Som e Saúde


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Óleo de Sucupira
Excelente
lubrificante íntimo!

A NOVIÇA REBELDE numa estação de trem da Bélgica!
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A magia da música encanta até corações empedernidos!!!
Somos pura energia e assim como toda a matéria, estamos vibrando permanentemente e nem sempre nas melhores frequências.

Aqui temos um presente daqueles que podem nos levar a uma vibração elevada, deixando nossas densidades neutralizadas por alguns minutos, numa brilhante oportunidade para reflexão sobre nossa turbulenta forma de seguir a desafiadora jornada que pode e deve ser encarada com determinação, disciplina, mas sempre em harmonia.

Esta apresentação é do tipo que nos envolve e absorve inteiramente nossa atenção, pois trabalha o alinhamento dos chakras, proporcionando sensações agradáveis que na luta pela sobrevivência, acabam adormecidas.

Recebemos por e-mail da aluna Liliam de Cerqueira Cruz e estamos divulgando com o propósito de propagar esta maravilha que por certo enriquece a alma.

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo Holoterapeuta

A NOVIÇA REBELDE numa estação de trem da Bélgica!

Aconteceu numa estação na Bélgica….   Em Antuérpia, Bélgica, na estação de trem, onde, numa manhã de segunda-feira, sem advertência aos passageiros que passavam pela estação, a voz de Julie Andrews soou nos alto falantes da estação, cantando Dó-Ré-Mi.   Repare nos olhares perplexos das pessoas que estavam ali, naquele momento mágico.   Foram 200 dançarinos e 4 semanas de ensaio, mas o resultado ficou surpreendente.


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Técnicas de Meditação do Filme “O Segredo II”

Muitas são as técnicas de meditação, porém se faz necessário a prática disciplinada com persistência até que se alcance um patamar mais elevado de consciência…

Aqui disponibilizamos uma das tantas técnicas para que você possa praticar e colher os benefícios dessa essencial alimentaçao da alma.

Abraços, paz e bênção
Egídio Garcia Coelho

Parte I:

Parte II:

Parte III:

Parte IV:

Parte V

Parte VI:


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Reação do Corpo ao Som
O “arrastamento” é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o “arrastamento” pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. “Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal”.
“Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único”.

Relax a Nível Celular
“O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo”.
O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro “banho de saúde”. Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. “Spectrum Suíte” foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.
Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.
Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser… você pensa que está ficando calmo, a sua mente “mente” para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.
O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.
Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Outros Testes
Como foi testada a resposta fisiológica à música?
Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (resposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.
O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

A Mente
Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE.
É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

Viver Sadio num Meio Estressante
“Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo”.
“Está na hora de você se sintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado”.

Medicina e Som
O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.
“A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente”. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.
Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SISTEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!
Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus “canos” dão problemas… Existe a”Oficina de consertos” que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações.
A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao “recipiente” alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.
Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:”Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações”.

Neste sistema… é que entra o SOM.
No Centro de Medicina “Upstate de Syracuse N. Y.” trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: “A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura”.
O Dr. Becker demonstrou também “que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados”.

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que “campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas”.
Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.
Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que “a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a “informação” para as células e influenciar sua aparência”.

Conclusão:

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

As Células Nervosas
Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.
“Cancerosos emitem uma radiação de quase 2000 unidades a menos do que as pessoas saudáveis e começam a apresentar este baixo nível de radiação muito antes de surgirem os sintomas da sua doença”. Dr. André Simoneton, engenheiro francês e pesquisador.
O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. “Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos doentes e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos”.

“O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas”. Dr. John Knowles.
Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a “dieta saudável do som” do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A Melanina - fator de importância
A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, na opinião do Dr. Franck Barr, médico californiano, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).
“A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente”. Dr. Franck Barr.
Ao que parece, a melanina mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: “É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa”. Dr. F. Barr.
A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.
Como a melanina converte energia de luz em som e vice-versa, há consistência em dizer-se que “oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor/som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura de muitos males”.

Vibrações Sonoras
Todos nós somos “transformadores vibratórios”! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.
A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os “padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular”.

Citações
“Bioquímicos, astrofísicos e antigos yogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias”.
“Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação”. Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.
“As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas”. Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.
As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. Já falamos sobre este assunto quando citamos a “ginástica da saúde” chinesa: Liangong.

A Areia moldada pelo Som
O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.
Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino. (Em outro local deste site, mostramos a ação dos nossos sentimentos e pensamentos emitidos em gotas d’água).

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc.
O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados “criam” as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores. (Vide neste site: Tanatologia: uma experiência de quase morte)
Uma imagem poética criada pelos dois médicos citados com FONTE da nossa pesquisa - “Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível”.
Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?
Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: “a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana”.
Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

Ondas Estacionárias

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O “coração” do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia.
“O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível”. Blair.
A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma “onda estacionária”. As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. “O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias”
A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

As Aranhas Musicais
James Bogh descreve em seu livro “Arachne Risig” que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.
Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. Como o consegue? A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela “puxada” da teia.
Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.
“Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária”. Itzhak Bentov.

O Corpo humano
O nosso corpo também vibra, Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria.
Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema.
Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.
Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: “Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último”.
Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através da meditação, biofeedback e músicas apropriadas para meditação ou repouso.

O Diapasão / Vibração simpática
Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão “ressoou” respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.
Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: “Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental”.
Toda a matéria física produz tons” agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.
A ressonância ou vibração simpática depende somente do “tom”, desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..
Por estas razões é que nos tornamos em “discos de Chaladni” diante dos sons “silenciosos” das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.
A “Sience News” noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

“Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os “bio-efeitos” da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta.”

“Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo” é mais do que uma imagem poética.
Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

“O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um “tom muscular”.

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração”. Dr. Manners.

Um processo holístico
“A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO”.

“Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal”. Steven Halpern.

Ultra Som
Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. daUniversidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato de câncer ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

“Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras”. Relatório de um hospital de Londres.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=36


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“Chorar” é uma experiência humana sonora holística”.
A psique é a palavra grega para designar a alma e a alma se expressa sonoramente através do choro e do riso. Para os povos primitivos e nas culturas de hoje, menos dominadas pelas tecnologias, o povo organiza os seus rituais chorando, cantando, tocando instrumentos e dançando. Para eles o SOM e o ESPÍRITO são uma coisa só, você liberta o seu espírito usando o som.
No Candomblé, o bater dos três tambores sagrados: RUM, RUMPI e LÉ é o que comanda o terreiro. Através das diferentes batidas eles chamam os Orixás, que não representam jamais o “espírito” de seres humanos já falecidos e sim os “espíritos- essência” da própria natureza: terra, água, ar e fogo.
Existe uma diferença entre cantar e falar. O cantar enfatiza o uso das vogais, os chamados sons puros das vogais que estão ligados s curas e ao espiritual: AUM, AMÉN, ALELUIA, ALLAH, em todo o mundo existem estas conotações. O falar acentua o uso das consoantes.
Segundo a tradição sufi o “Ah” significa unidade ou unificação, irradia o dourado e abre o coração.
O “Uh” irradia a cor azul, associada água e com a nossa garganta. O “I” associa-se ao ar e mente. O “umm”, som do murmúrio com a boca fechada, tem as cores do arco-íris e é associado com o topo da cabeça.
Os sufis foram os que mais estudaram os sons curativos e acreditavam que certos sons e músicas afetam, diretamente, o nosso sistema endócrino.

O gemido do espírito
Quem já fez um RPG perfeito deve se lembrar de que o fisioterapeuta lhe pedia que gemesse, nas situações dolorosas. O gemido é uma das outras expressões do espírito do ser humano. O gemido já foi empregado como forma de oração, como os gemidos dos israelitas presos no Egito e que comoveram Deus. E o que falar sobre o famoso Muro da Lamentações, onde os israelitas gemem até hoje?

Tonalizações
Jesus gemeu ao curar o surdo de Sidon: “Ephphatha” (que se abra) gemeu Ele, e curou o homem da sua surdez. Na tonalização, o gemido é usado antes de se executar as tonalizações (explicado em outros textos) e a voz deve elevar-se e abaixar-se até se encontrar um som que se mostre confortável para nós. É preciso manter este som durante dez minutos e continuar a emiti-lo até que um “suspiro” involuntário nos mostre que o nosso corpo já está satisfeito e purificado. Estes procedimentos focalizam as nossas “Energias Espirituais”.
“Sua vida merece ser cantada. Acrescentaríamos: e gemida”!

Som e Meditação

“Para compreender Deus”
O sufismo tem um grande mestre: Hazrat Inayat Khan. Ele escreveu: “O emprego da música para obtenção de algo espiritual e para a cura da alma, era comum nos tempos antigos”.
Como ouvir a música de meditação: coloque-se na posição desejada e relaxe o corpo, a mente e o espírito. Sinta-se diante do seu espírito e de Deus. Convença-se de que está realizando um ato sagrado e agradeça o bem estar que irá lhe advir com a meditação.
Entregue-se música, torne-se a música. Quando a música terminar, mantenha-se quieto por instantes saboreando o que conseguiu obter.

Meditação e Cor
As cores são VIBRAÇÕES, lembre-se disto. “Se pusermos cores em linguagem musical a harmonia da cor será cercada de 40 oitavas acima da harmonia do som audível”.
Vibrações de 1000 ciclos por segundo são ouvidas facilmente.
2000 ciclos = 1 oitava acima
4000 ciclos = 2 oitavas
Hipótese: se o teclado do piano tivesse mais do que as suas 7 oitavas, por exemplo: 35 a 50 oitavas mais altas, as teclas na extremidade mais alta produziriam cores e não sons audíveis quando tocadas.
Meditar na luz, cor e som é um método de impacto extraordinário.

Procedimento
Coluna reta e posição confortável (pode deitar-se também com os pés votados para o som). Concentre-se nos chakras, os vórtices de energia que possuímos no nosso corpo. Coloque a música escolhida.

1º chakra - concentre-se na cor vermelha, situando-a na região pouco acima dos órgãos sexuais. 5 minutos.

2º chakra - concentre-se na cor laranja, situando-a abaixo do umbigo. 5 minutos.

3º chakra - cor amarela, concentre-se no plexo (acima do umbigo, região do estômago). 5 minutos.

4º chakra - região do coração - cor verde. 5 minutos.

5º chakra - região da garganta - azul - 5 minutos.

6º chakra - acima do nariz, na região entre as sobrancelhas - índigo - 5 minutos.

7º chakra - topo da cabeça (moleira) - violeta - 5 minutos.

Visualize as cores indicadas em cada item e as mantenha.

Meditação com a música Spectrum Suíte
A música perfeita para esta meditação - autor: Dr. Steven Halper Ph.D

A música possui sete seleções a seguir:
No 1º chakra - a nota tônica é o DÓ - Ouça e sinta a música nesta área e colora o chakra de vermelho, cor da vida.

No 2º chakra - cor laranja, transmite a energia da auto afirmação e a vitalidade . Nota RÉ.

No 3º chakra - Plexo solar - nota MI - cor amarela energia da coragem, do perdão e auto perdão.

No 4º chakra - coração - cor verde, nota FA, amor incondicional para você e para os outros.

No 5º chakra - cor azul celeste - tônica SOL. Em volta da garganta, energias da força de vontade.

No 6º chakra - nota tônica LA. Centro da testa e cor azul escuro - energia da sabedoria.

No 7º chakra - Nota SI. Topo da cabeça e cor violeta. Energia da Percepção divina.

Você ouviu claramente, em razão das pausas, a mudança dos chakras e das tônicas musicais. Esta música equilibra o seu organismo por dentro (órgãos, ossos, nervos, etc) e por fora: é um banho de energias polivalentes. Você poderá escuta-la deitado e na posição “de sola”, como chamou o Dr. Steven Halpern: deite-se com os pés virados para a caixa de som, os joelhos meio dobrados (almofada em baixo), toalha dobrada sob a nuca.

Uma outra variação de meditação - Meditação Centralizante - foi gravada também, com a voz do Dr. Louis Savary Ph.D, com os sete pedidos da “Oração do Senhor”.

Se quiser ficar em silêncio ouvindo a música, relaxadamente, receberá grandes benefícios, paz, tranqüilidade, sono tranqüilo e vitalidade… e mesmo alguns “insights”.
“O silêncio é o grande revelador”. Lao Tsu.

Músicas arquetipicamente poderosas que operam na alma:

Missa Solene de Beethoven
Poema do Êxtase de Secriabin
Grande Missa de Bruckner
Missa em Si Menor de Bach
A Oitava Sinfonia de Mahler
O Réquiem de Faurè
Morte e Transfiguração de Strauss
Cânon em Re de Pachelbel
Réquiem de Mozart
Ária da 4ª corda de Bach - A música perfeita, que Bach ouviu, segundo ele: no algures.

Liangong e os Sons dos Nossos Órgãos

CORAÇÃO
Víscera: intestino delgado
Som: HAWWWWWW
Emoções negativas: impaciência, arrogância, crueldade, violência, ansiedade
Emoções positivas: alegria, honra, sinceridade, criatividade, entusiasmo, luz, espírito.
Cor: vermelho
Elemento: fogo
Estação: verão
Fator clima: calor
Sabor: amargo
Extremidade: língua
Tecido: vascular

RINS
Víscera: bexiga
Som: WOOOOOOOOOO (soprando uma vela)
Emoções negativas: medo
Emoções positivas: atenção, firmeza, coragem
Cor: preto
Elemento: água
Estação: inverno
Fator clima: frio
Sabor: salgado
Extremidade: ouvidos
Tecido: osso

FÍGADO
Víscera: vesícula biliar
Som: SHHHHH (pedindo silêncio)
Emoções negativas: agressão, raiva
Emoções positivas: bondade, expansividade, individualidade
Cor: verde
Elemento: madeira
Estação: primavera
Fator clima: vento
Sabor: azedo - ácido
Extremidade: olhos
Tecido: tendão

BAÇO/ESTÔMAGO
Víscera: estômago
Som: WHOOOOOOO
Emoções negativas: preocupação, piedade, compadecimento
Emoções positivas: justiça, compaixão, musicalidade, eixo
Cor: amarelo
Elemento: terra
Estação: fim de verão
Fator clima: úmido
Sabor: neutro
Extremidade: boca
Tecido: músculo

PULMÃO
Víscera: intestino grosso
Som: SSSSSSSSSSSS
Emoções negativas: tristeza, mágoa, pesar
Emoções positivas: confiança, correto, perdão
Cor: branca
Elemento: metal
Estação: outono
Fator clima: seco
Sabor: picante, pungente
Extremidade: nariz
Tecido: pele e pelos

TRIPLO AQUECEDOR
Som: SHEEEEEEEEE
O triplo aquecedor consiste-se em três centros de energia do corpo. O NÌVEL SUPERIOR é quente e abrange cérebro, coração e pulmão. O NÍVEL MÉDIO é morno e abrange fígado, rins, estômago, pâncreas e baço. O NÍVEL INFERIOR é frio e abrange intestino grosso, intestino delgado, órgãos sexuais. Não há cor elemento, estação e sabor associados.

FONTES:
- Som/Saúde - autores: Dr. Steven Halpern Ph.D e Dr. Louis Savary Ph.D
Editor:Tekbox Produtos de Alta Tecnologia Ltda
- Várias outras fontes e o Centro de Medicina Chinesa.

Por: Lígia Amorese Gallo.
Como humanos, temos sérias limitações físicas envolvendo nossos sentidos. Não vemos além de certa faixa de espectro luminoso, não ouvimos a partir de determinados tons, simplesmente nosso aparelho sensorial foi projetado para servir a uma mente habilidosa que vem se demonstrando apta a driblar tais deficiências a partir de outras capacidades natas apenas ao nosso gênero. Mesmo assim, a curiosidade quanto a como a natureza seria caso ouvíssemos além de nossa capacidade auditiva, ou víssemos mais cores além das do espectro visível, existe… e por vezes lança-nos na pesquisa e desenvolvimento de utensílios que nos permitam burlar e extrapolar tais limites.
Fato: ondas sonoras infra-sônicas propagam-se a longas distâncias… um grito infra-sônico seria suficiente para avisar a mãe que se está chegando para o almoço ainda a caminho de casa, em outra cidade… bem, não vamos exagerar mas o caso é que elefantes fazem isso muito bem. A telepatia que lhes era atribuída há muitos anos como um meio de comunicação entre as manadas distando quilômetros de distância umas das outras, só foi explicada quando se percebeu que eles eram aptos a produzirem sons inaudíveis por nós mas que foram por fim gravados e classificados como infra-sônicos. Estava explicado um mistério que, sem querer, aponta para uma direção até então não cogitada. O que era tomado simplesmente por “telepatia” de tais paquidermes trata-se unicamente de eventos que fogem nossa percepção hodierna por simples incapacidade nossa de escutarmos além de uma pequena faixa de freqüência de ondas sonoras. “Baleias cantoras” também fazem uso de pulsos infra-sônicos para comunicação com outras da mesma espécie… e numa extensa rede infra-sônica, habitantes submersos dos vastos oceanos do mundo comunicam-se livremente.
Burlando e extrapolando limites, nós humanos caminhamos em busca de explicações para os fenômenos que nos acometem. É da nossa natureza questionar e buscar meios para satisfazer nossa curiosidade. Assim através de estudos envolvendo tais fenômenos alcançamos um sem número de outras questões a nos impulsionar a outros patamares. É assim que nessa condição atual de entendimento fazemos perguntas cada vez mais embasadas rumo s respostas mais convincentes. Afinal o que é a tão propalada Percepção Extrasensorial? Como o nome diz é a percepção de algo que está além do que pode ser sentido e codificado pelos nossos cinco sentidos básicos. Lembremos com base no enunciado acima, que nossos sentidos estão sujeitos s limitações auto-impostas pela evolução a fim de que pudéssemos dar continuidade a este mesmo processo evolutivo. Somos fruto de uma longa corrente de tentativa e erro da natureza que desembocou na nossa atual compleição.
É da nossa natureza prática esquivarmo-nos de tudo o que não possa ser explicado de forma racional. Contudo da mesma forma, abrimos um leque de interpretações com base na mesma razão a fim de especularmos a natureza daquilo que está além do que possa ser sentido… Esta é a origem do misticismo. Sem entrar nos meandros de tal “disciplina”, o misticismo vem ao encontro da nossa necessidade de respostas s perguntas que fogem da natureza do que pode ser percebido pelos cinco sentidos. Mal visto, vem perdendo seu número de seguidores ao ser confrontado pela ciência e pela experimentação. Contudo, os fenômenos envolvidos no que chamamos de “caminhos mágicos” de entendimento acontecem… mesmo que não se possa explicá-los convenientemente.
Desta feita, se algo acontece e ainda assim não se tem respostas, alguma coisa está errada. Talvez, por arrogância, não aceitemos o fato de simplesmente não estarmos sabendo formular as perguntas certas, nem talvez procurar as provas nos lugares certos. Há que se buscar respostas com bases nas perguntas certas. Muito bem, se há freqüências no espectro luminoso e sonoro que não são captáveis por nossos sentidos, isso não implica em dizer que tais faixas de espectro deixam de existir. Mesmo sem ver nem ouvir, somos continuamente bombardeados por tais freqüências além de nossa capacidade de distinção. Por conseguinte, de alguma forma elas podem ser pressentidas por nós, ainda que de maneira tão sutil que mal nos damos conta das mesmas… assim seria o caso de muitos dos eventos envolvendo PES (Percepção Extra-sensorial) estarem somente ligados a tal percepção de faixas de espectro além da normalidade…
Deixando de lado a captação de luz por nossas retinas, um estudo mais aprofundado com relação ao som e sua influência sobre nossos corpos se faz necessária. O som é algo mais palpável por assim dizer que a luz, visto que provoca alterações mais sensíveis em nossos corpos que o que é meramente visível. Numa escala de sutileza, os sons aliados ao contato com outros seres e substâncias, estão muito vinculados nossa natureza física. Eles fazem nossos corpos vibrarem com maior ou menor intensidade e é justamente nessa forma de ser percebido que eu vou adentrar.
A Natureza do Som
O som é uma vibração que é passada de um ponto ao outro através de átomos em um mesmo meio, ou de um meio ao outro. Quando produzimos um som em um violão, na realidade estamos apenas aplicando um efeito vibratório nas cordas distendidas através do toque de nossos dedos. O resultado que se ouve é o da corda vibrando e tal vibração ao cortar o ar circundante e ser transmitida s moléculas desse ar, atinge nossos ouvidos e é percebida como um tom sonoro. O interessante é que mesmo que não dispuséssemos de ouvidos aptos a ouvir, a vibração ainda assim seria perceptível na caixa do próprio violão, uma vez que esta também é composta por átomos e estes recebem a vibração da mesma forma, sendo o som, portanto, perceptível por nós através do contato com a mesma. Imaginemos então o que se passa com sons inaudíveis. Nossos ouvidos não os percebem diretamente mas da mesma forma que o corpo do violão, nossos corpos são feitos de átomos passíveis de serem estimulados pelas vibrações e estas “ressoam” em nossos órgãos.
A pergunta chave é: qual o efeito desse “ressoar” inaudível? Infra e ultra sons estão freqüentemente cruzando nossos caminhos: o cricrilar dos grilos noite oferece um bom exemplo de borderline sonoro uma vez que captamos apenas a parte audível de seqüências de cri-cris que extrapolam nossa acuidade auditiva. Quando ouvimos o morcego emitindo seus guinchos, da mesma forma apenas ouvimos uma parte mínima do som que foi realmente emitido na forma ultra-sônica. E os infra-sons? Os sons “surdos”, aqueles que apenas fazem vibrar nossas caixas torácicas ainda que não sejamos capazes de distingui-los, invadem nosso sistema físico a todo momento. O oceano de magma sob nossos pés é uma fonte de tais sons, assim como o movimento constante da Terra, explosões, batidas de tambores, tons graves num órgão de igreja, as batidas de nosso coração, terremotos…
Mas bem… e quais seriam os efeitos de tais vibrações percebidas de forma indireta? Não são audíveis, portanto não há limites de suportabilidade de tais sons que sejam perceptíveis em termos de sentidos mas… o que aconteceria caso fôssemos expostos a este tipo de som por um tempo suficientemente longo e numa freqüência perceptível como uma vibração poderosa em nossos corpos?
A pesquisa mais documentada sobre os efeitos dos infra-sons no corpo humano foram levadas a cabo pela NASA, nos idos anos 60, época da corrida espacial. Estudou-se os efeitos que o barulho dos foguetes poderia produzir nos corpos dos astronautas, especialmente durante o lançamento e seus testes confirmaram que a certo volume, os infra-sons causavam várias reações fisiológicas. De acordo com os resultados divulgados pelo pesquisador GH Mohr, uma pessoa exposta a freqüências entre 0 e 100 Hz aos 150-155 dB percebe vibrações na caixa torácica, mudanças no ritmo respiratório, sensação de náusea, dor de cabeça, alterações visuais, tosse e fadiga. Pesquisas subsequentes determinaram que a freqüência em que ocorrem alterações visuais, em conseqüência da vibração do globo ocular, é da ordem de 19 Hz.
Os efeitos dessa freqüência específica foram confirmados ainda pelo engenheiro Vic Tandy, em sua tentativa bem sucedida de desmistificar a “assombração” que perturbava a paz de seu laboratório na cidade inglesa de Coventry. As aparições do “fantasma” eram marcadas pela sensação de desconforto e vislumbres de uma vaga silhueta acinzentada… Quando foi determinado o ponto em que tais aparições aconteciam, Tandy percebeu que correspondia ao local onde havia sido instalado um novo exaustor que, após medições, percebeu-se vibrar na freqüência dos 18,9 Hz… Esse evento fez com que o engenheiro vislumbrasse a possibilidade de pesquisar outros locais “assombrados” a fim de detectar a freqüência dos 19 Hz, a que provoca alterações visuais pela vibração do globo ocular. Acredita ele que outras sensações como arrepios na nuca e a de mudanças na temperatura ambiente podem estar associadas ao efeito dessa freqüência específica no corpo humano.
Ah… uma luz ao fim do túnel… então é isso! Fenômenos que a ciência não admite como realidade, a famigerada PES – Percepção Extra-sensorial pode acontecer apenas pelo contato com freqüências abaixo de nossa capacidade auditiva. Estaríamos portanto mercê desses efeitos quando freqüentando um terreiro de Umbanda por exemplo? Bastam medições… atabaques e surdos em batidas feéricas a fim de produzir sons que estimulam o transe e a perda dos sentidos, a “alegria do terreiro”! E os mantrans orientais? Sons nasais, OM contínuo… numa freqüência baixa, fazendo nosso interior tremer, a vibração primeva do cosmo… Parece que uma chave para a compreensão do que se passa além dos 5 sentidos básicos foi achada. Assim, não adianta negar que fenômenos que fogem do hodierno ocorrem. Não adianta fechar-se para o desconhecido na esperança de que nada de paranormal ocorra. Há a necessidade sim de estudos sérios que busquem respostas s questões… e acima de tudo, o respeito para com aqueles que experimentam tais fenômenos. Afinal, ninguém está isento de tomar contato com freqüências infra-sônicas e experimentar os arrepios na espinha e visões fantasmagóricas…
“Ora direis ouvir estrelas”… e até mesmo elas são audíveis. Os radio-telescópios que captam o som de suas entranhas continuamente dão mostras de que o Universo é uma grande sinfonia e já não somos surdos s harmonias celestes… E o místico em suas evocações mântricas já não pode ser tomado por apenas um lunático quando alega tomar contato com outras dimensões… O fato é que estamos imersos num oceano de vibrações e a mente humana avança a descobrir que o verbo se fez carne, ou, pelo menos, que a carne sofre os efeitos do verbo… por volta dos 19 Hz.

Lígia Amorese Gallo.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/materias.asp?cod=121

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