Som e Saúde


IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

Técnicas de Meditação do Filme “O Segredo II”

Muitas são as técnicas de meditação, porém se faz necessário a prática disciplinada com persistência até que se alcance um patamar mais elevado de consciência…

Aqui disponibilizamos uma das tantas técnicas para que você possa praticar e colher os benefícios dessa essencial alimentaçao da alma.

Abraços, paz e bênção
Egídio Garcia Coelho

Parte I:

Parte II:

Parte III:

Parte IV:

Parte V

Parte VI:


IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Reação do Corpo ao Som
O “arrastamento” é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o “arrastamento” pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. “Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal”.
“Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único”.

Relax a Nível Celular
“O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo”.
O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro “banho de saúde”. Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. “Spectrum Suíte” foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.
Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.
Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser… você pensa que está ficando calmo, a sua mente “mente” para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.
O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.
Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Outros Testes
Como foi testada a resposta fisiológica à música?
Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (resposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.
O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

A Mente
Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE.
É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

Viver Sadio num Meio Estressante
“Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo”.
“Está na hora de você se sintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado”.

Medicina e Som
O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.
“A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente”. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.
Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SISTEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!
Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus “canos” dão problemas… Existe a”Oficina de consertos” que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações.
A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao “recipiente” alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.
Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:”Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações”.

Neste sistema… é que entra o SOM.
No Centro de Medicina “Upstate de Syracuse N. Y.” trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: “A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura”.
O Dr. Becker demonstrou também “que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados”.

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que “campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas”.
Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.
Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que “a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a “informação” para as células e influenciar sua aparência”.

Conclusão:

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

As Células Nervosas
Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.
“Cancerosos emitem uma radiação de quase 2000 unidades a menos do que as pessoas saudáveis e começam a apresentar este baixo nível de radiação muito antes de surgirem os sintomas da sua doença”. Dr. André Simoneton, engenheiro francês e pesquisador.
O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. “Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos doentes e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos”.

“O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas”. Dr. John Knowles.
Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a “dieta saudável do som” do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A Melanina - fator de importância
A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, na opinião do Dr. Franck Barr, médico californiano, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).
“A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente”. Dr. Franck Barr.
Ao que parece, a melanina mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: “É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa”. Dr. F. Barr.
A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.
Como a melanina converte energia de luz em som e vice-versa, há consistência em dizer-se que “oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor/som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura de muitos males”.

Vibrações Sonoras
Todos nós somos “transformadores vibratórios”! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.
A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os “padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular”.

Citações
“Bioquímicos, astrofísicos e antigos yogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias”.
“Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação”. Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.
“As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas”. Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.
As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. Já falamos sobre este assunto quando citamos a “ginástica da saúde” chinesa: Liangong.

A Areia moldada pelo Som
O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.
Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino. (Em outro local deste site, mostramos a ação dos nossos sentimentos e pensamentos emitidos em gotas d’água).

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc.
O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados “criam” as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores. (Vide neste site: Tanatologia: uma experiência de quase morte)
Uma imagem poética criada pelos dois médicos citados com FONTE da nossa pesquisa - “Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível”.
Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?
Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: “a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana”.
Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

Ondas Estacionárias

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O “coração” do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia.
“O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível”. Blair.
A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma “onda estacionária”. As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. “O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias”
A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

As Aranhas Musicais
James Bogh descreve em seu livro “Arachne Risig” que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.
Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. Como o consegue? A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela “puxada” da teia.
Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.
“Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária”. Itzhak Bentov.

O Corpo humano
O nosso corpo também vibra, Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.
Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema.
Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.
Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: “Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último”.
Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através da meditação, biofeedback e músicas apropriadas para meditação ou repouso.

O Diapasão / Vibração simpática
Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão “ressoou” respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.
Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: “Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental”.
Toda a matéria física produz tons” agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.
A ressonância ou vibração simpática depende somente do “tom”, desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..
Por estas razões é que nos tornamos em “discos de Chaladni” diante dos sons “silenciosos” das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.
A “Sience News” noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

“Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os “bio-efeitos” da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta.”

“Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo” é mais do que uma imagem poética.
Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

“O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um “tom muscular”.

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração”. Dr. Manners.

Um processo holístico
“A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO”.

“Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal”. Steven Halpern.

Ultra Som
Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. daUniversidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato de câncer ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

“Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras”. Relatório de um hospital de Londres.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=36


Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda


“Chorar” é uma experiência humana sonora holística”.
A psique é a palavra grega para designar a alma e a alma se expressa sonoramente através do choro e do riso. Para os povos primitivos e nas culturas de hoje, menos dominadas pelas tecnologias, o povo organiza os seus rituais chorando, cantando, tocando instrumentos e dançando. Para eles o SOM e o ESPÍRITO são uma coisa só, você liberta o seu espírito usando o som.
No Candomblé, o bater dos três tambores sagrados: RUM, RUMPI e LÉ é o que comanda o terreiro. Através das diferentes batidas eles chamam os Orixás, que não representam jamais o “espírito” de seres humanos já falecidos e sim os “espíritos- essência” da própria natureza: terra, água, ar e fogo.
Existe uma diferença entre cantar e falar. O cantar enfatiza o uso das vogais, os chamados sons puros das vogais que estão ligados s curas e ao espiritual: AUM, AMÉN, ALELUIA, ALLAH, em todo o mundo existem estas conotações. O falar acentua o uso das consoantes.
Segundo a tradição sufi o “Ah” significa unidade ou unificação, irradia o dourado e abre o coração.
O “Uh” irradia a cor azul, associada água e com a nossa garganta. O “I” associa-se ao ar e mente. O “umm”, som do murmúrio com a boca fechada, tem as cores do arco-íris e é associado com o topo da cabeça.
Os sufis foram os que mais estudaram os sons curativos e acreditavam que certos sons e músicas afetam, diretamente, o nosso sistema endócrino.

O gemido do espírito
Quem já fez um RPG perfeito deve se lembrar de que o fisioterapeuta lhe pedia que gemesse, nas situações dolorosas. O gemido é uma das outras expressões do espírito do ser humano. O gemido já foi empregado como forma de oração, como os gemidos dos israelitas presos no Egito e que comoveram Deus. E o que falar sobre o famoso Muro da Lamentações, onde os israelitas gemem até hoje?

Tonalizações
Jesus gemeu ao curar o surdo de Sidon: “Ephphatha” (que se abra) gemeu Ele, e curou o homem da sua surdez. Na tonalização, o gemido é usado antes de se executar as tonalizações (explicado em outros textos) e a voz deve elevar-se e abaixar-se até se encontrar um som que se mostre confortável para nós. É preciso manter este som durante dez minutos e continuar a emiti-lo até que um “suspiro” involuntário nos mostre que o nosso corpo já está satisfeito e purificado. Estes procedimentos focalizam as nossas “Energias Espirituais”.
“Sua vida merece ser cantada. Acrescentaríamos: e gemida”!

Som e Meditação

“Para compreender Deus”
O sufismo tem um grande mestre: Hazrat Inayat Khan. Ele escreveu: “O emprego da música para obtenção de algo espiritual e para a cura da alma, era comum nos tempos antigos”.
Como ouvir a música de meditação: coloque-se na posição desejada e relaxe o corpo, a mente e o espírito. Sinta-se diante do seu espírito e de Deus. Convença-se de que está realizando um ato sagrado e agradeça o bem estar que irá lhe advir com a meditação.
Entregue-se música, torne-se a música. Quando a música terminar, mantenha-se quieto por instantes saboreando o que conseguiu obter.

Meditação e Cor
As cores são VIBRAÇÕES, lembre-se disto. “Se pusermos cores em linguagem musical a harmonia da cor será cercada de 40 oitavas acima da harmonia do som audível”.
Vibrações de 1000 ciclos por segundo são ouvidas facilmente.
2000 ciclos = 1 oitava acima
4000 ciclos = 2 oitavas
Hipótese: se o teclado do piano tivesse mais do que as suas 7 oitavas, por exemplo: 35 a 50 oitavas mais altas, as teclas na extremidade mais alta produziriam cores e não sons audíveis quando tocadas.
Meditar na luz, cor e som é um método de impacto extraordinário.

Procedimento
Coluna reta e posição confortável (pode deitar-se também com os pés votados para o som). Concentre-se nos chakras, os vórtices de energia que possuímos no nosso corpo. Coloque a música escolhida.

1º chakra - concentre-se na cor vermelha, situando-a na região pouco acima dos órgãos sexuais. 5 minutos.

2º chakra - concentre-se na cor laranja, situando-a abaixo do umbigo. 5 minutos.

3º chakra - cor amarela, concentre-se no plexo (acima do umbigo, região do estômago). 5 minutos.

4º chakra - região do coração - cor verde. 5 minutos.

5º chakra - região da garganta - azul - 5 minutos.

6º chakra - acima do nariz, na região entre as sobrancelhas - índigo - 5 minutos.

7º chakra - topo da cabeça (moleira) - violeta - 5 minutos.

Visualize as cores indicadas em cada item e as mantenha.

Meditação com a música Spectrum Suíte
A música perfeita para esta meditação - autor: Dr. Steven Halper Ph.D

A música possui sete seleções a seguir:
No 1º chakra - a nota tônica é o DÓ - Ouça e sinta a música nesta área e colora o chakra de vermelho, cor da vida.

No 2º chakra - cor laranja, transmite a energia da auto afirmação e a vitalidade . Nota RÉ.

No 3º chakra - Plexo solar - nota MI - cor amarela energia da coragem, do perdão e auto perdão.

No 4º chakra - coração - cor verde, nota FA, amor incondicional para você e para os outros.

No 5º chakra - cor azul celeste - tônica SOL. Em volta da garganta, energias da força de vontade.

No 6º chakra - nota tônica LA. Centro da testa e cor azul escuro - energia da sabedoria.

No 7º chakra - Nota SI. Topo da cabeça e cor violeta. Energia da Percepção divina.

Você ouviu claramente, em razão das pausas, a mudança dos chakras e das tônicas musicais. Esta música equilibra o seu organismo por dentro (órgãos, ossos, nervos, etc) e por fora: é um banho de energias polivalentes. Você poderá escuta-la deitado e na posição “de sola”, como chamou o Dr. Steven Halpern: deite-se com os pés virados para a caixa de som, os joelhos meio dobrados (almofada em baixo), toalha dobrada sob a nuca.

Uma outra variação de meditação - Meditação Centralizante - foi gravada também, com a voz do Dr. Louis Savary Ph.D, com os sete pedidos da “Oração do Senhor”.

Se quiser ficar em silêncio ouvindo a música, relaxadamente, receberá grandes benefícios, paz, tranqüilidade, sono tranqüilo e vitalidade… e mesmo alguns “insights”.
“O silêncio é o grande revelador”. Lao Tsu.

Músicas arquetipicamente poderosas que operam na alma:

Missa Solene de Beethoven
Poema do Êxtase de Secriabin
Grande Missa de Bruckner
Missa em Si Menor de Bach
A Oitava Sinfonia de Mahler
O Réquiem de Faurè
Morte e Transfiguração de Strauss
Cânon em Re de Pachelbel
Réquiem de Mozart
Ária da 4ª corda de Bach - A música perfeita, que Bach ouviu, segundo ele: no algures.

Liangong e os Sons dos Nossos Órgãos

CORAÇÃO
Víscera: intestino delgado
Som: HAWWWWWW
Emoções negativas: impaciência, arrogância, crueldade, violência, ansiedade
Emoções positivas: alegria, honra, sinceridade, criatividade, entusiasmo, luz, espírito.
Cor: vermelho
Elemento: fogo
Estação: verão
Fator clima: calor
Sabor: amargo
Extremidade: língua
Tecido: vascular

RINS
Víscera: bexiga
Som: WOOOOOOOOOO (soprando uma vela)
Emoções negativas: medo
Emoções positivas: atenção, firmeza, coragem
Cor: preto
Elemento: água
Estação: inverno
Fator clima: frio
Sabor: salgado
Extremidade: ouvidos
Tecido: osso

FÍGADO
Víscera: vesícula biliar
Som: SHHHHH (pedindo silêncio)
Emoções negativas: agressão, raiva
Emoções positivas: bondade, expansividade, individualidade
Cor: verde
Elemento: madeira
Estação: primavera
Fator clima: vento
Sabor: azedo - ácido
Extremidade: olhos
Tecido: tendão

BAÇO/ESTÔMAGO
Víscera: estômago
Som: WHOOOOOOO
Emoções negativas: preocupação, piedade, compadecimento
Emoções positivas: justiça, compaixão, musicalidade, eixo
Cor: amarelo
Elemento: terra
Estação: fim de verão
Fator clima: úmido
Sabor: neutro
Extremidade: boca
Tecido: músculo

PULMÃO
Víscera: intestino grosso
Som: SSSSSSSSSSSS
Emoções negativas: tristeza, mágoa, pesar
Emoções positivas: confiança, correto, perdão
Cor: branca
Elemento: metal
Estação: outono
Fator clima: seco
Sabor: picante, pungente
Extremidade: nariz
Tecido: pele e pelos

TRIPLO AQUECEDOR
Som: SHEEEEEEEEE
O triplo aquecedor consiste-se em três centros de energia do corpo. O NÌVEL SUPERIOR é quente e abrange cérebro, coração e pulmão. O NÍVEL MÉDIO é morno e abrange fígado, rins, estômago, pâncreas e baço. O NÍVEL INFERIOR é frio e abrange intestino grosso, intestino delgado, órgãos sexuais. Não há cor elemento, estação e sabor associados.

FONTES:
- Som/Saúde - autores: Dr. Steven Halpern Ph.D e Dr. Louis Savary Ph.D
Editor:Tekbox Produtos de Alta Tecnologia Ltda
- Várias outras fontes e o Centro de Medicina Chinesa.

Por: Lígia Amorese Gallo.
Como humanos, temos sérias limitações físicas envolvendo nossos sentidos. Não vemos além de certa faixa de espectro luminoso, não ouvimos a partir de determinados tons, simplesmente nosso aparelho sensorial foi projetado para servir a uma mente habilidosa que vem se demonstrando apta a driblar tais deficiências a partir de outras capacidades natas apenas ao nosso gênero. Mesmo assim, a curiosidade quanto a como a natureza seria caso ouvíssemos além de nossa capacidade auditiva, ou víssemos mais cores além das do espectro visível, existe… e por vezes lança-nos na pesquisa e desenvolvimento de utensílios que nos permitam burlar e extrapolar tais limites.
Fato: ondas sonoras infra-sônicas propagam-se a longas distâncias… um grito infra-sônico seria suficiente para avisar a mãe que se está chegando para o almoço ainda a caminho de casa, em outra cidade… bem, não vamos exagerar mas o caso é que elefantes fazem isso muito bem. A telepatia que lhes era atribuída há muitos anos como um meio de comunicação entre as manadas distando quilômetros de distância umas das outras, só foi explicada quando se percebeu que eles eram aptos a produzirem sons inaudíveis por nós mas que foram por fim gravados e classificados como infra-sônicos. Estava explicado um mistério que, sem querer, aponta para uma direção até então não cogitada. O que era tomado simplesmente por “telepatia” de tais paquidermes trata-se unicamente de eventos que fogem nossa percepção hodierna por simples incapacidade nossa de escutarmos além de uma pequena faixa de freqüência de ondas sonoras. “Baleias cantoras” também fazem uso de pulsos infra-sônicos para comunicação com outras da mesma espécie… e numa extensa rede infra-sônica, habitantes submersos dos vastos oceanos do mundo comunicam-se livremente.
Burlando e extrapolando limites, nós humanos caminhamos em busca de explicações para os fenômenos que nos acometem. É da nossa natureza questionar e buscar meios para satisfazer nossa curiosidade. Assim através de estudos envolvendo tais fenômenos alcançamos um sem número de outras questões a nos impulsionar a outros patamares. É assim que nessa condição atual de entendimento fazemos perguntas cada vez mais embasadas rumo s respostas mais convincentes. Afinal o que é a tão propalada Percepção Extrasensorial? Como o nome diz é a percepção de algo que está além do que pode ser sentido e codificado pelos nossos cinco sentidos básicos. Lembremos com base no enunciado acima, que nossos sentidos estão sujeitos s limitações auto-impostas pela evolução a fim de que pudéssemos dar continuidade a este mesmo processo evolutivo. Somos fruto de uma longa corrente de tentativa e erro da natureza que desembocou na nossa atual compleição.
É da nossa natureza prática esquivarmo-nos de tudo o que não possa ser explicado de forma racional. Contudo da mesma forma, abrimos um leque de interpretações com base na mesma razão a fim de especularmos a natureza daquilo que está além do que possa ser sentido… Esta é a origem do misticismo. Sem entrar nos meandros de tal “disciplina”, o misticismo vem ao encontro da nossa necessidade de respostas s perguntas que fogem da natureza do que pode ser percebido pelos cinco sentidos. Mal visto, vem perdendo seu número de seguidores ao ser confrontado pela ciência e pela experimentação. Contudo, os fenômenos envolvidos no que chamamos de “caminhos mágicos” de entendimento acontecem… mesmo que não se possa explicá-los convenientemente.
Desta feita, se algo acontece e ainda assim não se tem respostas, alguma coisa está errada. Talvez, por arrogância, não aceitemos o fato de simplesmente não estarmos sabendo formular as perguntas certas, nem talvez procurar as provas nos lugares certos. Há que se buscar respostas com bases nas perguntas certas. Muito bem, se há freqüências no espectro luminoso e sonoro que não são captáveis por nossos sentidos, isso não implica em dizer que tais faixas de espectro deixam de existir. Mesmo sem ver nem ouvir, somos continuamente bombardeados por tais freqüências além de nossa capacidade de distinção. Por conseguinte, de alguma forma elas podem ser pressentidas por nós, ainda que de maneira tão sutil que mal nos damos conta das mesmas… assim seria o caso de muitos dos eventos envolvendo PES (Percepção Extra-sensorial) estarem somente ligados a tal percepção de faixas de espectro além da normalidade…
Deixando de lado a captação de luz por nossas retinas, um estudo mais aprofundado com relação ao som e sua influência sobre nossos corpos se faz necessária. O som é algo mais palpável por assim dizer que a luz, visto que provoca alterações mais sensíveis em nossos corpos que o que é meramente visível. Numa escala de sutileza, os sons aliados ao contato com outros seres e substâncias, estão muito vinculados nossa natureza física. Eles fazem nossos corpos vibrarem com maior ou menor intensidade e é justamente nessa forma de ser percebido que eu vou adentrar.
A Natureza do Som
O som é uma vibração que é passada de um ponto ao outro através de átomos em um mesmo meio, ou de um meio ao outro. Quando produzimos um som em um violão, na realidade estamos apenas aplicando um efeito vibratório nas cordas distendidas através do toque de nossos dedos. O resultado que se ouve é o da corda vibrando e tal vibração ao cortar o ar circundante e ser transmitida s moléculas desse ar, atinge nossos ouvidos e é percebida como um tom sonoro. O interessante é que mesmo que não dispuséssemos de ouvidos aptos a ouvir, a vibração ainda assim seria perceptível na caixa do próprio violão, uma vez que esta também é composta por átomos e estes recebem a vibração da mesma forma, sendo o som, portanto, perceptível por nós através do contato com a mesma. Imaginemos então o que se passa com sons inaudíveis. Nossos ouvidos não os percebem diretamente mas da mesma forma que o corpo do violão, nossos corpos são feitos de átomos passíveis de serem estimulados pelas vibrações e estas “ressoam” em nossos órgãos.
A pergunta chave é: qual o efeito desse “ressoar” inaudível? Infra e ultra sons estão freqüentemente cruzando nossos caminhos: o cricrilar dos grilos noite oferece um bom exemplo de borderline sonoro uma vez que captamos apenas a parte audível de seqüências de cri-cris que extrapolam nossa acuidade auditiva. Quando ouvimos o morcego emitindo seus guinchos, da mesma forma apenas ouvimos uma parte mínima do som que foi realmente emitido na forma ultra-sônica. E os infra-sons? Os sons “surdos”, aqueles que apenas fazem vibrar nossas caixas torácicas ainda que não sejamos capazes de distingui-los, invadem nosso sistema físico a todo momento. O oceano de magma sob nossos pés é uma fonte de tais sons, assim como o movimento constante da Terra, explosões, batidas de tambores, tons graves num órgão de igreja, as batidas de nosso coração, terremotos…
Mas bem… e quais seriam os efeitos de tais vibrações percebidas de forma indireta? Não são audíveis, portanto não há limites de suportabilidade de tais sons que sejam perceptíveis em termos de sentidos mas… o que aconteceria caso fôssemos expostos a este tipo de som por um tempo suficientemente longo e numa freqüência perceptível como uma vibração poderosa em nossos corpos?
A pesquisa mais documentada sobre os efeitos dos infra-sons no corpo humano foram levadas a cabo pela NASA, nos idos anos 60, época da corrida espacial. Estudou-se os efeitos que o barulho dos foguetes poderia produzir nos corpos dos astronautas, especialmente durante o lançamento e seus testes confirmaram que a certo volume, os infra-sons causavam várias reações fisiológicas. De acordo com os resultados divulgados pelo pesquisador GH Mohr, uma pessoa exposta a freqüências entre 0 e 100 Hz aos 150-155 dB percebe vibrações na caixa torácica, mudanças no ritmo respiratório, sensação de náusea, dor de cabeça, alterações visuais, tosse e fadiga. Pesquisas subsequentes determinaram que a freqüência em que ocorrem alterações visuais, em conseqüência da vibração do globo ocular, é da ordem de 19 Hz.
Os efeitos dessa freqüência específica foram confirmados ainda pelo engenheiro Vic Tandy, em sua tentativa bem sucedida de desmistificar a “assombração” que perturbava a paz de seu laboratório na cidade inglesa de Coventry. As aparições do “fantasma” eram marcadas pela sensação de desconforto e vislumbres de uma vaga silhueta acinzentada… Quando foi determinado o ponto em que tais aparições aconteciam, Tandy percebeu que correspondia ao local onde havia sido instalado um novo exaustor que, após medições, percebeu-se vibrar na freqüência dos 18,9 Hz… Esse evento fez com que o engenheiro vislumbrasse a possibilidade de pesquisar outros locais “assombrados” a fim de detectar a freqüência dos 19 Hz, a que provoca alterações visuais pela vibração do globo ocular. Acredita ele que outras sensações como arrepios na nuca e a de mudanças na temperatura ambiente podem estar associadas ao efeito dessa freqüência específica no corpo humano.
Ah… uma luz ao fim do túnel… então é isso! Fenômenos que a ciência não admite como realidade, a famigerada PES – Percepção Extra-sensorial pode acontecer apenas pelo contato com freqüências abaixo de nossa capacidade auditiva. Estaríamos portanto mercê desses efeitos quando freqüentando um terreiro de Umbanda por exemplo? Bastam medições… atabaques e surdos em batidas feéricas a fim de produzir sons que estimulam o transe e a perda dos sentidos, a “alegria do terreiro”! E os mantrans orientais? Sons nasais, OM contínuo… numa freqüência baixa, fazendo nosso interior tremer, a vibração primeva do cosmo… Parece que uma chave para a compreensão do que se passa além dos 5 sentidos básicos foi achada. Assim, não adianta negar que fenômenos que fogem do hodierno ocorrem. Não adianta fechar-se para o desconhecido na esperança de que nada de paranormal ocorra. Há a necessidade sim de estudos sérios que busquem respostas s questões… e acima de tudo, o respeito para com aqueles que experimentam tais fenômenos. Afinal, ninguém está isento de tomar contato com freqüências infra-sônicas e experimentar os arrepios na espinha e visões fantasmagóricas…
“Ora direis ouvir estrelas”… e até mesmo elas são audíveis. Os radio-telescópios que captam o som de suas entranhas continuamente dão mostras de que o Universo é uma grande sinfonia e já não somos surdos s harmonias celestes… E o místico em suas evocações mântricas já não pode ser tomado por apenas um lunático quando alega tomar contato com outras dimensões… O fato é que estamos imersos num oceano de vibrações e a mente humana avança a descobrir que o verbo se fez carne, ou, pelo menos, que a carne sofre os efeitos do verbo… por volta dos 19 Hz.

Lígia Amorese Gallo.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/materias.asp?cod=121

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Meditação não é o que você pensa…

Pare de pensar tanto!
Viva um momento de cada vez. Melhore sua saúde. Conheça a si mesmo. Isso também é meditação. Agora veja como praticá-la no dia-a-dia.

Por: Yuri Vasconcelos

Quando se fala em meditação, a gente logo pensa em alguém sentado de pernas cruzadas sobre uma almofada no chão, com a coluna ereta, as mãos apoiadas sobre os joelhos, os olhos cerrados, a boca levemente aberta e um silêncio sepulcral dominando o ambiente. De fato, essa é uma maneira clássica de meditar, mas não a única. Existem várias técnicas para mergulhar nesse estado de introspeção. Dá para meditar de olhos abertos, ouvindo música, andando ou durante tarefas cotidianas como passar a roupa, cozinhar e tomar banho. Sim, porque meditação não é uma ação, e sim um estado de espírito. “Meditação é a qualidade de estar consciente e alerta. O que quer que você faça com consciência é meditação. A ação não é a questão, mas a qualidade que você traz para a ação”, afirma em um de seus livros o líder espiritual indiano Mohan Chandra Rajneesh, também chamado de Osho, que morreu em 1990. Ou seja, o que importa é estar focado naquilo que se está fazendo. “Para colher os benefícios da meditação, não precisamos nos isolar do mundo, mas, pelo contrário, incorporar a prática meditativa ao nosso cotidiano”, diz o médico Jou Eel Jia, presidente da Sociedade Brasileira de Meditação Médica.

O segredo está em prestar atenção em cada momento do presente. Parece simples, e é. Mas exige uma mudança de postura perante a vida. Uma mudança sutil, porém fundamental. Afinal, fomos ensinados que, para resolver os problemas cotidianos, é preciso pensar e se preocupar com eles. O resultado disso é que passamos a maior parte do dia, senão o dia todo, com a atenção dispersa no passado (o desentendimento com a colega de trabalho, a seção de ginástica perdida) ou no futuro (o projeto que precisa ser entregue amanhã, a viagem do próximo feriado). Pouco a pouco, esses pensamentos recorrentes vão acumulando uma carga nociva de angústia pelo que aconteceu e ansiedade pelo que vai acontecer.

Meditar é adotar a atitude contrária. É concentrar-se no presente, tornar conscientes os gestos automáticos mais banais. Ao tomar banho, por exemplo, atente para o que está fazendo em vez de lavar-se automaticamente enquanto pensa na lista de compras do supermercado. Note o cheiro do sabonete, a temperatura e o som da água. Quando for se sentar, no trabalho ou à mesa de jantar, preste atenção na postura, na posição de suas pernas e na sensação na coluna. Na fila do elevador, note como estão dispostos os ombros, o abdômen e os pés. Deixe para se aborrecer com o serviço atrasado quando chegar a sua mesa de trabalho. Em outras palavras, a recomendação dos mestres da meditação se parece com um bom conselho, daqueles que só uma avozinha querida seria capaz de dar: “Pare de pensar e de se preocupar e viva um momento de cada vez”. Reconfortante, não?

Corpo, mente e espírito

A idéia é essa: confortar, acalmar a mente e trazer paz ao espírito. Resumindo: aumentar o bem-estar. “Ao meditar, a pessoa cultiva estados da mente que levam à paz e ao bem-estar”, diz Ken O’Donnell, coordenador para a América Latina da Brahma Kumaris, universidade espiritual de origem indiana que hoje tem mais de 4 mil centros no mundo. Mas não é só isso. Os especialistas dizem que, ao meditar, é possível experimentar uma sensação de unidade com o cosmo que é nossa verdadeira essência, nosso ser real. “As pessoas meditam, fundamentalmente, por três razões: conhecer a si mesmas, ampliar a percepção da realidade e viver no espaço do sagrado e atingir uma comunhão com o divino”, diz Lia Diskin, da Associação Palas Athena, de São Paulo, que organiza cursos de meditação.Essas promessas já seriam suficientes para fechar os olhos e entoar um mantra, mas ainda tem mais. Meditar faz bem à saúde, dizem os mais respeitados cientistas e médicos dos melhores centros de estudos do mundo. Eles ainda não sabem por quê, mas a lista de benefícios comprovados não pára de crescer (leia quadro na página ao lado).

Não é de espantar, portanto, que haja tanta gente meditando. Só nos Estados Unidos, pelo menos 10 milhões de pessoas meditam regularmente, o dobro de uma década atrás. Lá, a prática está sendo incorporada ao cotidiano em escolas, empresas, hospitais, repartições públicas e escritórios de advocacia. Nas penitenciárias americanas, a meditação é usada para recuperar os detentos e tem conseguido evitar que muitos voltem ao crime depois de libertados (como há tempo de sobra, as sessões duram horas). No Brasil, não existem estatísticas que apontem quantos são os praticantes, mas acredita-se que o número cresce ano a ano.

Toda hora é hora

Mas em que momentos do dia-a-dia é possível meditar? Em tese, todos. Na verdade, os grandes gurus meditam ininterruptamente, ou seja, passam todos os momentos atentos ao presente, a cada momento. Para a maior parte das pessoas, porém, que não atingiu esse estado de atenção, convém exercitar a concentração. Veja a seguir algumas dicas de como aproveitar o cotidiano para treinar. Antes de mais nada, um lembrete importante: reserve um tempo para cada atividade. É impossível concentrar-se em uma ação se você ficar pensando que já está na hora de fazer a próxima.Os vários minutos gastos no trânsito, por exemplo, podem ser aproveitados para meditar, segundo o médico acupunturista Jou Eel Jia. “Observe sua respiração ou entoe um mantra (não se assuste com o nome. Mantra pode ser qualquer som que ajude a concentrar). Isso vai ajudar a enfrentar os congestionamentos e trará um grande bem-estar físico e emocional.” Segundo Jou, não tem perigo de bater o carro.

E por que não meditar caminhando? A terapeuta holística Veena Mukti diz que é possível fazer isso no caminho para o mercado ou na academia. “Quando estiver correndo ou caminhando na esteira, por exemplo, desligue-se da televisão que está ali na frente. Fixe o olhar em um ponto qualquer à sua frente e sinta a sua respiração. Ao mesmo tempo, observe cada movimento do seu corpo. Concentre-se no movimento de seus braços, de suas pernas, do seu pé. Tente manter a mente livre dos pensamentos e, quando eles vierem, simplesmente volte sua atenção à atividade que está fazendo”, diz ela.

Também é possível meditar enquanto andamos no parque, no caminho para a padaria ou subindo e descendo escadas. O monge budista Thich Nhât Hanh, autor do livro Meditação Andando (Editora Vozes), criou uma técnica baseada na observação da respiração e das passadas. “Ao caminhar, mantenha um leve sorriso nos lábios e pratique a respiração consciente contando os passos”, diz ele. “Observe cada respiração e o número de passos que dá ao inspirar e ao expirar. Se der três passos durante uma inspiração, diga baixinho ‘um, dois, três’, ou ‘dentro, dentro, dentro’, uma palavra a cada passo. Se der três passos enquanto expira, diga ‘fora, fora, fora’ a cada passo.” Segundo o religioso, “quando estamos conscientes, intensamente em contato com o momento atual, aprofunda-se nossa compreensão do que está acontecendo e começamos a ser preenchidos de aceitação, alegria, paz e amor”.

Hora de comer também pode ser hora de meditar. No almoço ou na janta, há muita coisa para reter a atenção. Aos poucos, você vai notar que cada alimento tem sabor, aroma, textura e temperatura próprios. Preste atenção na mastigação, na distribuição dos alimentos no prato, sua postura à mesa, sua respiração. Acabou a refeição? Medite na pia, ao lavar a louça. Observe o formato, as cores, a textura e o peso do prato. Fique atento ao movimento que você faz ao pegá-lo e sinta a temperatura da água e a textura da esponja e da espuma. Ouça o som da água saindo da torneira e o barulho da própria louça na pia. Sinta o aroma do detergente e observe sua respiração.

Terminou? Tudo limpinho no escorredor? Não disperse. Mantenha a sintonia também ao enxugar a louça, guardar os pratos, arrumar o guarda-roupa, pentear os cabelos, vestir-se e ao longo do dia todo. Isso é meditar. Com a prática, a cada dia dá menos trabalho conectar-se ao presente.

Idas e vindas

Mas, se você já tentou parar de pensar e concentrar-se totalmente no que faz, deve ter percebido que isso não é nada fácil. O problema é que a mente divaga com muita facilidade e logo está lá você pensando no telefonema que precisa fazer ou na reunião de amanhã. Isso é normal. “Nossa mente é um turbilhão de pensamentos. A grande dificuldade para conseguirmos meditar é conter a divagação. A toda hora nossos pensamentos nos levam para lugares aonde nem sempre queremos ir”, diz a terapeuta holística Veena Mukti, coordenadora do Avathar Instituto de Formação Holística, de São Paulo. Apaziguar a mente, então, seria o primeiro passo para poder mergulhar no estado meditativo de que nos fala o mestre indiano Osho. E como fazer isso? “Aceitando e abraçando o fluxo de pensamentos como se eles fossem a cena de um filme. Os pensamentos surgem, acontecem e passam”, afirma a professora de yoga Márcia De Luca, fundadora do Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda (Ciyma), de São Paulo. “Não devemos lutar contra eles, pois agindo dessa forma nós lhes damos personalidade e os fortalecemos”, diz ela. “Quando a mente se dispersar, diga que agora não e continue com o seu propósito”, ensina Lia Diskin.

Técnicas

Muito bem. Então é possível meditar durante as tarefas cotidianas, sem interromper a rotina diária. Ótimo. Mas acredite: sua concentração vai melhorar muito se você dedicar um tempinho do seu dia, ainda que mínimo, só para exercitar a atenção. Além do que, quem nunca meditou de uma maneira mais convencional, quer dizer, em um lugar tranqüilo, com os olhos fechados e concentrado na respiração, provavelmente terá dificuldades para manter a atenção focada nas tarefas do dia-a-dia, em meio a tantas distrações. Por isso, os estudiosos do assunto recomendam e praticam, eles mesmos, algumas técnicas de meditação que não precisam tomar muito tempo.

“A meditação rotineira é possível, mas antes é preciso conhecer um repertório de práticas ou técnicas que robusteçam nossa capacidade de atenção, de estar presente e de criar e manter um foco”, afirma Lia Diskin, da Associação Palas Athena. “Toda a questão da meditação está na capacidade de criar um foco, seja ele um mantra, a respiração ou a própria observação das sensações. Para manter e criar uma força contínua nesse foco é preciso ter o que eu chamo de ‘musculatura interna’.”

É como andar de bicicleta: no início, levamos vários tombos, mas, depois que aprendemos a pedalar, é para o resto da vida. “Quando se está começando, o indivíduo precisa ter um pouco de persistência, pois tem que superar uma grande inércia”, afirma O’Donnel. E para sair da inércia o primeiro passo é escolher o estilo de meditação que mais combina com você. As opções são muitas. Um dos mais utilizados é a meditação durante a respiração, em que a pessoa deve sentar-se com as pernas cruzadas, ficar atenta ao fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões e, sempre que se distrair com algo, retornar a atenção a ela. Mas e se a perna doer? Adote uma posição mais confortável, diz o Dalai Lama em O Caminho da Felicidade - Um Guia Prático para os Estágios de Meditação. Mas ele insiste em que no início de cada prática, nem que seja em respeito à tradição, deve-se cruzar as pernas.

Outra técnica bastante utilizada é repetir um mantra, que tem a função de reduzir o fluxo de pensamentos. O cardiologista americano Herbert Benson, professor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, um dos maiores pesquisadores da meditação e do poder das crenças na promoção da saúde, criou uma forma de meditar baseada na palavra one (”um” em inglês). O som lembra o mantra “ohm”, considerado o som primordial do Universo, pelo hinduísmo. Outra técnica parecida, desenvolvida pelo líder espiritual Deepak Chopra, baseia-se na repetição do que ele chama de som primordial individual, que é escolhido a partir da hora, local e data de nascimento da pessoa. Ele ensina que a repetição desse som nos transporta para o campo da pura potencialidade de que nos fala Márcia De Luca, sua discípula e representante aqui no Brasil.

Pode-se ainda acalmar o fluxo de pensamentos mentalizando uma cor ou imagem - o rosto de Cristo, por exemplo - ou fixando o olhar em um objeto, como a chama de uma vela. Uma das meditações mais populares no Ocidente foi criada em 1957 pelo indiano Maharishi Mahesh Yogi, que a chamou de meditação transcendental. O iniciado deve praticá-la sentado confortavelmente e de olhos fechados. Cada pessoa recebe um som pessoal que deve ser entoado durante a sessão.

A raja yoga, por sua vez, um tipo de meditação milenar derivada do hinduísmo, não usa mantras nem técnicas associadas à respiração. Sentado da forma que desejar e de olhos abertos, o praticante deve fixar sua atenção em qualidades positivas do ser, como bondade, generosidade, compaixão, e assim gerar um estado mental elevado.

Existem também técnicas de meditação ativa, onde não é preciso ficar com o corpo parado. O líder espiritual Osho criou várias formas de meditação em movimento, misturando aspectos do hinduísmo, da tradição sufi e da bioenergética. Suas aulas parecem sessões de laboratório de teatro e utilizam música, dança e respiração. O objetivo é relaxar os músculos e manter a mente concentrada, longe dos pensamentos.

No fim das contas, não importa a técnica usada, contanto que ela ajude a pessoa a apaziguar a mente e manter-se focada. Os grandes mestres afirmam que para colher os benefícios da meditação o ideal é praticá-la duas vezes por dia, em sessões de 20 a 30 minutos. Para quem está começando, pode ser uma tarefa difícil. “Muitas pessoas não têm disciplina para isso e acabam desistindo. Por isso, aconselho que, depois de escolher a técnica que mais lhe agrada, comece com cinco minutos diários”, afirma Márcia De Luca, do Ciyma. “Aguarde um mês para que os efeitos dessa prática fiquem gravados na sua memória celular e gerem o desejo de meditar, criando assim o hábito. Os efeitos da meditação são tão prazerosos que os cinco minutos serão insuficientes e o tempo irá se alongando gradativa e espontaneamente.”

Outra dica para quem começa é participar, ao menos uma vez por semana, de um grupo de meditação. Além de ser um parâmetro para avaliar sua própria evolução, o grupo ajuda porque dá suporte energético para a pessoa ficar mais presente e centrada.

E como saber se a meditação funcionou? É fácil. Se, ao final dela, você for invadido por uma sensação de bem-estar, plenitude e apaziguamento, pode estar certo de que você meditou. A terapeuta holística Veena Mukti, no entanto, faz uma ressalva: “Quando se começa a meditar, a sensação pode não ser tão agradável. A pessoa começa a perceber que sua mente é um turbilhão de pensamentos e que seu corpo tem diversos pontos de tensão que antes não eram percebidos”, diz ela. Com o passar do tempo, no entanto, a dispersão mental e os pensamentos banais naturalmente desaparecem. A mente vai serenando e o corpo já não dói tanto. As primeiras sensações de bem-estar começam a aparecer. E você, enfim, começa a colher todos os benefícios dessa prática milenar.

Mente sã, corpo são

. Meditar ajuda na liberação de endorfina, um forte tranqüilizante que provoca a sensação de alegria e de bem-estar. . Diminui a produção de adrenalina e cortisol, hormônios secretados em situações de estresse, e de radicais livres, substâncias que atuam no envelhecimento humano.

. Quem medita tem auto-estima mais elevada, maior poder de concentração, mais facilidade para aprender coisas novas e maior poder de raciocínio. Isso porque o fluxo sanguíneo aumenta na região do cérebro que comanda essas funções.

. Meditadores também são mais tolerantes, estão mais preparados para lidar com situações difíceis e conseguem se relacionar melhor com os outros.

. Por fim, meditar fortalece o sistema imunológico, que fica mais resistente a doenças psicossomáticas, como gastrite e enxaqueca, e a doenças autoimunes, como esclerose múltipla e artrite reumatóide.

Escolha sua linha

Meditação na RespiraçãoÉ uma das mais comuns e simples. Sentado de pernas cruzadas num lugar tranqüilo, feche os olhos e fixe a atenção no fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões.

Meditação no Som Primordial

Criada pelo mestre espiritual Deepak Chopra, consiste na repetição de um som, chamado primordial, que está relacionado com a hora, a data e o lugar em que você nasceu.

Meditação Zen-Budista

Uma das técnicas dessa corrente do budismo é a meditação andando do monge Thich Nhât Hanh. Ao caminhar, conte os passos e sincronize-os com a respiração.

Meditação Raja Yoga

Sentado numa posição confortável e de olhos abertos, mentalize aspectos positivos da natureza humana, como os sentimentos de bondade, generosidade, compaixão e amor.

Meditação Transcendental

Formulada pelo indiano Maharishi Mahesh Yogi, não requer concentração ou contemplação. É baseada na repetição de um som pessoal só conhecido pelo iniciado.

Meditação Cristã

Resgatada pelo monge beneditino inglês John Main (1926-1982), está baseada na repetição de um mantra. O mais usado é o “Maranatha”, (em aramaico, “Vem, Senhor”).

Meditação Dinâmica

Foi criada pelo líder espiritual Mohan Chandra Rajneesh, o Osho, especialmente para os ocidentais. Mescla elementos de várias culturas e usa dança, som e movimentos.

Meditação Self

Tem como base os ensinamentos do iogue Paramahansa Yogananda e objetiva disseminar técnicas que levem seus praticantes a atingir a experiência pessoal e direta com Deus.

No início, havia Deus

Embora pareça que a meditação só tenha entrado em moda no Ocidente nos últimos anos, ela já é praticada nesta metade do mundo há muitos séculos, embora travestida de fé religiosa. Criada no Oriente, a meditação já era praticada na Índia há cerca de 5 mil anos e é descrita nos primeiros textos sagrados do hinduísmo. Tempos depois, irradiou-se para a China, o Japão e outros países orientais - não se pode esquecer que foi meditando debaixo de uma figueira que o príncipe Sidarta Gautama alcançou a iluminação, por volta de 590 a.C., tornando-se o Buda. A partir do século 3 de nossa era, a meditação foi assimilada por monges cristãos que viviam no Egito e na Síria, conhecidos como “Padres do Deserto”. Eles acreditavam que, meditando, aproximavam-se de Deus. Os muçulmanos também renderam-se à meditação, notadamente os integrantes da seita sufi, que a incorporaram aos seus cultos por volta do ano 1000. Rezar, portanto, é uma maneira de meditar, só que com cunho religioso.

Os benefícios à saúde, é verdade, só foram descobertos nos últimos anos pela medicina ocidental, que desde então vem fazendo pesquisas para entender como o estado de meditação afeta o corpo.

Para começar já

1. Encontre um lugar tranqüilo. Um quarto em casa está bom. 2. Sente-se numa postura confortável (não precisa ser com pernas cruzadas) e feche os olhos.

3. Respire profundamente e concentre-se na entrada e saída do ar. Um mantra, como o clássico “ohmmmmmm”, ajuda a concentrar.

4. Se o pensamento divagar, não se recrimine: apenas volte a atenção à respiração ou ao mantra.

Yuri Vasconcelos

Fonte: http://www.vadiando.com/textos/archives/000764.html


Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Next Page »