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Coletânia Amoras - Veja Abaixo…

Informações garimpadas na Internet e outras fontes que gradativamente serão identificadas…

Ressaltamos que são muitas as informações que temos sobre amoras, porém, antes da publicação estamos apurando as fontes para os devidos créditos. Assim, iniciamos essa coletânea um tanto improvisada com o propósito de responder algumas perguntas pendentes sobre “AMORA, REGULADORA DE HORMÔNIOS“, mas, em breve as alterações necessárias serão efetivadas.

Somos imensamente gratos pelas visitas e honrados na missão de servir.

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta

Amoreira Preta

Amoreira-preta
Nome Científico: Morus nigra
Família botânica: Moraceae
Origem: China
Características: A amoreira-preta, que é de interesse para a fruticultura, é uma planta de pequeno a médio porte (8-12m) de folhas caducas, inteiras ou lobuladas, serrilhadas ou dentadas, duras e codiformes; sem espinhos; as flores são monóicas ou dióicas; o fruto é um aquênio ovóide e comprido, coberto pelo cálice suculento e de coloração roxa, quase preta.

Fonte: www.vilamada.com.br/…/arvores_praca.htm

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Nomes Populares: Amoreira

Nome Científico: Morus celsa alba e Morus celsa nigra / Família Moráceas
Origem: A amoreira tipo alba é originária da China. A tipo nigra é de origem persa.
Partes usadas: Folhas, frutos, raiz e casca.

Características e Cultivo: Arvore que atinge de 2,00 (alba) a 10,00 (nigra) metros, tronco verrugoso, folhas ovaladas, lisas, verdes brilhantes, dão frutos doces, comestíveis, que amadurecem no verão. Se dá bem em regiões com muito sol, e agüenta invernos rigorosos.
Propriedades medicinais: Propriedades laxativas, expectorantes, refrescantes e emolientes.

Laxante simples: comer os frutos lavados de manhã em jejum. Bom para inflamações de garganta e da boca. Fazer bochechos e gargarejos com o suco fresco dos frutos.

Combate diabetes: infuso com 10 g de folhas em 100 ml de água.
Propriedades cosméticas: Para dermatoses, eczemas e erupções cutâneas, sob forma de cataplasmas: pegar um punhado de folhas, lavar, secar, colocar numa panelinha com duas colheres de sopa de água. Aquecer até que o líquido evapore. Pegar as folhas, estender sobre uma gaze e esmagar um pouco para que saia o líquido. Aplicar quente, mas não fervente, deixando sobre a pele até esfriar. Repetir mais duas vezes.

Uso caseiro: Árvore que atrai pássaros, especialmente beija-flores, que nidificam entre sua fronde. Cultivadas também em função de suas folhas, que alimentam bichos-da-seda.

Uso culinário: Os frutos são utilizados em xaropes, geléias, licores e tortas. Xarope: esmagar os frutos para obter suco; filtrar e pôr em fogo brando; acrescentar açúcar na proporção do dobro do peso do suco. Deixar engrossar até consistência de xarope e guardar em garrafas esterilizadas, bem fechadas.

Fonte: www.naturalnet.com.br/amoreira.html

Horóscopo Druídico:

Quaresmeira - de 21/1 a 19/2
Amoreira - de 20/2 a 20/3
Carvalho - de 21/02 a 20/04
Paineira - de 21/04 a 20/05
Ipê - de 21/5 a 20/6
Romãzeira - de 21/06 a 20/05
Coqueiro - de 22/7 a 22/8
Salgueiro - de 23/8 a 22/9
Caneleira - de 23/9 a 22/10
Manacá - de 23/10 a 21/11
Seringueira - de 22/11 a 21/12
Cedro - de 22/12 a 20/1

amoreira-gde

Amoreira - de 20/2 a 20/3

Símbolo da vida e da proteção contra todo o mal, a AMOREIRA é a árvore da energia divina. As pessoas que nascem sob sua regência têm poderes mentais e espirituais muito fortes. No entanto, nem sempre sabem o que querem, motivo pelo qual podem perder a chance de conquistar a alegria e a realização plenas. Têm personalidade doce, e ao mesmo tempo forte.

No Amor: Para a pessoa de AMOREIRA, o amor é sinônimo de doação. Ela só sabe amar assim: entregando-se por inteiro, fazendo o máximo para atender às expectativas do ser amado, realizando cada desejo do (a) parceiro (a). Mas os nativos desse signo também são extremamente sensuais e mostram-se muito criativos na hora da intimidade.

Na Profissão: Sensíveis e compreensivas, as pessoas que nascem sob o signo de AMOREIRA gostam de trabalhos que lhes permitam realizar algo de bom pelos demais. Assim, podem se identificar com a Psicologia, a Medicina, a Assistência Social, etc. Embora pouco competitivas, elas colocam tanto amor em tudo que fazem que acabam brilhando naturalmente.

Fonte: www.crendices.com.br/hps/fotos/amoreira.jpg

Amora-silvestre

amoreira-espinhos

Amoreira silvestre (silva), com amoras em estados de maturação diversos

As amoras-silvestres são o fruto (pseudobaga) de arbustos (amoreira-silvestre) do gênero Rubus, vulgarmente designados como silvas, da família das rosáceas. As plantas crescem até 3 metros. Os frutos são usados pelo ser humano para a composição de sobremesas, compotas e, por vezes, vinho. São muitos os tipos do que é vulgarmente designado como “amora” - incluindo muitas cultivares híbridas, com mais de duas espécies ancestrais. Por vezes, os termos são usados em inglês, com a terminação “berry”, já que em português existe uma certa confusão na atribuição de nome a estas espécies.

A cultivar Marionberry nasceu do cruzamento entre a amora tipo Olallieberry e o tipo Chehalem, de modo a conjugar as qualidades organolépticas dos dois tipos de fruta. A Olallieberry, por sua vez, resulta do cruzamento das amoras-framboesas com youngberry (que, por sua vez, resulta do cruzamento de amoras-pretas com amoras-silvestres).

A amoreira-silvestre é composta por longos caules curvos, com espinhos curtos, levemente encurvados e aguçados. Quando os caules tocam no chão ganham freqüentemente raízes laterais, dando origem a um novo pé de silva (reprodução assexuada), tornando-se uma espécie invasora persistente, colonizando vastas áreas por longos períodos. Tolera facilmente solos pobres, sendo uma das primeiras plantas a colonizar baldios e terrenos de construção abandonados. As suas folhas são palmadas, em trifólio (o limbo está dividido em três, ainda que se encontrem também divididas em cinco). As flores brancas ou rosadas florescem de Maio a Agosto (no hemisfério norte), dando, após a frutificação, as amoras de uma cor vermelha e, depois, negra.

A amora silvestre é designada como pseudobaga, já que é, de fato, um fruto agregado, constituído pela reunião de diversas drupas.

Drupa é um tipo de fruto carnoso, com apenas uma semente. Certos autores restringem ainda mais o termo a apenas frutos carnosos com uma semente, sendo esta aderida ao endocarpo de maneira que só pode ser separada mecanicamente. O exemplo mais famoso deste tipo de fruto, em ambos os conceitos, é o abacate.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Amoreira branca

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Nome comum: Amoreira
Nome cientifico: Morus alba, L
Família: Moraceae
Origem: China
Utilização: Ornamental, na alimentação dos bichos de seda

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Famílias: moraceae

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Amoreira Branca - Folha

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Amora Branca - Fruto
Fonte: www.vilamada.com.br/…/arvores_praca.htm

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Nome popular AMORA PRETA
Nome científico Morus alba L.
Família Moráceas
Sinonímia popular Amoreira (variedades negra e branca)
Sinonímia científica Morus nigra L.
Parte usada Folhas, frutos, raízes, cascas
Propriedades terapêuticas Laxativa, sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica
Princípios ativo Morus Alba: adenina, proteína, sais, glicose, flavonóides, cumarina, taninos; Morus nigra: adenina, glicose, asparagina, carbonato de cálcio, proteína, tanino, cumarina, flavonóides, açúcares, ácido málico, matérias albuminóides e pectínicas, pectosa.
Indicações terapêuticas Dor de dente, pressão sanguínea, tosse, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas

Informações complementares

Nomes em outros idiomas - Alemão: maulbeerbaum; Espanhol: moral; Francês: murier; inglês: mulbery tree; Italiano: gelso

Propriedades terapêuticas:
Laxativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante e diurética, antidiabético (variedade nigra), dor de dente, antiinflamatório, reduz pressão sanguínea.

Frutos: tônico, laxante
Folhas: antibacteriana, expectorante,sudorífero
Cascas: anti-reumática,reduz a pressão sanguínea, analgésica
Cascas da raiz: sedativa, diurética, expectorante
Princípios ativos: Continuação (Morus nigra): Os frutos contém vitaminas A,B1,B2,C. Os frutos maduros contém 9% de açúcares (frutose e glicose), ácido málico (em estado livre 1,86%), matérias albuminóides e pectínicas, pectosa, goma e matérias corantes com 85% de água.

Uso medicinal: São conhecidas duas variedades alba e nigra. A segunda com frutos negros e a primeira com frutos brancos. No século XVI, na Europa, se empregavam tanto os frutos como a casca e as folhas da amora negra. O fruto para as inflamações e hemorragias, a casca para as dores de dentes e as folhas para as mordidas de cobra e também como antídoto de envenenamento por acônito. Apesar da amoreira estar desaparecendo da matéria médica na Europa, a amoreira branca segue sendo muito empregada na China como remédio para tosse, resfriados seguidos de febre, dor de cabeça, garganta irritada e pressão alta. Com o conceito chinês de yin e yang, a amoreira branca é empregada para dissipar o calor do canal do fígado, que pode levar a irritação dos olhos e afetar estados de ânimo e também para refrescar o sangue. Portanto é considerada um tônico yin.

Na Europa recentemente tem-se empregado as folhas da amora negra para estimular a produção de insulina na diabetes.

Dosagem indicada: Inflamações da boca: espremer alguns punhados de amoras, ainda que não totalmente maduras,recolhendo o líquido em uma tigela. Fazer bochechos freqüentes com este suco diluído em pouca água.

Dores de dentes: Decocção: em fogo moderado, ferver 40g de raízes de amoreira em meio litro de água, até que fique reduzida à metade. Depois de morno, filtrar o líquido e empregá-lo em bochechos.

Diurético: Infusão: deixar em infusão, até amornar, um punhado de folhas secas de amoreira em um litro de água fervente. Filtrar o líquido, bebendo-o em calicezinhos durante o dia para que produza efeito diurético.

Garganta, tosse: Xarope:esmagar ao máximo algumas amoras negras e recolher o suco em um recipiente de alumínio esmaltado ou de vidro. Adicionar açúcar numa quantidade que tenha o dobro do peso do suco e colocar em fogo brando. Quando esta mistura adquirir a consistência de xarope, deixá-la esfriar e guardá-la num vidro bem fechado, conservando-o em local fresco e escuro. Para as inflamações da garganta, devem-se diluir duas colherinhas do xarope em um cálice de água morna, empregando-a em gargarejos. Em caso de tosse, dissolver uma colherinha do xarope em uma xícara de água quente e tomá-la.

Estômago (inapetência): Decocção: ferver 20g de cascas de amoreira branca em meio litro de água. Filtrar o líquido e adoçá-lo, tomando-o em calicezinhos meia hora antes das refeições.

Intestinos (prisão de ventre): Decocção (laxativa): em meio litro de água, ferver 15g de raiz e casca de amoreira, misturadas. Quando o líquido ficar morno, filtrá-lo e adoçá-lo com mel. Beber metade pela manhã, em jejum, e o restante à noite, antes de deitar. Para obter-se um laxativo de efeito mais rápido, deve-se aumentar em até o dobro a quantidade de casca e raiz, ou seja, 30g das cascas e raízes misturadas, regulando-se quantidade de acordo com as reações do organismo a este tipo de purgante. Também os frutos ingeridos frescos e temperados com um pouco de açúcar, especialmente da variedade negra, ajudam no funcionamento do intestino.

Pele (dermatoses, eczema, erupções cutâneas): Cataplasma: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira, depois de lavadas e enxugadas, em um recipiente com uma ou duas colheres de água, aquecendo-o até o líquido evaporar. Estender as folhas sobre uma gaze e esmagá-las um pouco, fazendo sair todo o líquido e aplicá-las quentes (mas não ferventes) sobre a região afetada. Quando a compressa esfriar, renová-la mais duas vezes.

Pressão sanguínea alta: Infusão: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira em meio litro de água fervente. Depois de morno, filtrar o líquido, bebê-lo em cálices no decorrer do mesmo dia em que foi preparado.

Febre: 40 a 80g de folhas por litro em infusão.

Diabetes: Infusão: utilizando as folhas, 1 xícara 4 a 6 vezes ao dia.

Contra-indicações:
Evitar consumir o fruto em caso de diarréia. Evitar administrar as folhas e raízes no caso de debilidade ou “frio” pulmonares. Em caso de dúvida deve-se recorrer ao médico.

Curiosidades:
A cultura da amora se estendeu pelo mediterrâneo junto da qual se cria o bicho-da-seda que tem suas folhas como alimento exclusivo.

Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp?f_cod=7

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Amora

Nome científico: Morus sp
Família: Moráceas
Nome comum: amora, amoreira. Não confundir com a amora-preta, que é uma planta frutífera da família das Rosáceas.
Origem: Ásia

Descrição e característica da planta: a planta que será abordada aqui é a usada principalmente na alimentação do bicho-da-seda. Trata-se de uma planta perene de rápido crescimento que pode atingir até 12 metros de altura, se mantida naturalmente sem nenhuma poda. As folhas são cordiformes, inteiras ou lobuladas, bordas serrilhadas, sem espinhos e de cor esverdeada. As flores são pequenas e de cor branco-amarelada. Os frutos são alongados de coloração esbranquiçada a esverdeada no início da sua formação e depois fica rosada e finalmente quase preta, quando maduros. O que chamamos de fruto, é um agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma massa. Normalmente, os frutos não têm sementes e quando bem maduros são doces, bem suculentos e de cor roxa. As condições favoráveis ao desenvolvimento vegetativo são: clima ameno a quente, boa disponibilidade de água e se adapta bem em qualquer tipo de solo, mas são recomendados solos profundos, férteis e ricos em matéria orgânica para melhor desenvolvimento das plantas. No período mais frio do ano, as folhas mais velhas ficam amareladas e caem. A propagação é feita através de estacas, obtidas de ramos das plantas, no período mais quente e chuvoso do ano.

Produção e produtividade: para a alimentação do bicho-da-seda, as folhas são retiradas dos ramos ou os ramos são cortados quando as plantas estão bem enfolhadas. Nessa atividade, os frutos não têm importância econômica. A frutificação ocorre no início da primavera, época da emissão de folhas novas.

Utilidade: as folhas são imprescindíveis na alimentação de lagartas do bicho-da-seda. A amoreira branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, enquanto que a preta, para consumo humano, pelo sabor mais pronunciado e mais volumoso. Os frutos maduros podem ser consumidos ao natural ou usados no preparo de sucos, sorvetes, geléias, compotas, doces, vinhos, licores, xaropes e vinagres. Os frutos maduros são ricos em água, açúcar e vitamina C.

Fonte: GloboRural

Podemos dar folhas de amoreira para os animais?
Resposta de carta exibida em agosto de 2001

Na resposta os animais tiveram ganhos de peso ao receber folhas de amoreira misturadas na alimentação, o que poderia precipitar uma conclusão de que o mesmo ocorre com seres humanos. Porém, acredito que o ganho de peso nos animais tenham sido de massa muscular e não a obesidade que tanto tememos. Ressalto que em minhas pesquisas nada tenho sobre o consumo das folhas de amoreiras na alimentação humana como salada ou suco (trituradas). Tenho algo que menciona a aplicação de emplasto (compressa).

Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta CRT 37091

Amora Preta

Nome científico: Rubus fruticosus (sinônimo: Rubus brasiliensis)
Família: Rosáceas
Nome comum: amora-preta, framboesa-negra, blackberry (inglês)
Origem: Europa, América do Norte e América do Sul
Descrição e característica da planta: a amora-preta é um arbusto, porte ereto, semi-ereto ou rasteiro, pode chegar a 2 metros de altura, caule flexível e a maioria das variedades é coberta por espinhos. As flores são brancas ou rosadas. Os frutos são levemente alongados, quase arredondados, comestíveis, inicialmente vermelhos e depois pretos, quando bem maduros. Aquilo que chamamos de fruto é um agregado de dezenas de frutos verdadeiros, denominados mini-drupa ou drupete, porque no interior de cada bolinha contém uma semente pequena. Uma característica interessante dessa planta é a necessidade de substituição total da parte aérea após as colheitas. As raízes são permanentes e delas formam as brotações que se desenvolvem, florescem e frutificam nos ramos do ano. Durante o desenvolvimento vegetativo, há necessidade de podas de limpeza, que consiste na eliminação de brotos laterais indesejáveis, ramos doentes ou fracos, pois isso favorece a frutificação e o bom desenvolvimento dos frutos. A cultura da amoreira-preta é ideal para pequenas propriedades em regiões de clima frio a ameno, principalmente pelo baixo custo de sua implantação e manutenção, manejo simples, rusticidade e pouco ou nenhum uso de defensivos agrícolas para o controle de pragas e doenças. Os frutos maduros merecem cuidados especiais porque são sensíveis ao manuseio e à luz solar direta para não afetar a sua cor preta. A longevidade da cultura pode chegar a 15 anos. Existem muitas variedades e seleções locais de amora-preta com grande variabilidade genética para várias características, como porte de plantas, presença ou ausência de espinhos, maior ou menor exigência de frio para frutificação, tamanho, firmeza e acidez dos frutos, produtividade, vigor das plantas, entre outras. Variedades:

a) sem espinho: Ébano (porte rasteiro);

b) com espinho: Brazos (porte semi-ereto), Comanche, Cherokee, Tupy, Guarani, Negrita e Caigangue (porte ereto). (Fonte: Boletim 200 do Instituto Agronômico de Campinas. Instruções Agrícolas para as principais culturas econômicas. 6ª edição. IAC, Campinas, SP. 1998. 393 p.). A propagação é feita principalmente pela retirada de brotações das raízes, ou através do enraizamento de caules herbáceos ou por mudas obtidas através de cultura de meristema em laboratório.

Produção e produtividade: os produtores tradicionais nas Américas são os Estados Unidos e o Chile. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul é o pioneiro na produção dessa fruta e o maior produtor, com cerca de 700 toneladas por ano. Os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais vem aumentando tanto na área plantada quanto na produção. Os resultados experimentais de produção de frutos, em condições favoráveis no Rio Grande do Sul, foram os seguintes: 1º ano - 2,5 toneladas de frutos por hectare; 2º ano - 5 t. por hectare; 3º ano - 12 a 15 t. por hectare.

Utilidade: o fruto pode ser consumido ao natural e usado no preparo de doces, geléias, conservas, sucos, polpas, sorvetes, iogurtes, tortas, bolos e outros. A fruta é altamente nutritiva, pois contêm 85% de água, 10% de carboidratos e elevados teores de vitaminas A e B, potássio e cálcio. (40 miligramas de cálcio e 245 mg de potássio por 100 gramas de fruta).

Fonte: GloboRural

Chá de amora miúra 15.06.2008

Notícia enviada por Carlos Dorneles e Francisco Maffezoli Júnior

Os desbravadores colonos japoneses investem na produção de um chá com fama de milagroso.

A comunidade de origem japonesa na região de Juazeiro e Petrolina tem pouco mais de 700 pessoas, quase todas envolvidas com agricultura; é onde os japoneses e seus descendentes mais gostam de mostrar a sua capacidade de inovar e arriscar.

A uva e a manga dividem quase que totalmente a produção agrícola dos japoneses que vivem na região de Juazeiro e Petrolina. Para as outras atividades, sobram pouco mais de 10%. Mas colono japonês adora um desafio agrícola, e nós fomos em busca dos novos desbravadores.

Seu Mamoru Yamamoto é um deles. Seus pais vieram para o Brasil em 1925; ele nasceu em Birigüi, interior de São Paulo, e veio para Nordeste há quase 30 anos. Seu Yamamoto já trabalhou multo na vida - foi um dos maiores produtores de uva do Nordeste - e continua trabalhando muito, agora numa atividade inédita na região e rara no Brasil.

Mal a nossa equipe de reportagem senta para conversar, ele começa um ritual obrigatório para todos os que chegam na sua propriedade: mostra uma coleção de documentos. Mais adiante, nós vamos contar do que se trata a papelada.

Seu Yamamoto é hoje um dos únicos produtores do Brasil que plantam amoreiras não para tirar o fruto ou alimentar o bicho-da-seda com as folhas da árvores, mas para produzir o chá de amora miúra - uma variedade que, ele garante, faz milagres para a saúde.

A folha da amora miúra e famosa por ser muito nutritiva. Por isso, é ela que alimenta o bicho-da-seda no seu inicio de vida. “É como se fosse a amamentação para a criança. Na primeira etapa, o bicho-da-seda tem que comer essa variedade”, explica o agricultor.

A produção de chá já chega a 40 toneladas por ano - muito maior do que ele teria se plantasse em regiões mais ao sul, com inverno mais rigoroso. “Aqui no Nordeste, como o clima é quente e seco, acho que aqui concentra mais nutrientes. A gente se beneficia porque nos estados de São Paulo e Paraná não se produz amora de abril a setembro; aqui, produz o ano inteiro”, compara seu Yamamoto.

Mas depois de muitas horas conversando sobre chá e andando pela plantação, nós ainda não tínhamos visto uma amora sequer na propriedade. “A amora aqui não é aproveitada, porque ela é multo pequena”, justifica. A fruta e tão desconsiderada, que seu Yamamoto nem sabe onde é que tem.

Depois de muito procurar, seu Yamamoto acha uma amora para nos mostrar. De longe, ela parece uma florzinha; como ele não usa agrotóxico, pode-se comer direto do pé. A fruta é multo gostosa, mas só quem sabe disso são os moradores e funcionários da fazenda. Seu Yamamoto não te planos de produzir a fruta para vender: “Só se um dia compensar economicamente”.

Propriedades do chá
Por enquanto, tudo esta voltado para o chá. Seu Yamamoto sonha em exportá-lo para o Japão, onde a bebida e mais conhecida - e esse um bom momento para a gente revelar o que tem, afinal, naqueles documentos tão importantes que ele nos mostrou quando chegamos: é o relatório final de um estudo feito pelo ministério da Saúde do Japão, com resultados impressionantes.

Pesquisas feitas com ratos mostraram que o chá de amora miúra melhora o funcionamento do fígado e dos rins, diminui a pressão arterial e a taxa de glicemia. Foi eficiente até na prevenção do câncer.

O chá tão poderoso e feito como qualquer chá comum: seu Yamamoto coloca as folhas na água ainda fria, deixa ferver por uns 10 minutos, coa e pronto. Ele toma o chá o dia todo, como se fosse água. O sabor é muito suave, não desagrada a ninguém.

Mas de fraquinho o chá só tem o gosto, segundo seu Yamamoto. Ele quer de qualquer jeito que a gente conheça um funcionário da propriedade, seu Sebastião dos Santos, que resolveu tomar o chá porque tinha vários problemas de saúde. “Resolveu, graças a Deus. Eu era muito gordo, tinha quase 100 quilos”, conta ele, hoje magro. “Eu tinha multo cansaço, ia trabalhar e ficava cansado. Hoje, eu trabalho o dia inteiro e não sinto mais nada”, garante.

Mas é o próprio seu Yamamoto o maior garoto-propaganda do chá: aos 75 anos, nenhum obstáculo no caminho chega a ser um problema. Ele adora mostrar que esta em forma. As mudanças na vida dele já fazem parte de uma extensa lista: “Por exemplo, eu tinha manchas pretas do tamanho de moedas de 10 centavos. Com três anos tomando chá, praticamente desapareceram”, ele diz. “Se você usa um cosmético, em geral, ele trata a superfície; esse chá, não, ele começa a limpar a camada inferior”.

E não pára por ai: seu Yamamato guardou o grande trunfo para o final: ele garante que o chá faz nascer cabelo. Na foto da carteira de motorista, de três anos atrás, ele está bem mais careca - e jura que não fez implante nenhum.

Para quem quer chegar aos 100 anos, seu Yamamoto sem dúvida esta no bom caminho, todo serelepe, ignorando solenemente o calor do sertão

Fonte: Conteúdo da matéria (vídeo) do Globo Rural



As características da “amora miúra” do vídeo nessa matéria são as mesma da “amora branca” que apresentamos nessa coletânea/Egídio.

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Chá de Amora Miúra