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Dieta absolvida!

O CRN-3 - Conselho Regional de Nutricionistas publica parecer sobre dietas vegetarianas.

Dr George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas

Janeiro de 2012

www.nutriveg.com.br

Aqueles que lutam ativamente pelo veganismo e pelos direitos animais sabem que raramente temos uma conquista a comemorar. Elas existem, mas a uma razão inferior a uma conquista para cada cem lutas. Algumas levam anos, outras levam décadas. Hoje, 20 de janeiro de 2012, é uma dessas datas em que podemos comemorar uma conquista que exigiu quase duas décadas de trabalho.

O Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª região (CRN-3), que orienta e fiscaliza a profissão dos nutricionistas nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, acaba de divulgar o seu parecer referente às dietas vegetarianas, ou “Vegetarianismo”, como eles preferiram intitular o documento. Nele, o CRN-3 admite e recomenda que 1) a natureza biológica do ser humano o permite escolher o que comer; 2) é possível atingir a adequação nutricional com dietas vegetarianas desde que observados alguns cuidados; 3) as dietas vegetarianas podem ser adotadas em qualquer ciclo da vida e; 4) cabe ao nutricionista orientar o indivíduo visando a promoção da sua saúde. Note que o papel do nutricionista é orientar, e não julgar, a opção do indivíduo. A recomendação é apenas para que seja dada atenção a aspectos psicológicos e socioculturais no processo de atenção dietética.

Mas isso não é nada mais do que o óbvio, certo? Afinal, o que há para comemorar? Enquanto essas recomendações do CRN-3 possam parecer (e deveriam parecer) nada mais do que senso comum até mesmo para o público leigo, nem sempre foi assim entre os profissionais nutricionistas e especialmente entre os membros desse órgão que regulamenta a profissão, que já impôs algumas barreiras ao exercício profissional daqueles que optaram por orientar os seus pacientes com base em uma dieta vegetariana. Ilustrarei essa dificuldade contando a minha trajetória de relacionamento com esse órgão e as instituições acadêmicas que formam os profissionais da área da nutrição.

Foi em 1994, quando ingressei na faculdade de nutrição, que dei início aos meus estudos “oficiais” sobre nutrição vegetariana. Antes disso, eu já estudava o tema de maneira informal e faça experiências pessoais com algumas de suas vertentes, como a macrobiótica e o higienismo. Diferentemente dos estudos particulares, onde as fontes de pesquisa eram favoráveis ao que se buscava, durante os o primeiro ano de faculdade tudo o que encontrei foi resistência na discussão da nutrição vegetariana e logo compreendi que a expectativa não poderia ser diferente já que o tema era tão desconhecido por parte dos professores e dos alunos que chegava a ganhar status de tabu dietético. A solução imediata para continuar os meus estudos foi ir buscar informação no exterior, onde tanto a pesquisa quanto os órgãos reguladores da profissão já haviam atingido um patamar mais avançado do que esse que agora, 18 anos depois, estamos apenas adentrando.

Já no segundo ano da faculdade (1995) dei início à publicação de um periódico _____ intitulado Segunda Opinião, que trazia uma visão diferente sobre a nutrição, discutindo o tema da nutrição vegetariana e dos direitos animais. Foi a partir dessa publicação, baseada em pesquisas científicas em uma era pré-internet, que passei a ganhar alguma atenção com seriedade, podendo debater o tema diante de certo respeito por parte do corpo docente, que alternava entre pedir mais referências bibliográficas sobre o assunto e me alertar que o CRN não permitiria que, depois de formado, a minha atuação fosse voltada para as dietas vegetarianas, esse “modismo da vez” que não combinaria com a postura de um profissional de saúde.

Sobrevivi a todos os percalços caracteristicamente enfrentados por um aluno que vai contra o conhecimento estabelecido pela academia, que são justamente aqueles que no futuro contribuem para o avanço da mesma. Por ser vegano desde o início da faculdade, recebi nota zero nas aulas práticas por me recusar a degustar os pratos que continham produtos de origem animal (o que não resultava em um impedimento de fato porque a nota era facilmente compensada pelas notas máximas nas provas teóricas). Infelizmente, eu desconhecia o conceito de Objeção de Consciência naquela época, ou teria recorrido ao meu direito de não participar das aulas práticas. Escutei com bom humor às recomendavam para que eu formasse a minha própria seita para conseguir atuar profissionalmente (recomendação essa que acatei fielmente) e sobrevivi à recusa do tema do meu trabalho de conclusão de curso (TCC), que ra sobre “a adequação nutricional das dietas vegetarianas”, recusado sob o pretexto de que não haviam fontes bibliográficas suficientes, apesar de o projeto do trabalho conter mais de uma centena delas. Com a cooperação de uma das professoras, o trabalho acabou sendo levado como trabalho de estágio, e por fim foi tão apreciado que fui convidado a apresentá-lo no auditório juntamente com os TCCs dos outros alunos.

Devidamente contrabandeando para o local onde deveria ter estado desde o princípio, tanto o trabalho quanto eu fomos devidamente achincalhados pela banca examinadora, com direito a uma intervenção por parte do professor de anatomia e patologia, que sequer fazia parte da banca examinadora e quebrando totalmente o protocolo tomou o microfone (e o palco) para apresentar a sua própria versão sobre o tema. No momento, isso não fez a menor diferença no resultado já que o meu TCC “oficial”, sobre algum tema qualquer sem a menor relevância para o conhecimento científico, já havia sido apresentado e aprovado. Mas a reação da banca e do professor tiveram um valor já que, observando tão exclusiva e explosiva reação por parte do corpo docente, tive a certeza de que essa apresentação seria um sucesso, ou uma polêmica, em outras faculdades e por isso a mantive e a aprimorei, levando-a para outras faculdades e congressos de nutrição por muitos anos seguintes.

Liberto da forma mais enrijecida de preconceito acadêmico que é aquele que predomina na graduação, onde os alunos são moldados para aprender o que devem e não devem pensar, encontrei uma maior (mas não grande) abertura no campo da pesquisa científica.

Fui co-autor de trabalhos de pesquisa científica acerca do tema da nutrição vegetariana em instituições respeitadas como o Instituto do Coração (InCor) com direito a publicação em revistas científicas internacionais de medicina. Esses trabalhos sempre tiveram mais aceitação nos congressos no exterior. No Brasil a aceitação se mostrou mais fácil em congressos médicos do que em congressos de nutrição. Já no exterior, onde são realizados congressos científicos de alguns dias de duração com temática dedicada integralmente à nutrição vegetariana, a aceitação é maior. Afinal, em alguns países os órgãos equivalentes ao nosso Conselho Federal de Nutrição (CFN) já têm publicado há mais de duas décadas pareceres favoráveis à adequação nutricional das dietas vegetarianas.

Nos últimos anos, os congressos de nutrição no Brasil passaram a dar mais abertura para palestras sobre o tema, mas nem tanto para publicações científicas. A explicação para isso é que as palestras têm menor peso científico nos anais do congresso e por isso são mais bem aceitas para a apresentação de temas “polêmicos”. Elas trazem público ao congresso, de certa forma informam, mas não exatamente agregam ao conhecimento científico. Ou seja, do ponto de vista científico, têm menor significado, pendendo para a curiosidade ou opinião individual com menos efeito para sedimentar um conceito, por isso a maior aceitação por parte da academia quando o tema são as dietas vegetarianas, pois essa forma de apresentação oferece um risco menor.

É fundamentada em publicações científicas e não em palestras, por exemplo, que uma comissão dentro de um conselho profissional como é o caso do CRN-3 pode emitir um parecer como o atual. Felizmente, nesse ano assim o fizeram, mas essa conquista é fruto de muitos anos de trabalho e perseverança já que nem sempre foi assim. Mais adiante voltarei a falar do CRN-3 de mais de uma década atrás.

Com mais publicações científicas, e maior atenção da mídia, também fruto de um trabalho intenso de muitos anos levando informação aos veículos de comunicação e quebrando preconceitos também nessa área, as faculdades de nutrição passaram a olhar com melhores olhos para o tema da nutrição vegetariana, levando a discussão aos alunos que, percebendo em seu próprio convívio o crescimento no número de vegetarianos, sempre se mostraram muito receptivos às apresentações. Em 2006 surgiu na UNASP o primeiro (e até essa data o único) curso de pós-graduação a dedicar uma disciplina inteira, ou mais de uma, ao tema da nutrição vegetariana. Juntamente com a colega nutricionista Dra. Márcia Martins, criadora do curso e também autora de diversas publicações científicas relacionadas ao tema, tenho a honra de fazer parte do corpo docente do referido curso, que até hoje continua sendo ministrado na universidade.

Havendo certa autonomia na comunidade científica, também outorgada enquanto professor, essa mesma autonomia não é gozada em todas as áreas da atuação profissional do nutricionista. Tendo encerrado o período da faculdade em 1997, dessa forma não tendo mais que prestar satisfação aos professores; tendo conquistado aceitação das palestras em faculdades e para o público em geral e; inserido nas instituições de pesquisa com aceitação dos trabalhos científicos no Brasil (em menor grau) e no exterior (em maior grau), agora seria a vez do CRN-3 (esse mesmo que hoje reconhece a viabilidade das dietas vegetarianas) buscar tolher a minha atuação profissional aparentemente “subversiva”. Por meio de processos disciplinares, sabatinas e convocações intimidatórias para dar explicações sobre a minha atuação profissional na qual recomendo dietas vegetarianas, sempre sob a pressão de penalidades que variam de uma simples advertência até a suspensão permanente do direito de exercer a profissão, eu mantive a posição que sempre defendi e na qual me especializei desde o início da faculdade, que é a da viabilidade e superioridade nutricional de uma dieta vegetariana.

O primeiro processo foi iniciado pelo CRN-3 em 2003 e culminou na proibição do uso da assinatura que acompanhava os meus comunicados e impressos: “Dr George Guimarães, nutricionista especialista em dietas vegetarianas”. O argumento do CRN-3 foi o de que não havia tal especialidade dentro da nutrição, que além do mais não aceitava as dietas vegetarianas como sendo adequadas à nutrição humana. Não tendo outra opção se não a de acatar ao pé da letra a determinação do Conselho Regional de Nutricionistas, assim o fiz, ao pé da letra, exatamente como constava no documento e desde então passei a assinar como “nutricionista especializado em dietas vegetarianas”, que se analisarmos de maneira minuciosa podemos concluir tratar-se de um termo (quase) diferente daquele que constava no documento com a determinação do CRN-3. Por algum motivo, a provocação não foi aceita e assim tenho mantido a nova assinatura.

Mas não faltaram motivos para novas denúncias, novos inquéritos e novos pedidos de explicações, sempre sob a ameaça das punições disciplinares cabíveis. O último processo disciplinar foi aberto em 2011, poucos meses antes de ser admitido pelo mesmo órgão, na data de hoje, a viabilidade nutricional das dietas vegetarianas desde que observados alguns cuidados especiais, melhor ainda, desde que orientadas por um nutricionista que seja “especializado” no assunto (com perdão do uso do termo subversivo), que na data da publicação do documento de absolvição só existem porque conseguiram sobreviver à caça às bruxas da nutrição vegetariana no país.

Portanto, vamos comemorar! Mas comemorar o que? O que muda, afinal? Naturalmente, não é só porque o CRN-3 finalmente admite a viabilidade das dietas vegetarianas que os nutricionistas que estão formados ou em formação ganharão uma consciência imediata sobre o respeito devido aos pacientes vegetarianos ou um conhecimento suficiente para prestar uma boa orientação nutricional. Mas a publicação desse parecer impulsionará as faculdades a incluírem o tema em seus currículos e, sobretudo, deixará claro para os profissionais nutricionistas que eles não mais poderão desencorajar um paciente que chega ao seu consultório com a opção de uma dieta vegetariana sob o pretexto de essa ser inviável do ponto de vista nutricional. Todos os meus pacientes, sem exceção, são vegetarianos, protovegetarianos [1] ou estão em transição para uma dessas modalidades e cito como exemplo da desinformação e preconceito por parte de outros profissionais o fato de que cerca de 50% deles chegam ao meu consultório depois de já terem passado por outros nutricionistas. Eles decidem procurar uma orientação especializada depois da péssima experiência que tiveram com os seus nutricionistas convencionais, que em geral os desestimulam a adotar uma dieta vegetariana, chegando ao ponto de amedrontá-los em relação aos supostos riscos “irremediáveis” aos quais estarão sujeitos caso decidam insistir continuar com a sua opção alimentar. Ora, salvo em caso de distúrbio alimentar com causa psicológica, o papel do nutricionista é o de orientar o paciente de modo a obter uma dieta balanceada dentro da sua opção de estilo alimentar, não sendo o seu papel desencorajá-lo quando essa opção é viável do ponto de vista nutricional somente porque essa opção não está de acordo com as crenças filosóficas do nutricionista, ou ainda porque lhe falta o conhecimento necessário. Esse é o caso na maioria das vezes e a responsabilidade é da faculdade de nutrição, que dá pouca ou nenhuma importância ao tema na formação dos profissionais que em poucos anos estarão frente a frente com um paciente vegetariano que o procurará em busca de orientação.

Na prática, ao menos no meu entendimento, agora com a publicação desse parecer os nutricionistas (ao menos por hora aqueles que atuam nos estados de abrangência do CRN-3), estariam vedados a desencorajar um paciente em sua opção por uma dieta vegetariana. Chego a essa conclusão por mera reciprocidade, uma vez que antes desse novo entendimento sobre a viabilidade das dietas vegetarianas os nutricionistas que optavam por orientar os seus pacientes com base em uma dieta vegetariana eram questionados. Se agora o entendimento é o de que as dietas vegetarianas são viáveis, seria uma infração desestimular um paciente a adotá-las sob a justificativa da sua “inviabilidade” nutricional? Esse entendimento não cabe a mim, mas sim ao CRN-3, mas trago esse arrazoado apenas para apontar que essa inversão deverá motivar os nutricionistas a estarem mais atentos e respeitosos diante da opção de seus pacientes vegetarianos, e possivelmente permitirá a alguns pacientes recorrerem ao CRN-3 para denunciar os nutricionistas que desrespeitarem a sua opção alimentar.

Por fim, devo dizer que estou tendo dificuldade de escrever esse texto sem me vir à mente a letra de uma música da banda IRA!, que diz: “Eu tentei fugir / Não queria me alistar / Eu quero lutar / Mas não com essa farda”. Não desertei a profissão nos últimos 18 anos por estar convicto de que a minha atuação (apesar de na sua forma especializada não ser ampla e oficialmente aceita pelos órgãos reguladores da profissão) sempre serviu ao real propósito que guia essa nobre profissão, que é o de levar conhecimento e orientação para a promoção da saúde independentemente da opção filosófica do indivíduo. Enquanto eu vista muitas fardas diferentes no meu dia-a-dia, agora posso dizer que me orgulho dessa nova farda, reformada graças à clareza e boa vontade do Colegiado 2011-2014 do CRN-3, ao qual parabenizo.

Estendo minhas congratulações a todos os colegas nutricionistas vegetarianos, que há duas décadas não passávamos de uma dezena e hoje já somos mais de uma centena, perseverando em nossa postura a despeito das intempéries que possamos ter enfrentado em nossa caminhada profissional. Estejam certos de que essa conquista é fruto também do trabalho de vocês. Continuemos lutando hoje para que possamos comemorar as conquistas das próximas décadas!

Saudações,

Dr George Guimarães
Nutricionista especializado em dietas vegetarianas, desde 1997 atendendo exclusivamente a pacientes vegetarianos

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Terapeuta On Line - Egídio Garcia Coelho - IMMB.

Temos o compromisso de passar informações e estamos trazendo para nosso Portal do IMMB, este filme que já está em domínio público no YouTube.

Em breve postaremos aqui na íntegra o conteúdo legendado para que possa ser lido, já que dependendo da conexão, nem sempre é possível assistir ao vídeo.

Saiba que dispomos de um Curso Básico de Meditação que disponibiliza 6 (seis) meses de apoio on line aos nossos alunos.

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo Holoterapeuta
www.holospa.com.br

Assiste ao vídeo…

Terapeuta On Line - Egídio Garcia Coelho - IMMB.

Kundalini - A Origem Sexual da Espiritualidade

Seg, 13 de Junho de 2011 00:00
SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS

Esta é a continuação das proposituras anteriores: sexualidade e espiritualidade/2008 - o principio do Yin e o Yang/2009.

Selecionei o tema em questão, pelo caminho mais simples e eficaz para o aprendizado: o caminho do tao (filosofia do Chi) para o publico geral.

Focado na energia fundamental, a energia sexual que vem do absoluto “o nada - o inacessível”. Explicação do absoluto o nada: O ser sem forma: surgiu o Yin e o Yang (dualidade) a sublime unidade que impregnou o vasto universo; os Sois, Planetas, Luas, Estrelas, Microcosmos, etc…

A energia sexual Yin e Yang: uma força fecundante masculina Yang, e uma força receptora feminina Yin (a energia é criativa, a união primordial das forças Yin e Yang que impulsiona o universo). Sem essa energia não estaríamos aqui, ou não existiríamos, viemos do nada, ao nada voltaremos “Tao Budh” sobre a kundalini. Atualmente muitas pessoas ouvem falar da kundalini; isso significa que a humanidade esta á caminho da evolução espiritual “pode ser comparado a kundalini que sobe para evoluir alcançando o bindu Brahma”.

Recebi uma mensagem do pássaro voador sobre a kundalini e compreendi que, grandeza da potencia que representa realmente ela; é perigosíssima, mas nem por isso podemos ignorá-la, precisamos mais do que nunca estarmos preparados para o encontro, não para enfrentá-la, mas para recebê-la amorosamente com muita serenidade do Tao e alcançarmos a iluminação.

Kundalini o poder Ígneo

De encontro ao Bindu, a grande força magnética, o princípio universal da vida que existe em toda a matéria também chamado “fogo serpentino” é vida que flui através dos centros vitais ou chacras.

Principio ativo que tanto pode criar ou destruir especialmente no ser humano, ela estabelece laços entre os corpos físicos e astrais e vise e versa á medida que a evolução prossegue esses laços, são vivificados pela vontade que libera e guia essa energia. Embora de maneira meio desordenada por isso o correto deve ser orientado por um mestre eminente. Kundalini a origem sexual da espiritualidade para a teoria da evolução GOPI KRISHNA -  um filósofo iogue hindu pioneiro da união entre a filósofa oriental e a ciência ocidental - kundalini é um termo chave, pois é a base para o acesso a um estado superior de consciência tal que, se atingido por amplas massas da população, representaria uma nova espécie da humanidade.

É uma das forças emanantes do sol, inteiramente independente e distinta de fohat e prâna, e que, no estado atual dos nossos conhecimentos, acreditamos que seremos convertidos a qualquer dessas duas energias percorrendo o corpo as curvas de uma serpente; “Mãe do Mundo” é um nome bastante apropriado, porque e por ela que podem ser vivificados, com sete nós, que naturalmente representa os sete chacras ou centro de força e parece apresentar sete camadas ou graus de potência. Esta força se encaminhou assim no corpo astral, a faculdade de sentir, de ser impressionado por toda a espécie de influencias, porém sem lhe dar ainda a compreensão precisa ou inexplicável.

O mecanismo que nos dá  a consciência do que se passa no astral é interessante e merece ser bem compreendido, mas para obter esses resultados, o fogo serpentino passa de chacra em chacra, em certa ordem e maneiras variáveis por isso essa energia sobe de formato espiral na intenção de encontrar seu objetivo; como o dia percorre para o encontro da noite. Assim é a kundalini que sobe com força e grau para o encontro do bindu, o feito é inexplicável, o mais alto graal (santo) da plenitude.

Bindu

Portal do brahama é uma ligação entre o chacra coronário e o chacra básico. É o fio que liga o cérebro a medula e aos órgãos sexuais e quando cheio de energia, a capacidade do cérebro aumenta.  Aqui que armazenamos a nossa inteligência espiritual, a nossa mente ligada ao útero e a glândula prostática - hormônios sexuais a energia sexual revitaliza o cérebro.

O bindú circula dentro do canal principal, o sushumna, que quando é mantido no alto, o homem mantem-se revitalizado e mais jovem e assim que desce, vem a perda de energia, causando o envelhecimento físico e mental.

Descobri que os segredos de quem nós somos, estão nos chacras (kundalini). Eles falam, eles sentem e pensam. Tudo esta na bioeletromagnética e quando adotamos esses conhecimentos e inserimos a filosofia do tao, entre este a kundalini e a expansão da consciência, ai atraímos para nósa compreensão e não precisamos dizer ou perguntar:” QUEM SOU EU OU O QUE SOMOS”.

Motoyama expressa isso da seguinte forma: e faz um apelo; a ioga apresentar-se-á como uma grande força mundial e alterará o curso dos acontecimentos do mundo. Atualmente a kundalini está sendo discutida em todas as sociedades, em todas as línguas e países do mundo. Especialmente os jovens cientistas devem dedicar-se ao reconhecimento e á compreensão dos efeitos da kundalini - em si próprio e nas outras pessoas. Os médicos e os cientistas precisam formar uma ponte entre a dimensão subjetiva interior da consciência espiritual e a dimensão empírica da ciência como fizeram: Einstein, Ytzhak, Bentov e o Dr. Motoyama. Esse é o momento para avançar audaciosamente e investigar, de forma científica, a experiência da kundalini. Seu despertar é tanto, um evento psicofisiológico como uma realidade espiritual. O estudo do seu amplo potencial é a mais nova fronteira da ciência. Imaginem os importantes benefícios obtidos no tratamento de moléstias, quando se revelar cientificamente que determinados sons e formas (mantras e yantras) podem ativar os sistemas fisiológicos e físicos do organismo.

Experiência cientifica para a avaliação e determinação dos efeitos práticos do tantra e da ioga contribuirá imensamente para acelerar a evolução do homem. Tenho absoluta convicção e confiança nos extraordinários efeitos da ioga para curar o corpo doente do homem, aprimorar sua personalidade e transformar seu nível de percepção consciente. Motoyama transpõe a divergência e demonstra a realidade cientifica da kundalini e o consequente benefício para a humanidade. O Gopi Krishna relata que no futuro próximo, surgirão indivíduos (sem diploma) com grau de clarividência além do normal.

Trecho selecionado da Propositura de Palestras para o Holística 2011

Mitiyo Oshiro Takemoto
Terapeuta Holística - CRT 38660, é palestrante no Holística
www.mitiyooshiro.terapiaholistica.net

Texto extraído de: http://www.sinte.com.br/revistaterapiaholistica/tradicionais/69-sexualidade-tantrico/292-kundalini-tao#ixzz1PTmYfelk
Direitos Autorais: SINTE - SINDICATO DOS TERAPEUTAS

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Folha de Oliveira

Poderoso antioxidante, emagrecedor e
combate a hipertensão.

Reedito essa postagem com um adendo.
Descobri um site referente um grupo que se dedica à preparação de produtos organicos de folhas de oliveira. http://www.folhasdeoliva.com.br/

Nesse site descobri que existe um livro chamado Oliveira a árvore da vida.

Destaco abaixo dois artigos e alguns links sobre essa excelente opção para a saúde. Muito fala-se do chá verde, mas folha de Oliveira é uma excelente opção de fitoterápico com eficácia cientificamente comprada.

Podemos encontrar no mercado folhas secas para preparmos chá, ou capsulas normalmente de 500mg, que apresentam maior facilidade para o uso.

Pesquisas mostram qualidades antinflamatórias, antioxidantes,antibacterianas, ruduz o colesteról,a hipertensão e os radicais livres.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u438413.shtml

Folha de oliveira pode ser benéfica contra hipertensão, diz estudo
Um estudo com gêmeos idênticos revelou que o consumo de 1.000 mg de um extrato específico de folha de oliveira pode reduzir o colesterol e baixar a pressão, informou hoje a revista “Phytotherapy Research”.

A pesquisa realizada por cientistas suíços e alemães foi feita com gêmeos univitelinos para eliminar incertezas causadas pelas variações genéticas que existem entre os indivíduos. Vinte pares desse tipo de gêmeos que sofriam de hipertensão participaram do estudo.
Foram administradas cápsulas com 500 mg ou 1.000 mg do extrato de folha de oliveira e doses de um placebo para cada um dos pesquisados.
Após oito semanas recebendo continuamente as substâncias, os cientistas mediram a pressão sangüínea dos gêmeos e reuniram dados sobre seu estilo de vida.

“O estudo confirmou que o extrato de folha de oliveira tem propriedades que ajudam a combater a hipertensão nos seres humanos”, assinalou Cem Aydogan, um dos autores da pesquisa. Ele acrescentou que o extrato cumpriu com essas funções quando eram administradas doses de 1.000 mg.

Egídio (48) 3025-4533 & Cleide (11) 5835-2036

www.amoramiuraonline.com.br – immb@motivacao.org

Abaixo outro artigo:

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/cha-folha-oliveira-ajuda-eliminar-seis-quilos-mes-403963.shtml

Quem quer uma ajuda extra na hora de emagrecer e gosta de usar chás tem um novo aliado na dieta. Considerado 300% mais poderoso que o chá verde, as folhas da árvore da azeitona possuem quase o quadrúplo de potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco.

Uma reportagem da VIVA MAIS! diz que pesquisas realizadas pela Universidade Metodista de Piracicaba mostraram que tais elementos garantem alto poder antioxidante e estimulam o metabolismo a eliminar gordura.

Diferencial
Mais do que ajudar na eliminação dos quilos extras, o chá de oliveira age especialmente nas gorduras acumuladas na região abdominal.

Assim, ao ingerir de três a quatro xícaras dele por dia, a pessoa consegue, num prazo de dois a três meses, reduzir em até 10% sua circunferência abdominal e perder, em média, seis quilos. Desde que, claro, combinando a bebida com uma alimentação saudável.

A VIVA montou um cardápio da dieta da oliveira para desintoxicar e atingir o peso ideal.
Como preparar e tomar- Ferva um litro de água em uma panela que não seja de alumínio. Ao levantar fervura, despeje um punhado de folhas secas de oliveira. Ferva mais um minuto, deixe esfriar e coe.

- Faça um chá fresco a cada dia
- Não use adoçante
- Você pode também diversificar o sabor do seu chá adicionando algumas folhas de hortelã ou cascas de abacaxi. Isso não altera os benefícios

Onde achar: Você acha o chá em casas de produtos naturais ou grandes mercados. A embalagem com 30 gramas, que rende cerca de nove litros e nos sites do IMMB, estão disponíveis em cápsulas, facilitando ainda mais o consumo, lembrando que ingerida em água morna é mais eficaz.
Contra-indicação: Gestantes e lactantes não devem consumir.

Fonte: Saude Completa
http://saudecompleta.blogspot.com/2009/12/folha-de-oliveira-poderoso-antioxidante.html

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COMO MANTER A  PRESSÃO CONTROLADA

Conheça os segredos da pressão alta para vencê-la

Décio Mion JR.

Angela M. G. Pierin

Professor livre-docente

Professora Doutora

Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas

Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica

Disciplina de Nefrologia da Faculdade  de Medicina da Universidade de São Paulo

Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo


APRESENTAÇÃO

Para vencer um inimigo é preciso conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas. O mesmo acontece com a pressão alta: para vencer esta “inimiga silenciosa” você precisa conhecer os seus segredos. Leia as informações a seguir e crie a sua própria maneira de lutar contra a pressão alta e vencê-la.
Os especialistas em pressão alta da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Prof. Décio Mion Jr,  e Profa. Angela Pierin, que já conseguiram fazer com que centenas de pessoas hipertensas vencessem a doença, escreveram estas orientações para você. Eles explicam as melhores maneiras de enfrentar a pressão alta para mantê-la sobre controle.
Como especialistas, eles sabem o quanto é difícil para os pacientes tomar os remédios diariamente e seguir todas as orientações do médico para fazer exercícios, seguir dieta, comer alimentos com pouco sal e tomar bebidas alcoólicas em pequena quantidade. Por outro lado, eles também sabem que todas as pessoas que venceram as dificuldades iniciais para terem uma vida mais saudável estão muito felizes, satisfeitas com elas mesmas e com a pressão controlada.
Seja você também um desses felizardos. Não encurte sua vida. Não passe a velhice com baixa qualidade de vida, preso a uma cama por causa da pressão alta. Faça parte do nosso time. Boa sorte! Vá à luta. Estamos torcendo por você.


O QUE É PRESSÃO ALTA?

A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma doença que ataca 1 em cada 5 brasileiros, chegando à razão de 1 para 2 entre as pessoas mais idosas. A pressão alta é uma doença traiçoeira porque, geralmente, as pessoas não sentem nada quando a pressão sobe. Por isso, ela é chamada de “assassina silenciosa”. Ela vai, de mansinho, deixando os vasos por onde circula, doentes, estreitados e endurecidos.
Dessa forma, os vasos podem estourar, como acontece no derrame, ou entupir, como ocorre no infarto ou na paralisação dos rins. Esses são os riscos da pressão alta não tratada e sem controle.

Conheça bem a sua inimiga: ela acaba com os vasos, o que pode causar um derrame, um infarto ou uma paralisação dos rins.


PORQUE TENHO PRESSÃO ALTA?

A pressão alta não escolhe a quem atacar. Ataca qualquer pessoa. Podem ser homens ou mulheres, jovens, idosos ou crianças, ricos ou pobres, brancos ou negros, pessoas calmas ou nervosas. Qualquer um de nós pode ter a doença.

Conheça bem a sua inimiga: ninguém está livre da pressão alta.


QUAL É A CAUSA DA PRESSÃO ALTA?

A sua causa ainda é desconhecida. Na maioria dos casos, o problema passa de pai para filho. O fato de ter pai, mãe ou avós hipertensos faz com que você tenha mais chances de ter a doença.
Além disso, outros fatores também contribuem para o aparecimento da pressão alta, tais como: excesso de sal e de bebidas alcoólicas, peso acima do ideal e vida sedentária, sem exercícios.

Conheça bem a sua inimiga: quando existem familiares com pressão alta, a chance de se ter a doença é maior e, por isso, torna-se ainda mais importante manter o peso, praticar atividade física regularmente, não exagerar no sal e nas bebidas alcoólicas.


PRESSÃO ALTA TEM CURA?

A maioria das pessoas que tem pressão alta não se cura da doença, consegue apenas controlar a pressão e manter uma vida normal. Um tratamento correto da pressão alta permite que você tenha uma boa qualidade de vida, além de evitar um eventual derrame, infarto ou paralisação dos rins.

Conheça bem a sua inimiga: trate a pressão corretamente para ter uma boa qualidade de vida.


O TRATAMENTO DURA QUANTO TEMPO?

Como a pressão alta não tem cura, o tratamento é para toda vida. É necessário estar sempre em tratamento para manter a doença controlada porque, quando o remédio é interrompido por um dia, a pressão pode subir. Por isso, é muito importante tomar os remédios todos os dias. Interromper o tratamento por conta própria é arriscado, pois pode aumentar abruptamente a pressão e trazer sérias conseqüências.

Conheça bem a sua inimiga: tome os remédios todos os dias para obter todos os benefícios do tratamento.


COMO TRATAR A PRESSÃO ALTA?

O tratamento deve ser feito com os remédios que controlam a pressão, juntamente com mudanças nos hábitos diários, tais como: reduzir a quantidade de sal e de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e praticar exercícios físicos regularmente. Algumas vezes, é possível controlar a pressão somente por meio das mudanças nos hábitos de vida.
Apenas o médico pode saber qual o remédio mais adequado para controlar a sua pressão.
Os remédios para o tratamento da pressão alta fazem os vasos se dilatarem até baixarem a pressão para os níveis considerados normais – hoje se sabe que o melhor é manter a pressão abaixo de 13/8.

Conheça bem a sua inimiga: não basta tomar remédios; faça também as mudanças necessárias nos seus hábitos diários o quanto antes. Os grandes benefícios só acontecem com as grandes mudanças.


COMO DEVO TOMAR OS REMÉDIOS? COMO FAZER PARA NÃO ESQUECER DE TOMÁ-LOS?

O uso do remédio deve ser contínuo. Os remédios devem ser tomados todos os dias, na dose e nos horários recomendados, para manter constante a sua atuação no organismo. Geralmente, uma dose ao dia é o suficiente para controlar a pressão, embora algumas pessoas precisem tomar remédios duas a três vezes ao dia. Procure associar a ingestão dos remédios com atividades cotidianas como no café da manhã, almoço ou jantar, ao deitar, acordar ou escovar os dentes.
Mantenha os remédios em locais visíveis – próximo a geladeira, televisão ou escova de dentes – e longe do alcance das crianças. Não deixe que os remédios acabem totalmente: compre sempre uma nova caixa antes de terminar a que você está usando e não corra o risco de ficar sem remédio.
Se possível, mantenha uma caixa de remédios em casa e outra no trabalho, pois no caso de você se esquecer de tomar o medicamento em casa, poderá fazê-lo no trabalho. Ao viajar, leve uma quantidade suficiente do remédio para o período em que estiver fora.
O envolvimento de outros familiares também poderá ajudá-lo a não se esquecer de tomar o remédio; por isso solicite ajuda. Não interrompa o tratamento porque o remédio acabou ou porque acha que está curado. Lembre-se: sua pressão estará sob controle apenas se você seguir o tratamento corretamente.

Conheça bem a sua inimiga: estabeleça uma rotina para lembrar dos remédios todos os dias e evitar que a pressão suba.


CASO ME SINTA MAL COM OS REMÉDIOS, O QUE DEVO FAZER?

Nunca interrompa o tratamento por conta própria. As pessoas reagem de maneiras diferente aos medicamentos. É necessário paciência até acertar o tipo e as doses ideais do remédio que controla melhor sua pressão. Caso sinta algo diferente, procure seu médico; se necessário, ele poderá mudar a medicação. Só ele pode saber qual o melhor remédio para seu bem-estar e controle da pressão.

Conheça bem a sua inimiga: nem sempre é possível controlar a pressão logo na primeira consulta. Se você contar para seu médico tudo o que sente, ele saberá qual o melhor remédio para combater a pressão alta.


COMO SABER SE A PRESSÃO ESTÁ CONTROLADA?

A pressão alta, na maioria das vezes, não apresenta sintomas específicos. Algumas pessoas se queixam de dor de cabeça, dor na nuca ou zumbido nos ouvidos. No entanto, esses sintomas não são específicos para pressão alta, pois podem estar relacionados a outros problemas de saúde. A única maneira de saber se a pressão está alta é fazendo a medição.
Normalmente, a pressão varia bastante durante as 24 horas do dia; ela se altera com a atividade física, com o sono e com as emoções. Por essa razão é que o médico mede a pressão mais de uma vez nas consultas. Às vezes, é necessário fazer um exame que mede a pressão por 24 horas, enquanto a pessoa realiza as suas atividades diárias. Esse exame, denominado Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), serve para saber se a pressão está mesmo controlada durante o dia e  a noite.

Conheça bem a sua amiga: o único jeito de saber se a pressão está mesmo controlada é medindo a pressão.


QUEM PODE ME AJUDAR?

A sua família, os seus amigos e o seu médico. Vocês formam um time. Juntos, podem baixar a pressão e mantê-la sob controle; porém, para que isso aconteça é importante que você deixe seu médico ajudá-lo. É importante que ele conheça seus sentimentos, suas facilidades e dificuldades para fazer o tratamento. Aponte todas as suas dúvidas quando for às consultas. Não faça modificação no tratamento por conta própria, sempre o consulte.
Peça para seu médico esquematizar o plano de tratamento em cada consulta, incluindo dose e horários dos medicamentos, dieta e atividades físicas. Se ele pedir para você medir a pressão em casa, faça-o antes de tomar os remédios e repasse os valores para ele. Se você tiver dúvida sobre as modificações do remédio em seu organismo, discuta com seu médico.
Conheça bem sua inimiga: trabalhando com sua família, seus amigos e seu médico, a pressão alta será derrotada e você vencerá a “assassina silenciosa”.

Apoio:

Laboratório MERCK SHARP & DOHME

Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

Fonte: http://www.farmaceuticovirtual.com.br/html/pressao.htm

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