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A HISTÓRIA DA ÁGUIA

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A HISTÓRIA DA ÁGUIA

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Conta-se que no Canadá existia um homem que fez uma grande fortuna e vivia numa grande fazenda. Era caçador e caçava animais vivos. A fazenda era como um grande zoológico. Servia também para manter os animais antes de ser feito a distribuição para zoológicos do mundo todo. Faziam-se cadastros técnicos dos zoológicos que poderiam oferecer condições ideais para receber seus animais. Porém antes da aprovação destes, o caçador teria que conhecer pessoalmente para checar as informações recebidas e então autorizar a venda e remessa de animais. Tinha uma equipe muito bem treinada, assim como ele. Houve uma caçada que mereceu destaque. Como sempre antes de saírem, foi feito uma checagem geral de todos os equipamentos. Para onde iriam, que tipo de vegetação havia? Que tipo de árvores e frutos havia nas florestas? Que tipo de pássaros atrai esses frutos e quais os possíveis predadores para esses pássaros? Que tipo de armadilhas, gaiolas e jaulas seriam usados? Que tipo de transporte seria o mais viável? Conforme os dias previstos para a caçada, qual a previsão de mantimentos? Que tipo de armas levariam para garantir segurança e defesa se necessário. Os mapas detalhados da região e tudo bem planejado. Então partiram…!

Na selva os homens trabalhavam em linhas. A primeira linha se encarregava das armadilhas. A segunda se encarregava do barulho com tiros e foguetes para assustar os animais levando-os na direção das armadilhas. A terceira cuidava da imobilização dos animais e preparação para transporte em jaulas e gaiolas apropriadas. A quarta se encarregava da seleção. A quinta fazia o embarque e arrumação para um transporte seguro, etc…

Num ponto de parada o fazendeiro observou uma montanha que estava fora da sua área de exploração. Através do seu binóculo, notou que lá havia uma floresta promissora e um ponto muito alto. Tomado de curiosidade, definiu e comunicou aos seus colaboradores, para que firmassem o compromisso de juntos conquistarem as novas matas na próxima caçada. Seguindo a rotina, todos de volta para a fazenda até que a nova caçada fosse necessária para a continuidade das atividades.

O experiente caçador ficou numa grande expectativa nas semanas que antecederam aquela CAÇADA ESPECIAL. Chega o grande dia e como sempre, se repete toda aquela costumeira preparação para a saída. Partiram com destino a tal montanha. Bem equipados de acordo com as necessidades anteriormente previstas. Com grande determinação e muito sacrifício chegaram ao topo da montanha. Em cima da montanha tinha um planalto. Havia no centro uma rocha muito alta que a equipe julgou ser impossível sua escalada. O caçador, no entanto contrariando a todos afirmou que seria o primeiro a conhecer seu pico. Preparou seus equipamentos apropriados e partiu para a missão julgada impossível. Muito esforço se fazia necessário e gradativamente o desgaste físico se mostrava. Lá pelas tantas, mesmo com seus dedos sangrando, seguia buscando na rocha e nos veio das águas, espaços para introduzir e prender os grampos que davam sustento para as cordas, porém, com muita dificuldade. Até que finalmente chegou ao topo da rocha. Maravilhado, olhou a beleza em torno dos 360 graus e ficou encantado, chorando emocionado com a conquista. Tomou um papel e olhando através do seu binóculo, começou a desenhar um mapa em semicírculo, de acordo com a linha do horizonte. Desenhou tudo o que viu, dividindo por setores numerados. Com seu possante binóculo observava as arvores, folhas, frutos. Frequência dos pássaros e possíveis predadores. Todos os setores desenhados garantiam mais 10 gerações de atividades. Diante disso ele mais uma vez chorou extasiado. Estava naquele momento muito feliz quando, alguém o chamou pelo nome e era uma pessoa digna de muita confiança. Ele muito ágil, (habilidade tida como necessidade básica de caçador) desceu da rocha com rapidez. Seu fiel companheiro com ar de assustado disse: Acho que encontrei entre as rochas um ninho de Águia (condor, a maior ave de rapina conhecida). Ok, esperem…

Fiquem todos em alerta, mas, podem dar continuidade na caçada conforme o planejado. Eu vou pessoalmente ver isso com os meus próprios olhos. (Fatos! As coisas mais importantes, você mesmo tem que fazer.) Com muito esforço e cuidado conseguiu chegar e confirmou ser realmente um ninho de águia, constatando pelas plumas e penas conhecidas. Para maior surpresa, entre as plumas e penas havia um grande ovo. Tomado por um impulso, acabou apanhando o ovo! Com seu costumeiro cuidado, guardou-o, decidindo por levá-lo consigo. A esta altura em paralelo, a caçada seguia num verdadeiro sucesso. Após uma avaliação das metas a serem alcançadas, o líder caçador, reúne sua equipe dando por encerrada mais uma jornada. Prepararam-se todos e partiram de volta para a fazenda. À noite, após um jantar de confraternização, ele pediu a todos que esperassem e foi buscar o ovo de águia. Colocando-o no centro da mesa, questiona… O que vamos fazer de positivo com este ovo aqui na fazenda. Ninguém sabia ao certo o que fazer até que a esposa do caçador levantou a mão. (Quando vocês homens não souberem o que fazer diante de alguma situação delicada, perguntem as esposas que falam muito por intuição. Só que nunca façam o que elas dizem. Usem a intuição/ideia delas e a sua experiência). O que houve querida? Hoje pela manhã minha galinha gigante foi colocada para chocar. Posso tentar dar um jeito, pois me entendo bem com ela. Todos concordaram.

Havia além de amizade, uma forte empatia devido a uma tragédia que resultou na quebra da perna da galinha. A senhora muito habilidosa e cheia de compaixão, encanou a perna com muito carinho, tendo a galinha, uma recuperação quase perfeita. Diante da situação, a esposa dedicada procurou imediatamente a galinha e confidenciou sua intenção. – Olha, aconteceu um fato novo… ela um pouco apreensiva temendo reações do galo, acabou concordando e aceitou acomodar o grande ovo junto com os seus, embora um pouco desajeitada. Eis que um determinado dia os pintinhos (pintainhos) descascaram. A senhora prontamente acomodou-os em um balaio, aquecendo e tratando-os.

O tempo foi passando e os filhotes cobrando em demasia a falta de assistência da mãe gigante. A pobre galinha ficava dividida e com a permanência no ninho além do previsto já estava quase sem penas e muito enfraquecida pela febre do choco. Mesmo assim, diante da insistência da senhora em esperar o resultado, esta permanência por consideração, mesmo contra sua vontade. Após sacrifícios sofridos e de difícil narração, a pobre galinha resolveu desistir. A senhora então diante da situação, apelou por todas as sutilezas da comunicação e aproveitando-se da grande afinidade entre as duas, conseguiu um pacto final. “Ficar pelo menos até o dia seguinte.” E a senhora assumiu ainda o compromisso de permanecer junto a galinha até o final do pacto. Era realmente o limite. E assim aconteceu…

Lá pelas tantas da madrugada a senhora debruçada no ninho acabou dormindo. Acordou assustada com a galinha fora do ninho bicando o ovo que começava a partir. Prontamente ajudou a galinha a descascar e surgiu então uma figura horrorosa maior que a galinha, com um pescoço enorme e o bico aberto querendo comer.

Passado o susto, juntaram-se aos pintinhos e começaram a viver normalmente. Nos primeiros passos a águia parecia ter tomado umas caninhas 51 e bastante desajeitada começou a seguir sua família.

O galo assustado e coçando a crista, não conseguia entender o que estava acontecendo. Pois se tratava de um segredo entre a galinha e a senhora. O tempo foi passando e a criatura águia por fora e por dentro galinha vivia ciscando no terreiro. Até que um dia ao amanhecer, entra uma raposa no galinheiro e o primeiro a pular para o último puleiro foi o papai galo e a águia, naturalmente o acompanhou. Eis que, com muita habilidade a raposa conseguiu uma presa que tinha um pouco de dificuldade para caminhar. Diante dos gritos da mamãe galinha a águia sentiu que alguma coisa dentro de si falou mais alto e sem controle lançou-se sobre a raposa cravando suas unhas nas costas imobilizando-a por completo. Lançou-se para cima batendo as asas e estourando o teto do galinheiro foi para as alturas e lá com muita fúria partiu a raposa em dois pedaços.Cá embaixo os habitantes do terreiro ao ver a cena ficaram impressionados e muito assustados com risco que estavam correndo em conviver com uma fera tão poderosa. Se fez isso com uma raposa, o que faria com eles? Lá em cima a águia ao soltar os pedaços da raposa ficou extasiada com o cenário maravilhoso. Um mundo fascinante. O sol nascendo irradiante, enfeitava o cenário. Uma visão extraordinária que a fez esquecer do terreiro por uns tempos, passando circular e apreciar as maravilhas das alturas. No final da tarde, já com fome e saudades da família, resolveu voltar. Ao chegar na fazenda, no terreiro foi um verdadeiro tumulto. Todos correndo em desespero a procura de abrigo seguro. Após muita insistência sem sucesso, de convencê-los de que não pretendia fazer mal e sim alimentar-se como todos fazem, e viver normalmente, ela lembrou então de apelar chamando pela mamãe. Como coração de mãe sempre amolece, a galinha gigante, com muita cautela resolveu se aproximar e então todos viram que não estavam correndo perigo.

Após muitas observações quanto a tamanho, pernas, bico, asas, resolveu colocar a mãe na parede e arrancar a verdade. Está sem saída e também com obrigação de não mentir para sua filha adotiva, acabou contando o segredo que até então permanecia. A águia contou sua experiência e disse estar com muita vontade de conhecer melhor aquele mundo. A mamãe galinha concordou e até incentivou a águia a seguir seu caminho. Esta resolveu explicar tudo ao papai galo que ficou muito aliviado e coçando a crista abençoou sua partida. Foi então uma grande festa de despedida para selar o início de uma nova vida.

Ao contar esta história sentimos dois tipos de emoções:

1º – TRISTEZA: Comparando com as pessoas que são águias, mas, pensam, agem e ciscam como as galinhas.

2º – ALEGRIA: Pelas pessoas que participam dos nossos cursos. Porque estão aqui e buscam evoluir. Mas, correm um grande risco de voltarem para o galinheiro. Por isso, não podem esquecer jamais que são ÁGUIAS. E devem então repetir sempre, começando agora: ÁGUIA, ÁGUIA, ÁGUIA…!

O CÉU É O LIMITE, O DINHEIRO NÃO PODE SER PROBLEMA, TEM QUE SER SOLUÇÃO. FAÇA O SEU PROJETO DE VIDA. MAS EXECUTE-O!

QUEM NÃO TEM DINHEIRO, SOCIALMENTE, NÃO TEM VALOR. POIS A FALTA PERMANENTE DE DINHEIRO É UM ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA.

QUEM NÃO TEM DINHEIRO, VIVE SOMENTE PARA COMER E DORMIR. E ISSO NÃO É VIDA DE GENTE QUE RACIOCINA.

É PRECISO TER CAPITAL, DINHEIRO VIVO! SEU! E NA MÃO, OU SEJA, A SUA DISPOSIÇÃO!

SE ALGUÉM PODE, VOCÊ TAMBÉM PODE!

Narrada no Shurenkai por: Ismael Cordeiro Jr.

Atenção:
O fechamento desta narrativa, foi apropriado na época (1996) para o propósito do Curso Shurenkai, oferecido por uma empresa de MMN=MLM Multi Level Marketing, porém, em nossa filosofia de vida e numa visão holística, discordamos, dizendo que o dinheiro é uma consequência da dedicação pessoal ao colocarmos nossos talentos à serviço do universo e na proporção da nossa eficiência, por méritos somos recompensados e nem sempre com dinheiro, pois muitos são aqueles que buscam realização pessoal sem importar-se com somas financeiras significativas…

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Parapsocólogo Holoterapeuta
RTA 9094384

Andaimes da Construção

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

Andaimes da Construção

Por: Egídio Garcia Coelho

Estamos acostumados a encontrar por entre os tantos arranha céus que já existem, alguns tapumes de obras acobertando o nascimento/construção de uma nova obra (edifício) que quase sempre o arquiteto, procura fazer com que ao ficar pronta possa ostenta-la com superioridade em beleza e praticidade entre as demais.

Quero fazer deste parágrafo uma metáfora comparando com nossa vida até atingirmos nossa maturidade espiritual entre quarenta e quarenta e cinco anos. (Em AT-Análise Transacional, por ciclos de 7 anos, chega-se na maturidade espiritual entre 49 e 56 anos, se não me falha a memória).

Dado a arcaica pedagogia que ainda enfrentamos, nossos talentos quase sempre são castrados pela equivalência de notas que sofremos nos primeiros anos de estudos que mesmo assim, já é um privilegio, quando tantos semelhantes sequer podem sonhar em tê-los.

Crescemos aprendendo a nos adaptar gradativamente a uma luta constante de disputa por espaço e poder tão forte que já nos nossos primeiros passos quando temos acesso a algum objeto, conseguindo segura-lo nas mãos, nos sentimos donos reagindo defensivamente se alguém ameaça tira-lo de nossas mãos.

Sabemos que nossos egos podem vir desenvolvidos geneticamente e também por instinto pela influência de reinos ou existências anteriores, fazendo de nossa mente uma escrava fiel desses, durante nossa existência.

Para fazer sentido o texto, devemos considerar aqui os egos, como sendo os Sete Pecados Capitais, fugindo da nossa psicologia tradicional. Costumo usar para representa-los a sigla SALIGIP, sendo eles: Soberba, Avareza, Luxúria, Ira, Gula, Inveja e a Preguiça.

Aprendemos com nossos esforços buscando nos estudos em diversos níveis até a formação acadêmica ou mesmo somente na escola da vida, que precisamos para obter sucesso adquirir habilidades como: Liderança, Economia, Prazer, Ação, Sustento, Ambição Sadia e Descanso, como básico entre outras tantas necessidades.

Na construção da nossa obra, ou seja, nossa vida, para que venha servir de exemplo, orientando nossos descendentes ou quem quer que venha a precisar da nossa influência no seu desenvolvimento, acabamos por ter que dispor dos nossos egos como andaimes indispensáveis durante a execução do projeto que nem sempre é por nós elaborado.

Vejamos:

A Soberba.
Para desenvolvermos uma liderança, diante da limitação de conhecimento e entendimento dos colaboradores ou alunos, precisamos em algumas circunstâncias, ostentar uma certa superioridade (soberba) impondo autoridade, mesmo que sutil e coerente.

A Avareza.
Sem adquirir o hábito de economizar, ou seja, guardar um pouco do que podemos com sacrifício ou mesmo sobras, jamais seriamos capazes de acumular um capital para vir a iniciar um projeto mais significativo ou mesmo a aquisição de um bem qualquer. Para isso, teremos que ignorar necessidades básicas de muitos semelhantes, mesmo sabendo que alguns sequer dispõem do mínimo necessário para a alimentação.

A Luxúria.
Vivemos numa constante luta e uma acirrada competitividade que de alguma forma precisa ser compensado para sentirmos o sabor da vida. Então buscamos algo que nos traga “prazer” fora do trabalho, preenchendo assim algum tempo, desfrutando de ocupações prazerosas que acabam por carregar nossas baterias.

A Ira.
Ela é nossa propulsora da ação. Para que possamos produzir e enfrentar desafios, precisamos sentir dentro de nós um impulso capaz de vencer qualquer obstáculo que possa aparecer no nosso caminho rumo ao objetivo. Não conseguimos fazer força ou fixar determinação ferrenha sem fazer uso dela que quando equilibrada pode ser identificada como raiva e somada com a alegria, nos torna extrovertidos e produtivos.

A Gula.
Diante de tantas adversidades em nossa constante luta e em algumas circunstâncias, por ignorância, acabamos nos proporcionando desgastes que chegam a comprometer nosso organismo provocando ás vezes falta de apetite. É nessas horas que usamos os olhos e o olfato para poder despertar alguma atração por comida através da gula, garantindo assim repor energias para darmos continuidade na jornada.

A Inveja.
A inveja, se bem administrada nos leva a uma ambição sadia de querer possuir alguma coisa ou conquistar algo, fazendo de outros um referencial. E a conhecemos muito bem, agindo quase sempre de forma errônea, chegando a causar até crimes, mesmo em família.

A Preguiça.
É tão grande nossa necessidade de vencer na vida, que algumas vezes diante de um planejamento estratégico, se houver algum atraso num cronograma, ou mesmo diante de uma contrariedade qualquer, somos capazes de ultrapassar nossos limites de reservas, podendo provocar sérios danos á saúde. Então quando necessário, nossa mente pode nos proteger permitindo uma dosagem significativa de indisposição esporádica para que em uma determinada hora ou dia, se possa optar por uma boa parada radical, evitando às vezes crises das mais variadas.

Assim, falamos resumidamente de cada um dos Sete Pecados Capitais, sendo úteis, sem entrar em detalhes, deixando margem para muitas argumentações contrárias. Sabemos sim da necessidade do equilíbrio e tanto que nossa experiência de vida mostra que acabamos por extrapolar no uso de cada um deles e em especial até de forma inconsciente, a luxúria (prazer) através do sexo. Tanto que a mídia tem esse alvo como principal foco, por saberem nossas lideranças mundiais o ponto fraco da humanidade.

Nenhuma instituição religiosa ocidental mais popular conhece o mecanismo de defesa para que possamos vencer tais inimigos após se instalarem comodamente, já que por um bom tempo foram também aliados na construção em nossa obra.

Para entendermos melhor minha metáfora vamos considerar que até nossos 40/45 anos passamos construindo nossa obra que se refere ao entendimento e compreensão, ou seja, a nossa faculdade da vida.

Normalmente passamos por sérias turbulências nessa faixa etária. O que pode ter inspirado ao autor no Velho Testamento a usar quarenta anos para descrever o povo no deserto a busca/procura da terra prometida.

Considero a terra prometida a maturidade espiritual, onde podemos parar para refletir e perceber a importância dos ensinamentos dos nossos professores, a sabedoria dos idosos mesmo sem nenhuma formação, o quanto nossos avós representam pra nós, o verdadeiro sentido do amor e em especial o da mãe. Também a amizade sincera do pai, salvo algumas exceções e a forma com que se começa a encarar os projetos sem expectativas ambiciosas e ansiedade, tendo mais confiança em Deus e reconhecendo com mais profundidade a complexidade da vida, começando a se sentir um Templo de uma Divindade que alimenta uma vida num corpo que se movimenta pela simples intenção e que possui raciocínio.

Nossa nova etapa depois dessa faixa etária consiste em iniciar a retirada dos “andaimes” dando gradativamente acabamento na obra, onde começamos a realizar com mais maturidade, sendo para muitos um verdadeiro início de tudo que até então parecia impossível. Porém, a metamorfose é sentida na grande maioria de forma até assustadora, desafiando os limites até então conhecidos. Tanto que alguns poucos sequer conseguem ultrapassar tal barreira.

Segundo nosso conceituado Teólogo Leonardo Boff, algo semelhante acontece com a águia que ao atingir 40 anos está com o bico quase inutilizado e muito curvo, suas unhas também comprometidas a ponto de ter que encarar uma verdadeira flagelação. Numa espécie de quarentena (vou usar como expressão o que me parece ser 180 dias), ela bate seu bico contra uma pedra até provocar sua queda. Com um novo bico que logo cresce, pode então extrair a força suas próprias unhas envelhecidas e inúteis, dando assim condições para uma nova etapa de mais uns 30 anos de vida nas alturas.
Nem todas são capazes de obedecer aos seus instintos, tendo-se conhecimento de algumas poucas que resolvem dar por encerrada sua jornada na primeira etapa da vida.

Segunda-feira 04 de julho de 2005.

Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 04/07/2005
Código do texto: T31126

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda
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As Trevas

Um dos problemas mais difíceis de nossa época vem a ser precisamente o intrincado labirinto das teorias.

Indubitavelmente, por estes tempos se multiplicaram de forma exorbitante em todas as partes as escolas pseudo-esoteristas e pseudo-ocultistas.

O comércio de almas, de livros e de teorias é pavoroso; raro é aquele que, entre o emaranhado de tantas idéias contraditórias, consiga em verdade achar o caminho secreto.

O mais grave de tudo isto é a fascinação intelectiva; existe a tendência de se nutrir estritamente de forma intelectual com tudo o que chega mente.

Os vagabundos do intelecto já não se contentam com toda essa literatura subjetiva e de tipo geral que abunda nos mercados de livros; agora, para o cúmulo de tudo, também se empanturram e se congestionam com o pseudo-esoterismo e o pseudo-ocultismo barato presente em todas as partes como erva daninha.

O resultado de tudo isso é a confusão e a desorientação manifesta dos velhacos do intelecto.

Constantemente recebo cartas e livros de toda espécie. Os remetentes, como sempre, interrogando-me sobre esta ou aquela escola, sobre tal ou qual livro. Eu me limito a responder o seguinte: Deixe de ociosidade mental; você não tem por que se importar com a vida alheia; desintegre o eu animal da curiosidade; não se preocupe com as escolas alheias; torne-se sério, conheça-se a si mesmo, estude-se a si mesmo, observe-se a si mesmo, etc.

Realmente, o importante é conhecer a si mesmo, profundamente, em todos os níveis da mente.

As trevas são a inconsciência; a luz é a Consciência. Devemos permitir que a luz penetre em nossas próprias trevas. Obviamente, a luz tem o poder de vencer as trevas.

Desgraçadamente as pessoas se encontram auto-encerradas dentro do ambiente fétido e imundo de sua própria mente, adorando seu querido ego.

As pessoas não querem se dar conta de que não são donas de sua própria vida; certamente, cada pessoa está controlada internamente por muitas outras pessoas. Quero me referir de forma enfática a toda essa multiplicidade de eus que trazemos dentro.

Evidentemente cada um desses eus põe em nossa mente o que devemos pensar; em nossa boca o que devemos dizer; no coração o que devemos sentir, etc.

Nestas condições, a personalidade humana não é mais que um robô governado por diferentes pessoas que disputam a supremacia e que aspiram ao supremo controle dos centros capitais da máquina orgânica.

Em nome da verdade afirmamos solenemente que o pobre “animal intelectual” equivocadamente chamado homem ainda que se creia muito equilibrado vive em um completo desequilíbrio psicológico.

O mamífero intelectual de modo algum é unilateral; se o fosse, seria equilibrado.

O “animal intelectual” é, desgraçadamente, multilateral, e isso está cabalmente demonstrado.

Como poderia ser equilibrado o humanóide racional?

Para que exista equilíbrio perfeito é preciso ter a Consciência desperta.

Só luz da Consciência dirigida não desde os ângulos, mas em forma plena, central, sobre nós mesmos, pode acabar com os contrastes, as contradições psicológicas e estabelecer em nós o verdadeiro equilíbrio interior.

Se dissolvermos todo esse conjunto de eus que trazemos em nosso interior, virá o despertar da Consciência, e como seqüência ou corolário, o equilíbrio verdadeiro de nossa própria psique.

Infelizmente as pessoas não querem se dar conta da inconsciência em que vivem; dormem profundamente.

Se as pessoas estivessem despertas, cada qual sentiria seu semelhante em si mesmo.

Se as pessoas estivessem despertas, nosso semelhante nos sentiria em seu interior.

Então, obviamente, as guerras não existiriam e a Terra inteira seria, em verdade, um paraíso.

A luz da Consciência, dando-nos verdadeiro equilíbrio psicológico, vem a estabelecer cada coisa em seu lugar; assim, o que antes entrava em conflito íntimo conosco, passaria para o seu lugar adequado.

É tal a inconsciência das multidões que nem sequer são capazes de encontrar a relação existente entre luz e Consciência.

Inquestionavelmente, luz e Consciência são dois aspectos da mesma coisa; onde há luz, há Consciência.

A inconsciência é trevas e estas últimas existem em nosso interior.

Só mediante a auto-observação psicológica permitimos que a luz penetre em nossas próprias trevas.

“A luz veio s trevas, mas as trevas não a compreenderam”.

Capítulo 11 livro A GRANDE REBELIÃO
Samael Aun Weor

SECURITAS AURUM

Sobre Alucinogenos

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Sobre Alucinogenos…

O mundo de hoje é um avião em que o piloto acaba de anunciar um pouso forçado em plena selva amazônica. Agora, a tripulação só pode ajudar os passageiros a amarrar os cintos, retirar a bóia flutuante de baixo do assento e dar poucas e breves orientações sobre janelas de emergência e de como melhor acomodar o corpo no assento para o impacto, antes que eles – da tripulação – façam o mesmo.

Ninguém sabe onde nem como o avião irá parar. Com um pouco de sorte, não vamos pegar uma árvore com tronco milenar já de cara. Quem sabe podemos resvalar nas copas das árvores, suavizando o impacto final. E até devemos rezar para que no final da queda os que sobreviverem não tenham o azar de parar dentro de um rio cheio de piranhas.

Portanto, num mundo caótico é um salve-se quem tiver sorte [mérito] e sobrevive quem melhor treinou [fazer práticas] enquanto em solo. Uns defendem esta ou aquela prática; outros anunciam que todos se salvarão porque magicamente entraremos na quarta dimensão. Mas, já foi dito que com egos ninguém regressará a este mundo após a Grande Tragédia. Substância nenhuma do mundo mata egos, nem muda comportamentos, nem desperta compaixão, nem leva a encarnar o Cristo Íntimo, nem a forjar corpos de ouro.

Quem viveu na casa do Mestre Samael tem afirmado categoricamente que o uso de certas plantas só se faz na presença e com acompanhamento de um mestre e raramente na vida. Nunca vi budistas usarem outros meios que não a meditação e os mantras para se iluminarem. Tampouco nas épocas áureas da humanidade os sacerdotes e oráculos usavam tais expedientes; isso foi introduzido já nas épocas decadentes quando as capacidades luminosas da consciência se haviam perdido.

O que é difícil no mundo moderno é as pessoas aceitarem que qualquer avanço real e efetivo na Senda Espiritual só se dá com a morte do ego, e nunca através de outros meios. Uma alternativa real e concreta para isso seria um monge do clã de dag dupa vir ao ocidente ensinar mantras para materializar egos, construir uma sala de concreto e ali encerrar o valente estudante durante uma noite para um combate corpo a corpo, até a morte, contra os animais que leva dentro de si.

E aos que acham que exageramos digo que há registros de que o Mestre Samael não ensinou isso na Gnose atual porque teria que ensinar artes marciais também – ressuscitar a Ordem do Dragão Amarelo – e centenas ou milhares de estudantes seriam mortos [e o Mestre iria responder pelas mortes dos mesmos] nesses combates contra egos materializados.

Quem nos conhece sabe que pensamos diferente e jamais concordaríamos com o uso de certos agentes ou substâncias, mas também nos respeitamos. E, como presidente de uma instituição gnóstica, temos que fazer o que nos cabe fazer, deixando cada um livre para decidir o que achar melhor para si.

Paz Inverencial.
Karl Bunn
Fundasaw



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ALQUIMIA, TANTRISMO, KUNDALINI

Todos estes assuntos eram tremendamente secretos até há 50 anos. No passado, pessoas morriam ou eram assassinadas por causa de seus segredos. Mas, hoje, estes temas podem ser encontrados em livros ensebados e em luxuosos volumes nas livrarias exotéricas.

Para o curioso, tudo isso não passa de literatura exótica ou bizarra. Para o hedonista, formas de requintar ainda mais sua busca por novas sensações. Para o leitor do exoterismo pop possivelmente a última novidade.

Mas, e o buscador sincero, o boddhisattwa caído, como fica tudo isso?

Um terrível drama... Dependendo da escolha que fizer, sua alma rolará definitivamente ao Abismo achando que está galgando os degraus da suprema espiritualidade. Sem dúvida, difícil no mundo de hoje achar o velho e bom Caminho Iniciático (esotérico) que possa levar nossos passos de volta mansão Celestial.

Bem, é somente aos boddhisattwas e buscadores sinceros que dirijo estas poucas palavras. Aos demais, meus respeitos... E que sigam suas vidas.

KUNDALINI
A falsa literatura do exoterismo pop acha que Kundalini é uma mola ou uma força que sobe e desce segundo certas práticas sexuais. Nada mais falso! Kundalini raramente sobe pela coluna de alguém. São requeridos do praticante muita santidade e méritos morais ou de Conduta Reta para Kundalini despertar e depois subir. Kundalini jamais desperta e sobe nos adeptos do espasmo sexual, nem na coluna dos adúlteros e promíscuos. No mundo atual, pela promiscuidade e pela ampla e geral degeneração sexual da humanidade, geralmente as pessoas ativam a Serpente Negativa, a famosa Cola Satânica, o Rabo energético da serpente negra que mergulha no Abismo pelas práticas tântricas e alquímicas tenebrosas. As sensações e sintomas do despertar da Serpente Negativa e da Kundalini são bem diferentes em vários aspectos e similares em outros - por isso alguns poucos; por isso muitos crêem que estão indo bem com suas práticas quando, na realidade, estão caindo cada vez mais no abismo. E só uma pessoa dotada de clarividência positiva [algo raríssimo hoje] pode ver isso de forma clara e direta.

TANTRISMO
Esta palavra possui inúmeros significados... Para a Gnose, Tantrismo é essencialmente a doutrina sexual para Aspirantes e Adeptos. A prática do sexo tântrico na Gnose, cumpridos previamente todos os requisitos de santidade e Conduta Reta, resume-se ao casal unir-se sexualmente sem jamais perder a energia, nem mediante o orgasmo nem mediante a ejaculação. Vale dizer, para usar uma expressão comum a ambos: Sem jamais alcançar o espasmo sexual. Evidentemente que o sexo tântrico não é uma briga, uma luta corporal, um ato brutal e violento. É algo bem mais suave que uma dança romântica entre dois seres que se amam e se querem, e que jamais têm pressa ou o compromisso de chegar a um clímax [até porque o casal tântrico sabe que o clímax é a catástrofe, nunca o processo de criar pacientemente toda uma realidade espiritual dentro de si mesmos]. No passado de ouro da humanidade o casal de yogues era preparado cuidadosamente até receber autorização para realizar o Maythuna [união sexual]. Os yogues necessitavam dominar a respiração, o pulso, os sentidos e a mente. Hoje, mal se conhecem num barzinho ou em uma discoteca e amanhã já estão "dizem que" praticando "alquimia sexual". E assim, periodicamente vão trocando de parceiro(a) como se de fato isso fosse um ato sagrado.

ALQUIMIA
Alquimia é a ciência ou a arte de transmutar os metais. Que metais? Ora, os "metais alquímicos". Quais são? Onde estão? No sistema seminal ou nos testículos do homem e nos ovários das mulheres. Portanto, se alguém perde sua matéria ou sua energia sexual não tem o que transmutar. A energia sexual é perdida não somente pelos espasmos sexuais. Também se perde essa energia pelo stress, pelas crises ou explosões de ira ou manifestações egóicas; ou ainda pelos excessos de atividade intelectual, física ou emocional.

Por isso o Alquimista é "recluso". Quer dizer: ele é discreto, não se identifica com as coisas da vida nem gasta de forma inútil suas energias vitais - porque sabe que irá faltar na hora de fazer o ato alquímico com sua (seu) consorte. Ser alquimista no mundo moderno, cujos sistemas exaurem até a alma do indivíduo é algo bem difícil - mas não impossível. Basta se resguardar, se proteger, defender muito bem seu "ouro".

Muitos acham que praticar alquimia sexual é apenas "reter a energia sexual". Enganam-se! Reter energia até um cachorro ou um cavalo apartado das fêmeas faz - nem por isso evolui e ganha poderes espirituais. Isso é tão simples e tão elementar, mas derruba todos os teóricos deste tema que sacam e esgrimem argumentos de todo tipo, como se isso mudasse ou fosse mudar a realidade. De nada adianta discutir.

Portanto, "proteger e defender o ouro alquímico" dos ataques dos saqueadores é tão só o primeiro e mais elementar dos passos. Feito isso, vem o ato alquímico em si. O rei e a rainha se unem para criar o reino alquímico em sua terra filosofal. Novamente, o ato alquímico em si é suave e doce, calmo e tranqüilo. Ninguém tem pressa de nada nem quer chegar a lugar algum, apenas, pacientemente aquecer o fogo do fornilho e manter esse fogo na mesma temperatura para que a transmutação ocorra sem calcinações e sem perdas.

Dia após dia, ano após ano, durante 20 ou 30 anos o casal de alquimistas trabalha em seu laboratório na produção lenta e gradual de todo o ouro que precisa para a realização da Grande Obra.

Só o tempo e a prática nos permite o domínio gradativo de todos os processos mentais, respiratórios, físicos da alquimia. Mas o que precisa ficar claro é que a alquimia ou o tantrismo não são práticas voltadas ao prazer físico, gratificação dos sentidos - mas sim são práticas esotéricas muito sagradas para construir o despertar espiritual. E isso caminha de mãos dadas com a purificação da mente de todos seus egos.

Karl Bunn

A GRANDE REBELIÃO

Capítulo 24
Se as pessoas de fato conhecessem a verdadeira natureza do Cristo deixariam de ser tão reacionárias e se lançariam no caminho de sua própria redenção sem tantos sofismas de distração e auto justificativas. em vez de teorizar sobre um Cristo histórico e débil tratariam de urgentemente limpar o estábulo para que o Cristo Íntimo pudesse nascer numa mangedoura. Aos que tiverem paciência de ler e estudar atentamente a cátedra abaixo, poderão se dar conta de algumas abem elementares, porém, de difícil aceitação visto que sempre reagimos a tudo, especialmente ao novo.


No trabalho de dissolução do eu necessitamos nos entregar por completo ao Cristo Interior.

 

Às vezes aparecem problemas de difícil solução; logo o caminho se perde em labirintos inexplicáveis e não se sabe onde continua. Só a obediência absoluta ao Cristo Interior e ao Pai que está em secreto pode, em tais casos, orientar-nos sabiamente.

 

A Senda do Fio da Navalha está cheia de perigos por dentro e por fora. A moral convencional de nada serve; a moral é escrava dos costumes, da época e do lugar. O que foi moral em épocas passadas agora se tornou imoral; o que foi moral na Idade Média, por estes tempos modernos é tido como imoral. O que num país é moral em outro país é imoral, etc.

 

No trabalho de dissolução do ego sucede que, s vezes, quando pensamos que vamos muito bem estamos indo bem mal.

 

As mudanças são indispensáveis durante o avanço esotérico; mas as pessoas reacionárias permanecem aprisionadas no passado, petrificadas no tempo; trovejam e relampejam contra nós medida que realizamos avanços psicológicos profundos e mudanças radicais.

 

As pessoas não resistem s mudanças do Iniciado; querem que este continue petrificado em múltiplos ontens.

 

Qualquer mudança que o Iniciado realizar é classificada de imediato como imoral.

 

Olhando as coisas deste ângulo, luz do trabalho crístico, podemos evidenciar claramente a ineficácia dos diversos códigos de moral que foram escritos.

 

Inquestionavelmente, o Cristo manifesto, mas escondido no coração do homem real, ao se fazer responsável de nossos diversos estados psicológicos, sendo desconhecido para o mundo e as pessoas, de fato sempre é qualificado como cruel, imoral e perverso.

 

É paradoxal que as pessoas adorem o Cristo, mas ainda assim lhe dêem esses horríveis qualificativos.

 

Obviamente, as pessoas inconscientes e adormecidas só aceitam um Cristo histórico, antropomórfico; um Cristo em forma de estátua e de dogmas inquebráveis, ao qual podem acomodar facilmente todos os seus maliciosos e antiquados códigos de moral e todos os seus pré-julgamentos e condicionantes.

 

As pessoas jamais são capazes de conceber o Cristo Íntimo no coração humano; as multidões só adoram o Cristo estátua e isso é tudo. Quando se fala s multidões sobre a crua realidade do Cristo Revolucionário, do Cristo Vermelho, do Cristo Rebelde, de imediato se recebe qualificativos como blasfemo, herege, malvado, profanador, sacrílego, etc.

 

Assim são as multidões; sempre inconscientes, sempre adormecidas. Agora compreenderemos por que o Cristo crucificado no Gólgota exclama com todas as forças de sua alma: "Meu Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem".

 

O Cristo, em si mesmo, sendo um, aparece como muitos; por isso é que se tem dito que Ele é a Unidade Múltipla Perfeita.

 

A quem sabe a palavra dá poder; ninguém a pronunciou, ninguém a pronunciará senão somente aquele que O tem encarnado.

 

O Senhor da Perfeição trabalha em nós medida que nos esforçamos conscientemente no trabalho sobre nós mesmos.

 

É espantosamente doloroso o trabalho que o Cristo Íntimo tem que realizar dentro de nossa própria mente.

 

É verdade que nosso Mestre Interior deve viver toda sua Via-Crucis no fundo mesmo de nossa própria alma.

 

Está escrito: "A Deus rogando e com o malho ajudando". Também está escrito: "Ajuda-te que te ajudarei".

 

Suplicar Divina Mãe Kundalini é fundamental quando se trata de dissolver agregados psíquicos indesejáveis; porém, o Cristo Íntimo, nos recônditos mais profundos do mim mesmo, opera sabiamente de acordo com as próprias responsabilidades que Ele coloca sobre seus ombros.

 

Samael Aum Weor

A Dialética da Consciência

No trabalho esotérico relacionado eliminação dos elementos indesejáveis que carregamos em nosso interior surge, s vezes, o fastio, o cansaço e o aborrecimento.

Não há sombra de dúvida que precisamos voltar sempre ao ponto de partida original para revalorizar os fundamentos do trabalho psicológico, se é que de verdade anelamos uma mudança radical.

Amar o trabalho esotérico é indispensável quando, de verdade, queremos uma transformação interior completa.

Enquanto não amarmos o trabalho psicológico que conduz mudança, a reavaliação dos princípios se torna algo impossível.

Seria um absurdo supor que poderemos nos interessar pelo trabalho se na realidade não chegarmos a amá-lo.

Isto significa que o amor é indispensável quando uma e outra vez tratamos de revalorizar os fundamentos do trabalho psicológico.

Urge, antes de mais nada, saber o que é isso que se chama “Consciência”, pois são muitas as pessoas que nunca se interessaram por saber algo mais sobre a mesma.

Qualquer pessoa comum e corrente jamais ignoraria que um boxeador ao cair nocauteado sobre o ringue perde a consciência.

É claro que ao voltar a si o desventurado pugilista adquire novamente a consciência.

Sequencialmente, qualquer um compreende que existe uma clara diferença entre a personalidade e a Consciência.

Ao virmos ao mundo todos trazemos existência uns três por cento de Consciência, e uns noventa e sete por cento repartíveis entre subconsciência, infraconsciência e inconsciência.

Os três por cento de Consciência desperta podem ser aumentados medida que trabalharmos sobre nós mesmos.

Não é possível acrescentar Consciência mediante procedimentos exclusivamente físicos ou mecânicos.

Indubitavelmente, a Consciência somente pode despertar [e aumentar] base de trabalhos conscientes e padecimentos voluntários.

Existem vários tipos de energia dentro de nós mesmos que devemos compreender. Primeiro: energia mecânica; segundo: energia vital; terceiro: energia psíquica. Quarta: energia mental. Quinta: energia da vontade. Sexta: energia da consciência. Sétima: energia do espírito puro.

Por mais que multiplicássemos a energia estritamente mecânica jamais conseguiríamos despertar a Consciência.

Por mais que incrementássemos as forças vitais dentro de nosso organismo nunca chegaríamos a despertar Consciência.

Muitos processos psicológicos se realizam dentro de nós mesmos sem necessidade da intervenção da Consciência.

Por maiores que sejam as disciplinas da mente a energia mental nunca poderá despertar os diversos funcionalismos da Consciência.

A força da vontade ainda que fosse multiplicada até o infinito, não conseguiria despertar a Consciência.

Todos estes tipos de energia se escalonam em distintos níveis e dimensões que nada têm a ver com a Consciência.

A Consciência só pode ser despertada mediante trabalhos conscientes e retos esforços.

O pequeno percentual de Consciência que a humanidade possui, em vez de ser incrementado, costuma ser desperdiçado inutilmente na vida.

E óbvio que ao nos identificarmos com todos os acontecimentos da nossa existência desperdiçamos inutilmente a energia da Consciência.

Nós deveríamos ver a vida como um filme, sem nos identificarmos jamais com nenhuma comédia, drama ou tragédia; assim economizaríamos energia conscientiva.

A Consciência em si mesma é um tipo de energia com elevadíssima freqüência vibratória.

Não confundamos a Consciência com a memória, pois são diferentes uma da outra, como a luz dos faróis do automóvel em relação estrada por onde andamos.

Muitos atos acontecem dentro de nós mesmos sem participação alguma disso que se chama Consciência.

Em nosso organismo sucedem muitos ajustes e reajustes sem que a Consciência participe dos mesmos.

O centro motor de nosso corpo pode manobrar um automóvel ou dirigir os dedos que tocam o teclado de um piano sem a mais insignificante participação da Consciência.

A Consciência é luz que o inconsciente não percebe.

O cego tampouco percebe a luz física solar; mas ela existe por si mesma.

Necessitamos abrir-nos para que a Luz da Consciência penetre nas trevas espantosas do mim mesmo, do si mesmo.

Agora compreenderemos melhor o significado das palavras de João quando diz no Evangelho: “A luz veio s trevas, mas as trevas não a compreenderam”.

Mas seria impossível que a Luz da Consciência pudesse penetrar dentro das trevas do eu mesmo se previamente não usássemos o sentido maravilhoso da auto-observação psicológica.

Necessitamos franquear a passagem da luz para iluminar as profundidades tenebrosas do eu da psicologia.

Jamais nos auto-observaríamos se não tivéssemos interesse em mudar. Tal interesse só é possível quando amamos de verdade os ensinamentos esotéricos.

Agora compreenderão nossos leitores o motivo pelo qual aconselhamos revalorizar, uma e outra vez, as instruções concernentes ao trabalho sobre si mesmo.

A Consciência desperta nos permite experimentar de forma direta a realidade.

Infelizmente, o “animal intelectual” equivocadamente chamado homem, fascinado pelo poder formulativo da lógica dialética, esqueceu a Dialética da Consciência.

Sem dúvida alguma o poder para formular conceitos lógicos é, no fundo, terrivelmente pobre.

Da tese podemos passar antítese e, mediante a discussão, síntese; mas esta última, em si mesma, continua sendo um conceito intelectual que, de modo algum, pode coincidir com a realidade.

A Dialética da Consciência é mais direta; permite-nos experimentar a realidade de qualquer fenômeno em si mesmo e por si mesmo.

Os fenômenos naturais de modo algum coincidem exatamente com os conceitos formulados pela mente.

A vida se desenvolve de instante em instante e, quando a capturamos para analisá-la, matamo-la.

Quando tentamos inferir conceitos ao observar tal ou qual fenômeno natural, de fato deixamos de perceber a realidade do fenômeno, e só vemos no mesmo o reflexo das teorias e conceitos rançosos que de modo algum tem a ver com o fato observado.

A alucinação intelectual é fascinante e queremos força que todos os fenômenos da natureza coincidam com nossa lógica dialética.

A Dialética da Consciência fundamenta-se nas experiências vividas e não no mero racionalismo subjetivo.

Todas as leis da natureza existem dentro de nós mesmos, e se em nosso interior não as descobrimos, jamais as descobriremos fora de nós mesmos.

O homem está contido no universo e o universo está contido no homem.

Real é aquilo que experimentamos em nosso interior. Só a consciência pode experimentar a realidade.

A linguagem da Consciência é simbólica, íntima, profundamente significativa; só os despertos podem compreendê-la.

Quem quiser despertar Consciência deve eliminar de seu interior todos os elementos indesejáveis que constituem o ego, o eu, o mim mesmo, dentro dos quais se encontra engarrafada a Essência.

Do livro: A Grande Rebelião – Samael Aum Weor

El pranayama egipcio.

El fuego arde por Prana; el agua fluye por Prana; el viento sopla por Prana; el sol existe por Prana; la vida que tenemos es Prana. Nada podría existir en el Universo sin Prana. No podría nacer el insecto más insignificante, ni brotar la más tímida florecilla sin el Prana. El Prana existe en el alimento que comemos, en el aire que respiramos; en el agua que tomamos, en todo. Cuando la energía seminal es sublimada y transformada totalmente, provee el sistema nervioso de riquísimo Prana, el cual queda depositado en el cerebro como vino de luz, como energía crística maravillosa. Existe una estrecha conexión entre la mente, el Prana y el Semen. Controlando la energía seminal con la fuerza de la voluntad, habremos logrado todo porque la mente y el Prana, quedarán entonces bajo nuestro control. Aquellos que derraman el semen no podrán jamás en la vida controlar la mente ni el Prana. Esos son los fracasados. Quien logre el control sexual, logrará el control de su mente, y el control del Prana.

Esa clase de hombres alcanzan la liberación. Esa clase de hombres logran el Elixir de la Larga Vida.

El Pranayama no debe ser practicado después de las comidas, ni cuando se tenga hambre. Realice el Pranayama en un lugar solitario, agradable y libre de disturbios. El Pranayama debe ser practicado con cuidado, perseverancia y fe.

Aquellos que son adictos a los placeres sensuales, arrogantes, deshonestos, falsos, calumniadores, traidores y que sienten placer en vanas controversias, charlas tontas, los incrédulos, los que conviven por afinidad con gente mundana, las personas crueles y voraces; si no se proponen cambiar, jamás lograrán avance en nuestras enseñanzas.

Debemos ser amables con todos, amar al prójimo y desarrollar la paciencia, la misericordia y la caridad cristiana. Debemos ser estrictos y equilibrados en lo concerniente a comidas y líquidos.

Mediante el control del Pranayama, podremos controlar la mente, ya que la mente está amarrada al Prana, lo mismo que el pájaro a la cuerda. En la práctica del Pranayama, la respiración debe ser cada vez más lenta. Los pasos son los siguientes:

.: Pranayama Egipcio.

A. Cierre los ojos para que las cosas del mundo no lo distraigan.

B. Clausure o tape la fosa nasal derecha con el dedo pulgar, vocalizando mentalmente el mantram TON, al mismo tiempo que respira o inhala muy lentamente el aire por la fosa nasal izquierda, hasta llenar plenamente la capacidad pulmonar, imaginando que envía ese prana a la Iglesia de Éfeso en el coxis.

C. Tape ahora la fosa nasal izquierda y con ambas fosas tapadas, imaginando que ese prana se transforma en vapores de fuego al mismo tiempo que pronuncia el mantram SAHJ.

D. Exhale ahora lentamente el aire por la fosa nasal derecha, vocalizando lentamente el mantram HAM (se pronuncia Jam) y simultáneamente imaginando que esos vapores de fuego suben por los canales ígneos de la columna hacia el cerebro, pineal, pituitaria, tiroides y luego llega al corazón formando lo que se llama El bastión del patriarca.

E. Manteniendo clausurada la fosa nasal izquierda con el dedo índice, inhale la vida, el prana, lentamente por la fosa nasal derecha hasta llenar la plena capacidad pulmonar, vocalizando mental y simultáneamente el mantram TON, imaginando que envía ese prana a la Iglesia de Éfeso situada en el coxis.

F. Clausure ahora la fosa nasal derecha y con ambas fosas tapadas imaginando que ese prana se transforma en vapores de fuego y pronunciando mental y simultáneamente el mantram RA …

G. Exhale ahora lentamente por la fosa nasal izquierda vocalizando mentalmente el mantram HAM y simultáneamente imaginando que esos vapores de fuego ascienden por los canales ígneos de la columna vertebral pasando por el cerebro-pineal-pituitaria -tiroides hasta llegar al corazón.
Esto es un Pranayama completo.

H. Continúe y comience nuevamente por la fosa nasal izquierda repitiendo nuevamente todo el ciclo o pranayama.

.: Observaciones.
Se debe inhalar lentamente, con firmeza y con la mente concentrada sin pensar y con retención del aliento, pero con comodidad. Se debe exhalar con lentitud. Es necesario el control del aliento y la concentración mental. Debe cerrar los ojos para que las cosas del mundo físico no lo distraigan. El iniciado debe adquirir firmeza en su postura y estricto auto- control, sentado en posición flor de loto o lo más cómodamente posible. En el Pranayama no se debe hacer ningún sonido.Si está cansado y no puede respirar normalmente, descanse. Al principio no retenga el aliento. Posteriormente podrá hacerlo. Inhale y exhale lentamente. La habitación destinada al Pranayama no debe ser seca ni húmeda, ni tampoco mal ventilada o sucia. Debe ser limpia y aseada.Con el ejercicio del Pranayama, se van purificando los Nadis. Al principio de la práctica habrá mucha transpiración, se debe secar bien el cuerpo. Con el Pranayama disipamos la pereza y la torpeza.Con la práctica continua del Pranayama se puede lograr la LEVITACIÓNCon la práctica constante del Pranayama se obtiene la purificación de los Nadis brillantes del jugo gástrico, agudizando el oído oculto y buena salud.Cuando el discípulo logra retener el aliento un mayor tiempo, puede lograr un SHAMADI.

Mediante la práctica del Pranayama, las enfermedades crónicas serán extirpadas de raíz y se evidencia en el cuerpo: tez brillante, aumento de los jugos gástricos, destierro de gripas, catarros y problemas respiratorios. Se purifica el cerebro, es eliminado el anhídrido carbónico, se purifica la sangre, funcionan debidamente los sistemas digestivos, nervioso y circulatorio. Se logra una ausencia total de fatiga corporal, signos todos de purificación.

Fonte: http://www.anael.org/sexo/pranayama.htm

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BRINCOS, PIERCINGS E TATUAGENS

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BRINCOS, PIERCINGS
E TATUAGENS!

 SOBRE A QUESTÃO DO USO DE BRINCOS E PIERCINGS E TATUAGENS

Origem do hábito de se usar brincos – Na antiga China os príncipes se casavam com meninas entre 12 e 13 anos. As jovens esposas eram praticamente crianças e seus ovários ainda não estavam amadurecidos para gerar filhos. Por essa razão, sacerdotes que praticavam Acupuntura introduziam uma agulha de ouro no pavilhão da orelha para amadurecer as gônadas. O fato de as pequenas princesas aparecerem em público com aquele adereço na orelha despertou a vaidade das demais mulheres, que passaram a imitá-las, e o brinco virou moda.

Vale ressaltar que, no início, a agulha era colocada por sacerdotes que conheciam os efeitos provocados por aquele objeto de metal no organismo das jovens esposas. Com o passar do tempo o uso de brincos foi se popularizando e hoje é usado de forma indiscriminada e nas mais variadas regiões do corpo auricular (orelha). Estes objetos cruzam certas zonas de força e podem provocar distúrbios orgânicos dos mais variados. A perfuração com metais pode interromper ou acelerar o fluxo energético em determinadas regiões do corpo e provocar enfermidades graves.

Por vezes, a pessoa coloca um ou vários brincos e passa a sentir sintomas que antes não sentia, sem se dar conta de que isso é resultado do uso, em região inadequada, desse objeto perfurante.

Se você já decidiu colocar piercing ou outro adereço qualquer, pense na possibilidade de consultar um especialista no assunto, um acupunturista que saiba o ponto que não lhe trará riscos à saúde. Aliás, ter noção de Acupuntura é indispensável para um bom aplicador de piercings.

Fonte: http://br.geocities.com/terapiaz/acupuntura_page1.html#brincos

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BRINCOS, PIERCINGS, TATUAGENS

Usar ou não usar?

NO ASPECTO FÍSICO:
Se o brinco for colocado na região da orelha da parte da visão ou dos olhos (que é o que geralmente acontece) é totalmente prejudicial! Com certeza a pessoa terá futuramente a visão afetada!

Em relação ao “segundo furo” (como chamam) na orelha, também tem um ponto relacionado à tensão. E se colocado ali irá gerar problemas… Mas os brincos, se devidamente colocados (ou seja, sem pegar pontos de acupuntura) na região do lóbulo, não são prejudiciais… Mas se as pessoas continuam insistindo e colocando brincos em toda orelha, não imaginam o mal que estão causando a si. Isso afetara toda a parte de coluna, futuramente. É prejudicial! Não é indicado!

Quanto aos “piercing” são totalmente prejudiciais! Não importa em que parte do corpo: fazem muito mal! “Desequilibram”, digamos assim, toda circulação da energia nos meridianos de acupuntura. São como barreiras… Ou represas que interrompem o fluxo natural da energia. Isso vale para as tatuagens!

NA PARTE ESOTÉRICA OU OCULTA
As DEUSAS usam brincos. E brincos lindos. Maravilhosos!
Não usam piercings e tatuagens…Isso de jeito nenhum.
Agora só para comentar…Algumas usam um pequeno “diamante ou brilhante” (ou pedras que nem imagino o nome) bem na região do 3º olho.

JAMAIS tatuagens e coisas assim…
Em relação a nós, simples mortais, uma tatuagem é um desrespeito ao nosso templo…Que é nosso corpo. É uma agressão… E não “combina com a harmonia” que deveria irradiar de nosso corpo. Não deve ser feito.

Em relação a homens usarem brincos. Sinceramente, ainda não vi nenhum Mestre de brinco.
Claro que no mundo físico, no passado, até existiram certas “marcas” secretas… Mas tinham uma finalidade especial… E não eram exibidas nunca… Nem de longe poderiam ser comparadas a tatuagens modernas…

Sempre lembrar que qualquer “adorno” usado deve estar em “harmonia” com nosso corpo… Com a “natureza”. É preciso sensibilidade para saber entender isso. Saber ouvir o que nosso corpo diz…

As vezes muitas mulheres nem se sentem bem com determinadas roupas, acessórios, etc….Mas usam porque “está na moda”.

Isso não esta em “sintonia” com seu corpo… E continuar usando também não deixa de ser uma agressão ao templo…

E se queremos seguir o Caminho de verdade devemos começar a prestar atenção nessas questões. O mesmo vale para perfumes fortes… Maquiagem “carregada” etc…

Karl Bunn
Fundasaw