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AIDS (SIDA) – Matando a cada 10 segundos!

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AIDS (SIDA) – Matando a cada 10 segundos!


Publicidade Premiada na França para angariar fundos contra a AIDS. Criatividade inquestionável que nos leva a profunda reflexão pelo inpacto…

Propaganda premiada en Francia para recaudar dinero contra el SIDA, sin tapujos, con creatividad.

El link está abajo ábrelo, no es una propaganda común. El mensaje dice: “cada 10 segundos muere alguien por sida en el mundoEspecialmente para nuestros hijos, sobrinos, primos y sus amigos..

Assista o vídeo

A exemplo do que se pode ver no cenário com relação a luxúria e a droga, nossas atitudes a hábitos deverão estar em permanente vigília, pois sabemos que em nossa ampulheta o tempo segue escorrendo…
Abraços
Egídio
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Mulher II

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Por: Egídio Garcia Coelho

Em meio às turbulências uma resposta a quem se manifestou não muito satisfeita, sobre o meu texto “Mulher”.

Mulher II

Oi amiga!
De modo geral foi excelente a conquista da mulher que hoje tem seu espaço e está equiparada ao homem na sua potencialidade profissional e intelectual. Não existe o melhor e sim a diferença dos sexos.
Porém, em profundidade filosófica e esotérica se pode conhecer a superioridade da mulher e a dependência do homem.
Logo, sinta-se feliz pelo privilégio de estar viva numa existência humana e com tanta tecnologia a sua disposição, conectada em tempo real com o planeta inteiro.
Aos que pecam pela ignorância caberá ainda muito sofrimento e aos que pecam pela ganância e perversidade o sofrimento será imensurável.
Todos nós, segundo nossos méritos, acabaremos colhendo frutos, cujas sementes foram distribuídas ao longo do caminho nessa eterna jornada.
Vale ressaltar a necessidade da nossa compaixão pelos que sofrem e sofrerão, prestando contas ou sendo instrumentos para que tudo se ajuste nesse universo que tem sabedoria muito além da nossa capacidade de entendimento.

Publicado no Recanto das Letras em 08/03/2007
Código do texto: T406149
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Egídio Garcia Coelho). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

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Mulher

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Trazido hoje da minha escrivaminha no Recanto das Letras para homenagear nossas deusas no dia Internacional das Mulheres.
Mulher…

Saiba que todos os dias vejo na mulher um ser especial. Seu jeito de amar, sua maneira de ser, seu charme, sua sutileza, sua elegância de várias formas… Deusas que nos fazem sentir inferiores e por isso, muitos homens às submetem amedrontados inconscientemente.
Luto para que todas tenham consciência da sua importância no universo, na família, na sociedade e saibam se valorizar à altura… Lamentável ver o que a ignorância faz com tantas mulheres, tanto por parte dos homens quanto delas mesmas.
Mesmo assim, para mim sempre serão deusas a quem me reverencio permanentemente.

Beijos no coração
Egídio Garcia Coelho


Publicado no Recanto das Letras em 08/03/2007
Código do texto: T405528
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Mensagem Budista! Dupla percepção.

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Chá de Amora Miúra

Sementes de Sucupira

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Dupla percepção

Você diz que é um sapo!

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cavalogiro

Eu juro que é um cavalo !!!

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Mensagem Budista:

Evite cometer injustiças com interpretações precipitadas e exclusivistas.

Lição:

Este desenho nos ensina claramente que devemos sempre respeitar as outras opiniões.
É necessário esperar e ouvir atentamente os outros porque eles também têm o seu ponto de vista.
Respeitar a opinião dos outros é olhar para a mesma verdade e saber que esta poderá ser vista de forma bem diferente por cada um.
E assim, com toda certeza, deixar de cometer injustiças com as precipitações…
O charme do desenho e sua lição enigmática, consiste no fato de que…
” na história nada muda e mesmo assim, tudo é completamente diferente”!!!

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O CAMINHO ILUMINADO DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL

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O CAMINHO ILUMINADO DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL


Caros Amigos e Irmãos: A aprendizagem esotérica é um processo que envolve numerosas encarnações. No entanto, é sempre através de algumas medidas práticas no momento presente  que podemos abrir caminhos e oportunidades para o futuro.

Trazemos hoje, em nome do website www.filosofiaesoterica.com,  um texto publicado há algumas semanas na Índia por uma das principais revistas teosóficas da atualidade. O tema são as diversas etapas da caminhada espiritual. Mas o texto também examina a questão de como saber se, à medida que passa o tempo, estamos fazendo de fato um progresso significativo.
A reprodução do texto é livre, uma vez que seja citada a fonte.

Segue abaixo o texto “Os Estágios do Crescimento Espiritual” para leitura e reflexão.
Fraternalmente.
Régis.

www.filosofiaesoterica.com


Os Estágios do Crescimento Espiritual


De que Modo a Paz e a Liberdade Substituem o Sofrimento


The Theosophical Movement

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Nota dos Editores:

Publicado originalmente na Índia, o artigo

a seguir descreve o rumo e o aprendizado

de longo prazo da alma humana. O leitor

deve levar em conta que uma tal trajetória se

dá ao longo de muitas vidas. Por outro lado,

alguns passos simples e concretos, tomados

hoje, abrem caminhos e oportunidades para

o dia de amanhã. Como diz o ditado taoísta

e chinês, “uma longa caminhada de dez mil

quilômetros começa com o primeiro passo”.

[A fonte bibliográfica é indicada ao final do texto.]

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Em algum ponto da sua jornada espiritual, todo estudante sério da sabedoria tem necessidade de saber se está fazendo progresso.  Quais são os sinais do crescimento espiritual?  Há estágios definidos de crescimento? Em que momento é necessária a ajuda de um guru?

Todas as tradições espirituais recomendam que não nos preocupemos com o progresso.  Conta-se aquela história  de um discípulo a quem foi dito que necessitaria dez anos para alcançar a auto-realização.  Ele quis saber se, trabalhando duro, poderia alcançar a meta em menos tempo.  A resposta foi que neste caso ele demoraria muito mais tempo, porque, enquanto há preocupação em alcançar a meta,  não é  possível dar o melhor de si para a busca espiritual.

A obra “Luz no Caminho” recomenda:

“Cresça como cresce uma flor, inconscientemente, mas com um profundo desejo de abrir sua alma para o ar. Do mesmo jeito, você deve fazer um esforço para ir adiante e abrir sua alma para a eternidade.”

No entanto, é recomendável praticar a auto-observação ao final de cada dia, para tornar-nos conscientes dos nossos pontos fortes e das nossas fraquezas,  tomando uma decisão eficaz de não repetir os erros.

O desenvolvimento espiritual é um processo lento.  Como bons jardineiros, devemos preocupar-nos  somente com a tarefa de nutrir bem a planta da alma,  sem forçar o seu crescimento. Ela pode não estar suficientemente forte para produzir frutos quando nós queremos, mas algum dia ela produzirá. Basta para que isso aconteça que não sejamos ansiosos e que a alimentemos corretamente. “Aprender significa estar contentes, ou melhor, resignados com nós mesmos e nossas limitações, mesmo enquanto lutamos para ir além delas  ……  Não podemos viver todos nós imediatamente à altura  destes altos ideais, como alguns outros conseguem”, escreve William Judge. [1]

Talvez durante um longo tempo não haja quaisquer sinais visíveis do nosso progresso. Mas o importante nesta jornada não é o quanto nós progredimos. O importante é em que direção estamos avançando.  Há certos fatos que indicam se estamos mudando e crescendo, e se estamos na direção certa. Certas experiências e intuições são comuns a todos os aspirantes espirituais.

Pessoas diferentes têm modos diferentes de progredir.  Cada um abre para si mesmo um caminho único.  O processo não ocorre como se alguém avançasse por um caminho lamacento, deixando detrás de si pegadas inconfundíveis que os outros podem seguir para alcançar a meta.  H. P. Blavatsky também  disse:

“Não sigam a mim, nem meus passos, mas sigam o Caminho que eu indico.”

Cada ser humano é único, e embora haja certas experiências básicas pelas quais todos têm de passar, os passos exatos e o ritmo de crescimento não são os mesmos.  O Buddha diz que o caminho de uma pessoa que alcançou a auto-realização  “é tão difícil de determinar como o vôo dos pássaros pelo  céu”.

Quando começa o processo da mudança, podemos ver a transformação nos planos físico, mental, emocional e moral.  À medida que progredimos, somos capazes de permanecer serenos e continuar com nosso trabalho mesmo quando o corpo está doente, porque somos capazes de dissociar-nos do corpo. Mais adiante, percebemos que temos maior controle dos nossos pensamentos e emoções.  Há menos necessidade de depender dos outros. O antigo desejo por novidades e sensações é lentamente substituído pela satisfação da paz.  Podemos descobrir que perdoamos mais e temos mais compaixão, e que aceitamos mais facilmente as pessoas e as circunstâncias.

Há uma transição gradual no sentido de estarmos menos centrados em nós mesmos. Passamos a ser mais solidários e altruístas, e isso forma a essência do verdadeiro progresso. Janki C.  dá uma descrição do processo quando diz que, no primeiro estágio, estamos na Idade da Inocência, e esperamos, como crianças, que alguém nos ame e cuide de nós.  Deus existe para atender os nossos desejos.  O  estágio seguinte é a Idade da Desilusão. Ao ver a realidade  da vida, muitos se tornam cínicos e materialistas.  Vem depois a Idade da Responsabilidade, quando o buscador começa a assumir o controle da sua própria vida.  Mais tarde ele avançará para o estágio seguinte, a Idade da Solidariedade. Nela,  ao invés de querer que os outros compartilhem da sua dor, ele deseja aliviar a dor dos outros. A Idade da Iluminação ocorre muito depois da Idade da Solidariedade. Agora o amor se torna universal, e há uma completa identificação do indivíduo  com os outros seres. É a culminação do crescimento espiritual. É o estágio do auto-realização. [2]

Nesta jornada em direção à perfeição espiritual, cada tradição religiosa fala de estágios definidos, que são marcos referenciais do crescimento interior.  Por exemplo, no livro budista Mahayana “A Voz do Silêncio”, vemos quatro estágios de aperfeiçoamento espiritual, começando com Srotapatti, “aquele que entrou na corrente” que leva ao oceano do Nirvana. Este é o primeiro Caminho. O  segundo é Sakridagamin, “aquele que nascerá só mais uma vez”. O terceiro é chamado de Anagamin,  “aquele que não reencarnará mais”, a menos que decida fazer isso para ajudar a humanidade.   O quarto é conhecido como Rahat ou Arhat.  Este é o mais alto.  Um Arhat vê o Nirvana durante a sua vida. [3]

Sangharakshita, um instrutor budista, explica estes estágios em seu livro  “A Guide to the Buddhist Path” .  Ele assinala que segundo o budismo há  dez grilhões prendendo a pessoa à Roda da Vida ou bhavachakra.  Aquele que entra na corrente (Srotapatti) é alguém que desenvolveu uma grande percepção espiritual sobre a natureza da existência, e foi capaz de quebrar três dos dez grilhões.

Os três grilhões são os seguintes.

1. Satkaya-dristi ou visão baseada na personalidade. Satkaya-dristi é a visão equivocada de que “eu sou eu”, um homem ou uma mulher com um nome especial, ao invés de ser uma parte inseparável do todo. Esta é a ideia de que o “eu” constitui alguma coisa em si mesmo; de que eu, tal como me conheço aqui e agora, com este corpo e esta mente particulares, sou uma espécie de entidade fixa e imutável. Em outras palavras, este grilhão é a crença de que o “eu” é algo real. Você não pode entrar na Corrente enquanto não tiver se afastado de nome e forma, da existência pessoal, de todas as coisas em que você pensa como sendo “você”. Isso não significa dizer que não existe um “eu”, mas significa admitir que todos os aspectos do seu ser estão sujeitos a mudança. Quebrar este grilhão

é compreender que depois da morte não existe nem a completa aniquilação da identidade pessoal, nem tampouco a persistência imutável da identidade pessoal. O budismo ensina um caminho do meio. Mesmo quando o corpo morre, não há uma alma-eu imutável que continue.  É o processo − mental, psicológico, espiritual − que continua, em toda a sua complexidade, sempre mudando e fluindo como uma corrente.

2. O segundo grilhão é vicikitsa ou dúvida cética. É a dúvida ou indecisão de uma pessoa que “fica no muro”, oscilando o tempo todo, sem comprometer-se.  Vicikitsa é a recusa a comprometer-se sem reservas com a vida espiritual; você ouve falar dela, você fala sobre ela, mas continua ficando para trás. Como você poderá se tornar Aquele que entra na Corrente, se insiste em permanecer na margem? Se quiser nadar, não adianta ficar alimentando dúvidas agarrado à beira. Você deve saltar. Vicikitsa é um medo do salto e uma recusa a comprometer-se.

3. O terceiro grilhão é silavratta-paramarsa .  É pensar que as regras religiosas e éticas são fins em si mesmas. O Buddha sempre disse que os preceitos éticos, as observâncias religiosas e mesmo o estudo das escrituras são como um barco, um instrumento para alcançar uma meta.  Você não carrega o barco na sua cabeça depois que ele cumpriu a função de permitir que você cruzasse o rio. Os preceitos e as práticas se tornam grilhões, quando nós os cumprimos sem a devida reflexão. O apego à moralidade convencional não pode levar-nos muito longe no caminho espiritual. Há pessoas que parecem muito éticas e nobres, e cumprem todos os preceitos, mas sofrem de uma certa obsessão em relação à sua própria virtude e têm uma atitude de quem pensa que “é mais espiritual que os outros”.

De acordo com a tradição budista, uma vez que o indivíduo quebrou  os três primeiros grilhões e alcançou o primeiro estágio − de Srotapatti −,  ele tem diante de si só mais sete encarnações, antes de alcançar o Nirvana.

O segundo estágio do caminho é o estágio daquele que voltará uma só vez, Sakridagamin. Como ser humano, ele viverá na terra uma última encarnação. Ele quebrou três grilhões, e enfraquece outros dois, que são  kama-raga,  o desejo de existência sensorial,  e vyapada,  raiva ou animosidade.

O terceiro estágio é o daquele que não retorna, Anagamin.  Ele quebra estes cinco grilhões, de modo que não nasce mais no plano humano, mas renasce nos planos chamados “moradas puras”. O quarto estágio é o de Arhat (“o digno”), que alcançou a iluminação ao quebrar a outra série de  cinco grilhões, mais elevados.  Assim, podemos ver que a jornada é longa.

Na tradição de Raja Ioga, há vários graus de discipulado (chelado).

Há chelas leigos, e há aqueles que estão tentando chegar à condição de chelas leigos. “Um chela leigo é um homem do mundo que afirma o seu desejo de tornar-se sábio nas coisas espirituais”. A seguir, o indivíduo se torna um chela leigo em provação e, finalmente,  um chela aceito.

Quanto aos chelas em provação, há uma regra segundo a qual eles devem inevitavelmente passar pelo menos sete anos de testes. Estes “testes” não são provas fixas. É examinada a atitude do chela diante de vários acontecimentos e circunstâncias que surgem em sua vida. Ao final do período ele pode ser aceito ou reprovado. O chela em provação estuda sob a orientação de um chela mais antigo. Um chela em provação deve trabalhar inegoisticamente pela humanidade e tentar libertar-se da ideia de “eu” pessoal, cultivando a intuição. Algumas das qualificações esperadas de um chela são: perfeita saúde física; absoluta pureza mental e física; intenção destituída de egoísmo; solidariedade universal e compaixão por todos os seres vivos; veracidade; firme confiança na lei do carma; e uma

percepção intuitiva de que ele é um veículo ou instrumento do  Atma divino.[4]

Estas condições devem ser alcançadas na natureza interior do chela por seus ESFORÇOS SEM AJUDA. Além disso, é apenas quando obtém o controle do seu corpo ( sharira); dos seus sentidos (indriya); e quando  domina seus erros (dosha) e seu sofrimento (dukha), reconhecendo em Atma o mais alto princípio de orientação individual,  que o chela passa − de acordo com regras em vigor há muito tempo − a ser ensinado por um dos Iniciados. Neste ponto ele torna-se um chela aceito.

No estágio de chela aceito, o indivíduo é colocado frente a frente com seu Mestre e é instruído em ocultismo prático. Isto não acontece rapidamente. É um processo longo e lento.  Quando o Mestre (Guru) começa realmente a ensinar, ele assume como se fossem seus − de acordo com a Ciência Oculta − os erros daquele aluno. Isto ocorre em relação aos erros cometidos por ação ou por omissão,  até que o aluno alcance o estágio de adepto, através das iniciações, e se torne por sua vez plenamente responsável. Até o estágio de chela aceito, na tradição de Raja Ioga, o chela não tem permissão de usar os poderes que possa ter adquirido.  William Judge, em seu artigo “Of Occult Powers and Their Acquirement”, conta que os poderes adquiridos podem ficar adormecidos e paralisados  como as rodas de uma caixa de música.  É preciso dar a corda na caixa musical, para que o mecanismo funcione. O Mestre pode dar corda e colocar o processo em andamento; mas ele também pode se recusar a dar o impulso necessário.  Além de recusar-se a dar o impulso, ele pode também evitar que as engrenagens se movam. Na medida em que ele vê claramente a motivação e a disposição do aluno, ele também pode fazer uma exceção.

É por isso que encontramos esta recomendação em “A Voz do Silêncio”:

“Prepare-se, porque você terá que viajar sozinho. O Instrutor só pode apontar o caminho.”

Enquanto o buscador não tiver alcançado o estágio em que ele possui autoconfiança, intuição e um completo controle da sua natureza pessoal, ele só terá a ajuda dos planos internos do seu ser, através de indícios, ideias e inspiração. Se um Mestre fosse ajudar ou interferir em cada estágio, não haveria crescimento. O fato é ilustrado pela história do homem que encontrou um casulo de borboleta, no qual já havia uma pequena abertura.  Ele observou durante várias horas a luta da borboleta para romper o casulo e libertar-se.  Decidiu ajudar a borboleta. Para isso, cortou com uma pequena tesoura o que faltava romper do casulo. Como resultado, a borboleta emergiu com um corpo inchado e um par de asas pequenas e enrugadas, e ficou sem poder voar pelo resto da vida.

Acontece que, no processo natural, à medida que a borboleta tenta abrir caminho através da pequena abertura no casulo que a prende, o fluido se transfere do seu corpo para as asas. É assim que as asas se expandem, se fortalecem e ficam prontas para o vôo. “No mundo mental, assim como no mundo espiritual, cada homem deve avançar por seus próprios esforços”, escreveu H.P. Blavatsky.


NOTAS:

[1] “Letters That Have Helped Me”, William Judge, Theosophy Company, Los Angeles.

[2] Jornal “The Times of India”, 21 de julho de 2008.

[3] “The Voice of the Silence”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, p. 50, rodapé.

[4] Veja o livro “Raja Yoga or Occultism”, de H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Mumbai, Índia, 256 pp., 1973, p. 02. Texto intitulado “Chelas and Lay Chelas”.


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O artigo acima foi traduzido da edição de janeiro de 2009 da revista internacional indiana “The Theosophical Movement”, pp. 83-88. Título original: “ ”.


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Visite www.filosofiaesoterica.com . Para ter acesso a um estudo regular da teosofia original, escreva para lutbr@terra.com.br e pergunte como poderá acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento, de Yahoo.


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Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo – Holoterapeuta
RTA-9094384

Doença dermatológica crônica não transmissível.

A psoríase é uma doença dermatológica benigna, não contagiosa e crônica – com fases de piora e fases de melhora. Ela atinge de 1 a 3% da população mundial e se manifesta em pessoas de todas as idades e de ambos os sexos. Seu surgimento ou piora estão relacionados a fatores desencadeantes, como o estresse, medicamentos, clima e algumas doenças, como diabetes.Em aproximadamente 30% dos casos, os portadores possuem histórico familiar para esta doença – o que revela seu caráter genético herdável. As regiões afetadas são, principalmente, joelhos, cotovelos, couro cabeludo, palma das mãos e sola dos pés e, em razão de suas características, pode ser confundida com outras doenças, tais como micose, alergia e câncer de pele.

De acordo com o aspecto e localização, a doença recebe um nome específico:

– Psoríase vulgar: placas avermelhadas bem definidas, com escamas secas. Ocorre mais frequentemente no couro cabeludo, cotovelos, joelhos e umbigo. Quando as placas regridem, costumam deixar as áreas afetadas mais claras;
– Psoríase invertida: lesões úmidas, localizadas nas dobras do corpo (entre as nádegas, região genital, etc.);

– Psoríase gutata: pequenas e numerosas lesões em forma de gota que surgem no tronco, braços e coxas e estão associadas a infecções, principalmente de garganta;

– Psoríase eritrodérmica: ocorre em 75% do corpo ou mais;

– Psoríase ungueal: as alterações ocorrem nas unhas, principalmente nas das mãos, sendo a principal característica o descolamento destas;

– Psoríase artropática: compromete, principalmente, articulações das pontas dos dedos, mas pode estar presente nos joelhos ou cotovelos;

– Psoríase pustulosa: lesões estáveis com pus, localizadas nas palmas das mãos e plantas dos pés;

– Psoríase palmo-plantar: envolvimento das palmas das mãos e/ou planta dos pés, podendo apresentar rachaduras;
– Artrite psoriásica: inflamação articular que ocorre, principalmente, nos dedos das mãos. Promove dor, dificuldades nos movimentos e alterações na forma das articulações.

Banhos de Sol melhoram o quadro das lesões em 80% dos casos e o uso de cremes hidratantes melhoram as descamações e evitam rachaduras. Estresse, alguns fármacos, o uso de álcool e cigarro e coçar as lesões são fatores que pioram o quadro.

As formas de tratamento dependem do tipo da psoríase: em casos mais brandos, o uso de medicação tópica, como xampus, pomadas e loções são considerados e, nas formas mais avançadas, o uso de medicamentos orais ou injetáveis e sessões de fototerapia.

Essa doença, que causa impactos na vida do portador em razão de questões relacionadas a preconceito em ambientes sociais e locais de trabalho, pode ser controlada com auxílio de um médico especializado. Infelizmente, ainda não se sabe como preveni-la.
Dia 29 de outubro é o Dia Nacional da Psoríase.

Mariana Araguaia
Equipe Brasil Escola
Fonte: Site Brasil Escola

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Libertando-se das Ilusões

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Caros Amigos e Irmãos:
O texto abaixo é uma narrativa prática do processo pelo qual nos libertamos das ilusões e da visão fragmentária da vida.  A prática diária da contemplação nos leva a perceber o Todo Universal que não só nos rodeia, mas também inspira nossa alma superior.  Parte do livro “O Poder da Sabedoria“, de Carlos Cardoso Aveline, o texto nos mostra de que modo o processo contínuo de ilusão mental se renova a cada instante ao longo da vida diária – com suas eternas expectativas de curto prazo – a menos que haja uma vigilância e uma atenção maior que interrompam o círculo vicioso.  A reprodução  do texto é livre, uma vez que seja citada a fonte, www.filosofiaesoterica.com..
Para ter acesso a um estudo diário e sistemático da filosofia esotérica original através do e-grupo SerAtento, escreva para lutbr@terra.com.br .
Fraternalmente,  Régis.

Libertando-se das Ilusões

Como a Prática da Contemplação Permite Alcançar  a Estabilidade

Carlos Cardoso Aveline

Ao ler o texto a seguir, o leitor deve levar em conta que, em teosofia, a palavra “Deus” designa apenas a Lei  impessoal do Equilíbrio Universal, ou por outro lado o mundo divino, habitado por uma vasta diversidade de inteligências superiores. A teosofia não aprova a ilusão monoteísta. O texto a seguir é o

capítulo seis da obra “O Poder da Sabedoria(Editora Teosófica,  Brasília,  3ª edição, 188 pp.). Título original do capítulo: “Destruindo as Ilusões”. Ao final, o leitor encontrará um exercício prático.

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O barulho de tráfego da avenida era um pano de fundo distante que eu não percebia. Estava em um porão cheio de livros, meditando, como fazia todas as manhãs havia muitos anos. De repente, senti um imenso cansaço diante da idéia de pensar em qualquer coisa. Uma sensação de liberdade ilimitada invadiu-me, enquanto ficava completamente imóvel. Depois agarrei lentamente a caneta e, embora me sentisse distante, comecei a escrever nas margens do livro de contos zen que estava aberto à minha frente.

“Verdadeiras filas de idéias e pensamentos ilusórios acorrem à minha mente. Alguns são ansiosos, outros não. Vejo-os, e nenhum deles me distrai. Prefiro permanecer em paz e contemplar a inutilidade de toda atividade mental”. Entre uma frase e outra, ficava imóvel, sentindo a presença da imensidão. Afinal, concluí, muito devagar: “Há um momento na vida em que o estudante da sabedoria divina fica livre das palavras e as usa apenas como instrumentos que apontam para o silêncio. A inutilidade do pensamento é tão grande quanto o prazer da imobilidade total”.

Em momentos de meditação, sinto-me muitas vezes livre das ilusões da vida cotidiana. Talvez sinta alguma coisa daquele estado interior descrito como “contemplação” pelo religioso Miguel de Molinos, no final do século 17. Perseguido pela Inquisição como muitos místicos, Molinos alegou, em sua defesa, que existem certos sinais pelos quais se pode saber quando Deus quer que uma pessoa abandone a meditação em forma de oração discursiva e passe para um estado de silêncio. Isto ocorre quando a pessoa não tem mais prazer no primeiro estágio da meditação, nem sente que está recebendo alimento espiritual através dela, “mas sente que pensar é tedioso, difícil e repugnante”. Sua inclinação é ficar imóvel. “Seu único prazer é ficar tranqüilo e silencioso, calma e amorosamente consciente de que está com Deus, e atento só para Ele.” [1]

Há uma história da tradição sufi que ilustra – de modo surpreendente – a limitação das palavras como meio de percepção ou transmissão da verdade. Conta-se que o sábio Nasrudin foi convidado pelos notáveis de uma cidade próxima para que desse um sermão ao povo. Nasrudin chegou ao local e perguntou: “Vocês sabem o que vou dizer-lhes?”

“Não, não sabemos”, responderam todos.

“Enquanto não souberem, não posso falar nada. São ignorantes demais para que eu lhes ensine”, disse Nasrudin, e foi embora.

Na semana seguinte, uma comissão procurou Nasrudin para pedir-lhe novamente um sermão. Nasrudin pareceu concordar. Foi até o povo e perguntou: “Sabem o que vou dizer a vocês?”  Desta vez, todos responderam: “Sim!” Mas Nasrudin arrematou: “Neste caso, não preciso falar mais nada”.  E foi embora.

Mais alguns dias,  e Nasrudin foi visitado novamente pela comissão de notáveis da cidade. Queriam um sermão seu.  Nasrudin aceitou, e foi até o local, mas começou a palestra com a mesma pergunta: “Sabem o que vou dizer-lhes?”

O povo estava preparado. Alguns cidadãos disseram que sabiam, outros que não.

“Ótimo, então”, disse Nasrudin. “Aqueles que sabem podem transmitir o ensinamento àqueles que não sabem.” E foi para casa em silêncio. [2]

Nasrudin não quis descer até o mundo ilusório de intrigas pessoais, fofocas e objetivos egoístas em que se movimentava a população da cidade, e confrontou seus ouvintes com o silêncio total. Confirmou assim, por outros meios, um famoso axioma da vida espiritual, colocando-o na sua forma negativa: quando o discípulo não está pronto, o mestre não aparece – ou não fala.

O processo de ilusão parece inevitável na vida cotidiana, e mesmo na busca espiritual. Iludimo-nos com as outras pessoas, com o trabalho, com o futuro – e com nós mesmos. Encontrar a verdade é desiludir-se, e a caminhada neste sentido é tão longa que uma vida inteira é apenas um momento da jornada – nem por isto menos importante.

O processo de ilusão mental que se renova continuamente – porque contém um pouco de verdade

– talvez possa ser compreendido melhor se imaginarmos que a mente é um espelho que reflete o real. Isto pode ser descrito em forma de narrativa.

Havia eternamente dois espelhos no céu – um símbolo do mundo da totalidade. Eram dois espelhos imensos. Um dia, quando o homem começou a pensar, Deus jogou lá de cima um dos espelhos para uso da humanidade. Ao cair no mundo manifestado, o espelho da mente universal partiu-se em milhares de pedaços e cada um pegou um fragmento. O que este fragmento de espelho refletia nunca era o todo. Em diferentes momentos da vida, as pessoas o usavam para refletir diferentes aspectos da realidade. E projetavam sobre a tela pequena deste espelho as partes que ele não refletia. Isto se fazia através da imaginação do que queriam. Jogando seus desejos e temores sobre seu fragmento de espelho mental, sua descrição da realidade refletia mais os seus próprios conteúdos interiores do que a realidade – “aquilo que era”.

Com o tempo, alguns seres humanos passaram a compreender que as discordâncias e disputas entre eles surgiam do fato de que seus fragmentos de espelho eram insuficientes para compreender a realidade de maneira racional, e que estavam preenchendo todo o vazio do desconhecido de modo caótico, com suas próprias fantasias e desejos pessoais inconscientes.

Assim, cada vez mais pessoas passaram a desenvolver uma disciplina interior pela qual aprendiam a deixar de lado seus fragmentos pessoais do grande espelho universal, e a focar sua consciência diretamente na integridade do espelho eternamente presente no céu, que simboliza os níveis superiores da realidade. Para isto, era preciso desligar-se do processo de projeção de desejos e ilusões pessoais sobre o fragmento do espelho.

Foi assim que nasceu a ioga. Segundo o primeiro aforismo de Patañjali: “Ioga é a cessação das transformações mentais”. A mente que pára está livre da projeção de desejos e reflete fielmente o real, podendo unir-se interiormente ao espelho ou mente universal.

Investigando em meditação o tema da ilusão em minha própria vida, escrevi um dia no meu caderno de anotações pessoais:

“Seja qual for o momento ou a situação em que estejamos, sempre haverá algumas necessidades que estão – finalmente! – sendo atendidas, e algumas outras que surgem como necessidades supostamente novas e urgentes. Diante disto, a única melhora real é o crescimento da estabilidade interior, independente deste precário processo de vir-a-ser”. Parei de escrever. Passei um tempo olhando a paisagem à minha frente. Observei a atividade intensa e confiante dos pássaros, o desfile cauteloso de um lagarto sob o sol, a alegria das plantas com o vento suave. Depois, escrevi mais:

“Parece que a vida é feita de desejos. Casa maior, carro, aumento salarial, um emprego melhor,  comida, sexo, mais um filho, férias, passeio, mais comida, cinema, música, livros, sempre desejos. O que restaria de nós se não desejássemos nada?”

“Muito pouca coisa, só o essencial”, veio a resposta.

“E quem é que tem desejo de conhecer o essencial? Todos?”

“Sim, todos desejamos conhecer o essencial. O problema é que, ao formular o desejo, limitamos nossa meta e já não é exatamente o essencial que estamos buscando. Essencial é apenas aquilo que se vê ou percebe quando não esperamos nem desejamos nada específico ou de curto prazo. Aí então existem a comunhão, o prazer puro, a satisfação intensa e o contentamento natural. A única chave para a felicidade é não desejar nada e não antecipar o amanhã, mas viver o agora, como se o agora fosse um grande presente dos céus; e ficar contente com isto, que é a renúncia.”

Há um nível da vida em que os desejos e as ilusões são inevitáveis e naturais. Há, porém, um nível meditativo, que existe simultaneamente, em que posso ver-me gradualmente livre do processo de “esperanças ilusórias renovando-se per­manentemente”. Neste nível é que brilha a vontade espiritual.

A escritora norte-americana Frances Vaughan enumera algumas ilusões típicas que costumam aparecer no mundo interno de quem busca a vida espiritual.

A primeira delas é a negação da própria sombra e a projeção sobre os outros do que há de negativo em nós. Quem sofre desta ilusão divide o mundo em crentes e não-crentes, sábios e ignorantes, e cria um sistema de oposição entre “nós” e “eles”. Quando o caso é mais grave, surge o “eu”, contra os “outros”, cabendo aos “outros” o papel de ignorantes, e ao “eu” o papel de iluminado que sabe tudo. [3]

Outra ilusão é a culpa. Quando a busca espiritual é causada por um sentimento de culpa e medo, quando a pessoa tem baixa auto-estima, também há um forte fator de auto-engano, porque os sentimentos de medo e culpa são ilusórios, embora pareçam reais a quem está preso a eles.

A ambição espiritual é um terceiro perigo – e dos maiores – na busca da verdade. O cidadão quer então ser um líder, um profeta, um pastor das almas alheias, enquanto ainda não consegue controlar a si mesmo. Mas, como ensinou o sábio chinês Huang Po, “a mente do Bodhisattva é como o vazio, porque ele renuncia a tudo e não deseja nem mesmo acumular méritos”.

Uma quarta ilusão, que costuma andar junto com a ambição espiritual, é a sensação de ser alguém especial e merecer privilégios, seja por parte de Deus ou por parte de outras pessoas. Esta ilusão muitas vezes abre as portas para o surgimento de fantasias que justificam alguns erros bastante básicos, que a sensação de importância nos impede de ver com honestidade.

Frances Vaughan menciona também a idolatria entre as formas mais comuns de ilusão espiritual. Neste caso, a pessoa fica fascinada com símbolos externos da espiritualidade: imagens de Buda, Jesus ou outros mestres, pedras energéticas, anéis mágicos, ou mesmo livros considerados infalíveis. Pessoas vivas também podem ser transformadas em ídolos. A idolatria é um recurso para fugir da consciência da nossa ignorância. Fazemos de conta que aquilo que buscamos está presente no objeto da nossa idolatria.

De que maneira podemos libertar-nos das diferentes formas de ilusão espiritual, aproximando-nos gradualmente da verdade una e fundamental? O primeiro passo, para muitos autores, é algo que devemos fazer com regularidade em nossa vida. Trata-se de examinar a nossa própria motivação. O que é que eu quero, realmente, com minha busca espiritual? Normalmente, uma resposta sincera terá em si a chave para a solução do problema da ilusão, tal como se apresenta neste momento em nossa vida. Tudo depende, no entanto, do grau de honestidade que temos com nós mesmos. A maior parte das nossas motivações é feita de desejos. Através do estudo do conteúdo em grande parte ilusório dos nossos desejos, podemos gradualmente ter acesso a níveis mais permanentes da realidade.

O uso da intuição, da imaginação positiva, da meditação diária, do estudo, e a prática do altruísmo e da sinceridade são, em geral, indispensáveis para que diminuam os níveis de auto-engano e ilusão.

Uma técnica usada por certas escolas internas de Raja Ioga consiste em tentar dizer – em todas as situações da vida – apenas coisas que sejam simultaneamente verdadeiras, amáveis e úteis. Isto leva o praticante à prática saudável do silêncio, que é importante porque “o peixe morre pela boca”, conforme diz o ditado popular. Grande parte do que se fala durante o dia é verdadeiro, mas não é amável, ou é amável, mas não é verdadeiro; e sem dúvida costumamos dizer muitas coisas inúteis, que às vezes se voltam contra nós. Esta técnica do controle da palavra expressa dinamicamente a essência da mensagem budista: “Cessar de fazer o mal, aprender a fazer o bem, purificar seu próprio coração, este é o ensinamento dos Budas.”

Exercícios de respiração, práticas de esportes saudáveis, exercício físico regular e moderado, engajamento pessoal em ações pelo bem coletivo, alimentação natural e relacionamentos corretos com todas as pessoas são fatores que nos distanciam das ilusões e nos capacitam a perceber verdades profundas.

O místico do século 15 Tomás de Kempis escreveu em seu livro “Imitação de Cristo” algo que me parece útil para pessoas que despertam hoje para o potencial divino em seu interior, e sentem uma responsabilidade ética pessoal pelo futuro da humanidade e dos seus semelhantes mais próximos [4] :

“Primeiro, conserva-te em paz, e depois poderás pacificar os outros. O homem apaixonado converte até o bem em mal, e facilmente acredita no mal. O homem bom e pacífico, ao contrário, faz com que tudo se converta em bem. Quem está em boa paz de ninguém desconfia; o descontente e perturbado, porém, é perseguido por várias suspeitas e não sossega, nem deixa os outros sossegarem. Diz muitas vezes o que não conviria dizer, e deixa de fazer o que mais lhe conviria. Preocupa-se com as obrigações alheias e descuida-se das próprias. Procura ter, pois, cuidado contigo mesmo, e depois poderás tê-lo, com direito, em relação a teu próximo.”

Notas:

[1] Veja-se três obras: 1) “The Common Experience”, coletânea por J.M. Cohen e J. F. Phipps, Quest Books, Wheaton, EUA, p. 8 ; 2)  “Guía Espiritual”, Miguel de Molinos, Alianza Editorial, Madrid, 1989, 249 pp.; 3)  “Defensa de la Contemplación”, Miguel de Molinos, Fundación Universitaria Española, Madrid, 1988, 315 pp. Ler  especialmente pp. 100-101.

[2] “Histórias de Nasrudin”, Edições Dervish, São Paulo, 1994, ver p. 101.

[3] “Shadows of the Sacred”, Frances Vaughan, Quest Books, 1995, Wheaton, EUA, pp.239 a 260.

[4] “Imitação de Cristo”, Tomás de Kempis, Editora Vozes, Petrópolis, RJ, 1993, página 72.


Ação Prática:

Controlando as Palavras

Decida que nas próximas 24 horas, a contar de agora, tentará dizer apenas coisas verdadeiras, amáveis e úteis. Quando se esquecer da decisão e disser algo que a contraria, refaça seu voto: “quero dizer só o que for verdadeiro, amável e útil”. Observe que tipos de energia desafiam o cumprimento desta resolução. O objetivo deste exercício é diminuir sensivelmente o número de coisas não verdadeiras, agressivas e inúteis que dizemos. Ao final do período, faça uma avaliação da experiência e tire suas conclusões. Pense nos efeitos a médio e longo prazo desta prática, que é recomendada pelas principais religiões do mundo.

Bibliografia:

“Auto-engano”, Eduardo Giannetti, Cia. das Letras, 1998, 269 pp.

“Ao Encontro da Sombra”, coletânea organizada por Connie Zweig e Jeremiah Abrams, Ed. Cultrix, 356 pp.

“Inteligência Emocional, As Três Faces da Mente”, Elaine de Beauport, Ed. Teosófica, 1998, 405 pp.

Visite o website http://www.filosofiaesoterica.com

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda



Água e Coca-Cola

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Esta é uma daquelas mensagens que circulam como SPAM, enchendo nossas caixas postais e que para os concorrentes da Coca-Cola, fabricantes de outros venenos, é um prato cheio!

Porém, na qualidade de terapeuta e com o compromisso de passar informações, estou publicando porque tudo poder ser facilmente testado por qualquer pessoa de bom senso que não se deixa levar por informações sem fundamentação e também porque vem circulando sem controle pelo mundo virtual…

Abraços
Egídio Garcia Coelho

“ÁGUA

Um copo de água corta a sensação de fome durante a noite para quase 100% das pessoas em regime.
É o que mostra um estudo na ‘Universidade de Washington’.
Falta de água é o ‘factor nº. 1’ da causa de fadiga durante o dia.


Estudos preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia, poderiam aliviar significativamente as dores nas costas e nas juntas em 80% das pessoas que sofrem desses males.


Uma mera redução de 2% da água no corpo humano pode provocar incoerência na memória de curto prazo, problemas com matemática e dificuldade em focalizar um écran de computador ou uma página impressa.


Beber 5 copos de água por dia, diminui o risco de:
– câncer no cólon em 45%,
– pode diminuir o risco de câncer de mama em 79%
– e em 50% a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga.


Você está bebendo a quantidade de água que deveria, todos os dias?


“Coca-Cola”


Em muitos estados nos “EUA”, as patrulhas rodoviárias carregam dois galões de ‘Coca-Cola’ no porta-bagagens, para serem usados na remoção de sangue na estrada depois de um acidente.


Se você colocar um osso numa tigela com ‘Coca-Cola’, ele se dissolverá em dois dias.


Para limpar casas de banho:
despeje uma lata de ‘Coca-Cola’ dentro do vaso e deixe a “coisa” decantar por uma hora e então dê descarga.


O ácido cítrico na ‘Coca-Cola’ remove manchas na louça.

Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis, esfregue o pára-choques com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhado com Coca-Cola.


Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis, despeje uma lata de ‘Coca-Cola’ sobre os terminais e deixe efervescer sobre a  corrosão.


Para soltar um parafuso emperrado por corrosão , aplique um pano encharcado com ‘Coca-Cola’ sobre o parafuso enferrujado, por vários minutos.


Para remover manchas de graxa das roupas, despeje uma lata de ‘Coca-Cola’ dentro da máquina com as roupas; adicione detergente.

A Coca-Cola ajudará a remover as manchas de graxa.


A ‘Coca-Cola’ também ajuda a limpar o embaciamento do ‘pára-brisas’ do seu carro.


Para sua informação:
O ingrediente ativo na ‘Coca-Cola’ é o ácido fosfórico. Seu PH é 2,8.
Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.

O Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuinte para o aumento da “Osteoporose”.

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na ‘Alemanha’ para detectar o porquê do aparecimento de “Osteoporose” em crianças a partir de 10 anos (pré-adolescentes).

Resultado: Excesso de ‘Coca-Cola’, por falta de orientação dos pais.


Para transportar o xarope de ‘Coca-Cola’, os caminhões comerciais são identificados com a placa de “Material Perigoso”, que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos.
Os distribuidores de ‘Coca-Cola’ têm usado a “Coca” para limpar os motores de seus caminhões há pelo menos 20 anos.
Mais um detalhe:
A “Coca Light” tem sido considerada cada vez mais  pelos  médicos  e pesquisadores, como bomba de efeito retardado, por causa da combinação “Coca” + “Aspartame”, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

A pergunta é:“Você gostaria de um copo de ‘Água’ ou de um copo de ‘Coca-Cola’?”

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Abertura Oficial – Site IMMB – São Paulo – Cleide

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Abertura Oficial

IMMB – São Paulo – Cleide

Abrindo o nosso site (blog) IMMB – São Paulo, expressamos de início a nossa gratidão pelos incansáveis esforços da querida assistente Cleide Nazareth que vem há muito tempo, sendo nosso alicerce na capital paulistana.

Cleide é uma serva divina e iluminada, incomparável na arte de saber…

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Abraços
Egídio