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Se Cristo Voltar Neste Natal

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No meu compromisso de informar, depois de ler o Artigo que veio de encontro aos meus entendimentos e acompanhado de autorização para divulgar, trago mais uma publicação com autoria de terceiros, digna de profunda reflexão para o natal.

Abraços, paz e bênção
Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo/Holoterapeuta
CRT-37091

Se Cristo Voltar Neste Natal?

O que ocorrerá se subitamente surgir em

público um Grande Instrutor da Humanidade?

O artigo anexo, que estamos distribuindo em nome do site www.filosofiaesoterica.com, foi escrito por Carlos Cardoso Aveline e se intitula  “Se Cristo Voltar Neste Natal”.  O texto investiga de que modo os grandes sábios Imortais ajudam a humanidade;  e examina o que ocorreria se um deles aceitasse a tarefa de conviver de modo público e consciente com a nossa sociedade atual.  A distribuição do artigo é livre: solicitamos apenas que ele seja mantido na íntegra e que seja indicada em todos os casos a fonte da sua publicação.  Com os nossos melhores votos de Um Feliz Natal, pleno de Paz, Luz, Amor e Alegria Infinita, para tí e a todos a quem amas, hoje e sempre.

Fraternalmente.
Régis Alves de Souza
Por: Carlos Cardoso Aveline

Os rótulos não substituem a realidade. A sabedoria divina flutua acima das aparências visíveis, dos nomes próprios e das imagens personalizadas. O conhecimento universal é como um círculo infinito cujo centro está em todas as partes: por isso, a essência de cada religião ou filosofia contém a essência de todas as outras.

Quando vemos em profundidade a figura de Jesus Cristo, reconhecemos que ele simboliza no Ocidente os sábios e os instrutores da humanidade. Krishna, Buddha, Pitágoras, Platão, Lao-tzu, Confúcio e Cristo ensinam a mesma sabedoria universal.

Os grandes sábios jamais afastaram-se da humanidade, mas o contato com eles não é verbal e visual. Os seres humanos recebem sua ajuda e sua inspiração em planos superiores de consciência, acima do que é percebido pelos cinco sentidos e pelo nível “pessoal”, denso e primário, da atividade do cérebro. O contato a ser buscado é com a sabedoria em si mesma e não com a personalidade deste ou daquele instrutor.

Qual é, então, o verdadeiro significado da idéia de uma volta visível de Jesus?

A idéia simboliza para a alma o retorno dos sábios ao convívio humano, em um plano consciente. É a volta da sabedoria, e a reconquista da paz e do equilíbrio nos assuntos humanos visíveis. Não há por que personalizar indevidamente o retorno. Trata-se de recuperar a paz individual e coletiva, e não de pedir autógrafo ou favores pessoais a algum artista famoso recém-chegado do céu.

“Quando ocorrerá a volta?” perguntam-se as pessoas de boa vontade.

Vale a pena examinar a questão. Suponhamos que, de fato, um dos grandes instrutores da humanidade aceite a tarefa de retomar uma presença reconhecida e consciente junto à comunidade humana atual. Adotemos, também, a hipótese de que, para a ocasião, ele decida aproveitar o clima de confraternização das festas de final de ano, retomando o contato de um modo que sua presença física possa ser facilmente reconhecida pelas pessoas de boa vontade como a presença do mesmo Jesus do Novo Testamento.

Ele se tornará visível em Nova Iorque, entrando na sede das Nações Unidas? Ele conversará ali, a portas fechadas, com o secretário-geral? Ou ele surgirá curando doentes entre os povos mais pobres e humildes da África? Talvez o instrutor sagrado mande um e-mail para os principais chefes de Estado? Quais as conseqüências políticas, sociais e econômicas do seu reaparecimento? Estas perguntas práticas são incômodas. A aparição pública entre nós de um grande ser, um mestre sagrado, poderia colocar em cheque os hábitos pessoais e os apegos de muitos. Abalaria instituições e estruturas sociais.

Para investigar o que ocorreria de fato se Jesus reaparecesse na próxima véspera de Natal, o primeiro passo consiste em resgatar um texto clássico. O escritor russo Fiódor Dostoievski descreveu em 1880 como teria sido o retorno físico de Cristo durante o século 16.

Ao escrever o relato, intitulado “O Grande Inquisidor”, Dostoievsky pode ter sido inspirado desde níveis superiores de consciência. Um Raja-Iogue dos Himalaias não só pediu que o trecho fosse traduzido do russo e publicado em inglês por Helena Blavatsky em 1881, mas também escreveu, em uma carta para um discípulo leigo:

“A sugestão de traduzir ‘O Grande Inquisidor’ é minha; porque seu autor, sobre quem já pesava a mão da Morte enquanto escrevia, deu a descrição mais convincente e mais verídica jamais escrita da Sociedade de Jesus. Está contida ali uma grande lição para muitos, e mesmo você poderá tirar proveito dela.” [1]

A narrativa faz parte da obra “Os Irmãos Karamázovi”, e nela Dostoievsky descreve a aparição do instrutor divino entre os habitantes de Sevilha, na Espanha. Na época, a Inquisição estava no auge. O Vaticano prendia, torturava e matava em nome de Jesus. O Inquisidor tinha poder absoluto na Espanha. Supostos hereges eram queimados vivos todos os dias em fogueiras públicas, “para maior glória de Deus”, conforme o lema dos implacáveis jesuítas. Como seria, nestas condições, a volta do Cristo?

Segundo a narrativa de Dostoievski, o Mestre decidiu voltar sem anúncio prévio:

“Ele apareceu docemente, sem se fazer notar e – coisa estranha – todos o reconheciam imediatamente. (…) Atraído por uma força irresistível, o povo comprime-se à sua passagem e segue-lhe os passos. Silencioso, ele passa por entre a multidão com um sorriso de compaixão infinita. Seu coração está abrasado de amor, seus olhos desprendem uma Luz, uma Ciência, e uma Força que irradiam e despertam o amor nos corações. Estende-lhes os braços e abençoa-os. Uma força curativa emana do seu contato e até mesmo de suas vestes. Um velho, cego desde a infância, exclama no meio da multidão: ‘Senhor, cura-me e eu te verei’. Uma casca cai dos seus olhos e o cego vê. O povo derrama lágrimas de alegria e beija o chão sobre as marcas dos seus passos. As crianças lançam flores à sua passagem”. [2]

A população canta e grita ‘Hosanna!’ à passagem do Senhor. Os membros do povo repetem emocionados: “é Ele, é Ele”. O Cristo avança pela praça de Sevilha e ressuscita uma garota. No auge da emoção popular, surge na praça da cidade a figura temível do grande Inquisidor. É um ancião quase nonagenário, com uma rigorosa seriedade no rosto e a expressão de quem não admite ser contrariado. Vestido com uma velha batina preta, rodeado pela sua guarda pessoal, ele percebe num instante o que está ocorrendo. Diante do seu olhar severo a multidão emudece e se inclina até o chão, respeitosa e atemorizada. “Tão grande é o seu poder, e o povo está de tal maneira acostumado a submeter-se, a obedecer-lhe tremendo, que a multidão se afasta imediatamente diante dos guardas”, conta Dostoievski. Em meio de um silêncio mortal, Cristo é arrastado para a prisão.

Horas depois, a porta de uma masmorra se abre, rangendo, e o Inquisidor entra na cela do prisioneiro. Ele olha a Santa Face, como para confirmar a identidade do seu interlocutor, e diz ao Mestre:

“És tu? Não digas nada. Cala-te. Aliás, que poderias dizer? Não tens o direito de acrescentar uma palavra além do que disseste outrora. Por que vieste estorvar-nos? Porque tu nos estorvas, bem o sabes. Mas sabes o que acontecerá amanhã? Ignoro quem tu és e não quero sabê-lo: tu ou apenas tua aparência. Mas amanhã eu te condenarei e serás queimado como o pior dos heréticos, e este mesmo povo que hoje te beijava os pés, amanhã, a um sinal meu, irá alimentar a tua fogueira.”

Enfático, o chefe da Inquisição faz um discurso sacerdotal. Ele alega que o “caminho estreito” ensinado pelo Mestre não pode ser percorrido na prática. Ele é demasiado difícil e só causa mais sofrimento, porque é excessivamente verdadeiro. Afirma que é impossível avançar de fato pelo caminho da luz e do amor incondicional. Só uma religião autoritária, em que o dogma substitua a sabedoria, pode dar felicidade ao povo. Apenas a mentira organizada e institucionalizada pode garantir a ordem. A verdade universal não é conveniente.

Cristo apenas escuta. Ele fita seu carcereiro com olhos serenos, enquanto nos seus lábios há um sorriso de compreensão infinita. A mente do teólogo-carcereiro não tem segredos para ele. Suas frases já são conhecidas antes que as pronuncie. O guardião da Igreja condena a liberdade individual pregada por Jesus. Os sacerdotes necessitam rebanhos. O Inquisidor considera absurda a idéia de que cada homem seja senhor do seu próprio destino. Ele conclui assegurando ao preso que a sua heresia, e a sua audácia de reaparecer em público, serão punidas com a morte.

Terminadas as longas alegações, o Mestre não diz uma palavra, mas mantém seu silêncio calmo e cheio de paz. Depois de alguns instantes, Jesus ergue-se, olha seu acusador nos olhos e o abraça. O poderoso Inquisidor fica surpreso, confuso, assustado. Ele luta para manter o autocontrole psicológico. A força da santidade do Mestre parece vencê-lo. Ele abre com força a pesada porta da cela. Ele aponta nervosamente para a saída e diz ao Cristo:

“Vai embora. Vai e não volta jamais. Nunca mais!”

O prisioneiro não responde. Com o olhar iluminado e os passos calmos, ele sai da cela, passa pelos guardas e desaparece na noite escura.

Este, resumidamente, é o relato de Dostoievski referente ao século 16.

O que ocorreria se Cristo aparecesse subitamente no momento atual, cinco séculos depois? Os desafios não seriam poucos. Quem estaria disposto a largar seus dogmas para viver o ensinamento? O escritor indiano Anthony de Mello, um jesuíta herege do século 20, inspirado por idéias teosóficas e universalistas e duramente criticado pelo Vaticano, previu esta possibilidade em um pequeno conto simbólico, ambientado em uma situação posterior à volta de Cristo.

Mello escreveu:

“Foi feita uma proposta, nas Nações Unidas, no sentido de que se corrigissem todos os livros sagrados de todas as religiões. Tudo o que neles tivesse algum sabor de intolerância, crueldade ou fanatismo deveria ser eliminado. O mesmo se faria com toda e qualquer parte que atentasse contra a dignidade e o bem-estar do homem. Imaginem o burburinho quando se veio a saber que a proposta viera do próprio Jesus Cristo! Os repórteres correram à sua residência, ávidos de esclarecimento. A sua explicação foi simples e curta: ‘As Escrituras, como o Sábado, foram feitas para o homem, e não o homem para as Escrituras!’ , disse ele.” [3]

O que seria então das grandes instituições humanas se Jesus voltasse, e não fosse morto nem encarcerado? Qual o poder revolucionário da sua presença física consciente entre os habitantes do século 21?

Ele poderia reaparecer, por exemplo, em meio a um tiroteio, no auge de um conflito inter-religioso qualquer. Quando os atiradores o metralhassem, veriam que seu corpo era imaterial: o Mestre estaria usando apenas um corpo sutil − uma réplica do seu corpo físico − o mayavi-rupa da filosofia esotérica. Ele seria perfeitamente visível, mas não poderia ser tocado ou morto.

Depois disso, o Mestre surgiria nas ruas de Nova Iorque com seu corpo físico denso. Ele caminharia em direção ao prédio da ONU e seria reconhecido ao atravessar uma rua com sinal vermelho. Os carros parariam. Uma aura de luz branca, transparente, rodearia completamente seu corpo. “Só pode ser Ele”, pensariam as pessoas imediatamente.

O engarrafamento de trânsito se expande enquanto ele avança. Não se ouvem buzinas, porém. Os carros são abandonados com as portas abertas. Homens e mulheres se ajoelham ao ver o Mestre. Crianças correm para Ele e ele abençoa o povo. De quando em quando, ele interrompe sua caminhada por um momento e cura alguém; e aconselha, consola, ensina. No portão externo do prédio das Nações Unidas, ele menciona que quer falar com o secretário-geral e são solicitados seus documentos. O Mestre explica que não tem passaporte consigo, mas avisa que “não pretende tomar muito tempo do secretário-geral”. Os guardas têm ordens claras: sem documentos, a entrada não é permitida. O episódio toma vulto. O sistema de segurança é acionado. Em instantes, o Mestre é cercado por Forças Táticas e agentes especiais do F.B.I. Começa o interrogatório do “suspeito sem passaporte”, e surge o impasse legal.

Quando já está a ponto de ser acusado formalmente de imigração ilegal, o Mestre desaparece no ar. Do episódio fica apenas a perplexidade do público e dos policiais. Mais uma vez, estava claro que a aproximação visível e consciente entre os Mestres e a nossa civilização não era viável. O Mestre volta ao silêncio dos seus locais de retiro nos Himalaias, de onde são inspirados, entre outros pontos do planeta, os corações de boa vontade.

A verdade é que, devido às limitações da consciência humana no estágio atual da sua evolução, nenhum grande instrutor pode aparecer no mundo desta forma externa e óbvia, que gera constrangimento e incompreensão. Os Mestres tampouco “canalizam” mensagens verbais através dos numerosos profetas e intermediários que hoje se pode encontrar a cada esquina. Toda “volta” personalizada, ocorrendo no plano físico ou verbal, é ilusão.

O próprio Jesus do Novo Testamento − um personagem, aliás, simbólico e não histórico −, só foi reconhecido como um mestre e compreendido por alguns poucos indivíduos. E mesmo entre os poucos, ele foi compreendido apenas parcialmente, segundo conta a grande e bela parábola que são os Evangelhos cristãos.

Os Mestres de Sabedoria, os Imortais, os Arhats, os Rishis, ajudam anônima e incessantemente a humanidade há milênios sem conta. Eles têm colocado à nossa disposição, sob diferentes linguagens e roupagens culturais, uma sabedoria eterna que contém respostas para todos os males humanos. Taoísmo, budismo, hinduísmo, judaísmo, islamismo, cristianismo e diversas filosofias e tradições de distintas épocas contêm lições de suprema beleza e eficácia. Para tirar real proveito delas, basta transcender o dogmatismo e o emocionalismo que tendem a personalizar indevidamente o que é sagrado.

As diferentes personificações da sabedoria − entre elas as figuras de Cristo, Krishna, Buda e Lao-Tzu − funcionam como sinais da existência de seres aperfeiçoados. Tais Mestres não têm vida pública. Eles preservam corpos físicos, mas vivem anonimamente, afastados da vida social, e trabalham em um plano de consciência que está acima do alcance da imaginação popular.

Ao mesmo tempo, em um nível subjetivo, as imagens públicas dos instrutores sintetizam as nossas melhores aspirações. As imagens conscientes que as pessoas de boa vontade alimentam sobre eles são, em parte, projeções criadas a partir da divindade presente na alma humana. Só não devem ser entendidas literalmente.

Existe em cada ser humano uma semente divina, e ela deve germinar. Esotericamente, a verdadeira “volta” ou “reaparição” de Cristo é o processo de re-nascimento na alma humana deste nível universal de consciência. Sobre a volta de Jesus, o Evangelho segundo Mateus afirma:

“Então, se alguém vos disser: ‘Olhe o Messias aqui’ ou ‘ali!’, não creiais. Pois hão de surgir falsos Messias e falsos profetas, que apresentarão grandes sinais e prodígios de modo a enganar, se possível, até mesmo os eleitos. Eis o que eu vô-lo predisse. Se, portanto, vos disserem, ‘Ei-lo no deserto’, não vades até lá; ou ‘Ei-lo em lugares retirados’, não creiais. Pois assim como o relâmpago parte do oriente e brilha até o ocidente, assim será a vinda do Filho do Homem.” (Mt. 24: 23-27)

A luz da sabedoria vem do Oriente, de fato. Mas, na última frase desta citação, a palavra grega parusia, traduzida como “vinda”, significa, na realidade, presença. A frase afirma que a presença de Cristo será percebida como um relâmpago de leste a oeste, isto é, em todo o mundo. Helena Blavatsky, a fundadora do movimento esotérico moderno, escreveu que o significado desta passagem é duplo.

Em primeiro lugar, a expressão “Vinda de Cristo” significa na verdade “a presença de Cristo em um mundo regenerado e não, de forma alguma, a vinda corporal de Cristo Jesus”.

Em segundo lugar, “este Cristo não deve ser buscado nem no deserto nem em lugares retirados, nem no santuário de algum templo ou igreja construída pelo homem, porque Cristo – o verdadeiro Salvador esotérico – não é um homem mas o Princípio Divino em cada ser humano.”

Para Helena Blavatsky, ver Cristo literalmente como um ser humano é um equívoco, mas a imagem pode ser usada no plano simbólico. Ela prossegue:

“Aquele que se esforça por promover a ressurreição do Espírito crucificado em si mesmo pelas suas próprias paixões terrenas, e enterrado profundamente no sepulcro da sua própria carne, aquele que tem força para fazer rolar a pedra da matéria para longe da porta do seu próprio santuário interno, este faz despertar Cristo em si mesmo.” [4]

Há milhares de anos, nas mais diferentes tradições, o céu simboliza a alma imortal. Na Idade Média, porém, o céu cristão deixou de ser entendido como símbolo e passou a ser encarado de modo literal. O deus monoteísta, criado por teólogos desinformados segundo a imagem e a semelhança deles próprios, é um velho com ar patriarcal e olhar severo que mora entre as nuvens. Ele espia para baixo e tenta manipular os assuntos humanos, freqüentemente através da violência.

Do ponto de vista esotérico, por outro lado, o céu é a imagem simbólica da consciência elevada. A reaparição de Cristo “entre as nuvens do céu” (Mateus, 24:30) significa que o Mestre interior e a sabedoria divina ressurgirão primeiro nos níveis superiores da mente humana, isto é, no plano da inteligência espiritual, da fraternidade universal e do amor incondicional à verdade.

Neste sentido, Cristo não é uma pessoa, mas a luz da Lei do Universo. A “volta” dele deve ocorrer como um renascimento em cada coração humano. De fato, qualquer grande instrutor da humanidade só poderá aparecer no mundo externo – e ser interiormente reconhecido – quando houver em nós a pureza, a ética e a verdade que formam a essência do sentimento religioso e filosófico. Como diz 2 Coríntios, 6:16:

“Que há de comum entre o templo de Deus e os ídolos? Ora, vocês é que são o templo do Deus vivo”.

A grande oportunidade prática que está diante de nós é, pois, a tarefa da autotransformação. O Natal que comemoramos no Ocidente a cada final de ano simboliza o ressurgimento periódico e sagrado da esperança de redenção individual e coletiva. Ele significa a renovação cíclica do nosso aprendizado, e também a decisão de nascer de novo, a partir da consciência do Mestre interior, isto é, a alma imortal, que vive em unidade com o universo. Este renascimento se comemora ao mesmo tempo que o Natal externo. Os presentes físicos e as comemorações visíveis são apenas reflexos externos do verdadeiro resgate anual da consciência da luz, no nível mais essencial de nossas vidas. Nem todos são conscientes deste processo.

Deste modo, descontadas as aparências e as formalidades, cada Natal traz de certo modo a volta de Cristo, de Buddha e de outros grandes instrutores. Nesta época do ano, um sentimento de paz ilumina invariavelmente a mente humana “como um relâmpago que vem do Oriente” − de um extremo a outro do planeta − e parece compensar por um momento os sofrimentos da alma individual e coletiva.

Não pergunte, pois, quando, ou onde, se dará a volta do Cristo. A volta do Cristo se dará em sua mente e seu coração, neste exato Natal e neste Ano Novo, e sempre e quando você estiver preparado para ela.

É da consciência de cada cidadão de boa vontade que o grande Advento se irradia, estimulando a regeneração de todas as formas de vida.
NOTAS:

[1] “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett”, edição em dois volumes, Ed. Teosófica, Brasília, 2001, ver volume I, Carta 21, p. 142.

[2] “Os Irmãos Karamázovi”, de Fiódor Dostoievski, Ed. Nova Cultural, Círculo do Livro. Veja o Capítulo V do Livro V, pp. 203-217. Em alguns detalhes, segui a tradução feita por Helena Blavatsky diretamente do russo e publicada na revista The Theosophist, Índia, edição de novembro de 1881.

[3] “O Canto do Pássaro”, de Anthony de Mello, S. J. , Edições Loyola, SP, 1995, p. 61.

[4] “Collected Writings of Helena P. Blavatsky”, TPH, Índia, volume 8, pp. 172-173.
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Em meio a tragédia, liberdade vigiada!

Sofrimentos em meio a tragédia e liberdade vigiada!

Por: Egídio Garcia Coelho

No ciclo da vida, em meio à nossa inocência e ignorância, somos observados, recebendo a divina proteção…

Liberdade Vigiada I
Sabiá em CasaOvos SabiáLiberdade Vigiada 1

Meu irmão Vilmar com minha cunhada Terezinha em Gaspar-SC, no coração do Vale do Itajaí, nos dão exemplo, cultivando algumas árvores, desfrutando das sombras e deliciosos frutos, além da companhia dos pássaros que por lá se alimentam, procriam e cantam como que por gratidão, numa perfeita harmonia, chegando até a entrar em casa.

– Deus na sua infinita bondade nos permitiu usufruir do Planeta Terra na existência humana em superioridade a outros reinos, esperando nossa contribuição para o equilíbrio da natureza e assim, nos mantém numa vigília constante…

Liberdade Vigiada II

Liberdade Vigiada IILiberdade Vigiada 2

Terezinha observa atentamente a família de sabiás, dando numa distância segura a devida proteção e na vigília, estará sempre pronta para agir, diante de qualquer emergência, procurando sempre não interferir diretamente na vida das avezinhas…

– A divina providência se fez presente na nossa jornada, fazendo com que, segundo nossos méritos, tivéssemos um berço, além de braços capazes de suprir nossas necessidades, quando ainda éramos totalmente dependentes…

Liberdade Vigiada III

Sabiá no quintalLiberdade Vigiada 3

Nos dias quentes que antecederam as chuvas no Vale do Itajaí, Terezinha percebe o sofrimento das avezinhas e em tempo, providencia sombras para que as mesmas não agonizem, aquecidas pelo forte sol, porém, sempre de forma discreta, evitando assustar os pássaros (pais) que, jamais entenderiam uma interferência mais direta…

– Quando em nossa ignorância, deixamos de alcançar entendimento sobre necessários sofrimentos que nos assolam, trazendo-nos crescimento que alicerçam nossa jornada, divindades hierárquicas, fazem o que precisa ser feito. Mas, quase sempre clamamos por misericórdia nos sentindo abandonados e, às vezes, deixamos que blasfêmias se manifestem…
Vale ressaltar, no entanto, que fomos brindados com o “livre arbítrio” dentro da vida eterna e espontaneamente, podemos escolher sermos instrumentos a serviço do universo, visando beneficiar aos viventes que nos cercam, a comunidade, a pátria, a humanidade, o Planeta e nós mesmos…

Liberdade Vigiada IV

Liberdade Vigiada 4Liberdade Vigiada IV

Diante das invasoras águas, a vigilante Terezinha, querendo sempre o melhor e na sua racional sabedoria, muito além do entendimento das avezinhas, decide prendê-las numa gaiola, até que as águas tomem de volta o leito do Rio Itajaí Açu, evitando assim, que chuvas e ventos às projetassem para uma possível tragédia maior, caindo nas poluídas águas que tudo ameaçavam…

– Dentro das nossas limitações é mesmo impossível entender e muito menos compreender, quando nossa divina proteção, temporariamente deixa tolhida nossa liberdade, visando à necessária proteção para que seja cumprida a nossa missão, nessa desafiante jornada…
Encontramos lindos discursos que defendem a preservação e proteção do Planeta Terra para que nossos filhos possam usufruir de benefícios futuros, porém, deixamos de cumprir na prática, uma consciente e necessária educação, capaz de formar melhores filhos para nosso Planeta…

Assim, quem sabe, devemos ficar de alguma forma presos por mais tempo, para refletirmos sobre nossa responsabilidade até que nossas divindades possam perceber em nós, consciência e comprometimento, capaz de fazer com que tenhamos atitudes práticas e eficazes, numa humilde redenção para repararmos, pelo menos em parte, as seqüelas que levianamente provocamos na Mãe Terra.

De tudo o que vale é o resultado…

Lá dentro da tragédia, precisamos entender e se possível compreender, que cada um no seu tempo e necessidade de desenvolvimento, precisa dessa drástica experiência, podendo escolher a “aceitação”, fazendo com que o sofrimento sirva de impulso para novas e promissoras conquistas ou a “lamentação” se identificando como vítima para que possa alimentar por algum tempo as lembranças do terrível sofrimento, causado pela reação da natureza que age segundo a necessidade, independente do entendimento ou compreensão humana.

De fora, aqueles que na prática se compadecem, agindo efetivamente em socorro das vítimas sem que se faça necessário entender os mistérios que nos cercam, doando o que podem em dinheiro ou bens materiais ou doando-se como podem, voluntariamente nas frentes de serviços emergenciais.

E também, aquele que se julga desenvolvido a ponto de ficar livre de sofrimentos cármicos, isento de semelhantes tragédias e tenta fazer uso do episódio para enaltecer sua espiritualidade, colocando-se como modelo para atrair seguidores que possam de alguma forma alimentar ainda mais sua pomposidade, tecendo críticas e comentários com fundamentação equivocada.

Há também aqueles distraídos e focados nos seus projetos com tanta determinação que agem de forma indiferente, ignorando sofrimentos alheios a menos que venham interferir nas suas metas…

Triste a constatação de tantos que tirando proveito da tragédia, se infiltram carregados da mais poluída intenção, sendo oportunistas, saqueadores e ladrões, além de outros que se especializam no desvio de donativos, extorquindo os necessitados com a comercialização dos produtos roubados a preços exorbitantes…
Muitas são as circunstâncias demonstrando a ignorância e fragilidade humana que, numa visão holística é sempre digna de compaixão, pois, futuros sofrimentos nos esperam. Porém, se tivéssemos lideranças mais conscientes e comprometidas, teríamos uma educação diferente há milênios, podendo ter hoje uma humanidade mais digna de consideração, habitando num Planeta bem mais saudável.
Liberdade Vigiada 7

E a vida segue… No baixar das águas, voltamos à luta, limpamos as marcas, corrigimos os estragos e nos alimentamos de novas esperanças.

Se entendermos, passaremos a agir de forma a merecer compreensão e proteção ainda maior…

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REMÉDIOS SUSPENSOS EM 2000

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REMÉDIOS SUSPENSOS EM 2000

Após receber um daqueles e-mails que levantam suspeita, resolvi dar uma garimpada na Net e repasso o que encontrei, porém, alerto que fiz uma pesquisa superficial e também que, tratando-se de uma mensagem antiga é provável que as indústrias farmaceuticas já tenham alterado as formulas dos medicamentos, eliminando a substãncia denunciada.
Ressalto minha missão de prestar informações, vindo aqui alertar para que se tome cuidado com correntes de e-mails que podem trazer consequências das mais drásticas…
Abraços, paz e bênção
Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo/Holoterapauta


REMÉDIOS SUSPENSOS EM 2000

Por: Giordani Rodrigues

Enfim, uma corrente de e-mail que não é boato



Segunda, 17 de setembro de 2001, 14h39
Já há algum tempo circula pela Internet uma mensagem informando sobre uma resolução do Ministério da Saúde que suspendeu o uso e distribuição de um medicamento — a Fenilpropalamina. O e-mail também cita o nome de um médico. InfoGuerra investigou as informações e chegou a uma conclusão surpreendente, em se tratando de uma corrente: todas as informações são verdadeiras.

A resolução a que a mensagem se refere é a de número 96, de 8 de novembro de 2000, que trata de características prejudiciais da Fenilpropalamina, uma substância que era comum em medicamentos antigripais. A resolução existe. Está publicada no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pode ser encontrada aqui.

A pessoa que assina o e-mail, Maurici Aragão Tavares, citado como médico do trabalho, realmente exerce esta profissão e escreveu a mensagem. Ele só não tem certeza de como ela foi parar na Internet. Tavares disse que o texto foi escrito há cerca de seis meses, enquanto trabalhava numa multinacional em Cubatão, São Paulo. Até seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) foi mantido. A única informação que não corresponde mais à realidade é o número de telefone da empresa, que provavelmente mudou.

“Na época, produzíamos cerca de uma mensagem por semana, com assuntos de interesse médico. Os textos eram distribuídos na Intranet da empresa e, como havia um estudo nos EUA e essa resolução do Ministério da Saúde sobre a Fenilpropalamina, resolvemos transmitir a informação. Provavelmente alguém que recebeu o texto pela Intranet enviou-o por e-mail para algum conhecido e a mensagem acabou circulando na Internet”, esclarece o médico.

Ele também informa que vários dos medicamentos citados na mensagem já não estão mais utilizando a Fenilpropalamina em suas fórmulas. Tavares, que mora em Santos, disse ainda que já recebeu telefonemas de outros estados perguntando sobre o e-mail.

Abaixo você pode ver a mensagem como foi recebida por InfoGuerra. O número de telefone e o CRM de Tavares foram suprimidos.

O Ministério da Saúde através da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, suspendeu em 08/11/00, por meio da Resolução 96, a fabricação, distribuição, manipulação, comercialização e dispensação de medicamentos com o principio ativo denominado FENILPROPALAMINA. A medida foi tomada depois que a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos constatou que a substancia vinha provocando efeitos adversos FATAIS em usuários americanos (hemorragia cerebral). No Brasil a suspensão é preventiva, uma vez que não existem casos relatados.

A fenilpropalamina está presente em 21 medicamentos, especialmente anti-gripais. Os medicamentos suspensos são os seguintes:

01) Bernadryl dia e noite.
02) Contac
03) Naldecon Bristol
04) Acolde
05) Rinarin Expectorante
06) Deltap
07) Desfenil
08) HCL de fenilpropalamina
09) Naldex
10) Nasaliv
11) Decongex Plus
12) Sanagripe
13) Descon
14) Descon AP
15) Descon Expectorante
16) Dimetapp
17) Dimetapp Expectorante
18) Ceracol Plus
19) Ornatrol
20) Rhinex AP
21) Contilen

Solicito pois a todos os colaboradores e familiares, que estejam utilizando qualquer medicamento da lista acima, que suspendam a medicação e procurem o seu medico para maiores detalhes.

Atenciosamente,
MAURICI ARAGÃO TAVARES
MEDICO DO TRABALHO

Giordani Rodrigues

Fonte: InfoGuerra


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Falta de prática

Falta de prática I

Por: Egídio Garcia Coelho

Venho há muito tempo me dedicando aos estudos voltados para o desenvolvimento humano e me sinto gratificado pelas descobertas, principalmente por ter tido o privilégio de alcançar a compreensão de que somos verdadeiros templos sagrados e donos de uma potencialidade sem limites.
Passei praticamente 30 anos da minha existência procurando preencher minhas ansiedades, buscando fora de mim o que na verdade tenho em  meu interior.
Ensinaram-me que o coração era simplesmente o principal órgão responsável pela circulação do sangue. E por isso, foi difícil aceitar e compreender que se trata de um complexo e eficiente processador de emoções capaz de julgar e orientar a todos que tenham sensibilidade para interpretar suas preciosas informações, sempre voltadas para o caminho do amor.
Quando li o livro “As Sete Leis Espirituais do Sucesso” de Deepak Chopra, consegui chegar a entendimentos que complementaram muitas das informações até então absorvidas, mas que não haviam sido perfeitamente compreendidas.
A Lei da Causa e Efeito, tão bem descrita pelo autor, fez com que eu conseguisse vencer as barreiras dogmáticas impregnadas no meu inconsciente e pudesse passar a me utilizar mais das informações oferecidas pelo coração nos cruciais momentos que antecedem uma decisão.
Deus nos presenteou com o “Livre Arbítrio”, mas nossa maior dificuldade está em fazermos a escolha certa. É aí que entra a principal atividade do coração, desde que exista harmonia interior capaz de interpretar suas informações. O que está ao alcance de todos, desde que saibam conquistar.
Nossa “desenfreada corrida” em busca do Ter, nos leva ao esquecimento de que devemos antes aprender a SER.

Segue…

Por: Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 21/09/2007
Código do texto: T662596

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Falta de prática II

Por: Egídio Garcia Coelho

Cont…

A célebre frase: Buscai antes o Reino de Deus que tudo mais lhe será acrescentado, nada mais é do que uma afirmação filosófica que hoje pode ser comprovada cientificamente, quando tentamos desvendar os mistérios que envolvem a criação e manutenção da vida, principalmente a humana com a capacidade do raciocinio.
Depois de muitas informações pesquisadas em diferentes fontes e com a felicidade de ter conseguido alcançar mais compreensão, encontrei também na Bíblia, escrito por São Paulo (I Cor 3,16-18), o que eu lia com freqüência e deixava passar despercebida a profundidade da revelação do autor.
Uma vez conscientes de que somos templos divinos, devemos passar a valorizar mais nosso corpo e por conseqüência, cuidarmos atentamente da alimentação, quantidade e qualidade dos líquidos que ingerimos, poluição do ar na respiração e outras satisfações luxuriosas que trazem imediato prazer e comprometem nosso desenvolvimento. “Men Sana in Corpore Sano”. Na verdade, são milenares as informações que dispomos para nosso perfeito desenvolvimento. O que talvez tenha faltado, pode ter sido de nossa parte uma maior atenção e dedicação capaz de chegarmos a compreensão ou simplesmente a coragem de encarar a disciplina necessária para por tudo em prática. Em 1997, quando fundei o IMMB, tive junto com outros membros que acreditaram no projeto, o privilégio de receber via fax o reconhecimento de Amauri Pereira, então diretor de marketing do Net Club, hoje uma assumidade em treinamentos e fundador da Matrix University Brasil. Segundo Amauri, estávamos bem intencionados e com coragem de experimentar na prática os resultados dos preciosos ensinamentos que há muito estão a disposição da humanidade. Do seu fax, temos na mente essa máxima expressada entre outras frases. “Não é por falta de verdades muito bem escritas, que o mundo não é diferente e as pessoas não são mais felizes, é por falta de prática.”

Por: Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 21/09/2007
Código do texto: T662613

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Aprenda Pai!

Aprenda Pai!

Por: Egídio Garcia Coelho

Pai!
Sabes bem que nunca estamos satisfeitos, sempre queremos mais.
Hoje porém, te pedimos desculpas pelas tantas vezes que te desobedecemos.
Te imploramos também, para que aceites e acredites em nosso perdão e saiba que do passado em nada te acusamos.
Queremos sempre mais,  e mais aberto o teu coração.
Assim, é provável que consigas pronunciar a doce frase “eu te amo” e nós passaremos a acreditar que muitas outras atitudes que condenamos podem ser prova de amor que não compreendemos.
Estamos um pouco distantes, isso é um fato. Podemos mudar essa realidade ficando mais próximos um do outro.
Nos falta coragem para te contar nossos problemas porque temos medo da tua reação. Sempre que nos descuidamos deixando revelar algum problema, somos logo julgados culpados e sem chances de explicações.
Queremos sempre mais;
Queremos falar mais contigo;
Queremos ficar mais pertinho de ti;
Queremos teu abraço;
Queremos te abraçar;
Queremos nos distanciar dos amigos de rua,
eles nos induzem a ficar longe de ti;
Queremos preencher contigo
parte do vazio que temos em nosso coração;
Queremos tua ajuda;
Queremos teu amor e te amar!

Queremos liberdade, só que não conhecemos os limites.
Por isso, perdoe-nos quando não te compreendemos.
Nos xingue,
nos critique.
Mas, por favor não desista de nós.
O mundo nos espera de braços abertos mas,
nos sentimos mais seguros nos teus braços.
Nos compreenda,
nos perdoe,
nos ame,
………porque nós,
…………………….te amamos!

Teus filhos………..

Publicado no Recanto das Letras em 21/09/2007
Código do texto: T662652

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Chá de jasmin é bom para que?

Holo Spa - Vale Encantado

Sementes de Sucupira

Terapeuta On Line - Egídio Garcia Coelho

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Estamos publicando esta interessante resposta a titulo de informações e gradativamente pretendemos acrescentar mais detalhes… nosso lema é servir. Acesse também os comentários!
Abraços
Egídio

Chá de jasmin é bom para que?

Melhor resposta – Escolhida pelo autor da pergunta

O chá de jasmim é feito das folhas do chá verde misturadas com flores de jasmin frescas. É a bebida mais popular entre as pessoas mais velhas na Ilha de Okinawa (Japão), que raramente bebem o chá verde puro. Detalhe: Okinawa tem a maior concentração de idosos com mais de cem anos de idade no planeta. Há uma média de 34 pessoas centenárias para cada 100 mil habitantes.

Muitos estudos comprovam que essa bebida ajuda a reduzir as taxas de colesterol e há quem acredite que o chá de jasmim é ainda melhor para o organismo que o chá verde.

Outros benefícios:
Alivia o estresse;
Diminui a ansiedade, a tensão e a exaustão;
Combate os sintomas da depressão;
É calmante;
Auxilia no tratamento de conjuntivite e problemas da pele;
Atua na prevenção ao câncer (osso, pulmão e mama);
É excelente para combater dor de cabeça.
Fonte: Yahoo. Respostas
frannciisscca

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Chá de Amora Miúra

Coletânea Amoras

Coletânea Amoras – Veja Abaixo…

Informações garimpadas na Internet e outras fontes que gradativamente serão identificadas… Ressaltamos que são muitas as informações que temos sobre amoras, porém, antes da publicação estamos apurando as fontes para os devidos créditos. Assim, iniciamos essa coletânea um tanto improvisada com o propósito de responder algumas perguntas pendentes sobre “AMORA, REGULADORA DE HORMÔNIOS“, mas, em breve as alterações necessárias serão efetivadas. Somos imensamente gratos pelas visitas e honrados na missão de servir.
Abraços
Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta

Amoreira Preta
Amoreira-preta Nome Científico: Morus nigra
Família botânica: Moraceae
Origem: China
Características: A amoreira-preta, que é de interesse para a fruticultura, é uma planta de pequeno a médio porte (8-12m) de folhas caducas, inteiras ou lobuladas, serrilhadas ou dentadas, duras e codiformes; sem espinhos; as flores são monóicas ou dióicas; o fruto é um aquênio ovóide e comprido, coberto pelo cálice suculento e de coloração roxa, quase preta.

frutos-amora-preta

Nome popular AMORA PRETA
Nome científico Morus alba L.
Família Moráceas
Sinonímia popular Amoreira (variedades negra e branca)
Sinonímia científica Morus nigra L.
Parte usada Folhas, frutos, raízes, cascas
Propriedades terapêuticas Laxativa, sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica
Princípios ativo Morus Alba: adenina, proteína, sais, glicose, flavonóides, cumarina, taninos; Morus nigra: adenina, glicose, asparagina, carbonato de cálcio, proteína, tanino, cumarina, flavonóides, açúcares, ácido málico, matérias albuminóides e pectínicas, pectosa. Indicações terapêuticas Dor de dente, pressão sanguínea, tosse, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas

Informações complementares

Nomes em outros idiomas – Alemão: maulbeerbaum; Espanhol: moral; Francês: murier; inglês: mulbery tree; Italiano: gelso
Propriedades terapêuticas: Laxativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante e diurética, antidiabético (variedade nigra), dor de dente, antiinflamatório, reduz pressão sanguínea.
Frutos: tônico, laxante
Folhas: antibacteriana, expectorante,sudorífero
Cascas: anti-reumática,reduz a pressão sanguínea, analgésica
Cascas da raiz: sedativa, diurética, expectorante
Princípios ativos: Continuação (Morus nigra): Os frutos contém vitaminas A,B1,B2,C. Os frutos maduros contém 9% de açúcares (frutose e glicose), ácido málico (em estado livre 1,86%), matérias albuminóides e pectínicas, pectosa, goma e matérias corantes com 85% de água.
Uso medicinal: São conhecidas duas variedades alba e nigra. A segunda com frutos negros e a primeira com frutos brancos. No século XVI, na Europa, se empregavam tanto os frutos como a casca e as folhas da amora negra. O fruto para as inflamações e hemorragias, a casca para as dores de dentes e as folhas para as mordidas de cobra e também como antídoto de envenenamento por acônito. Apesar da amoreira estar desaparecendo da matéria médica na Europa, a amoreira branca segue sendo muito empregada na China como remédio para tosse, resfriados seguidos de febre, dor de cabeça, garganta irritada e pressão alta. Com o conceito chinês de yin e yang, a amoreira branca é empregada para dissipar o calor do canal do fígado, que pode levar a irritação dos olhos e afetar estados de ânimo e também para refrescar o sangue. Portanto é considerada um tônico yin. Na Europa recentemente tem-se empregado as folhas da amora negra para estimular a produção de insulina na diabetes. Dosagem indicada: Inflamações da boca: espremer alguns punhados de amoras, ainda que não totalmente maduras,recolhendo o líquido em uma tigela. Fazer bochechos freqüentes com este suco diluído em pouca água. Dores de dentes: Decocção: em fogo moderado, ferver 40g de raízes de amoreira em meio litro de água, até que fique reduzida à metade. Depois de morno, filtrar o líquido e empregá-lo em bochechos.
Diurético: Infusão: deixar em infusão, até amornar, um punhado de folhas secas de amoreira em um litro de água fervente. Filtrar o líquido, bebendo-o em calicezinhos durante o dia para que produza efeito diurético.

Garganta, tosse: Xarope:esmagar ao máximo algumas amoras negras e recolher o suco em um recipiente de alumínio esmaltado ou de vidro. Adicionar açúcar numa quantidade que tenha o dobro do peso do suco e colocar em fogo brando. Quando esta mistura adquirir a consistência de xarope, deixá-la esfriar e guardá-la num vidro bem fechado, conservando-o em local fresco e escuro. Para as inflamações da garganta, devem-se diluir duas colherinhas do xarope em um cálice de água morna, empregando-a em gargarejos. Em caso de tosse, dissolver uma colherinha do xarope em uma xícara de água quente e tomá-la.
Estômago (inapetência): Decocção: ferver 20g de cascas de amoreira branca em meio litro de água. Filtrar o líquido e adoçá-lo, tomando-o em calicezinhos meia hora antes das refeições.
Intestinos (prisão de ventre): Decocção (laxativa): em meio litro de água, ferver 15g de raiz e casca de amoreira, misturadas. Quando o líquido ficar morno, filtrá-lo e adoçá-lo com mel. Beber metade pela manhã, em jejum, e o restante à noite, antes de deitar. Para obter-se um laxativo de efeito mais rápido, deve-se aumentar em até o dobro a quantidade de casca e raiz, ou seja, 30g das cascas e raízes misturadas, regulando-se quantidade de acordo com as reações do organismo a este tipo de purgante. Também os frutos ingeridos frescos e temperados com um pouco de açúcar, especialmente da variedade negra, ajudam no funcionamento do intestino.
Pele (dermatoses, eczema, erupções cutâneas): Cataplasma: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira, depois de lavadas e enxugadas, em um recipiente com uma ou duas colheres de água, aquecendo-o até o líquido evaporar. Estender as folhas sobre uma gaze e esmagá-las um pouco, fazendo sair todo o líquido e aplicá-las quentes (mas não ferventes) sobre a região afetada. Quando a compressa esfriar, renová-la mais duas vezes.
Pressão sanguínea alta: Infusão: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira em meio litro de água fervente. Depois de morno, filtrar o líquido, bebê-lo em cálices no decorrer do mesmo dia em que foi preparado.
Febre: 40 a 80g de folhas por litro em infusão.
Diabetes: Infusão: utilizando as folhas, 1 xícara 4 a 6 vezes ao dia.

Contra-indicações: Evitar consumir o fruto em caso de diarréia. Evitar administrar as folhas e raízes no caso de debilidade ou “frio” pulmonares. Em caso de dúvida deve-se recorrer ao médico.
Curiosidades: A cultura da amora se estendeu pelo mediterrâneo junto da qual se cria o bicho-da-seda que tem suas folhas como alimento exclusivo.
Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp?f_cod=7 

Amoreira silvestre

amoreira-espinhos

Amoreira silvestre (silva), com amoras em estados de maturação diversos As amoras-silvestres são o fruto (pseudobaga) de arbustos (amoreira-silvestre) do gênero Rubus, vulgarmente designados como silvas, da família das rosáceas. As plantas crescem até 3 metros. Os frutos são usados pelo ser humano para a composição de sobremesas, compotas e, por vezes, vinho. São muitos os tipos do que é vulgarmente designado como “amora” – incluindo muitas cultivares híbridas, com mais de duas espécies ancestrais. Por vezes, os termos são usados em inglês, com a terminação “berry”, já que em português existe uma certa confusão na atribuição de nome a estas espécies. A cultivar Marionberry nasceu do cruzamento entre a amora tipo Olallieberry e o tipo Chehalem, de modo a conjugar as qualidades organolépticas dos dois tipos de fruta. A Olallieberry, por sua vez, resulta do cruzamento das amoras-framboesas com youngberry (que, por sua vez, resulta do cruzamento de amoras-pretas com amoras-silvestres). A amoreira-silvestre é composta por longos caules curvos, com espinhos curtos, levemente encurvados e aguçados. Quando os caules tocam no chão ganham freqüentemente raízes laterais, dando origem a um novo pé de silva (reprodução assexuada), tornando-se uma espécie invasora persistente, colonizando vastas áreas por longos períodos. Tolera facilmente solos pobres, sendo uma das primeiras plantas a colonizar baldios e terrenos de construção abandonados. As suas folhas são palmadas, em trifólio (o limbo está dividido em três, ainda que se encontrem também divididas em cinco). As flores brancas ou rosadas florescem de Maio a Agosto (no hemisfério norte), dando, após a frutificação, as amoras de uma cor vermelha e, depois, negra. A amora silvestre é designada como pseudobaga, já que é, de fato, um fruto agregado, constituído pela reunião de diversas drupas. Drupa é um tipo de fruto carnoso, com apenas uma semente. Certos autores restringem ainda mais o termo a apenas frutos carnosos com uma semente, sendo esta aderida ao endocarpo de maneira que só pode ser separada mecanicamente. O exemplo mais famoso deste tipo de fruto, em ambos os conceitos, é o abacate. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: www.vilamada.com.br/…/arvores_praca.htm

arv-amoreira

Nomes Populares: Amoreira
Nome Científico: Morus celsa alba e Morus celsa nigra / Família Moráceas
Origem: A amoreira tipo alba é originária da China. A tipo nigra é de origem persa.
Partes usadas: Folhas, frutos, raiz e casca.

Características e Cultivo: Arvore que atinge de 2,00 (alba) a 10,00 (nigra) metros, tronco verrugoso, folhas ovaladas, lisas, verdes brilhantes, dão frutos doces, comestíveis, que amadurecem no verão. Se dá bem em regiões com muito sol, e agüenta invernos rigorosos.
Propriedades medicinais: Propriedades laxativas, expectorantes, refrescantes e emolientes.
Laxante simples: comer os frutos lavados de manhã em jejum. Bom para inflamações de garganta e da boca. Fazer bochechos e gargarejos com o suco fresco dos frutos.
Combate diabetes: infuso com 10 g de folhas em 100 ml de água. Propriedades cosméticas: Para dermatoses, eczemas e erupções cutâneas, sob forma de cataplasmas: pegar um punhado de folhas, lavar, secar, colocar numa panelinha com duas colheres de sopa de água. Aquecer até que o líquido evapore. Pegar as folhas, estender sobre uma gaze e esmagar um pouco para que saia o líquido. Aplicar quente, mas não fervente, deixando sobre a pele até esfriar. Repetir mais duas vezes.
Uso caseiro: Árvore que atrai pássaros, especialmente beija-flores, que nidificam entre sua fronde. Cultivadas também em função de suas folhas, que alimentam bichos-da-seda.
Uso culinário: Os frutos são utilizados em xaropes, geléias, licores e tortas. Xarope: esmagar os frutos para obter suco; filtrar e pôr em fogo brando; acrescentar açúcar na proporção do dobro do peso do suco. Deixar engrossar até consistência de xarope e guardar em garrafas esterilizadas, bem fechadas. Fonte: www.naturalnet.com.br/amoreira.html

Horóscopo Druídico:

Quaresmeira – de 21/1 a 19/2 Amoreira – de 20/2 a 20/3 Carvalho – de 21/02 a 20/04 Paineira – de 21/04 a 20/05 Ipê – de 21/5 a 20/6 Romãzeira – de 21/06 a 20/05 Coqueiro – de 22/7 a 22/8 Salgueiro – de 23/8 a 22/9 Caneleira – de 23/9 a 22/10 Manacá – de 23/10 a 21/11 Seringueira – de 22/11 a 21/12 Cedro – de 22/12 a 20/1

amoreira-gde

Amoreira – de 20/2 a 20/3 Símbolo da vida e da proteção contra todo o mal, a AMOREIRA é a árvore da energia divina. As pessoas que nascem sob sua regência têm poderes mentais e espirituais muito fortes. No entanto, nem sempre sabem o que querem, motivo pelo qual podem perder a chance de conquistar a alegria e a realização plenas. Têm personalidade doce, e ao mesmo tempo forte.
No Amor: Para a pessoa de AMOREIRA, o amor é sinônimo de doação. Ela só sabe amar assim: entregando-se por inteiro, fazendo o máximo para atender às expectativas do ser amado, realizando cada desejo do (a) parceiro (a). Mas os nativos desse signo também são extremamente sensuais e mostram-se muito criativos na hora da intimidade.
Na Profissão: Sensíveis e compreensivas, as pessoas que nascem sob o signo de AMOREIRA gostam de trabalhos que lhes permitam realizar algo de bom pelos demais. Assim, podem se identificar com a Psicologia, a Medicina, a Assistência Social, etc. Embora pouco competitivas, elas colocam tanto amor em tudo que fazem que acabam brilhando naturalmente.

Fonte: www.crendices.com.br/hps/fotos/amoreira.jpg

Amoreira branca

amoreirabrancagde

Famílias: moraceae

amoreira-branca-folhas

Nome comum: Amoreira
Nome cientifico: Morus alba, L
Família: Moraceae Origem: China
Utilização: Ornamental, na alimentação dos bichos de seda

Amoreira Branca – Folha

amorabrancafruto

Amora Branca – Fruto Fonte: www.vilamada.com.br/…/arvores_praca.htm

 

Amora

Nome científico: Morus sp
Família: Moráceas
Nome comum: amora, amoreira. Não confundir com a amora-preta, que é uma planta frutífera da família das Rosáceas.
Origem: Ásia Descrição e característica da planta: a planta que será abordada aqui é a usada principalmente na alimentação do bicho-da-seda. Trata-se de uma planta perene de rápido crescimento que pode atingir até 12 metros de altura, se mantida naturalmente sem nenhuma poda. As folhas são cordiformes, inteiras ou lobuladas, bordas serrilhadas, sem espinhos e de cor esverdeada. As flores são pequenas e de cor branco-amarelada. Os frutos são alongados de coloração esbranquiçada a esverdeada no início da sua formação e depois fica rosada e finalmente quase preta, quando maduros. O que chamamos de fruto, é um agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma massa. Normalmente, os frutos não têm sementes e quando bem maduros são doces, bem suculentos e de cor roxa. As condições favoráveis ao desenvolvimento vegetativo são: clima ameno a quente, boa disponibilidade de água e se adapta bem em qualquer tipo de solo, mas são recomendados solos profundos, férteis e ricos em matéria orgânica para melhor desenvolvimento das plantas. No período mais frio do ano, as folhas mais velhas ficam amareladas e caem. A propagação é feita através de estacas, obtidas de ramos das plantas, no período mais quente e chuvoso do ano.
Produção e produtividade: para a alimentação do bicho-da-seda, as folhas são retiradas dos ramos ou os ramos são cortados quando as plantas estão bem enfolhadas. Nessa atividade, os frutos não têm importância econômica. A frutificação ocorre no início da primavera, época da emissão de folhas novas.
Utilidade: as folhas são imprescindíveis na alimentação de lagartas do bicho-da-seda. A amoreira branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, enquanto que a preta, para consumo humano, pelo sabor mais pronunciado e mais volumoso. Os frutos maduros podem ser consumidos ao natural ou usados no preparo de sucos, sorvetes, geléias, compotas, doces, vinhos, licores, xaropes e vinagres. Os frutos maduros são ricos em água, açúcar e vitamina C.


Fonte: GloboRural

Podemos dar folhas de amoreira para os animais?
Resposta de carta exibida em agosto de 2001


Na resposta os animais tiveram ganhos de peso ao receber folhas de amoreira misturadas na alimentação, o que poderia precipitar uma conclusão de que o mesmo ocorre com seres humanos. Porém, acredito que o ganho de peso nos animais tenham sido de massa muscular e não a obesidade que tanto tememos. Ressalto que em minhas pesquisas nada tenho sobre o consumo das folhas de amoreiras na alimentação humana como salada ou suco (trituradas). Tenho algo que menciona a aplicação de emplasto (compressa).

Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta
RTA9094384

frutos-amora-preta

Amora Preta

Nome científico: Rubus fruticosus (sinônimo: Rubus brasiliensis)
Família: Rosáceas
Nome comum: amora-preta, framboesa-negra, blackberry (inglês) Origem: Europa, América do Norte e América do Sul
Descrição e característica da planta: a amora-preta é um arbusto, porte ereto, semi-ereto ou rasteiro, pode chegar a 2 metros de altura, caule flexível e a maioria das variedades é coberta por espinhos. As flores são brancas ou rosadas. Os frutos são levemente alongados, quase arredondados, comestíveis, inicialmente vermelhos e depois pretos, quando bem maduros. Aquilo que chamamos de fruto é um agregado de dezenas de frutos verdadeiros, denominados mini-drupa ou drupete, porque no interior de cada bolinha contém uma semente pequena. Uma característica interessante dessa planta é a necessidade de substituição total da parte aérea após as colheitas. As raízes são permanentes e delas formam as brotações que se desenvolvem, florescem e frutificam nos ramos do ano. Durante o desenvolvimento vegetativo, há necessidade de podas de limpeza, que consiste na eliminação de brotos laterais indesejáveis, ramos doentes ou fracos, pois isso favorece a frutificação e o bom desenvolvimento dos frutos. A cultura da amoreira-preta é ideal para pequenas propriedades em regiões de clima frio a ameno, principalmente pelo baixo custo de sua implantação e manutenção, manejo simples, rusticidade e pouco ou nenhum uso de defensivos agrícolas para o controle de pragas e doenças. Os frutos maduros merecem cuidados especiais porque são sensíveis ao manuseio e à luz solar direta para não afetar a sua cor preta. A longevidade da cultura pode chegar a 15 anos. Existem muitas variedades e seleções locais de amora-preta com grande variabilidade genética para várias características, como porte de plantas, presença ou ausência de espinhos, maior ou menor exigência de frio para frutificação, tamanho, firmeza e acidez dos frutos, produtividade, vigor das plantas, entre outras.
Variedades:
a) sem espinho: Ébano (porte rasteiro);
b) com espinho: Brazos (porte semi-ereto), Comanche, Cherokee, Tupy, Guarani, Negrita e Caigangue (porte ereto). (Fonte: Boletim 200 do Instituto Agronômico de Campinas. Instruções Agrícolas para as principais culturas econômicas. 6ª edição. IAC, Campinas, SP. 1998. 393 p.). A propagação é feita principalmente pela retirada de brotações das raízes, ou através do enraizamento de caules herbáceos ou por mudas obtidas através de cultura de meristema em laboratório.

Produção e produtividade: os produtores tradicionais nas Américas são os Estados Unidos e o Chile. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul é o pioneiro na produção dessa fruta e o maior produtor, com cerca de 700 toneladas por ano. Os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais vem aumentando tanto na área plantada quanto na produção. Os resultados experimentais de produção de frutos, em condições favoráveis no Rio Grande do Sul, foram os seguintes: 1º ano – 2,5 toneladas de frutos por hectare; 2º ano – 5 t. por hectare; 3º ano – 12 a 15 t. por hectare.
Utilidade: o fruto pode ser consumido ao natural e usado no preparo de doces, geléias, conservas, sucos, polpas, sorvetes, iogurtes, tortas, bolos e outros. A fruta é altamente nutritiva, pois contêm 85% de água, 10% de carboidratos e elevados teores de vitaminas A e B, potássio e cálcio. (40 miligramas de cálcio e 245 mg de potássio por 100 gramas de fruta).

Fonte: GloboRural

Chá de amora miúra 15.06.2008

Notícia enviada por Carlos Dorneles e Francisco Maffezoli Júnior
Os desbravadores colonos japoneses investem na produção de um chá com fama de milagroso.
A comunidade de origem japonesa na região de Juazeiro e Petrolina tem pouco mais de 700 pessoas, quase todas envolvidas com agricultura; é onde os japoneses e seus descendentes mais gostam de mostrar a sua capacidade de inovar e arriscar. A uva e a manga dividem quase que totalmente a produção agrícola dos japoneses que vivem na região de Juazeiro e Petrolina. Para as outras atividades, sobram pouco mais de 10%. Mas colono japonês adora um desafio agrícola, e nós fomos em busca dos novos desbravadores. Seu Mamoru Yamamoto é um deles. Seus pais vieram para o Brasil em 1925; ele nasceu em Birigüi, interior de São Paulo, e veio para Nordeste há quase 30 anos. Seu Yamamoto já trabalhou multo na vida – foi um dos maiores produtores de uva do Nordeste – e continua trabalhando muito, agora numa atividade inédita na região e rara no Brasil. Mal a nossa equipe de reportagem senta para conversar, ele começa um ritual obrigatório para todos os que chegam na sua propriedade: mostra uma coleção de documentos. Mais adiante, nós vamos contar do que se trata a papelada. Seu Yamamoto é hoje um dos únicos produtores do Brasil que plantam amoreiras não para tirar o fruto ou alimentar o bicho-da-seda com as folhas da árvores, mas para produzir o chá de amora miúra – uma variedade que, ele garante, faz milagres para a saúde. A folha da amora miúra e famosa por ser muito nutritiva. Por isso, é ela que alimenta o bicho-da-seda no seu inicio de vida. “É como se fosse a amamentação para a criança. Na primeira etapa, o bicho-da-seda tem que comer essa variedade”, explica o agricultor. A produção de chá já chega a 40 toneladas por ano – muito maior do que ele teria se plantasse em regiões mais ao sul, com inverno mais rigoroso. “Aqui no Nordeste, como o clima é quente e seco, acho que aqui concentra mais nutrientes. A gente se beneficia porque nos estados de São Paulo e Paraná não se produz amora de abril a setembro; aqui, produz o ano inteiro”, compara seu Yamamoto. Mas depois de muitas horas conversando sobre chá e andando pela plantação, nós ainda não tínhamos visto uma amora sequer na propriedade. “A amora aqui não é aproveitada, porque ela é multo pequena”, justifica. A fruta e tão desconsiderada, que seu Yamamoto nem sabe onde é que tem. Depois de muito procurar, seu Yamamoto acha uma amora para nos mostrar. De longe, ela parece uma florzinha; como ele não usa agrotóxico, pode-se comer direto do pé. A fruta é multo gostosa, mas só quem sabe disso são os moradores e funcionários da fazenda. Seu Yamamoto não te planos de produzir a fruta para vender: “Só se um dia compensar economicamente”.
Propriedades do chá Por enquanto, tudo esta voltado para o chá. Seu Yamamoto sonha em exportá-lo para o Japão, onde a bebida e mais conhecida – e esse um bom momento para a gente revelar o que tem, afinal, naqueles documentos tão importantes que ele nos mostrou quando chegamos: é o relatório final de um estudo feito pelo ministério da Saúde do Japão, com resultados impressionantes. Pesquisas feitas com ratos mostraram que o chá de amora miúra melhora o funcionamento do fígado e dos rins, diminui a pressão arterial e a taxa de glicemia. Foi eficiente até na prevenção do câncer. O chá tão poderoso e feito como qualquer chá comum: seu Yamamoto coloca as folhas na água ainda fria, deixa ferver por uns 10 minutos, coa e pronto. Ele toma o chá o dia todo, como se fosse água. O sabor é muito suave, não desagrada a ninguém. Mas de fraquinho o chá só tem o gosto, segundo seu Yamamoto. Ele quer de qualquer jeito que a gente conheça um funcionário da propriedade, seu Sebastião dos Santos, que resolveu tomar o chá porque tinha vários problemas de saúde. “Resolveu, graças a Deus. Eu era muito gordo, tinha quase 100 quilos”, conta ele, hoje magro. “Eu tinha multo cansaço, ia trabalhar e ficava cansado. Hoje, eu trabalho o dia inteiro e não sinto mais nada”, garante. Mas é o próprio seu Yamamoto o maior garoto-propaganda do chá: aos 75 anos, nenhum obstáculo no caminho chega a ser um problema. Ele adora mostrar que esta em forma. As mudanças na vida dele já fazem parte de uma extensa lista: “Por exemplo, eu tinha manchas pretas do tamanho de moedas de 10 centavos. Com três anos tomando chá, praticamente desapareceram”, ele diz. “Se você usa um cosmético, em geral, ele trata a superfície; esse chá, não, ele começa a limpar a camada inferior”. E não pára por ai: seu Yamamato guardou o grande trunfo para o final: ele garante que o chá faz nascer cabelo. Na foto da carteira de motorista, de três anos atrás, ele está bem mais careca – e jura que não fez implante nenhum. Para quem quer chegar aos 100 anos, seu Yamamoto sem dúvida esta no bom caminho, todo serelepe, ignorando solenemente o calor do sertão
Fonte: Conteúdo da matéria (vídeo) do Globo Rural


As características da “amora miúra” do vídeo nessa matéria são as mesma da “amora branca” que apresentamos nessa coletânea/Egídio.