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FEEAI 2010 4ª Feira Eletro-Eletrônica e Automação Industrial

FEEAI 2010 4ª Feira Eletro-Eletrônica e Automação Industrial

De 13 a 16 de abril de 2010 a EURO Feiras de Negócios realizará a 4ª Feira Eletro-Eletrônica e Automação Industrial – FEEAI 2010, no Megacentro Wittich Freitag, Expoville, em Joinville – SC. Em paralelo acontecerá o 4º Seminário de Automação, Instrumentação e Sistemas pelo SENAI-Joinville. A expectativa é superar o sucesso da edição de 2008, quando mais de 12 mil pessoas visitaram a feira, reconfirmando os resultados positivos das feiras segmentadas para públicos altamente qualificados.
A qualificação dos visitantes, geração e prospecção de importantes negócios nas áreas de Eletro-Eletrônica, Automação Industrial e afins foram os pontos fortes destacados pela maioria dos expositores durante a 3ª edição da Feira, realizada em abril de 2008. Foram 12.259 visitantes, entre empresários, profissionais da área, compradores, fornecedores e prestadores de serviços, além de estudantes que vieram em busca de conhecimento e das novidades do mercado. Mais informações no site: www.eurofeiras.com.br.

Amplie a competitividade de sua empresa
no mercado global.
Confirme já a sua participação na FEEAI 2010!

4ª FEEAI um cenário de novidades nas áreas da
Eletroeletrônica e Automação Industrial

O sucesso das edições anteriores da FEEAI confirma sua importância no abrangente mundo da eletroeletrônica e automação industrial. São dois segmentos, que se subdividem em inúmeros, e que caminham a passos largos em busca da agilidade e eficiência na produção industrial, exigência do mercado da atualidade.
A FEEAI é o destino perfeito para encontrar novidades, trocar experiências com outros expositores, mostrar aos empresários e  profissionais as inovações da sua empresa e as soluções que seus produtos e/ou serviços podem oferecer para otimizar a produção e ampliar os negócios.
Entre em contato com a EURO Feiras para adquirir seu espaço na FEEAI 2010 – Feira Eletroeletrônica e Automação Industrial, marcada para 13 a 16 de abril, no Megacentro Wittich Freitag – Expoville, em Joinville – SC. Em paralelo acontecerá o 4º Seminário de Automação, Instrumentação e Sistemas, sob a organização do SENAI Brasil, um ciclo de palestras e debates com palestrantes especializados no setor.

Transforme sua empresa em Modelo no seu segmento, assimilando as novidades tecnológicas na FEEAI 2010.
Participe!

ACIEL Comércio e Serviços Ltda.

No mercado desde 1992, a ACIEL atinge o Brasil e outros países, com a comercialização de inversores de freqüência, vários tipos de motores, soluções em automação industrial, equipamentos de segurança para painel elétrico entre outros. Já conhecida na FEEAI, a empresa terá uma vitrine de itens variados na Feira, além do lançamento da nova linha para automação industrial. O objetivo é atender os clientes da região, abrir novos mercados, construir um networking eficaz, além de buscar novos representantes e novos parceiros.

AUTONICS do Brasil Ltda.

Distribuidora de contadores, temporizadores, controladores de temperatura,
Medidores de velocidade, indicadores universais sensores para vários fins fazem parte da vasta gama de produtos da AUTONICS. A fábrica é na Coréia, mas o escritório em São Paulo atende o mercado brasileiro. Já participou de várias edições da FEEAI e nesta apresentará como novidade o Controlador de temperatorua CT4S. Pretende divulgar a marca e buscar novos clientes e distribuidores.

CP Eletrônica S. A.

Com sede em Porto Alegre, a CP Eletrônica existe há 27 anos e atua com nobreacks, estabilizadores e gerenciamento, no mercado nacional. Já foi expositora da FEEAI e nesta edição irá fazer lançamento dos produtos UNIK e CP Station. “Nossa presença na Feira objetiva a divulgação da marca, a proximidade com os clientes e parceiros e a conquista de novos mercados”, disse Márcia Messa, corrdenadora de Marketing da empresa.

EXATA Sistemas de Automação Ltda.

A empresa é distribuidora para todo o mercado nacional dos produtos Kepware Technologies, Proges srl, DTL Systems, Cogent, Real-Time Systems Inc. e Relab Software LLC. Atua também na revenda de diversas marcas que, pela sua excelência permitem a construção de soluções avançadas, com foco no cliente. Primeira vez expositora da FEEAI, a empresa, com 25 anos de atividades, vai apresentar novidades nas áreas da automação industrial e predial. Para a EXATA, a Feira será uma oportunidade para prospectar novos clientes e divulgar os produtos que comercializa.

NATIONAL Instruments do Brasil Ltda.

Há 12 anos no mercado brasileiro, a National é fabricante dos produtos cRIO, cDAQ, PXI, Smart Câmera – plataformas para controle, aquisição de dados e testes automatizados. Com sede nos Estados Unidos, a empresa está presente em 40 países e já participou da FEEAI. Nesta edição irá apresentar soluções para aquisição de dados e testes automatizados, na expectativa de divulgar a marca e conquistar novos clientes.

TRANCHAM Indústria e Comércio

Há 56 anos no mercado, a Trancham é a maior distribuidora de componentes eletroeletrônicos da América Latina. São produtos para infraestrutura de network e instrumentos de medição eletroeletrônica, tais como circuitos, integrados, transformadores, estabilizadores, módulos de potência entre muitos outros itens de tecnologia de ponta no segmento de network. A abrangente variedade de itens estará ao dispor do visitante no estande. Como nas edições anteriores em que a empresa participou, na FEEAI 2010 quer manter a solidez da marca TRANCHAM e renovar os laços comerciais com os clientes. Site www.trancham.com.br.

AVNET do Brasil Ltda.

Com sede em São Paulo, a AVNET é uma empresa distribuidora de componentes eletrônicos. As inovações reservadas para a FEEAI 2010 são os conectores Molex. Dado o grande crescimento do segmento na região Sul, a Avnet quer aproveitar para conquistar novos clientes. Site: www.em.avnet.com.

ELETROPOLL Eledutos Metálicos Ltda.

Situada em Corupá – SC, a ELETROPOLL atende o mercado brasileiro, além de parte da Argentina, Paraguai e Uruguai. Fabrica painéis elétricos, armários elétricos, eletrocalhas, perfilados, leitos, braços para luminárias,  cruzetas para postes e caixas de disjuntores. Todos esses produtos a empresa mostrará na feira, com novidades em painéis e armários elétricos e caixas para disjuntores. O diretor, Mário Pereira, disse que a empresa participou de todas as edições da FEEAI, sempre com excelente retorno. Esperamos obter muito sucesso na edição 2010”.

ELETROVALLE Sistemas Elétricos Ltda.

Com sede em Balneário Camboriú, a empresa comercializa equipamentos e serviços do setor elétrico, em média e alta tensão. Há 28 anos no mercado de Santa Catarina, a Eletrovalle tem o reconhecimento técnico/comercial junto a grandes grupos como Eletrosul, Celesc, Tupy, WEG, Tractebel, Rischbieter Engenharia entre outros. O destaque na feira será a presença de fabricantes de alto perfil técnico, dos quais a Eletrovalle é representante comercial. A direção da empresa espera alavancar bons negócios, principalmente após a crise que afetou este mercado no ano de 2009. Site: www.eletrovalle.com.br.

ISOTRON Ltda.

Com sede em Almirante Tamandaré, Paraná, a ISOTRON desenvolve produtos de automação e controle industrial e fabrica máquinas de solda. Na feira irá lançar a máquina de micro solda por média freqüência e bi-manual de segurança com pedestal de altura ajustável. A participação na feira tem como objetivo a fixação da marca e a busca de novos clientes entre as empresas de manutenção industrial da região. Site www.isotron.com.br.

NOVUS Produtos Eletrônicos Ltda.

A sede da NOVUS é Porto Alegre e sua atividade é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos para automação industrial. Na Feira vai lançar o novo controlador universal de processo com controle PID, auto-adaptativo, disposto em placa modelo N120, além de controladores lógicos programáveis (CLP) e Interface homem-máquina (IHM). A empresa espera solidificar a sua marca, reforçar a parceria de clientes atuais e desenvolver novos, no importante pólo da região Sul. Site: www.novus.com.br.

PARATEC Pára-Raios e Acessórios Ltda.

Fabricante de pára-raios com sede em São Paulo, a PARATEC vai aproveitar a FEEAI 2010 para divulgar o nome da empresa e buscar ampliação da rede de clientes na região Sul do Brasil. Site: www.paratec.ind.br.

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de outros expositores!

EURO Feiras & Negócios
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Pirioderm – Disse chega! Saiu do mercado!!!

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 PIRIODERM

O PIRIODERM teve sua produção encerrada com o vencimento do seu registro na ANVISA e a aposentadoria do farmacêutico responsável pela fórmula.

Assim, qualquer produto no mercado com este nome, se estiver sem registro atualizado na ANVISA, é por certo, bastante suspeito!

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Três Tipos de Fé

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda


Caros Amigos e Irmãos:
Estamos distribuindo, em nome do site www.filosofiaesoterica.com, o texto “Três Tipos de Fé”, de Robert Crosbie. Uma nota dos editores afirma:

“A vida é feita de fé e confiança, mas discernimento também é indispensável. Neste texto escrito com palavras simples, Robert Crosbie investiga uma das questões mais complexas da arte de viver: ‘em que colocamos nossa fé?’  E ainda: ‘como garantir que não colocamos nossa fé em coisas e objetivos ilusórios?’  Robert Crosbie foi  provavelmente o mais importante teosofista do século 20. Ele fundou a Loja Unida de Teosofistas  em 1909. Trabalhando silenciosamente através da LUT, ele devolveu o bom senso a amplos setores do movimento teosófico, salvando-o da destruição.”

Os interessados em um estudo diário da teosofia original e da filosofia clássica devem  escrever a lutbr@terra.com.br , perguntando como é possível acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento.

Abraços

Regis Alves de Souza

Três Tipos de Fé

Como Se Libertar das Crenças Falsas

Por: Robert Crosbie

Robert Crosbie foi provavelmente o mais importante teosofista do século 20. Ele fundou a Loja Unida de Teosofistas em 1909. Trabalhando silenciosamente através da L.U.T., ele devolveu o bom senso a amplos setoresdo movimento teosófico, salvando-o da destruição.

Todo ser humano tem fé! Fé em alguma coisa, em algum ideal, alguma concepção, alguma religião, alguma fórmula. Mas enquanto a fé de diferentes pessoas tem este ou aquele objeto, a fé em si mesma vem do Mais Alto, e é inerente ao coração de cada ser. A fé é a própria base do nosso ser

Seja qual for o caminho que seguimos, fazemos isso por causa da fé que temos – a convicção de que este é o melhor caminho.  O fato de que o mundo está cheio de convicções falsas se deve às diferentes ideias, crenças e filosofias, que limitam a fé propriamente dita aos meios considerados necessários para alcançar um objetivo específico.

O capítulo dezessete do “Bhagavad Gita” afirma que há três espécies de fé. Existe a fé de qualidade sattva, que é boa e verdadeira; a fé de qualidade rajas, de ação e de paixão; e a fé da qualidade tamas, de indiferença e ignorância. Estas três qualidades dadas à fé são, na verdade, as três limitações colocadas na fé por todo ser humano; porque o poder da fé é, em si mesmo, ilimitado. Nós limitamos continuamente esta energia para que ela opere dentro do alcance de alguns objetos menores, ou de um ideal baseado em coisas externas.

“A alma presa a um corpo tem o dom da fé, e cada homem possui a mesma natureza que o ideal em que ele fixa a sua fé.” O homem tem a fé de acordo com a sua disposição; e ele também adquire continuamente a substância do ideal em que ela se baseia. É evidente, portanto, que deveríamos conhecer com segurança a natureza da fé sobre a qual está colocado o nosso ideal.

Se alguém coloca a sua fé em qualquer coisa externa, seja qual for – deuses ou homens, religiões ou sistemas de pensamento – ela não tem qualquer base firme. O homem impede a força do seu próprio espírito de expandir-se além dos limites do seu ideal.  Quando, por exemplo, nós aceitamos a ideia de que nada é real exceto aquilo que podemos ver, escutar, saborear, cheirar ou tocar, estamos colocando nossa fé sobre uma base muito inferior.

Existe uma causa para que haja falsidade em nosso pensamento e na nossa ação, quando pensamos que o momento presente é o único momento, que o mundo externo e terrestre e esta existência atual são a única vida, da qual saímos para ir não sabemos onde, sem saber tampouco qual o propósito disso tudo.

Olhar para todos os seres a partir das nossas próprias limitações mentais e da nossa capacidade de percepção – e ver apenas os aspectos externos da fala e da ação deles – não é vê-los como realmente são.  Um Deus externo, ou um demônio externo, uma Lei externa, uma salvação externa dos pecados, e a ideia de que o pecado seja qualquer coisa além da negação da nossa própria natureza divina (o pecado imperdoável), são todos objetos de fé externa, que possuem a natureza de tamas, ou ignorância. A ignorância sempre leva à superstição.  A superstição leva à falsa crença, e a falsa crença produz a fé falsa.

Estamos todos em constante conflito uns com os outros por causa da fé que é colocada sobre bases falsas, e pelo próprio fato de que a fé colocada em qualquer coisa tem resultados. Os homens tornam-se cegos para a fé real e verdadeira devido aos resultados que até mesmo a falsa fé produz. No entanto, enquanto tivermos uma fé falsa, continuaremos a criar vidas de sofrimento para nós mesmos.  Os resultados que fluem de uma fé falsa colocada em um ideal egoísta trazem-nos necessariamente maus efeitos em condições inadequadas. Eles são as próprias limitações que nós impusemos sobre nós mesmos através de fé colocada em objetos externos em outras vidas, e temos que voltar várias vezes em outros corpos até que nos libertemos dos defeitos que foram produzidos em nossa natureza pela fé em coisas externas.

Devemos obter uma base para o pensamento e a ação que seja melhor do que a fé falsa e hereditária das atrações e repulsões. Nós produzimos os efeitos que vemos. Mas, se mudarmos nossos ideais, não necessitaremos continuar repetindo os mesmos erros uma vida após a outra. Basta encontrar uma base verdadeira para a fé. Temos que colocar nossa fé sobre aquilo que não é externo, mas interno.

O Interno é a própria fonte de todo tipo de poderes que possuímos. E este Interno é o mesmo em todos os seres vivos.  Na própria raiz do nosso ser, está aquele Eu imutável que nós só podemos conhecer dentro de nós mesmos.  Para podermos alcançar o nosso interior em busca Dele, devemos primeiro renunciar a todas as nossas ideias – a tudo que muda.

Em primeiro lugar, o homem deve renunciar à ideia de que ele é o seu corpo. Ele ocupa o corpo; ele o usa; mas ele sabe que o corpo está sempre mudando, e que nunca, nem por um instante, o corpo é o mesmo que foi no momento anterior.  O homem deve renunciar também à ideia de que ele é a sua mente.  Porque ele pode mudar as ideias que a compõem – pode expulsá-las, corporalmente, e adotar o próprio oposto delas, se quiser – e, no entanto ainda estará lidando com outras ideias. Nós não somos corpos, não somos mentes, nem somos as duas coisas juntas; mas somos Aquilo que usa e que sustenta o corpo e a mente.

Através de todas as mudanças do passado e do presente, e das mudanças que estão por vir, sempre seremos nós mesmos. Mesmo quando a morte vier, ainda estaremos operando de uma maneira diferente da maneira do corpo físico. O Eu Imutável coloca o universo inteiro ao alcance da mente de qualquer ser. Esta é uma base estável para o pensamento, a ação e a compreensão interior de si mesmo.

Devemos saber três coisas: cada um é o Eu em sua natureza mais interna; toda força que ele tem surge desse Eu; e todo ser de qualquer espécie é consciente, tendo o poder correspondente ao seu campo de percepção e ação.  Todo instrumento está sujeito à limitação da concepção que há sobre a real natureza do indivíduo. O homem nunca poderá compreender sua unidade com a Única Grande Vida olhando para outros seres, nem através de qualquer tipo de fé. Ele só pode obter esta compreensão olhando para sua própria natureza.  A sua própria substância é compreendida olhando aquilo que não é a natureza do Eu.  Porque qualquer coisa que seja vista, ouvida, sentida, saboreada ou percebida não é o Eu, mas apenas uma percepção do Eu.

O Eu percebe aquilo que pode ser percebido através das suas próprias ideias, de acordo com sua própria fé, mas aquilo que é percebido nunca é o Eu. Dentro de cada ser que faz  qualquer ação, ou em qualquer ser em quem percebemos qualquer coisa, há um Eu; mas não o percebemos. Só compreendendo este Eu dentro de nós mesmos, poderemos compreender a sua existência dentro dos outros seres todos.  Assim, devemos honrar a natureza espiritual de cada um, e esforçar-nos para ajudar aquele ser a ver por si mesmo o caminho verdadeiro pelo qual ele poderá compreender a sua própria natureza! Todos nós temos que pensar e agir tendo como guia esta natureza verdadeira.

Pensamos que estamos impedidos de muitas maneiras de adotar o ponto de vista da verdadeira natureza.  Mas isto é apenas uma ilusão que nasce da fé falsa que temos tido. Temos estabelecido ideias, atrações e repulsões, e sentimentos que, devido à lei do retorno das impressões, voltam a nós uma e outra vez. No momento em que tentamos adotar uma atitude oposta, encontramos o resultado da ação combinada de todas estas forças existentes dentro de nós. Isso é o que podemos chamar de “guerra nos céus” – a guerra na própria natureza do homem.

Mas se ele permanecer sincero em relação à sua própria natureza espiritual, estará destinado a vencer. Se ele tiver fé na lei da sua natureza, irá adiante; e, gradualmente, os obstáculos desaparecerão. Devemos perseverar de modo severo, e ter confiança e fé Naquilo que é o único fator Real em toda parte – a própria Vida -, a Consciência. Então serão destruídos os grilhões que construímos para nós mesmos. Todas as forças da natureza começam a agir sobre nós e conosco, porque não temos desejos em relação a nós próprios, mas apenas desejamos o bem e a salvação de todos.  Todas as almas e todas as coisas parecem trabalhar para proveito nosso, mas não porque nós queiramos isso. Começamos a ver o significado espiritual da afirmativa de que o homem que deseja salvar sua vida deve perdê-la.[1] Ele renuncia a tudo o que está no nível da aquisição para si mesmo, dedicando todas as suas energias ao serviço dos outros, e o universo inteiro passa a estar diante dele. Ele pode tomar tudo para si. Mas não deve tomar coisa alguma para si, exceto para doá-la novamente. Não deve aceitar nada, a não ser para colocá-lo novamente aos pés dos outros!

Não se coloca a questão de pecados ou de pecador. Não se coloca a questão de bem e mal. Há apenas uma questão: “Você está trabalhando para você mesmo como você vê a si mesmo, ou está trabalhando para o Eu como você deveria entender que você é, e mais nada?  Se não quiser coisa alguma para si mesmo,  se não exigir coisa alguma para este corpo, mas pensar apenas em trabalhar pelos outros, aquilo que é necessário virá de acordo com a lei da própria força em função da qual você produz uma atração.

O apoio vem de todas as direções. Toda a natureza – espiritual, intelectual, psíquica, astral e física – é fortalecida; e até as circunstâncias ao seu redor são melhoradas. É a nossa falta de fé – a nossa ausência de fé Naquilo – que nos coloca onde não gostaríamos de estar. Negar o Cristo interior, o Krishna interior, o Espírito interior, é o “pecado imperdoável”. E, enquanto nós crucificarmos o Cristo interno, iremos sofrer na cruz das paixões e dos desejos humanos.  Trabalhar para nós mesmos é uma criação que nos amarra firmemente a condições inadequadas. Podemos tentar obter corpos melhores, posições melhores, posses e propriedades de todos os tipos, qualidades melhores, e uma compreensão melhor apenas sob uma condição, a de que nossa intenção seja a de tornar-nos mais capazes de ajudar e ensinar os outros.

A única fé verdadeira é a fé no Mais Alto – no imutável, Naquilo que cada um é em sua natureza mais interior.  O  único caminho verdadeiro é o da confiança na lei da nossa própria natureza espiritual.  Os homens podem ir de fé em fé, trocando a fé em uma coisa pela fé em alguma outra coisa, e avançar de vida em vida obtendo resultados de acordo com a natureza do ideal sobre o qual está colocada sua fé. Mas o único caminho de saída é o caminho da fé na natureza espiritual e essencial de todos os seres.  E não poderia ser dado a qualquer ser humano um dom maior do que o fato inegável de que ele – e cada um – tem o poder de compreender esta fé. Isso faz parte do conhecimento antigo, preservado por uns poucos e colocado em prática por uns poucos. É algo que Eles sempre têm trazido para um mundo baseado em formas falsas de fé, tentando assim ensinar os povos em geral.

Aquele que segue o Caminho da verdadeira fé não se afasta dos seus semelhantes. Os seus semelhantes são mais importantes para ele do que jamais foram antes. Ele vê mais coisas neles. Ele enxerga mais claramente as dificuldades que eles enfrentam, e deseja ajudá-los de todas as maneiras possíveis. Assim, ele está mais vivo como homem. Ele age com mais consciência do que os outros. Ele consegue mais do que eles da natureza, porque vê o todo e vê os aspectos dos indivíduos que compõem o todo. Ele aproveita a vida tanto quanto – e ainda mais do que – o homem que vive para buscar a diversão e a felicidade, o homem cuja ambição é pessoal.  Mas ele não vive para si mesmo.  O único objetivo da sua vida é que os seres humanos  possam conhecer estas verdades, porque ele sabe que o conhecimento significa a destruição das formas falsas de fé, e portanto a destruição de todo o sofrimento e dos horrores da existência física.  Assim, a evolução continuará através de saltos e de limitações. Os homens irão libertar-se de lugares aos quais se dedicaram, e irão adiante sem limites, em um universo de possibilidades infinitas.

Quando todas as nossas crenças falsas, nossos desejos e paixões, atrações e repulsões tiverem sido abandonadas como vestimentas velhas, e quando tenhamos reassumido aquela natureza em nós que é divina, então seremos capazes de construir uma civilização tão mais elevada do que a atual quanto seria possível imaginar. Porque não podemos fugir do Carma da raça humana atual, nem daqueles efeitos que foram produzidos por todos nós em conjunto, e que devemos enfrentar juntos.

A melhor maneira, a maneira mais elevada e a maneira mais segura de agir é avançar ao longo da linha da nossa própria natureza interior, e, ao fazer isso, dar elementos para que outros possam compreender as suas naturezas internas.   Então, permanecendo Naquilo que é imortal, imutável,  sem limites, Naquilo que é o nosso próprio eu e o Eu de todas as criaturas, a compreensão virá -; ela virá pouco a pouco, mas certamente virá.

NOTA:

[1] Veja Mateus, 10:39. (Nota do editor brasileiro)

O texto acima foi traduzido da obra “The Friendly Philosopher”, de Robert Crosbie, Theosophy Company, Los Angeles, 1945, 416 pp., ver pp. 354-359. Título original do texto: “Three Kinds of  Faith”.

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SUCUPIRA-BRANCA PTERODON EMARGINATUS

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“KIT 10” R$ 15,00 – 500mg 60 Cáps/FRETE GRÁTIS

AVALIAÇÃO FITOQUÍMICA DAS SEMENTES DE SUCUPIRA-BRANCA PTERODON EMARGINATUS. 1Dutra, R. C. *;2PIMENTA, D. S. ;3BARBOSA, N. R. ; 1, 3 Toxicologia, UFJF; 2Botânica, UFJF;
Objetivos:
O objetivo do presente trabalho foi realizar um estudo fitoquímico e determinar a constituição química do óleo essencial das sementes de Pterodon emarginatus, espécie conhecida popularmente por sucupira-branca, leguminosa de ampla dispersão pelo Brasil, ocorrendo desde o Pará até São Paulo, utilizada, como anti-reumático.

Métodos e Resultados:
As sementes foram coletadas no município de Belo Horizonte – MG, sendo depositadas na coleção de sementes (sementeca) do Herbário CESJ sob n° 46813. As sementes foram analisadas de acordo com os métodos para a verificação de substâncias ativas como: flavonóides (AlCl3, Shinoda, ácido bórico e NaOH), leucoantocianidinas, cumarinas (KOH + UV), taninos (FeCl3, alcalóides e gelatina), antraquinonas (Reação de Borntraeger), triterpenos/esteróides (Reação de Lieberman-Buchard), lactonas sesquiterpênicas (Reação de Kedde), saponinas (índice de espuma), alcalóides (Reação de Dragendorff) e óleo essencial, este foi submetido à análise por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas. As cinzas totais foram determinadas por incineração em mufla e a umidade por um sistema de infravermelho. Resultados: Os teores de cinzas totais e umidade para as sementes de P. emarginatus foram, respectivamente, de 0,64% e 3,09%. Detectou-se nas sementes de sucupira-branca a presença de flavonóides, cumarinas, saponinas, triterpenos/esteróides e óleo essencial (1,4 mL). A análise do óleo essencial demonstrou como constituintes majoritários: bicicloelemeno (4,73%); β-elemeno (15,35%); β-cariofileno (35,89%); α-humuleno (6,83%); germacreno-D (9,83%); biciclogermacreno (5,48%); espatulenol (5,90%) e farnesol (4,89%).

Conclusão:
O estudo fitoquímico e a análise do óleo essencial das sementes de P. emarginatus são promissores podendo conduzir ao doseamento ou isolamento de novos tipos estruturais com possível atividade farmacológica dentro do previsto pela medicina popular.

Fonte: FeSBE – Federação de Sociedades de Biologia Experimental

As Origens da Teosofia

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As Origens da Teosofia

Um Trecho da Obra “A Chave da Teosofia”

Helena P. Blavatsky

Nota dos Editores:

Da Sociedade Original

Para o Movimento de Hoje

Na primeira parte do século 21, o movimento teosófico possui o mesmo potencial sagrado a ser desenvolvido no longo prazo, e enfrenta desafios semelhantes aos que enfrentava quando, no final do século 19, foi publicada a obra “A Chave da Teosofia”, de H. P. Blavatsky. Tudo indica que, no fundamental, isso não se alterará nos próximos séculos. No entanto, tem havido mudanças significativas no plano externo e organizacional, e a velha Sociedade dos anos 1880 já não existe mais.

A Sociedade Teosófica original foi fundada em 1875 por H.P.B., com ajuda de Henry Olcott, William Judge e outros. A reunião em que decidiu-se pela criação do movimento ocorreu em 7 de setembro de 1875. No dia seguinte, houve a primeira reunião formal, com Ata.

Poucos anos depois da morte de H.P.B., em 1891, a Sociedade original perdeu o rumo e começou a fragmentar-se. Sob a direção de Annie Besant, o fragmento mais numeroso do movimento deixou de dar prioridade à teosofia original e passou a dedicar atenção prioritária a ritualismos, à fantasia de que Jiddu Krishnamurti seria um Avatar, a conversas imaginárias com Mestres e  outras novidades de curta duração. Com sede internacional em Adyar, na Índia, a Sociedade de Annie Besant abandonou a filosofia esotérica clássica e passou a tratá-la como uma curiosidade histórica e literária, algo interessante mas “demasiado difícil”.

Tendo optado pelo Caminho Fácil da pseudo-teosofia − privada há pouco mais de um século da fonte viva e original de inspiração − a Sociedade de Adyar vive hoje um outono difícil e uma situação inédita, criada após a crise e a fraude eleitoral de 2007-2008.

Depois de ter sido nomeado durante vários mandatos consecutivos para uma posição de confiança − como vice-presidente internacional −, o sr. John Algeo lançou, no final de 2007, uma candidatura independente contra a candidatura à reeleição da sra. Radha Burnier, que preside Adyar desde 1980.

A principal bandeira eleitoral de John Algeo consistia em afirmar que Radha Burnier já não tinha condições de saúde suficientes para continuar na presidência. A isso seguiu-se uma campanha eleitoral marcada por iradas acusações mútuas de fraude. A luta cega pelo poder prosseguiu sem trégua mesmo depois da questionada vitória eleitoral de Radha Burnier, que ocorreu em meados de 2008. Teosofistas experientes de Adyar – que têm respeito pela teosofia autêntica ainda que não a sigam – narram episódios lamentáveis no estágio atual da crise de poder. Não nos cabe entrar nestas questões específicas, embora elas sejam bem conhecidas do público, em língua inglesa. O teosofista brasileiro Pedro Oliveira (ex-secretário internacional nos anos 1990 e hoje influente no campo favorável a Radha Burnier) publicou pelo menos dois textos descrevendo passo a passo a “conspiração anti-ética” dos seguidores de Algeo.  Amplamente conhecidos em língua inglesa, estes e outros textos da crise ainda não foram traduzidos ao português.

Teosofistas de Adyar que ocupam posições de liderança no Brasil e fora do Brasil consideram que há, agora, uma divisão praticamente irreversível entre os partidários de John Algeo e os partidários de Radha Burnier. Algeo tem o apoio da maior parte das seções nacionais do Ocidente. Radha Burnier conta com o apoio da Índia e de umas poucas seções nacionais do Ocidente. Deste modo, a Sociedade criada por Annie Besant após a morte de Helena Blavatsky deixa, na prática, de existir. Organizada em mais de 50 países, ela agora está dividida de fato entre os “moderados tradicionalistas”, que seguem Radha Burnier, e os “academicistas modernizantes céticos”, que seguem John Algeo, e cujos líderes parecem pretender abandonar todo respeito pela Teosofia, ou pela Ética. E isso não ocorre por acaso. Aparentemente, John Algeo e suas ações representam para Adyar o carma maduro do abandono da teosofia por parte da Sociedade criada por Annie Besant há pouco mais de um século atrás.

Nesta primeira parte do século 21, existem duas outras correntes internacionalmente organizadas de pensamento teosófico.

1) Uma delas é a Sociedade Teosófica com sede internacional em Pasadena, na Califórnia. A Sociedade de Pasadena está organizada em cerca de 10 países, e não caiu no populismo “neo-adventista” de Annie Besant, mas ajudou a preservar porções significativas da literatura original, dando até hoje uma contribuição qualitativa que é importante para o conjunto do movimento.

2) Outra escola de pensamento teosófico organizada internacionalmente e independente de Adyar é a Loja Unida de Teosofistas, LUT. Fundada em 1909, a LUT é a única das três correntes que jamais caiu na tentação de burocratizar o movimento, de proclamar que seus líderes eram grandes iniciados,  de engajar-se em lutas por poder ou de abandonar o ensinamento original. Presente hoje em cerca de 15 países, ela cresceu lentamente. Priorizando a vivência teosófica e trabalhando em silêncio, a LUT preservou o bom senso e o rumo correto. Uma das duas únicas revistas teosóficas mensais publicadas em papel hoje no mundo é feita por associados da LUT em Mumbai, na Índia. Seu nome é “The Theosophical Movement”.  A outra revista mensal pertence à Sociedade de Adyar.

Existem também numerosos grupos teosóficos, quase locais, mas influentes no cenário internacional. Entre eles estão a Sociedade Teosófica de Edmonton, no Canadá; os teosofistas da “Tradição de Point Loma” (Alemanha e Estados Unidos); e a “Fundação Blavatsky” (México).  E há milhares de indivíduos independentes ao redor do mundo, inspirados pela obra e pela proposta de ação de H.P. Blavatsky e dos outros pioneiros do movimento teosófico.

Devido à diversidade organizativa que hoje caracteriza o movimento, é importante lembrar, portanto, que − quando HPB menciona no texto a seguir a “Sociedade Teosófica” − ela se refere ao conjunto do movimento, naquele tempo ainda convivendo com pluralidade dentro da mesma grande instituição que ela fundara.

O amplo e diverso Movimento Teosófico atual necessita cada dia mais estudar e compreender a teosofia original, para que possa recuperar a sua vitalidade e assim ajudar com eficiência na construção da sociedade fraterna que marcará a civilização do futuro.  A teosofia autêntica contém a chave para o despertar mais amplo da consciência planetária que possibilita a prática  da fraternidade universal.

Feita esta rápida radiografia do da situação atual do movimento teosófico, vejamos agora o texto extraordinário de H. P. Blavatsky sobre as fontes da filosofia esotérica moderna. Trata-se de uma parte do capítulo um da sua obra “A Chave da Teosofia”.

Fraternalmente,

Os Editores do site www.filosofiaesoterica.com .   (Novembro de 2009)

As Origens da Teosofia

A Teosofia e a Sociedade Teosófica

Helena Blavatsky

O SIGNIFICADO DO NOME

PESQUISADOR: Frequentemente, a teosofia e as suas doutrinas são descritas como uma nova religião.  Isso é verdade?

TEOSOFISTA: Não. Teosofia é conhecimento divino ou ciência divina.

PESQ.: Qual é o verdadeiro significado do termo?

TEOS.: Sabedoria Divina. “Theosophia” significa sabedoria dos deuses, assim como “Teogonia” significa genealogia dos deuses.  A palavra “theos” significa um deus, em grego, um dos seres divinos, e  certamente não significa “Deus” no sentido que se dá atualmente ao termo. Portanto, ela não é “Sabedoria de Deus”, como alguns traduzem o termo, mas aquela  Sabedoria Divina que pertence aos deuses. O termo existe há muitos milhares de anos.

PESQ.: Qual é a origem do nome?

TEOS.:  Ele vem dos filósofos de Alexandria, os chamados amantes da verdade, Filaleteus, de “Fil” (amar) e “Aleteia” (verdade). O nome “teosofia” data do século três da nossa era, e começou a ser usado por Amônio Saccas e seus discípulos 1, que criaram o sistema Teosófico Eclético.

PESQ.: Qual era o objetivo deste sistema?

TEOS.: Em primeiro lugar, transmitir algumas grandes verdades morais a seus discípulos, e a todos os que eram “amantes da verdade”. Disso surgiu o lema adotado pela Sociedade Teosófica: “Não há religião mais elevada que a verdade”.2 O  principal objetivo dos fundadores da Escola Teosófica Eclética era um dos objetivos da sua sucessora moderna, a Sociedade Teosófica, isto é, reconciliar todas as religiões, seitas e nações sob um sistema comum de ética, com base em verdades eternas.

PESQ.:  Que meios você  tem de mostrar que isto não é um sonho impossível, e que todas as religiões do mundo estão baseadas em uma única e mesma verdade?

TEOS.: O estudo e a análise comparada das religiões. A “Religião da Sabedoria” era uma só, nos tempos antigos. A unidade da filosofia religiosa primitiva está comprovada pela identidade das doutrinas ensinadas pelos Iniciados nos MISTÉRIOS, uma prática que, naqueles tempos, era adotada universalmente. “Todas as velhas formas de adoração indicam a existência de uma só Teosofia anterior a elas. A chave que abre uma deve abrir todas; caso contrário não poderá ser a chave correta.” (“Eclectic Philosophy”)


O PROGRAMA DE AÇÃO DA SOCIEDADE TEOSÓFICA

PESQ.: Na época de Amônio, havia várias grandes religiões antigas, e as seitas no Egito e na Palestina eram numerosas, sem pensar em outras regiões.  De que modo ele poderia conciliá-las?

TEOS.: Fazendo o que estamos tentando outra vez agora. Os neoplatônicos eram numerosos, e pertenciam a várias filosofias religiosas.3 O mesmo acontece com os nossos teosofistas. Naquele tempo, o judeu Aristóbulo dizia que a ética de Aristóteles representava os ensinamentos esotéricos da Lei de Moisés; Filo Judeu se esforçava por reconciliar o Pentateuco com a filosofia pitagórica e platônica; e Josefo comprovava que os essênios de Carmelo eram simplesmente os copistas e seguidores dos terapeutas egípcios (os curadores).  O mesmo ocorre em nossos dias. Nós podemos mostrar a origem e a trajetória de cada grupo cristão, incluindo a menor das suas seitas. As seitas são os ramos menores nascidos dos galhos maiores da árvore; mas ramos e galhos surgem do mesmo tronco: a RELIGIÃO DA SABEDORIA.  A meta de Amônio era provar isso. Ele se esforçava por induzir gentios e cristãos, judeus e idólatras, a deixar de lado suas disputas e brigas, lembrando apenas que todos possuíam a mesma verdade sob diferentes vestimentas, e eram todos filhos de uma mesma mãe.4 Esta é também a meta da teosofia.

PESQ.: Com base em que autoridades você faz estas afirmações sobre os antigos  teosofistas de Alexandria?

TEOS.: Um número quase incalculável de escritores bem conhecidos. Mosheim, um deles, diz o seguinte:

“Amônio ensinava que a religião das multidões avançava lado a lado com a filosofia, e compartilhava com ela o destino de ser corrompida e obscurecida por meras vaidades, mentiras e superstições humanas; que a religião deveria ser, portanto, trazida de volta para a sua pureza original, expulsando dela o lixo e expondo-a com base em princípios filosóficos; e que Cristo tinha como objetivo restabelecer e restaurar na sua integridade primitiva a sabedoria dos antigos; colocar certos limites à influência dominante da superstição; e, em parte, corrigir, em parte eliminar, os vários erros que haviam aparecido nas diferentes religiões populares.”

Isto é precisamente o que os teosofistas modernos dizem.  A única diferença é  que o grande filaleteu era ajudado e apoiado, no programa de ação que ele seguia, por dois padres da igreja −  Clemente e Atenágoras − e por todos os rabinos instruídos da sinagoga, da Academia  e dos bosques, e ensinava uma doutrina comum a todos; enquanto que nós, que seguimos a mesma linha de ação, não recebemos reconhecimento, mas, ao contrário, somos alvos de insultos e perseguição. Assim, podemos ver que 1500 anos atrás as pessoas eram mais tolerantes do que neste século iluminado.

PESQ.: Amônio era encorajado e apoiado pela igreja porque, apesar das suas heresias, ele ensinava cristianismo e era um cristão?

TEOS.: Não, de modo algum. Ele nasceu como cristão, mas nunca aceitou o cristianismo do igreja. O mesmo escritor afirmou, sobre Amônio:

“Ele teve apenas que propor as suas instruções de acordo com os antigos pilares de Hermes, que Platão e Pitágoras conheciam antes dele, e com base nos quais eles constituíram suas filosofias. Encontrando a mesma ideia no prólogo do evangelho segundo São João, Amônio naturalmente supôs que o propósito de Jesus era restaurar aquela grande doutrina de sabedoria em sua integridade primitiva. As narrativas da Bíblia e as histórias dos deuses eram vistas por Amônio como alegorias ilustrativas da verdade, ou então fábulas a serem rejeitadas.”  Além disso, como afirma a Edinburgh Encyclopaedia, “ele reconhecia que Jesus era um excelente homem, e “amigo de Deus”, mas alegava que ele não pretendia abolir inteiramente a adoração de demônios (deuses), e que sua única intenção era purificar a religião antiga.”

A RELIGIÃO DA SABEDORIA, ESOTÉRICA EM TODAS AS ERAS

PESQ.: Se Amônio nunca escreveu nada, como podemos ter certeza de que estes eram os seus ensinamentos?

TEOS.:  Tampouco Buddha, Pitágoras, Confúcio, Orfeu, Sócrates, ou mesmo Jesus, deixaram quaisquer escritos.  No entanto, na maior parte dos casos eles são personagens históricos, e os seus ensinamentos sobreviveram. Os discípulos de Amônio (entre eles Orígenes e Herênio) escreveram tratados e explicaram a sua ética. Certamente estes tratados têm uma origem historicamente tão comprovada quanto a origem dos escritos apostólicos, ou mais. Além disso, os seus alunos − Orígenes, Plotino, Longinus (conselheiro da famosa rainha Zenobia) − todos deixaram registros volumosos sobre o Sistema Filaleteu; e isso pelo menos em seus aspectos públicos, porque a escola estava dividida em ensinamentos exotéricos e esotéricos.

PESQ.: Como os princípios esotéricos chegaram até os nossos dias, já que, segundo você afirma, aquilo que é propriamente chamado RELIGIÃO DA SABEDORIA era esotérico?

TEOS.: A RELIGIÃO DA SABEDORIA foi sempre a mesma, e como ela é a última palavra em termos do máximo conhecimento humano possível, ela foi, portanto, cuidadosamente preservada. Ela existe desde longas eras anteriores aos teosofistas de Alexandria. Ela chegou à era moderna, e irá durar até depois de qualquer outra religião e filosofia.

PESQ.:  Mas onde, e por quem ela foi preservada?

TEOS.:  Entre os Iniciados de cada país. Entre os que se dedicam profundamente à busca da verdade − seus discípulos. E naquelas regiões do mundo onde tais assuntos sempre foram valorizados e investigados: a Índia, a Ásia Central e a Pérsia.

PESQ.: Você pode dar algumas provas da existência deste esoterismo?

TEOS.: A melhor prova é  o fato de que em todo culto religioso − ou melhor, filosófico − da antiguidade havia um ensinamento secreto, ou esotérico, e uma adoração exotérica (para o público externo). Além disso, é bem conhecido o fato de que os MISTÉRIOS dos antigos se dividiam em todos os países em MISTÉRIOS “maiores” (secretos) e “menores” (públicos): por exemplo, nas celebradas solenidades chamadas Eleusínia, na Grécia. Desde os hierofantes da Samotrácia, no Egito, até os brâmanes iniciados da Índia, passando pelos rabinos hebreus, mais recentes, todos preservaram em segredo, por medo de profanação, as suas crenças que dependiam de boa fé. Os rabinos judeus chamavam a sua série secular de ensinamentos religiosos pelo nome de Mercavá (o corpo externo), “o veículo”, ou a cobertura que contém a alma oculta −, isto é, o conhecimento mais elevado e secreto. Nenhuma das nações antigas jamais transmitiu às massas, através dos seus sacerdotes, os seus verdadeiros segredos filosóficos. Transmitiram, publicamente, apenas a casca externa. O budismo do norte tem o seu veículo “maior” e o seu veículo “menor”, conhecidos como as escolas Mahayana, esotérica, e Hinayana, exotérica. Você não pode criticá-los por um tal segredo: seguramente você não pensaria em alimentar um rebanho de ovelhas com elevadas dissertações sobre botânica, ao invés de dar-lhes capim. Pitágoras chamava a sua Gnose de “o conhecimento das coisas que são”, e preservou aquele conhecimento apenas para os seus discípulos que haviam feito votos solenes: para aqueles que podiam digerir um tal alimento mental e sentir-se satisfeitos com ele. E ele exigia deles o compromisso do segredo. Os alfabetos ocultos e cifras secretas surgiram a partir dos antigos escritos hieráticos do Egito, cujo segredo estava, nos tempos antigos, em poder apenas dos hierogramatistas, os sacerdotes egípcios iniciados. Amônio Saccas, segundo seus biógrafos, exigia um juramento dos seus discípulos no sentido de que não divulgariam as suas doutrinas mais elevadas exceto para aqueles que já haviam sido instruídos em níveis preliminares de conhecimento, e que também deviam assumir um compromisso solene.  Finalmente, será que nós não encontramos a mesma coisa no cristianismo primitivo, entre os gnósticos, e mesmo nos ensinamentos de Cristo?  “A vocês”, diz ele, “é dado conhecer os mistérios do reino dos céus; mas para eles que estão fora, todas estas coisas são dadas em parábolas” (Evangelho segundo Marcos, 4: 11).  “Os essênios da Judéia e de Carmelo faziam distinções similares, dividindo os seus membros entre os que eram neófitos, os que eram irmãos, e os que eram perfeitos, ou iniciados” (“Eclectic Philosophy”).   Há exemplos disso em cada país.

PESQ.:  É possível alcançar a “Sabedoria Secreta” apenas pelo estudo? As enciclopédias definem Teosofia de modo muito semelhante à definição do Dicionário Webster, isto é, como “um suposto contato com Deus e espíritos superiores e a conseqüente obtenção de conhecimento sobre-humano através de meios físicos e processos químicos.”  Isso é verdade?

TEOS.:  Penso que não. E tampouco há qualquer lexicógrafo que seja capaz de explicar, seja para si mesmo ou para outros, como um poder sobre-humano poderia ser alcançado por meios físicos ou processos químicos. Se o dicionário Webster tivesse dito “através de processos metafísicos e alquímicos”, a definição estaria aproximadamente correta. Assim como está, ela é absurda.  Assim como os modernos, os teosofistas antigos afirmavam que o infinito não pode ser conhecido pelo finito − isto é, não pode ser percebido pelo Eu finito − mas que a essência divina pode ser comunicada ao Eu Espiritual superior em um estado de êxtase. Esta condição dificilmente pode ser obtida, como ocorre no caso do hipnotismo, por “meios físicos e químicos”.

PESQ.: Qual é a sua explicação para isso?

TEOS.: O verdadeiro êxtase foi definido por Plotino como “o fato de a mente libertar-se da sua consciência finita, tornando-se una com o infinito e identificando-se com ele”.  Esta é a condição mais elevada, diz o professor Wilder, mas não é uma condição que dure permanentemente, e só é alcançada por um número extremamente reduzido de indivíduos. O êxtase é, na realidade, idêntico ao estado de consciência chamado de Samadhi na Índia. Este último é alcançado pelos Iogues, que o tornam possível, fisicamente, através de uma abstinência extremamente rigorosa de comida e bebida, e, mentalmente, através de um esforço incessante para purificar e elevar a mente. A meditação é uma oração silenciosa e sem palavras; ou, como Platão afirmou, ela é “a ardente busca do divino por parte da alma, não para pedir qualquer bem específico (como ocorre no significado comum da palavra ‘oração’),  mas pelo bem em si mesmo, pelo Bem universal e Supremo” − do qual todos fazemos parte na terra, e de cuja essência nós todos emergimos. Portanto, acrescenta Platão,  “permaneça em silêncio na presença dos seres divinos, até que eles retirem as nuvens dos seus olhos e o capacitem para ver a luz que é transmitida por eles, e não ver o que a você parece ser bom, mas sim o que é intrinsecamente bom.” 5

PESQ.:  Então, ao contrário do que alguns afirmam, a teosofia não é um sistema novo?

TEOS.: Só os ignorantes podem referir-se a ela deste modo. Ela é tão velha quando o mundo, em seus ensinamentos e sua ética, se não em nome; assim como é, também, o sistema mais amplo e mais católico de todos.

PESQ.: Como pode ser, então, que a teosofia tenha permanecido tão desconhecida entre as nações do Hemisfério Ocidental?  Por que ela tem sido como um livro fechado para as raças que são consideradas como as mais cultas e avançadas?

TEOS.:  Acreditamos que havia nações igualmente cultas em épocas antigas, e que, sem dúvida, elas eram espiritualmente mais “avançadas” do que nós. Mas há várias razões para esta ignorância voluntária. Uma delas foi dada por São Paulo aos cultos cidadãos atenienses − ; a perda, durante longos séculos, da verdadeira compreensão espiritual, e até mesmo do interesse, devido a uma devoção excessivamente grande das pessoas pelas coisas dos sentidos, e por causa da sua longa escravidão à letra morta do dogma e do ritualismo.  Mas a razão mais forte disso está no fato de que a verdadeira teosofia foi sempre mantida em segredo.

PESQ.: Você expôs provas de que este segredo existe; mas qual é o real motivo dele?

TEOS.: As causas foram as seguintes.  Em primeiro lugar, a perversidade média da natureza humana, e o seu egoísmo, sempre tendendo para a gratificação dos desejos pessoais, em detrimento dos seus semelhantes, e mesmo dos mais próximos.  A tais pessoas nunca se poderia confiar segredos divinos Em segundo lugar, o fato de que não se pode confiar em que tais pessoas irão evitar a profanação do conhecimento sagrado e divino. Foi este segundo fator que levou à distorção dos símbolos e das verdades mais sublimes, e à gradual transformação de coisas espirituais em imagens antropomórficas, concretas e grosseiras −; em outras palavras, ao rebaixamento da ideia de divindade e à idolatria.

O texto acima foi traduzido de “The Key to Theosophy” (“A Chave da Teosofia”) ,  Theosophy Company, em Los Angeles, EUA, em 1987, 310 pp.

Para ter acesso a um estudo diário da teosofia original e sem distorções, escreva a lutbr@terra.com.br e pergunte como é possível acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento.

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Trabalho: Vocação ou obrigação?

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Caros leitores,

Este mês de Setembro a revista Zen é dedicada ao tema do trabalho e junto envio o “artigo” que eu escrevi na mesma.
Aconselho a lerem a revista pois aborda muitos temas interessantes relativamente a problemas de trabalho, crise econômica e com dicas que nos podem ajudar muito nestes tempos de mudança.

Desejo um regresso ao trabalho para todos e que estejam imersos numa energia de abundância, alegria, amor e paz.

Isabel Costa

Trabalho: Vocação ou obrigação?
Por: Isabel Costa

Trabalhar é uma bênção, é a oportunidade que cada um de nós tem de contribuir para uma sociedade melhor, para o bem-estar de todos e para a Mãe Terra que nos acolhe desde o nosso nascimento.

A maior parte das pessoas sente uma insatisfação profunda com o trabalho e as razões principais são: não gostar do que faz ou sentir-se mal remunerado. Muitos têm sonhos de profissões que não puderam concretizar por várias circunstâncias da vida e então trabalham no que o seu nível académico lhes permite, sonhando com o Jackpot de jogos (na ilusão da vida melhor que isso lhes traria), trabalhando com uma insatisfação diária, ansiando pelo fim-de-semana e pelas férias.

A insatisfação está no nosso interior, não é a actividade exterior que nos realiza. Essa é o resultado dos nossos pensamentos e emoções. Existem muitas pessoas que tendo crescido em condições miseráveis conseguiram realizar os seus sonhos (e muitas vezes com grande oposição de todos á sua volta) e tornaram-se pessoas bem sucedidas. Infelizmente a maioria deixa-se ficar na posição de vítima alegando falta de condições, de apoio, etc. e assim continuam.

A diferença está no pensamento, no sonho, tal como diz na letra da canção “A Pedra Filosofal”: “O sonho comanda a vida e sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança…”

É tudo uma questão de percepção. Se trabalhamos, porque gostámos, o trabalho é uma alegria, é fonte de saúde, de bem-estar.
A segunda queixa é consequência da primeira. As pessoas sentem-se mal remuneradas porque não gostam do que fazem. Mas, seria justo serem bem remunerados não gostando do seu trabalho?

É um facto que estamos a viver anos de crise, mas são estas fases que nos levam a repensar os valores pelos quais regemos a nossa vida. Muitas vezes escuto pessoas dizerem: “que maçada, ter que trabalhar!”, “quem me dera estar na praia e não no trabalho!”, “estou farto desta empresa!”. Depois sobrevêm a crise e o desemprego e aí surge a aflição! Mas, afinal não foi o que andaram durante anos a dizer que era o que desejavam???

Proferimos palavras impensadas sem considerar o impacto que isso terá na nossa vida a curto ou longo prazo. O que semeámos, colhemos. Esta é uma das leis da vida e funciona sempre. Está no tempo de mudarmos a nossa percepção e o mundo mudará em consequência.

No trabalho, temos grandes oportunidades de aprendizagem, não apenas pela actividade que realizámos, mas pelo relacionamento com os colegas, com o patrão. Atraímos para a nossa vida, as lições e as pessoas que nos vão permitir crescer. Por exemplo, uma pessoa incapaz de colocar limites, de dizer “Não”, irá atrair um patrão autoritário. Esta situação encerra em si uma lição para ambos.

Tudo a que se resiste, persiste. A partir do momento em que agradecemos pelo trabalho e pelos colegas (mesmo os que são difíceis) a lição estará aprendida e a oportunidade de mudança surgirá num ápice, porque deixamos de resistir.

A crise actual pode ajudar-nos a tomar consciência sobre o poder da escolha e o uso consciente da energia criativa inerente a cada um. Estamos numa encruzilhada de valores. Vamos afundar-nos no caos, na confusão, nas limitações do ego, ou elevar-nos a um novo paradigma descobrindo as infinitas possibilidades que cada crise e cada circunstância da vida encerram em si?

Se queremos uma sociedade mais harmoniosa, mais justa, precisámos de nos centrar no nosso trabalho pessoal interior e exterior. A transformação do sistema social está intimamente ligada á transformação individual. Na origem dos problemas está a inconsciência do ser humano e a resistência á mudança. Esta resistência é uma estratégia do ego, para não perder o poder e o controle da vida que conhece. Está na hora de olhar a vida de frente, de deixar o medo de lado, de abandonar conceitos limitadores de falsas seguranças, de falsas protecções e aceitar que temos poder para tudo.

Hoje em dia, fala-se muito do “Segredo”, da “Lei da Atracção”, para atingir objectivos: 1 milhão de euros, 1 casa nova, 1 carro novo, 1 relacionamento feliz, etc. Mas, mesmo que alguém conquiste os seus objectivos exteriores, se não encontrar a satisfação da alma, passada a euforia, a tristeza e a insatisfação vão bater á porta de novo.

Uma outra questão em relação á insatisfação no trabalho é a comparação. Muitas vezes o nosso valor e realizações ficam na sombra, ignorados, porque fazemos comparações constantes com aqueles que julgámos estarem melhor do que nós. Despendemos tempo e energia nesse processo, desperdiçando oportunidades que passam ao lado imperceptíveis devido á nossa cegueira interior.

O que seria da vida sem os “trabalhos inferiores”? O que faríamos sem os trabalhadores que recolhem o lixo á noite? Que médico conseguiria fazer uma cirurgia numa sala de operações suja, e sem o apoio de todo o pessoal auxiliar? Que restaurante poderia funcionar sem os ajudantes de cozinha que lavam e limpam tudo? Todos são igualmente importantes e quando cada um compreende o papel importante que desempenha no bem-estar de todos, independentemente do destaque que acha ter, o trabalho torna-se uma vocação que contribui para o bem de todos e não uma obrigação para se poderem pagar as despesas. Sem o trabalho de todos nos bastidores, o actor não pode actuar.

Hoje é requerido amar o trabalho!

Isabel Costa
Integrante do corpo docente no IMMB

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Exemplo de Cidadania – Bom Jesus do Itabapoana – RJ


Exemplo de Cidadania – Bom Jesus do Itabapoana – RJ

Bom Jesus de Itabapoana – 89,23% de votos nulos!

bomjesusitabapoana

*LIÇÃO DE CIDADANIA*
Esse é o exemplo que deve ser seguido…
Tomara que essa moda pegue…
Mas prá isso necessita ser divulgado…
No município Bom Jesus do Itabapoana, devido ao baixo nível do candidato, de um total de 26.863 eleitores que compareceram às urnas, 20.821 eleitores conscientes decidiram anular oseu voto…
Um exemplo para o  mundo!

É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%). Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.
O TRE teve que fazer nova eleição e o candidato reprovado tornou-se inelegível, impossibilitado de ser candidato novamente.
O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.
Até a Globo se calou. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?
Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?
Já que a imprensa está calada e queremos distância dos políticos corruptos, vamos fazer a nossa parte, divulgando esse post para o maior números de pessoas possível.

Fontes:
O  Globo

Agência Brasil de Comunicação

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UM CACHORRO CHAMADO “Faith” (= Fé).

Esta é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal  de 2002
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Ele nasceu com 3 pernas – duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada.

Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Mesmo a sua mãe não o aceitou.

Ele foi rejeitado e desdenhado.


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Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo.

Naquela época, sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e desejou cuidar dele.

Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo para andar por si só.

Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ.

Por isso ela lhe deu o nome de “Faith” (= Fé).

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No começo ela colocava FAITH numa prancha de surf para que ele sentisse os movimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim, numa colher, como um prêmio e recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa.

Até outros cachorros da casa o ajudavam e encorajavam a caminhar. Surpreendentemente, depois de apenas seis meses, como que num milagre, FAITH aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para a frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele pode caminhar como um ser humano!

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FAITH adora passear.

Não importa para onde ele vai ele sempre atrai as pessoas à sua volta . Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há, inclusive, um livro cujo título é “With a Little Faith” (Com um pouco de fé), publicado a seu respeito. Ele chegou a ser cogitado para aparecer num dos filmes de Harry Potter.

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Sua atual proprietária, Jude Stringfellow deixou seu trabalho e carreira como professora, para levá-lo através do mundo, para orar: “mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita.”

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Na vida sempre acontecem coisas indesejáveis.

Talvez uma pessoa que sinta que as coisas não estão indo bem como desejaria, talvez venha a se sentir melhor mudando seu ponto de vista e ver os fatos sob uma nova perspectiva.

Talvez esta mensagem possa trazer a todos novas formas de pensar e encarar a vida.

Talvez, todos possamos apreciar e agradecer cada dia maravilhoso que se seguirá.

A Vida é uma demonstração contínua do poder do pensamento positivo e de ter fé.

Acredite em você!

Terapeuta On Line
Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta

Urinoterapia – Terapia Real

 

Rádio Web Vale Encantado
RadioWebNovaCapa

 URINOTERAPIA – Terapia Real é isso, xixi mesmo!

Motivado pela exposição do Pe. Renato Barth, que apresentou o tratamento preventivo e curativo pela Urinoterapia, venho fazendo uma interessante experiência e percebendo excelentes resultados, principalmente com relação a imunidade e energia vital.

Em face da importância que a Urinoterapia representa no processo terapêutico de cura das enfermidades e pedidos de informações a respeito do assunto, tomei a iniciativa de elaborar uma síntese e publicar este material que chegou em nossas mãos.

Acredito que este trabalho pode ajudar na quebra de tabus e preconceitos existentes a respeito do assunto, fazendo com que algumas pessoas possam aplicar o tratamento com tranqüilidade, pois de minha parte, tenho muita segurança, já que sou adepto desde 2003.

Egidio Garcia Coelho
Parapsicólogo Holoterapeuta
RTA-9094384

URINOTERAPIA

01 – Introduzindo
02 – O que é urina?
03 – História da Urinoterapia
04 – Curiosidades sobre a urina
05 – Estudos científicos sobre a urina
06 – Aplicação da urina
07 – As reações recuperativas
08 – Indicações da Urinoterapia
09 – Doenças curadas pela Urinoterapia
10 – Observações
11 – Outros sites

“Bebe a água da tua cisterna, a água que jorra do teu poço.

Não derrames pelas ruas teu manancial, nem seus ribeirinhos pelas praças.

Seja para ti somente, sem reparti-lo com estrangeiros.

Bendita seja a tua fonte…”

(Provérbios 5,15-19)

1. Introduzindo

A Urinoterapia é uma forma de aplicar a medicina que existe a muito tempo, com escritos datados de 5.000 anos antes de Cristo. Ultimamente, está sendo motivo de atenção pública em todo o mundo. Alguns poderão sentir até nojo ao escutar a palavra urina. Mas, aqui, é bom deixar de lado tudo e ter uma atitude de investigação. Ir ao encontro da verdade. Quem sabe estamos descobrindo algo maravilhoso que nos traga solução para casos desesperantes de enfermidades em nossas famílias. Acompanha-se mudanças rápidas na história do mundo. Há um anseio por grande transformação, está surgindo uma revolução silenciosa mas significativa. Uma destas revoluções chama-se URINOTERAPIA.

Há muito tempo se sabia que a urina é um medicamento muito valioso. Serve para curar quase todas as enfermidades sem provocar danos ao organismo. Os Hindus a usavam para curar tumores (câncer) ou artrites. Os Árabes curavam doenças da cabeça ou da boca. Os Japoneses curavam gonorréia e sífilis. Os Nicaragüenses curam conjuntivite, inflamação do ouvido e parasitas. Com o desenvolvimento das ciências, tecnologia e modernização da vida abandonou-se esta boa tradição. Veio o reinado dos remédios químicos com materiais estranhos ao organismo. Estes não resolveram os problemas de saúde apesar de contar em suas fileiras mais de 12.000 espécies.

A situação da saúde da população piorou muito e sinal disso é o aumento de casos de câncer, SIDA, apatetes, asma… até a terra, o ar, o mar, os rios, as plantas, os bosques e os animais estão doentes. Se não houver uma reflexão sobre o assunto não há boas perspectivas de melhorar a questão de saúde. É possível que um dia se chegue a cura da SIDA., mas com certeza surgirá uma doença pior com vírus, fungos ou bactérias mais resistentes.

Os medicamentos químicos possuem duas faces. Ajudam um pouco a curar doenças, mas, geralmente, possuem um efeito colateral. Atacam outros órgãos. Debilitam a resistência imunológica do organismo.As vantagens do uso dos medicamentos são menores que os riscos. Está chegando o tempo de abandonar a fé nos medicamentos químicos. Não se pode esquecer que a indústria farmacêutica se desenvolveu pensando mais em vantagens para si, que a preocupação da saúde da população. Se há uma solução bem mais simples, por quê não experimentá-la.

Nosso corpo é uma fábrica farmacêutica natural. Produz o que é necessário, como: analgésicos, antibióticos, materiais imunológicos e vários hormônios sofisticados para curar e prevenir doenças. Se nos tornarmos dependentes dos fármacos, nosso organismo não os produz, os metabolismos não funcionam e se atrofiam. A solução é quebrar com esta cadeia de dependência e aumentar a resistência do sistema imunológico, com uma boa resistência imunológica não há mais enfermidade. A urina é um excelente passaporte para isso.

Apesar da ciência moderna ter inventado muitas coisas, sabe e pouco ainda a respeito dos mecanismos que envolvem a vida do ser humano. A verdade das coisas pode estar de uma forma muito simples em nossas mãos ou dentro de nós mesmos. Tomando a própria urina você saberá onde está a verdade.

2. O que é urina?

Diariamente, passam pelos rins 180 litros de sangue. Destes, 99% retornam para o organismo filtrado e 1% sai como urina. Os ingredientes, cor e cheiro são muito semelhantes ao soro do sangue. As pessoas sadias não possuem bacilos ou micróbios em seu sangue e tampouco em sua urina. Quando alguém tem um infecção renal ou outro tipo, é possível que tenha mas em tão pequena quantidade que não afeta em nada um tratamento feito pela urina. Antes, essa pequena quantidade funciona como uma auto vacina. Há o caso do médico R. Nakao, fundador da Associação Acadêmica da Sociedade Médica do Japão, que aplicou , na segunda guerra mundial, tratamento urinoterápico a casos de gonorréia em soldados e civis com bons resultados. Em casos de aplicação de urina em infecção do aparelho urogenital, a cura se dá em pouco tempo.

Consideremos o caso do feto que cresce entro de uma bolsa do útero. Ele cresce tomando diariamente um quantidade líquido amniótico, que é semelhante a urina em seu conteúdo. Estudos desenvolvidos dizem que o feto nos últimos meses urina 500 cc diariamente. E toma a mesma quantidade do líquido contendo a urina.

Por estas considerações vemos que a urina não é algo sujo. Se Deus preparou este ambiente para que nascesse uma nova vida, como se pode crer que a urina é suja? Essa é a idéia e produto da cultura e educação de nossa sociedade.

3. História da Urinoterapia

Os costume de usar a urina com meio de tratamento existe no mundo há muito tempo. O veda hindu chamado SHIVAMBUKALPA (5.000 aC) dedica 107 capítulos à Urinoterapia. Entre os budistas da Ásia sempre houve a prática da Urinoterapia. No Japão, um mestre do budismo chamado IPPEN criou uma seita com mais de um milhão de crentes. Seu sucesso estava nos fundamentos da seita baseada na Urinoterapia. Os monges tibetanos tem a tradição e costumes de tomar sua própria urina e vivem até 150 anos de idade.

No Golfo Pérsico os odontólogos árabes usavam urina para tratar cáries e problemas das gengivas como antibióticos e analgésico. Na América Central o uso da urina é comum. Em El Salvador o costume é muito difundido nas zonas rurais. Na Nicarágua os curandeiros recomendavam a seus pacientes o uso da urina para o combate de diversas enfermidades.

4. Curiosidades sobre a urina

Os rins tem várias funções indispensáveis para manter a vida através da produção da urina. Por ela são evacuados materiais tóxicos, mantém-se o equilíbrio ácido-base e o metabolismo eletrolítico. O sangue é filtrado pela cadeia de pequenos orifícios no interior do rim. Há uma membrana que filtra umas 7.000 moléculas de uréia e ácido úrico e deixam passar em torno de 50.000 moléculas de proteínas ou glóbulos.

A quantidade de filtração é de 120 ml por minuto ou 180 litros por dia. O líquido filtrado passa por tubos urinários e é reabsorvido ou secretado. 99% é reabsorvido e circula como sangue e 1% sai como urina (aproximadamente 1,5 litros). Desta forma concluímos que a urina é um produto do sangue.

Materiais reabsorvidos: água, sódio, d-glicose, aminoácidos, ou seja, a maioria dos componentes do sangue.

Materiais não absorvidos: uréia, ácido úrico, creatinina, sais minerais inorgânicos e produtos tóxicos.

Apresentação: coloração amarela. Uma pessoa produz, aproximadamente, 1,5 litros por dia, PH 5 a 8 (geralmente PH 5 a 6 ácidos), pressão osmótica 50-1500 m OSM por litro, peso específico 1050 a 1025. 5.

5. Estudos científicos sobre a urina

A partir da década de 70 foram desenvolvidas algumas pesquisas. Descobriu-se que o ácido úrico da urina joga um papel muito importante para produzir e reativa o ADN das células. Uma segunda função do ácido úrico é o rejuvenescimento dos órgãos. Em 1971, na Universidade de Medicina de Koto (Japão), foram descobertos materiais anticorpos como Interoikin, Renina, Prostaglandina. Estes materiais combatem infecções e tumores malignos.

A Universidade de Harvard descobriu na urina o SPU hormônio que se produz durante o sono e funciona como antibiótico, analgésico, melhora a circulação sangüínea e promove a secreção de outros hormônios. Pelas funções destes hormônios se proliferam e fortalecem os materiais imunológicos como T-limp-glóbulo, imunoglobulina e glóbulos brancos.

As grandes empresas farmacêuticas de países industrializados, competindo para chegar primeiro, estão comprando e importando urina. Produzem cosméticos sofisticados para uso das mulheres da alta sociedade e preciosos medicamentos com anti-depressivos. No Japão, as empresas estão importando grande quantidade de urina dos soldados da Coréia do Sul. As mulheres ricas usam estes produtos a base de urina no combate às rugas que aparecem com o tempo. Passou a ser moda o uso de cosméticos, medicamentos e pastas de dente que contém uréia da urina humana.

6. Aplicação da urina

Para se prevenir contra doenças se toma a quantidade de 100 cc (100 ml) por dia. Para o tratamento de uma doença já instalada se toma, no mínimo, 200 cc (200 ml) por dia. Para casos mais graves se pode tomar maiores quantidades pois a urina não possui contra-indicação ou limites de quantidade. Há casos em que são necessários recomendar tomar toda a urina que o corpo produz.

A urina pode ser tomada em qualquer hora do dia, mas a melhor é a primeira que sai de manhã. Nesta urina se encontra um material especial chamado SPU-hormônio. É um material hipnótico produzido durante o sono que age como antibiótico, analgésico, ativante da circulação e estimula a secreção de outros hormônios. Se é difícil para tomá-la. A princípio se começa com pequenas doses que depois poderão ser aumentadas gradativamente. O sabor da urina é mais suave quando se tem uma alimentação mais natural, vegetariana e com menos carne.

Há outras formas de aplicação da urina. O hospital de Guerson de S. Diego (USA) receita um jejum durante algumas semanas só de urina e verduras.

Depois do jejum começam receitar uma dieta a base de legumes e verduras. Assim são tratados cancerosos doentes de SIDA. No Japão, casos de câncer do intestino grosso ou útero, além de tomar urna aplicam no órgão doente urina com uma seringa. doenças da pele com úlceras, feridas, vitiligo, manchas escuras, varizes, alergias e outras, se aplica urina sobre a região afetada. No nariz, olhos e boca (inflamação, cáries, dores…) trata-se com bochechos ou enxaguando-as. A infecção vaginal lava-se com sua própria urina.

Na Índia o primeiro ministro Sr. Dasai, companheiro de Mahatma Gandi, costumava se banhar, fazer massagens, fazer xampu e tomar urina. Dizem que nunca adoeceu, está com 95 anos e continua trabalhando na política com energia. Assim podemos dizer que a urina produz bons resultados, tomando, colocando, introduzindo, enxaguando, massageando e banhando-se.

Unicamente não se recomenda injetar a urina pois é importante que ela passe pelo canais apropriados através dos quais ela será processada de acordo com as necessidades do organismo. É importante lembrar que a urina tomada não deixa gosto ou cheiro. Ao contrário, ela cura mau hálito que é problema de muitas pessoas. Após a ingestão da urina, se toma um pouco de água e pronto! Desaparece todo e qualquer sabor. No uso externo da urina é necessário lavar a região tratada depois de um determinado tempo. Somente neste caso costuma aparecer cheiro, se assim não se proceder.

7. As reações recuperativas

São sintomas que aparecem quando se toma urina. As vezes se tem a sensação de que piora o estado de saúde. Não há por que se preocupar pois é uma reação sadia, positiva e necessária. Os sintomas que aparecem são aumento das dores, diarréia, furúnculos, alergias, comichão, aftas, febres, secreção dos olhos, mamas ou vagina, sensações estranhas no estômago e intestino, sono profundo, cansaço etc.

As reações não aparecem todas ao mesmo tempo, dependem da profundidade ou tempo em que a doença está instalada no organismo. Estas reações são sinais importantes de que está ocorrendo a cura. São reações passageiras e que variam de acordo com a gravidade da doença e a quantidade de urina ingerida. Deve se aceitar com tranqüilidade essas reações, não se preocupar com elas e até mesmo aumentar a quantidade de urina ingerida. Em pouco tempo essa reações desaparecerão.

Medidas para suavizar as reações recuperativas fortes:

  1. começar ingerindo pequena quantidade de urina (um copo pequeno) para depois, aos poucos, ir aumentando; (Atenção: Fechando o nariz, neutraliza o sabor!)
  2. em caso de dores, massagear o local com a própria urina;
  3. nas alergias, furúnculos e outras reações na pela, aplicar urina com um algodão. Nos olhos, nariz e ouvidos, colocar urina com conta-gotas;
  4. na garganta, útero, ânus, vagina e intestinos, aplicar urina com uma seringa;
  5. suavizar as reações com uso de plantas medicinais adequadas e checadas, fazer exercícios como caminhar, correr, brincar, nadar, dançar…

Quatro princípios para que o tratamento tenha efeitos rápidos e tranqüilos:

1. acreditar firmemente que sua urina cura;
2. ter paciência de tomar a urina até alcançar a cura;
3. ter coragem de tomá-la, na primeira vez;
4. agradecer a Deus porque a urina é um presente de Deus.

8. Indicações da Urinoterapia

1. Indicada contra infecções, como os antibióticos.
2. Indicada contra tumores como câncer e sarcomas.
3. Indicada para dissolver materiais estranhos como cálculos renais, biliares etc.
4. Indicada para equilibrar os hormônios.
5. Indicada para equilibrar a hipo/hiperfunção dos nervos.
6. Indicada para melhorar a circulação sangüínea.
7. Indicada para fortalecer a resistência do sistema imunológico.
8. Indicada para produzir anticorpos.

9. Doenças curadas pela Urinoterapia

1. Enfermidade sexual – gonorréia.
2. Enfermidades do tecido conjuntivo – artrite-reumatóide, esclerodermia, lupus erythemadoides sistemático.

3. Tumores malignos
– sarcomas do fígado, tireóide, esôfago, cólon, pâncreas, colo do útero, ovário, mamas, próstata, leucemia, linfoma maligno (vasos linfáticos).
4. Tumores benignos – ovário, cólon, estômago, esôfago e útero.
5. Enfermidades infecciosas – herpes, malária, aftas, hepatites, cirroses, gripes, catarro etc.
6. Enfermidades cérebro-cardio-vasculares – derrame, tumor cerebral, tumor artéreo cerebral, enfarte, angina, arritmia e hiper/hipotensão.
7. Enfermidades respiratórias – asma, bronquite, pneumonia, tuberculose, tosse crônica, faringite, amidalite.

8. Enfermidades digestivas
– esofagite, gastrite, úlcera gastroduodenal, colite, diarréia, pólipo digestivo, cálculo de vesícula, hemorróidas.
9
. Enfermidades genito-urinárias – cálculos dos rins, bexiga, nefrose, infecção renal, vaginite e pólipo de vagina.
10. Enfermidades ginecológicas
– problemas de menstruação, pólipo de útero, ovário, mastite, fibroma mamário, uteromioma, endometrite.
11. Enfermidades ortopédicas – lombalgia, artrite, ciático e neurite.
12. Enfermidades dermatológicas – dermatite nervosa, alergia, abcesso, hongo, comichões, furúnculos.

13. Enfermidades sensoriais – catarata, retinite, hemorragia retinal, zumbido, otite, dor de ouvido, sinusite e conjuntivite.
14. Outras enfermidades – gota, diabete, hemofilia, depressão, insônia, neurose, enxaqueca, impotência, contaminação radioativa, epilepsia, histeria e desnutrição.

10. Observações

Em caso de pressão alta se recomenda o uso de urina pois ela contém potássio que ajuda a baixar a pressão.
No período da gravidez o uso de urina não prejudica o feto e a mãe. A urina ajuda a gravidez permanecer em bom estado.

A urina é excelente para crianças pois previne infecções e parasitas.
A urina não deixa cheiro na boca. Por sinal ela cura o mau hálito e outros males provenientes da boca e estômago. Para eliminar algum sabor da boca basta fazer um bochecho e beber um gole de água. Somente no uso externo pode aparecer algum cheiro, por isso após o tempo de uso é necessário lavar com água a região tratada.

É normal que a urina mude sua coloração de um dia para o outro. A coloração depende de vários fatores tais como: tipo de alimentação, hortas de sono, cansaço ou emoções. Pode se continuar tomando sem problemas.

As reações recuperativas costumam aparecer de múltiplas formas e nem sempre ao mesmo tempo. Tudo dependerá da quantidade de urina e do tempo ou gravidade da enfermidade.
Há casos de algumas doenças que não se possui conhecimento oficial de cura, mas se sabe nestes casos que pelo menos o sofrimento dos pacientes foi amenizado. Houve aumento de resistência do sistema imunológico.

NOTA: Este texto foi elaborado em espanhol, sendo consultadas 33 bibliografias. Não as relaciono por questão de economia de espaço e para facilitar o despacho via Correios.”

Pedidos para:

Pe. SENITO DURIGON

Caixa Postal 176
78.932-000 Ariquemes, RO – BRASIL

11. Outros sites

Urine Therapy

Urinoterapia (Fonte)

Última atualização: 13/07/2004 23:37:57

 

Logística 2010 – EURO Feiras & Negócios

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

Logística 2010

Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Carga

No período de 8 a 11 de junho de 2010 será realizada a terceira edição da Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Carga. O evento tem Joinville como sede, maior município do Estado de Santa Catarina, com geração de receitas semelhantes a de grandes capitais, devido o seu volume de produção, colocando-o como terceiro pólo industrial da região Sul do Brasil.

Organizada pela EURO Feiras & Negócios, a Feira irá apresentar soluções para o complexo da Logística, um dos setores que necessita de grandes e urgentes investimentos por parte dos governos e iniciativa privada, para dar mais agilidade ao fluxo da produção brasileira, desde sua origem aos destinos finais.

O crescimento da 3ª Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Carga é proporcional ao desenvolvimento da produção industrial de Santa Catarina e do Sul do Brasil. Confirmam esse crescimento e desenvolvimento industrial da região, as obras nos portos catarinenses de São Francisco do Sul e Itajaí, que se empenham na adequação de suas estruturas, ampliando as condições de armazenagem e facilitando o fluxo de movimentação das cargas. Construção de novos berços, dragagem dos corredores de acesso, para permitir a atracação de navios de maior porte e calado são algumas das obras em andamento.

A prospecção nas duas edições anteriores determinou uma área mais ampla para a edição de 2010, tendo em vista a crescente procura dos expositores e a necessidades de espaços maiores para produtos de grande porte. Dos estados brasileiros de maior produção industrial e agrícola, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul provêm o maior número de visitantes em busca de novidades no setor. Assim, a Feira será realizada no Megacentro Wittich Freitag, um pavilhão de 12 mil metros quadrados, na Expoville, Joinville/SC.

O Complexo Expoville será uma grande vitrine, onde todos os segmentos da Logística estarão expostos: caminhões, carretas e implementos rodoviários; paletes, acessórios para empilhadeiras, ferramentas, equipamentos, sistemas automáticos de armazenagem e distribuição; armazéns gerais, alfandegários e temporários; companhias de transporte aéreo, ferroviário, rodoviário e de navegação, especializadas em logística, serviços de carga e despacho; agências marítimas, câmaras de comércio, órgãos de inspeção entre outras instituições e entidades afins estarão presentes na Logística 2010. Específica para visitantes qualificados, a Feira oferece oportunidades de conhecimento do vasto campo da logística, geração de parcerias e realização de negócios.

A Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Carga tem o apoio de diversas instituições: ABTI – Associação brasileira de Transportes Internacionais, ABEPL – Associação Brasileira de Empresas e profissionais de Logística, SETRACAJO – Sindicato de transportes de Carga de Joinville, SENAI/SC, AJORPEME, Governo do Estado de Santa Catarina, Governo de Joinville, Promotur, revistas dos segmentos da Logística e Portal News COMEX.

EURO Feiras & Negócios

Av. Getúlio Vargas, 500 – Sobreloja – Joinville – SC

Fone 47 3028-0002 – E-mail: eurofeiras@eurofeiras.com.br

Assessoria de Imprensa – S & A Editoração Gráfica

Nelci Terezinha Seibel – Fone: 47 3425-4090

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