e quem sabe quebrar tamanho silêncio.
Abraços
Egídio


Edson C.

Coordenador de Vendas e Pós-Vendas da Tecnoforma
Friday, 17 de August de 2007 – 18:15

Srs.,

Apesar de o texto parecer um pouco complexo, podemos ler e perceber que é importante parar um pouco e medidar.

Me faço totalmente dependente de DEUS, creio nele acima de tuod e de todos, mas também não posso deixar de me esfroçar, trabalhar, buscar meus objetivos, mas certo de que preciso tê-lo sempre à frente.

O tempo ficou muuuuito escasso nos ultimos anos,temos trabalhado muito, atualizado em estudos e buscas proissionais constantes, também é claro, vivemos numa globalização fervente, mas não podemos perder nosso valores, como o ócio, a família (esposas primeiramente e depois os filhos), familiares, parentes e amigos, não importando os dois ultimos a preferência.

Relamente precisamos viver cada momento, mas sim, paramos poucos minutos em nossas tarefas, refletirmos nas coisas que fazemos e ainda podemos fazer, e fala com DEUS.

É isso mesmo falarmos com DEUS, às vezes à sós, com certeza Ele colocará algo novo em seu coração e te fará reagir melhor, e passarmos aos nosso próximos.

Mas nunca esqueça de dividir e compartilhar com familia e outros, e também é muito importante termos comunhão com alguma igreja que relamente expressa a pura verdade sobre DEUs, e seu filho JESUS, pensem nisso.


Janaína B.

Friday, 17 de August de 2007 – 19:03

Boa Noite Egídio,

que bom vc ter escrito sobre Espiritualidade, obrigada pela contribuição neste tema tão simples.

Gostei muito sobre a menção da necessidade da meditação, pois muitos ainda acham que devem ser ZEN para fazer esta prática, que nos ajuda na organização de nosso tempo ao invés de perder nosso tempo…acho que tudo que vêm de Deus é válido, é lindo…e está sendo praticado nas organizações através da Sustentabilidade…fico feliz..mas reflito muito ainda se TODOS estamos entendendo tudo isso com o coração ao invés da razão…vc não acha que já usamos a razão demais???

Deus, em sua infinita Sabedoria, têm nos ensinado mesmo de forma sutil que TUDO em nossa vida é Energia, é Luz…somos Luzes e devemos brilhar sempre.

Um gde abraço!!!

Atualizada em: sexta, 17 agosto, 2007 – 21:27
Atualizada em: Friday, 17 August, 2007 – 21:27


Egídio Garcia C.

Friday, 17 de August de 2007 – 21:27

Gente querida!
Expresso aqui minha gratidão pelas manifestações e ficarei sempre a disposição para eventuais esclarecimentos sobre algum entendimento, porque posso estar equivocado.
Aqui juntos podemos somar nossos pontos de vista e crescer um pouco.
Quanto a pergunta da Janaina, posso dizer que o desenvolvimento do intelecto não representa crescimento espiritual, pois, a razão faz com que nosso intelecto se sinta auto suficiente.
Logo, estamos a beira de uma catástrofe e só a nossa intuição que é divina poderá impedir.
Abraços
Egídio
Atualizada em: Tuesday, 28 August, 2007 – 23:17

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Qual é o Caminho?

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Qual é o Caminho?

Por: Daniel Ruffini

Caro Egídio!
Existe “O CAMINHO”, e muitas formas diferentes de abordá-lo. O caminho é tudo aquilo que nos conduz ao despertar e conseqüente à liberação do sofrimento sansárico. De uma forma geral, podemos dizer que todas as doutrinas e religiões fazem parte do caminho. Todas elas preparam o estudante para dar início à caminhada.

De uma forma mais restrita, o verdadeiro CAMINHO só pode ser encontrado nos ensinamentos cuja visão está focada em três elementos principais:

1) A morte dos venenos mentais;
2) O descondicionamento da mente;
3) A purificação do karma negativo.

Se faltar um desses três elementos, a liberação torna-se mais difícil (não impossível) de ser alcançada. A GNOSE é uma dessas escolas que ensina o CAMINHO, mas não é o CAMINHO.

Aqui, também, de forma restrita, podemos dizer que nenhuma escola é o CAMINHO, já que ele não pode ser ensinado. Verdadeiramente, o CAMINHO deve ser construído na medida em que os três elementos acima mencionados são praticados durante a vida.

Voltando a questão da abordagem, a GNOSE aborda o caminho de uma forma bem particular, muitas e muitas vezes prejudicada pela visão distorcida de instrutores e dirigentes limitados e despreparados.

Há outras formas de abordar o caminho de maneira bem mais suave e não menos profunda.

É importante lembrar que TODA RELIGIÃO OU DOUTRINA DESCAMBA para o moralismo preconceituoso e agressivo  quando seus praticantes não encarnam os  princípios da sabedoria que são independentes do credo o qual seguem.

Infelizmente isso tem ocorrido muito com algumas religiões e doutrinas mais do que com outras. Não foi diferente com a gnose. Outra coisa que não podemos deixar de falar, é que mesmo dentro do CAMINHO há níveis e níveis diferentes.

A liberação de todo sofrimento, não mais renascendo nos reinos do sansara, pode ser para muitos o fim do caminho, mas para outros apenas uma das etapas desse mesmo caminho.

bendito seja
Daniel Ruffini

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Mudanças Ortográficas

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Mudanças Ortográficas

Um site que corrige automaticamente a sua escrita de acordo com as novas
regras ortográficas.
Nestes tempos de mudanças ortográficas, sempre temos dúvidas.
Para quem quer uma resposta rápida, uma ótima dica é este site em que
você digita a frase e ele responde com as novas regras em vigor:
ortografa

Foi usada a frase: “As conseqüências do anti-semitismo são
desastrosas, uma péssima idéia”, como exemplo, e o site me retornou:
“As consequencias do antissemitismo são desastrosas, uma péssima ideia”.
Neste acordo que rege as mudanças em nossa Língua, o Brasil terá até
20/12 para se adaptar.

Enviado por:
marina