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O Arhat

(ARAKAN)
Dogen Zenji

Tradução de José Fonseca
Veiculado em 22/01/2005

Consomem-se todos os maus pensamentos, cortam-se as paixões, o mérito da iluminação é possuído, desfaz-se a ilusão e emerge a completa liberdade da mente. Este é o Caminho de um grande arhat, estágio último do aprendiz do Caminho de Buda e quarto estágio da prática hinayana – do arhat budista.

“Todos os maus” é como o cabo quebrado de uma concha. Embora o mal esteja feito há muito tempo, ele é consumido e um verdadeiro cabo surge em vez dele na sua forma original. “O mérito da iluminação é possuído” é a aparência da coisa mais importante. “Desfaz-se a ilusão” e não se esconde em lugar nenhum nas dez direções do universo. “Emerge a completa liberdade da mente” deve ser entendido como “alto é por si mesmo alto, baixo é por si mesmo baixo.” Portanto, temos “muros, lages e pedras.” “Completa liberdade” é a atividade total da mente. “Cortam-se as paixões” significa que originalmente não há nódoas. Nódoas obstruem nódoas e não podem ocorrer.

Poder espiritual, sabedoria, meditação, proclamação da lei, instrução, radiância, tudo de um arhat fica incomparavelmente além de ações dos ímpios e demônios. Os sutras dizem que arhats podem ver cem mundos de Buda. Essas coisas não podem ser vistas por pessoas comuns. É o mesmo princípio, “Achava que estrangeiros tinham barba ruiva, agora sei que homens de barba ruiva são estrangeiros.” Entrar em nirvana é mergulhar nas ações do dia-a-dia e levar a vida naturalmente. Assim, pode-se dizer que a mente serena do nirvana é inevitável. Encontrar a essência do arhat é tornar-se um arhat; se ainda não encontramos a essência do arhat não podemos, nós mesmos, ser verdadeiros arhats.

Um velho sutra diz, “Hoje nos tornamos verdadeiros arhats. Com a voz do caminho budista podemos proclamar a lei para que todos os seres ouçam. “Que todos os seres ouçam” quer dizer nossas ações devem ser todas a voz de Buda. Isso não é apenas para os budas e seus discípulos. Qualquer um que possua consciência, inteligência, pele, carne, ossos e tutano pode fazer “que todos os seres ouçam”. Dizem que consciência e inteligência se estendem aos continentes, terras, grama, muros, lages e pedras. Folhas que caem, flores que desabrocham e o vaivém de vida e morte também podem fazer que outros ouçam a voz de Buda. “Que todos os seres ouçam” nos mostra que não devemos apenas ouvir palavras através dos ouvidos.

Buda Sakiamuni disse, “Se meus discípulos se dizem arhats ou pratyekabudas mas ainda não ouviram ou aprenderam o que os budas ensinaram aos bodisatvas, eles não são meus discípulos, nem arhats, nem pratyekabudas.”

“Ensinaram aos bodisatvas” significa “Só eu e todos os budas do universo sabemos” e “Só Buda transmite Buda.” Domine isso e depois instrua com base no soho jisso e na iluminação perfeita e suprema. Assim, o que budas e bodisatvas dizem é igual ao que arhats e pratyekabudas dizem. A razão disso é que eles sabem que budas e tatagatas apenas instruem bodisatvas.

Diz um velho sutra, “Nos sutras dos sravakas há os chamados arhats que chegaram ao patamar dos budas.” Esta frase certifica o caminho budista. Não se trata apenas de uma explanação acadêmica do abidarma, mas sim de uma regra do caminho budista. Temos de estudar o princípio de “Os chamados arhats que chegaram ao patamar dos budas” e “Os que chegaram ao patamar dos budas são chamados arhats.” Fora do nível de um arhat nada mais existe. Além disso, há iluminação suprema? Fora da suprema e perfeita iluminação nada mais existe. Há quatro tipos de prática e seus efeitos? Quando um arhat alcança todos os darmas chegou a hora do ilimitado caminho budista – é “não mente, não Buda, não coisas.” Nem o olho de Buda pode ver isso. Não pode ser descrito como um certo tempo entre kalpas inumeráveis. Temos de aprender o poder que nos habilita a ver com visão iluminada. Aí vemos que mesmo a menor das coisas contém todas as coisas.

Buda Sakiamuni disse, “Alguns monges e monjas acham que já atingiram arhatude, chegaram sua última encarnação, e obtiveram o gol do nirvana, e portanto não buscam suprema e perfeita iluminação. São pessoas arrogantes, e se não acreditam em suprema e perfeita iluminação não faz sentido chamá-las de arhats.”

Isto é, se a pessoa acredita em suprema e perfeita iluminação ela pode ser chamada de arhat, e o Darma pode ser transmitido. Esta transmissão direta é a prática e iluminação do Darma. Realmente, chegar ao estágio de arhatude não é simplesmente estar na última encarnação e entrar no nirvana final. Buscar suprema e perfeita iluminação é buscar a visão iluminada, zazen frente parede, e abertura de nossos olhos. Embora o mundo seja sem limites, vem a livre e total atividade. Tempo é imutável, mas surgem diálogos desinibidos entre mestres e discípulos. Isto é “buscar suprema e perfeita iluminação”- ou seja, procurar um arhat. Esta busca é perfeição total.

Mestre Zen Kassan Engo disse, “Quando as pessoas antigas atingiam a iluminação iam para as montanhas, escolhiam uma caverna coberta de touceiras e moitas, e faziam comida com utensílios improvisados. Assim viviam durante dez ou vinte anos. Esqueciam completamente o mundo dos homens e eram felizes tendo deixado a poeira dele muito para trás. As pessoas de hoje não esperam viver tal vida. Simplesmente desejam permanecer anônimas, manter-se ocultas, e não fazer mais do que o necessário. Elas ficam velhas, quase só pele e osso. Vivem uma vida iluminada por elas mesmas de acordo com suas habilidades individuais. O velho carma é cortado e dissolvem-se velhos hábitos. Se detêm algum poder especial tentam passá-lo aos outros, e procuram estabelecer relações baseadas em carma. Elas aprofundam o seu treinamento, dando muitos frutos.

“Achar uma tal pessoa é como arrancar uma folha de grama no campo. Juntas, obtêm conhecimento e liberação de vida e morte, vivendo vidas fecundas em gratidão aos budas e patriarcas. Todavia, não podemos guardar tal sucesso só para nós, ainda que tentemos. É como a geada de outono que faz o fruto de primavera crescer. Esta prática beneficia a sociedade e é usada pelos que a procuram; ela cultiva o mundo sem ser capturada pelos desejos. Como poderia alguém com este tipo de prática tornar-se um monge mundano, agarrado a gente rica? Se fizesse isso, ofenderia aos leigos e aos santos, e na busca de fama e riqueza seu carma o conduziria ao inferno. Aqueles que mantêm a prática correta são capazes de viver uma vida sem desejos, mesmo estando em posições de poder; também, mesmo sem realizar grandes feitos, suas vidas são vidas de verdadeiros arhats.”

Assim, esses monges são verdadeiros arhats que deixaram a poeira do mundo para trás. Se quiser conhecer a forma de um arhat você tem de compreender isto. Não dê ouvidos aos ensinamentos equivocados de eruditos indianos sobre o abidarma. Mestre Zen Engo da China é um buda e patriarca e herdeiro do Darma da transmissão correta.

Mestre Zen Daichi do Monte Iakujo em Koshu disse, “Cada um dos seis órgãos dos sentidos – olho, ouvido, nariz, língua, corpo e consciência – é intocado por todos os darmas, existentes e não existentes.” Isto se chama possuir uma estrofe (gatha) de quatro versos ou o quarto estágio da prática. Quando os seis órgãos dos sentidos funcionam e transcendem eu e outros, a totalidade de seu mérito é imensurável. Logo, o corpo inteiro é intocado e todos os darmas existentes e não existentes são intocados. Isto se chama também de “quarto estágio”, ou seja, o estágio de um arhat.

Portanto, a realização atual dos seis órgãos dos sentidos é o arhat. Formular e manter este princípio é transcender qualquer conspurcação. A quebra desta barreira e a posse da estrofe de quatro versos é o quarto estágio. De ponta a ponta, o corpo inteiro se realiza e nada resta.

Em outras palavras: “Quando um arhat fica com pessoas comuns todo o seu ensinamento é por elas obstruído. Quando ele fica com santos todo o seu ensinamento é liberado. Precisamos saber que em todas as circunstâncias, arhats e todos os darmas co-existem. Se certificamos arhatude, isso cobre tudo.” Este é o primeiro que existiu antes de Kuo, o Buda anterior existência do tempo.

Pronunciado em Kannondori-Koshoborinji em Uji no dia 15 de maio de 1242.

(Capítulo 36 do Shobogenzo , Olho e Tesouro da Verdadeira Lei, edição traduzida por Kosen Nishiyama, Tokyo, 1988).

Fonte: http://www.chalegre.com.br/zendo/texts/index.php?id=88

NAMORO, SEXO, GNOSE E CASAMENTO.

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NAMORO, SEXO, GNOSE E CASAMENTO.


Por: Karl Bunn


A humanidade atual transformou o sexo e o namoro em diversão, numa forma de lazer, num passatempo, banalizando o que de mais sagrado há na vida e no homem. Até os animais, destituídos de consciência (mas dotados de instinto), respeitam os ciclos e os tempos. Mas o homem não! Desde muito cedo cai na promiscuidade, degenerando sua semente, em grande parte devido à falta de formação e informação.

De fato, o sexo continua sendo “pedra de tropeço” até mesmo dentro da Gnose, onde muitos estudantes se sentem perdidos e confusos na hora de se decidirem pelo celibato [castidade científica] ou buscarem alguém para formar um lar espiritualizado.

A lei divina adverte claramente o Aspirante à Iniciação: “Que homem algum tome mulher se Osíres-Rá não autorizar”.

Evidentemente, os gentios, os profanos, os incircuncisos nada sabem disso; vivem segundo suas crenças e as leis biológicas da natureza. Mas, se houver algum Aspirante sério ao Caminho Iniciático, este certamente não pode ignorar a lei divina. Muito menos devem ignorar este princípio sagrado seus instrutores que militam nas fileiras da Gnose.

Entretanto, na vida prática todos parecem viver segundo as mesmas leis dos gentios, esquecendo-se que a Senda da Iniciação tem suas próprias leis e sua disciplina, a qual, ao fim, exige absolutamente tudo.

Ninguém nasce perfeito nem sabendo. Tudo precisa ser aprendido e, mediante a práxis, ser aperfeiçoado. E só a vida mesma nos oferece o ginásio necessário para irmos corrigindo nossas debilidades e imperfeições. Daí que o Mestre Samael sempre repetia: “A Iniciação é a tua própria vida retamente vivida”.

Milhares de jovens que aspiram o “Caminho Santo” se debatem hoje em meio à s agitadas ondas da vida moderna, onde tudo parece lícito, permitido e recomendado. E aí surge o conflito: o que posso e o que não posso fazer; o que é lícito e ilícito; até onde vai minha liberdade de ação e de escolha.

Bem sabemos que a decisão de formar uma sagrada família [algo já esquecido no tempo] deve ou deveria vir do mais elevado de nós mesmos: de nosso próprio SER PROFUNDO.

Mas, como saber a vontade de nosso SER se nos encontramos adormecidos e confusos?

O senso comum diz que o verdadeiro Aspirante da “Sagrada Senda” sabe esperar pacientemente seu dia e sua hora – e nunca, nunca atropela o tempo e o ciclo de maturidade. Enquanto isso, ele trabalha e ora dia e noite; trabalha sobre si, sobre seus defeitos, sobre sua conduta, e ora sem cessar pedindo à divindade interior confiante que Ela saberá destinar a alma perfeita para o propósito comum: CRESCER INTERNAMENTE E MULTIPLICAR-SE EM VIRTUDES. Sim, porque o crescimento espiritual deveria ser nossa grande meta de vida.

– Como trabalhar sobre si mesmo?
Mesmo no hipotético extremo caso de alguém que jamais tenha tido acesso aos ensinamentos da Divina Gnose, bastaria que OBEDECESSE FIELMENTE AOS 10 MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS. Com isso, já estaria trabalhando seriamente sobre si, e isso mudaria sua vida radicalmente. E se não fosse cristão, bastaria que cumprisse com os preceitos de sua doutrina. Toda autêntica religião é portadora dos mesmos princípios cósmicos, que nunca mudaram nem mudarão. Porém, seguimos apenas buscando “novidades” enquanto a vida corre… E desprezamos aquilo que nos é dado gratuitamente ao nascermos.

Os 10 Mandamentos de Moisés, os Preceitos de Buda e os 4 Evangelhos cristãos sintetizam tudo que precisamos saber para levar adiante nosso trabalho espiritual. Porém, na prática sempre arranjamos desculpas para postergar o trabalho e para praticar o ilícito. Tristemente essa é a realidade da vida atual. Tornamo-nos muito fracos e acomodados, e fugimos de tudo que é sério e envolve juramentos e compromissos solenes.


Qual é a finalidade do namoro? Para que queremos namorar? O que estamos buscando quando nos aproximamos de alguém? Queremos formar uma sagrada família ou apenas “passar momentos agradáveis”? Queremos fazer luz ou apenas sentir prazer? Quando tocamos alguém o fazemos por carinho e amor ou apenas por “gosto” e luxúria?

Entre verdadeiros e autênticos Aspirantes Gnósticos jamais ocorre namoro se não com o tácito e claro objetivo de constituir uma relação sagrada – e para isso é preciso primeiro muito trabalho sobre si, ou tudo não passará de simples engano. (Em nada difere a jornada de todos os seguidores dos ensinamentos do Cristo).

Entre verdadeiros e autênticos Aspirantes Gnósticos jamais duas pessoas se tocariam ou se tocam se não para crescer em luz. Mas, para isso, é preciso primeiro e sozinho ter morrido muito em desejos e luxúria, e estar bem maduro psicológica e espiritualmente.

Entre verdadeiros e autênticos Aspirantes Gnósticos a idéia do prazer físico [tão apregoada e defendida nos meios de comunicação], da sensação ou do “gosto” ou da gratificação sensorial é um dos primeiros aspectos a ser estudado, analisado, compreendido e transcendido, porque é aqui justamente onde todos caem e fracassam.

Hoje tudo é movido à luxúria! Tudo é luxúria! E tudo gravita em torno da luxúria!

Bem sabemos que estamos aqui falando ao vento, porque ninguém entenderá nada mesmo, ainda que não nos passe a idéia de menosprezar ninguém… É que simplesmente nos degeneramos e nos afastamos tanto dessas verdades simples que elas se tornaram ridículas aos nossos olhos e ouvidos.

Mas se hoje podemos falar assim, o fazemos após haver tragado muita terra e descido às mais profundas zonas do inferno. E essa experiência e essa visão não têm como ser transmitidas, apenas descrita, que é o que tentamos fazer aqui. E cada Aspirante terá que fazer o mesmo: tragar terra e descer aos próprios infernos, e daqui, de onde estamos, vamos ficar orando e incentivando para que consigam retornar triunfantes…

Para que seja possível nos tornarmos castos e puros temos que primeiro enfrentar, vencer e superar os milhares de aspectos de nossas abominações, fornicações, vícios, desejos, paixões, inclinações, preferências, gostos, sensações, hábitos, imagens, fantasias, ânsias, sonhos, devaneios, etc. etc. etc.

Uma pessoa que conheça a Divina Gnose na juventude, teoricamente poderia evitar repetir nesta vida as bobagens cometidas em vidas anteriores, mas na prática nunca encontramos ninguém que tenha podido fazer isso.

Nos tempos antigos os segredos do Sexo Sagrado ou da Divina Alquimia só eram entregues a homens e mulheres maduros. Geralmente, depois dos 35 anos aos homens e depois dos 25 às mulheres. Antes disso, lhes era exigido uma vida simples, regrada, temperada, contemplativa e de grande domínio sobre a mente e os sentidos.

E quando um Mestre designava uma sacerdotisa ou um sacerdote, se dava porque ambos já haviam sido instruídos nas sagradas práticas do Grande Arcano. E mesmo assim, ambos apenas conviviam por vários meses, sem se tocarem…

Portanto, nem falar em intimidades, as quais eram autorizadas após no mínimo 6 meses de convivência.


Então, queridos buscadores, como soa tudo isso aos vossos ouvidos no mundo atual? Se sentem maduros para viver assim? Seriam capazes de cumprir ao pé da letra tal disciplina?

O mais incrível é que o grau de exigência quanto à pureza e à castidade dos Aspirantes em nada mudou dentro da Venerável Loja Branca. Nós, os tolos que vivemos neste mundo, mesmo ao abrigo de uma instituição gnóstica, achamos que só porque todo mundo faz o que bem entende, também podemos fazer o mesmo. Terrível engano, meus amigos! Por isso, tanto fracasso, tanto divórcio, tantos problemas dentro das escolas gnósticas.

O próprio Mestre Samael dizia em seus livros que este ensinamento não é para esta humanidade bárbara, caduca e degenerada. Palavras duras, mas que traduzem a realidade psicológica nossa! Este ensinamento só foi entregue agora por compaixão divina aos boddhisattwas caídos… Logo, logo estaremos nos apresentando diante do Tribunal da Lei para o Juízo final, onde todas as nossas obras – boas e más – serão trazidas a valores presentes. E de acordo com a inclinação respectiva dos pratos da balança, iremos em frente ou desceremos ao abismo.

Dissemos em outras exortações e vamos nos repetir aqui: O tempo que nos resta é muito pequeno, mas ainda podemos fazer algo a nosso favor.

Trabalhemos na morte de nossos defeitos! Oremos em favor dos que sofrem!

Ajudemos a aliviar o sofrimento do nosso semelhante! Tudo isso se reflete em nossa aura, em suas cores e brilho. E praticando diariamente a compaixão irradiaremos a chama azul do amor do Pai e com isso poderemos atrair a benevolência da Lei. Oxalá possam entender o sentido oculto de nossas palavras, e abram o entendimento ao novo tempo que chegou!

Paz Inverencial

Karl Bunn

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

MULHER – O ETERNO FEMININO E O CRISTO NOSSO SENHOR

Por: Samael Aum Weor

Antes de tudo, faz-se necessário falar um pouco sobre o Eterno Feminino e dissertar a respeito do Cristo Nosso Senhor. Espero que todos prestem o máximo de atenção.

Certamente, Deus Mãe é o fundamento desta grande criação. Nós precisamos nos identificar cada vez mais e mais com o Eterno Feminino. Devemos ver em cada mulher a representação viva desse Eterno Feminino. Obviamente, a mulher nasce com uma santa predestinação, que é a de ser mãe.

Até uma menina é uma representação do Eterno feminino; qualquer moça é uma mãe em potencial.

Se nos lembrarmos daquela mulher que nos embalou no berço e que nos alimentou com seus pesados peitos quando éramos crianças, veremos nela um poema vivo, muito íntimo, natural e profundo, de uma simplicidade extraordinária e de uma grandeza que sempre passa despercebida para todos esses humanóides que têm a Consciência adormecida.

Quero que todos façam consciência do que é esse verso vivo, do que é essa melodia inefável do princípio feminino eterno. A Grande Mãe é demasiado compassiva quando nos brinda com esse verso, sem que o mereçamos, depois de termos sido perversos, depois de que nos arrastamos pelo lodo da terra de existência em existência.

Morremos e depois retornamos, para sermos embalados em um berço sem o merecermos, para sermos amados por alguém que só vê em nós uma esperança, para sermos conduzidos por essa que é todo amor. Parece paradoxal e não teria explicação se não existisse o onimisericordioso e eterno Pai Cósmico Comum, Aelohim, como diziam os antigos.

Se retrocedermos um pouquinho mais no curso dos anos, conseguiremos, mediante o despertar, nos lembrar da mãezinha que tivemos em nossa passada existência. Nos veremos outra vez em um berço, aos nossos ouvidos chegam os arrulhos daquela que tem a esperança posta em nós, nos veremos dando os primeiros passos, levados por seus braços… Se continuarmos com o exercício retrospectivo, retornaremos não só existência passada, mas anterior, e novamente nos encontraremos com um desses poemas, com uma infância nos embalos de um berço. Assim, continuando de forma retrospectiva, para trás, de século em século, de idade em idade, poderemos sempre sentir os mesmos embalos e os mesmos arrulhos do Eterno Feminino, sempre nos amando, levando-nos em seus braços, alimentando-nos com seus seios e mimando-nos.

Todas essas mãezinhas que tivemos através dos inumeráveis nascimentos, pode parecer que estão definitivamente perdidas no tempo, mas, em verdade, todas elas são a viva expressão da Grande Mãe Cósmica. Nos olhos de nossa Devi Kundalini Shakti, nossa Mãe Cósmica particular e individual, vemos o brilho de todos os olhos das inumeráveis mãezinhas que no passado tivemos.

Nela, nossa Divina Mãe Kundalini, nela, nossa Ísis particular, estão representadas todas as nossas mãezinhas que nos amaram através dos incontáveis séculos. Por isso, devemos amar de verdade nossa Mãe Cósmica, vívida representação do Eterno Feminino.

Todas as mãezinhas que velaram por nós através do curso da história, todas as que nos embalaram, todas as que nos alimentaram, no fundo são uma só e única: “Ela”, Ísis, a quem nenhum mortal levantou o véu, Neith, a bendita Deusa Mãe do Mundo.

Se pensamos nesse Eterno Feminino, Deus Mãe, veremos que nossa Devi Kundalini particular é um raio dessa bendita Deusa Mãe do Mundo. Assim, o Eterno Feminino que velou por nós através de tantos séculos, que nos embalou em tantos berços, é Ela, a nossa Divina Mãe. Nela estão personificadas todas as mãezinhas do mundo, todas as que tivemos através das diversas idades…

Felizmente, não as perdemos, ficaram em nossa Divina Mãe.

Se as pessoas tivessem a consciência desperta, saberiam valorizar melhor esse ser que é a mãe, mas as pessoas têm a consciência adormecida, e por isso são incapazes de valorizar realmente essa criatura que é a mãe.

É preciso que nos tornemos cada vez mais conscientes do que é o Eterno Feminino. Não merecemos o que nos foi dado; depois de termos sido uns velhacos, uns perversos, nos encontramos em um berço e com uma doce mãezinha que nos embala em seus braços. Parece paradoxal, e volto a dizer, se não fosse pela misericórdia d’Aquele que não tem nome, isso seria inexplicável.

Infelizmente, quando crescemos, o Ego se manifesta. Nos primeiros anos, é a Essência que se manifesta na criatura, por isso a criança é tão bela. À medida que vamos crescendo, a personalidade se desenvolve e o Ego vai se expressando lentamente até que um dia definitivamente entra em ação. Então, nos tornamos diferentes. Os belos pensamentos, aqueles que tínhamos na infância, são esquecidos e perdidos. Aquele encanto dos nossos primeiros passos fica relegado ao esquecimento, as nobres intenções que tínhamos quando éramos crianças são pisoteadas e delas não ficam nem lembranças.

Ao redor da Essência, o Ego se fortifica. A personalidade se reforça, adquire certos modos, preconceitos, etc. Obviamente, a Essência fica arquivada, lá no fundo mais profundo da psique, relegada ao mais completo esquecimento. Por fim, a personalidade, com todos os seus preconceitos, e o Ego, manifestam-se através da mente, substituindo a Essência.

Onde estão aquelas nobres intenções, aquelas intenções que tínhamos quando éramos pequenos?

Não queremos dar-nos conta de que já fomos crianças, nos esquecemos disso. Jesus, o Grande Kabir, disse: “Até que não sejais como crianças, não podereis entrar no Reino dos Céus”.

Existe uma coisa que nos impede de ser crianças, é este Ego que temos, feixe de recordações, paixões, temores, ódios, rancores, luxúria, etc. Se queremos a verdadeira felicidade, não nos resta outro remédio que recordar aquelas belas intenções que tínhamos quando éramos pequenos, antes que o Ego tivesse a oportunidade de se manifestar, antes que a personalidade se tivesse formado, quando ainda dávamos os primeiros passos… Foi quando nos propusemos belas resoluções, certas resoluções que mais tarde esquecemos. Foram esquecidas quando a personalidade se formou definitivamente. Foram esquecidas quando o Ego entrou em ação. Então, nos tornamos outros e sentimos satisfação em termos nos tornado outros. Lançamos ao esquecimento a simplicidade da inocência e, ofuscados e enganados, ofuscados e alucinados, crescemos.

Esta condição que temos de adultos complicados e difíceis é superior inocência que um dia tivemos?

Faz-se necessário, meus caros irmãos, compreendermos a necessidade de voltarmos ao ponto de partida original, de reconquistar a infância, na mente e no coração. Para tanto, só há um caminho: apelar a nossa Divina Mãe Kundalini, saber amar realmente a nossa Divina Mãe Kundalini, compreendê-la.

De que forma poderíamos nos aproximar de nossa Divina Mãe?

Antes de tudo, queridos irmãos, aprendendo a amar a nossa mãe terrena, como ponto de partida, já que ela é a viva manifestação do Eterno Feminino, aprendendo a amar todas as mãezinhas do mundo. E quanto a nós, os homens, aprendendo a ver em cada mulher uma mãe, a ver nelas a viva representação do Eterno Feminino, porque se vemos uma mulher e a primeira coisa que chega nossa mente é a luxúria, pensamentos doentios, estamos insultando o Eterno Feminino, estamos pisoteando em nossa Divina Mãe, estamos envergonhando aquela que é todo amor. Há um ditado espanhol que diz: obras são amores e não boas razões.

De que serve que amemos nossa mãe se não o demonstramos com fatos? De que serve dizermos que amamos o Eterno Feminino, a tal ou qual criatura, se a primeira coisa que chega nossa mente são pensamentos mórbidos e de luxúria? Onde está o amor ao Eterno Feminino, Divina Mãe? Insultando-a dessa forma, pisoteando-a?

Reflitamos, meus caros irmãos, reflitamos… Façamo-nos dignos, se é que queremos, realmente e de verdade, caminhar com Devi Kundalini Shakti. Então nossos corações, inflamados pelo amor, se aproximarão dela e Ela de nós.

Ninguém conseguiria eliminar os elementos inumanos que possui sem a ajuda dela. Assim como ela nos limpou quando éramos crianças e nos banhou, assim como ela nos alimentou, assim também a Divina Mãe elimina todas essas sujeiras que carregamos, todos esses espectros abomináveis que em conjunto constituem o Ego, o mim mesmo, o si mesmo.

Vocês acham que esta época atual é mais bela que a da sua infância? Estão equivocados, porque até que não reconquistem a infância perdida na mente e no coração, não poderão de modo algum conseguir a liberação final.

Uma das provas pelas quais todo o principiante passa neste caminho é a do Fogo. Quando sai vitorioso desta prova, obviamente entra no Salão dos Meninos. Assim se chama um templo muito especial onde se é recebido, sob a condição de haver triunfado. Então, os Adeptos da Fraternidade Branca, os Mestres do Colégio de Iniciados da Branca Irmandade, todos com a aparência de crianças, nos dão as boas vindas. E quando os saudamos, “que a Paz seja convosco”, ou “Paz Inverencial”, a resposta é: “E com vosso Espírito também!”

Por que eles têm que nos dar as boas vindas na forma de crianças, quando saímos vitoriosos da prova do Fogo? Obviamente, porque só com o Fogo podemos reconquistar a inocência. Por isso, é indispensável trabalhar com o Fogo Sagrado, com essa Flama Santa do amor, sabendo amar.

Ao falar do fogo, não é demais lembrar o Cristo Jesus em sua cruz. Ao pé dela está a Mãe; Ela não poderia faltar, impossível. E sobre a cruz, o INRI: “Ignis Natura renovatur Integran”, “o Fogo renova incessantemente a Natureza”. Necessitamos encontrar o Grande Kabir dentro de nós.

Quando alguém lê as Epístolas do apóstolo Paulo, pode verificar com surpresa que rara vez ele menciona o Grande Kabir Jesus, o Cristo histórico, mas sempre alude ao Cristo Íntimo.

Obviamente, o nome Jesus vem da palavra hebraica Jeshua, que significa Salvador. É o Salvador que devemos buscar dentro de nós mesmos. Ele sempre vai nos braços de sua Mãe, é o menino Hórus (entre os egípcios) nos braços de Ísis.

É urgente saber, irmãos, que esse Jeshua vem nos braços de nossa Mãe Kundalini particular, que o Crestos Cósmico de modo algum poderia se expressar através de nós, se não se convertesse em Jesus.

Na verdade, existe o Logos; o Pai, o Filho e o Espírito Santo formam um todo único, que entre os egípcios se chama Osíris. Ele se desdobra em Ísis, a Mãe Divina, a Esposa. Ela e Ele se amam e, como resultado de seu amor, Ela concebe “por obra e graça do Espírito Santo”, isto é, por obra e graça de seu esposo. Em seu ventre imaculado e virginal desce o Crestos, o Segundo Logos entra em seu ventre e se converte, como é dito na “Divina Comédia”, no “Filho de sua Filha, o filho da Divina Mãe Kundalini. Ela o leva em seus braços, por isso é que Ísis sempre leva Horus em seus braços e Maria, Jesus.

A Divina Mãe particular também leva nosso Jesus íntimo em seus braços. Quando (havendo amado muito a nossa Mãe) nos tornamos dignos, somos então merecedores de nos converter em Casa d’Ele, do Senhor.

É dito que Ele nasce num estábulo, meia-noite, onde estão os animais, os animais do desejo. Esse estábulo é o nosso próprio corpo. Ali nasce nosso Jeshua, e depois tem de crescer e se desenvolver. O nosso Salvador íntimo, individual, deve sofrer em si mesmo todas as tentações e vencê-las. Ele deve vencer as potências das trevas em si mesmo, Ele deve vencer os tenebrosos em si mesmos. Ele deve viver como um homem entre os homens, ter carne e osso (nossa carne, isso é claro), deve ser um homem entre os seres que povoam a face da Terra e vencer em sua passagem.

Por isso é o nosso Salvador.

Nosso processo psicológico se converte em seu processo, Ele tem de ordenar e transformar nossa psique, os desejos e as preocupações, etc., Ele deve desintegrar.

Por algum motivo foi chamado de “Santo Firme”, porque não pode ser vencido, e no fim sempre triunfa e se cobre de glória. Por isso, o Fogo Sagrado, personificado em Jeshua (em nosso Jeshua, não no Jeshua histórico), é digno de todo louvor e glória, senhorio e majestade.

Ele ama sua Mãe e sua Mãe O ama. Somente por meio de sua Mãe se consegue que Ele nasça em nosso estábulo interior para converter-se em nosso Salvador. Se não amamos a Mãe de Jeshua interior, tampouco amamos o Filho. Como poderia o Filho vir a nós se não amamos sua Mãe?

Aquele que quiser amá-la tem que demonstrar com fatos, amando quela que nos deu a vida e vendo ela (a que nos deu vida) em cada mulher.

Assim, irmãos, faz-se necessário compreender este grande mistério do Cristo e da Mãe Divina.

Faz-se necessário tornar-nos simples, tolerantes e modestos, porque só assim, meus caros irmãos, seguiremos pelo caminho verdadeiro.

Quero que vocês reflitam nisto que estamos falando esta noite. Quero que regressem ao ponto de partida original, que regressem ao primeiro amor, que reconquistem a infância perdida na mente, no coração e no sexo, para que entrem pelo caminho da salvação, da Cristificação .

Quem quiser realmente ser salvo deve saber amar. Como se poderia realmente amar a mulher, se quando a olhamos vêm a nossa mente pensamentos eróticos de luxúria? Isso é ofendê-la, insultá-la.

Poderia se objetar dizendo que existe uma infinidade de mulheres, prostitutas, etc., mas somos, por acaso, juizes para julgarmos o Eterno Feminino? Com que direito o fazemos? Quem nos converteu em juizes do Eterno Feminino? Ou será que nos julgamos santos? Que recobramos a inocência?

Não devemos julgar. As próprias mulheres devem ver em cada mulher uma mãe. As próprias mulheres devem amar sua mãe e adorar sua Divina Mãe Kundalini, se quiserem se fazer merecedoras de receber um dia o Santo Firme.

Por aí existe uma oração santa que diz: “Fonte de divinos regozijos, revoltas e sofrimentos. Dirigi vossas ações para nós, Santo Afirmar, Santo Negar e Santo Conciliar, transubstanciados em mim, para meu Ser; Santo Deus, Santo Firme, Santo Imortal, tende misericórdia de nós”.

É um cântico precioso s Três Grandes Forças Primárias do Universo. Essas três forças constituem, por si próprias, ao Pai, Osíris, que, ao desdobrar-se, converte-se em Neith, em Isis, e da união d’Ele com Ela resulta nosso Jeshua particular, nosso Jesus Cristo Íntimo, próprio e muito próprio em nós, aquele que deve entrar em nós (em nosso corpo) para salvar-nos.

O especial desta oração é aquilo de: Santo Deus, Santo Firme, Santo Imortal, porque o Velho dos

Séculos da Cabala é o Santo Deus, o Santo Firme é Jeshua, nosso Jeshua íntimo e particular, porque se incorporando em nós toma posse de todos os nossos processos psicológicos para vencê-los em si mesmo, toma posse de nossas paixões para transmutá-las em si mesmo, suportando em carne e osso todas as tentações que nos chegam para vencê-las em si mesmo. Isso ninguém pode fazer senão o Santo Firme.

É interessante também aquela parte de: Santo Afirmar, Santo Negar, Santo Conciliar. Por que? A primeira força é a do Eterno Afirmar: o Pai. A segunda a da Eterna Negação, a do Filho. E a terceira é a da Eterna Conciliação, do Espírito Santo. O Pai afirma. o Filho nega, o Espírito Santo concilia.

O que nega o Filho? Por que se diz que o Filho nega? O Filho nega porque não quer tudo o que nós queremos: paixões, defeitos psicológicos, etc. E por que se diz que a Terceira Força é o Santo Conciliar? Porque com essa Terceira Força nos reconciliamos. Com quem? Com a Divindade.

Estou me referindo de forma enfática força sexual, a força com a qual nosso corpo foi formado, a força com que ele se desenvolveu no ventre de nossa mãe, a força que nos trouxe existência.

Porque se diz: Transubstanciados em mim, para meu Ser, para nosso Ser? Porque as Três Forças

Primárias do universo, a do Pai muito amado, a do Filho muito adorado e a do Espírito Santo muito sábio, passam pela transubstanciação em nós para nosso Ser. Compreendem o que isto significa, meus caros irmãos? Transubstanciar, isto é, fazer com que uma substância se converta em outra.

Agora compreendem porque as três Forças Primárias passam pela transubstanciação em nós e para nós? Isso é grandioso! É óbvio que precisamos cristalizar em nós as Três Forças Primárias.

Assim, meus queridos irmãos, reflitam e se esforcem por eliminar o Eu Psicológico. Regressem ao primeiro amor, tratem de reconquistar a inocência em seus corações, lutem por isso, aprendam a amar o Eterno Feminino. Assim, um dia, poderão ter a sorte de encarnar em si mesmos ao Jesus particular e individual.

Não quero subestimar o Grande Kabir Jesus, que na Terra Santa ensinou esta doutrina. Se por alguma razão ele é grande, foi porque ensinou a doutrina do Eterno Salvador, nosso Salvador interior, profundo, nosso Jeshua.

Samael Aun Weor

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Vencer o medo

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

Por: Egídio Garcia Coelho

Vencer o medo

Caro Aluno!
Com relação aos teus contatos feitos pelo gmail, digo que é tão fácil a solução que nosso intelecto impede o entendimento.
Basta respirar fundo diante do espelho, olhar nos olhos e recomeçar uma vida ouvindo o coração e agindo com pureza de intenções na mais simples naturalidade, deixando de lado os dogmas plantados em nós por homens equivocados ou mesmo mal intencionados.
Dentro do coração, temos a informação pura e verdadeira que flui naturalmente quando acreditamos e relaxamos. E para ter provas de que isso é possível, basta se dar conta de que estamos vivos e nada precisamos fazer para a manutenção da vida, senão respirar…
No nosso interior está uma Inteligência capaz de administrar as mais de 70 trilhões de células que trabalham em conjunto e organizadas para manter nossa saúde que a cada instante é afetada pelos condicionamentos de informações armazenadas e recebidas indevidamente, pela poluição nos alimentos, sons,
imagens, etc…
Foram longos anos de exploração externa e chegou a hora de deixar de lado o que apenas enriquece o intelecto para mergulhar nas profundezas do conhecimento. Conhecimento plantado no nosso templo para manutenção desse veículo que vem transportando o nosso espírito nesse mundo (físico) tridimensional cheio de mazelas que já descobrimos na dura jornada até aqui, estudando a literatura disponível, carregada de manipulação.
Essa Inteligência que será acessada com o nosso relaxamento ao nos darmos conta da complexidade do funcionamento do “corpo” que mesmo juntando todo o nosso conhecimento armazenado até aqui, mais o de todos os autores já pesquisados, exigiria imensuráveis (e inúteis) dissertações a mais para revelar na íntegra esse “Templo” cheio de mistérios.
Toda a pedagogia disponível na educação da superficialidade tem por finalidade neutralizar nosso acesso a essa Inteligência que somos “nós” fragmentados em seres animados e inanimados, vagando pelo universo em diferentes reinos e planetas, na composição do que se pode chamar “Deus”.
Pelo exposto até aqui se pode perceber a possibilidade de “vencer o medo” que nos assola pela manutenção da ignorância que impede o acesso a nossa potencialidade sempre presente enquanto vivos nessa desafiadora existência terrena…

Abraços, paz e bênção

Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 17/12/2007
Código do texto: T781482
IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autoajuda

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Consciência que Liberta

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda

Entrevista publicada na Revista O Ponto de Junho de 2006

Robert Happé: Consciência que Liberta

Ele nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e a irmã mais velhos brincam na rua, enquanto a mãe tenta dar de comer para o mais novo. Aviões sobrevoam o lugarejo. Nova explosão e a rua inteira está em ruínas. Da casa só resta a cozinha. Da família só ficam a mãe e o garoto. A mulher desaparece e uma família pega o menino para criar. Pouco mais de um ano após o fim da guerra, um homem aparece e diz: “Eu sou seu pai.” O menino se agarra ao destino. O pai encontra a mãe em um hospital psiquiátrico e a família volta para Amsterdã para recomeçar a vida e continuar o drama. Uma nova criança nasce, dando força à família do pós guerra. Mas a mulher adoece de câncer e tempos depois morre. O garoto continua vendo a mãe, que aparece para dizer que “tudo está” bem. Com seus 16 anos, ele coloca uma mochila nas costas e parte para a grande aventura de descobrir o mundo e seus mistérios. “Por que a vida é assim?” Por que todo mundo mata todo mundo?” Por que tanto sofrimento?” Ele estuda psicologia, mas não encontra respostas ali. É tempo de servir o Exército, mas o jovem não quer aprender a matar pessoas. Fica preso por desobediência, lava latrinas e trabalha na cozinha, até que o Exército se livra do soldado fracassado. Sem dinheiro e com muito pouco a perder, o rapaz viaja pela Europa de carona. Na Suíça, trabalha na cozinha de um restaurante. Depois, de garçom em bares da Espanha. Conhece o submundo dos clubes de jogos na Inglaterra, onde trabalha nas mesas de pôquer. As antigas perguntas permanecem na cabeça e ele segue para o Líbano atrás das respostas. Depois passa cinco anos estudando Filosofia Oriental na Índia. Não foi suficiente e ele continua viajando pelo país. Depois vai para o Nepal, Tibet e, finalmente, Camboja, onde, aos 31 anos, termina a busca e começa a missão de dividir com o mundo seus conhecimentos sobre o significado da vida.

Hoje, aos 65 anos, o filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundo. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a convivência com a família – ele é pai de um garoto de 14 anos -, a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.

O PONTO – Você nasce na guerra, perde seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você desperta para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?

ROBERT – Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.

O PONTO – Na busca por essas respostas, você percorre vários países e se aprofunda na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo… Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?

ROBERT – Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.

O PONTO – Então você queria mais.

ROBERT – Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.

O PONTO – Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.

ROBERT – No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de horas, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto.

O PONTO – Foi neste momento que você encontra as respostas que estava procurando?

ROBERT – Neste momento eu me conecto com a Akasha, que é a grande biblioteca do universo, onde estão arquivados todos os conhecimentos sobre a humanidade. A partir daí eu comecei a aprender o que estamos fazendo aqui neste planeta. Eu passei a fazer perguntas para a Akasha sobre meu passado, a nossa história, quem nós somos e por que estamos aqui.

O PONTO – Você já sabe quem você é?

ROBERT – Não tudo. Todos nós somos muito mais do que sabemos.

O PONTO – Quanto tempo você ficou na floresta e como voltou para a civilização?

ROBERT – Eu vivi na floresta por três anos e passava meus dias acessando a Akasha e estudando. Aquele passou a ser o meu mundo e eu não queria sair de lá. Mas soldados norte-americanos me encontraram, me colocaram num helicóptero e me largaram em Bangkok (Tailândia). Era a guerra do Vietnã. Eles estavam tirando as pessoas dos vilarejos porque não queriam que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Aldeões falaram que havia um estrangeiro na floresta e os soldados foram atrás de mim.

O PONTO – De volta à civilização, você começa a divulgar seus conhecimentos?

ROBERT – Eu estudei Taoísmo, ensinei filosofia na Inglaterra por quatro anos e, finalmente, passei a viajar pela Europa, fazendo seminários para dividir meus conhecimentos com outras pessoas.

O PONTO – A humanidade segue sua trajetória evolutiva e agora, na Era de Aquário, você diz que as pessoas estão começando a valorizar o conhecimento da razão pela qual estamos no mundo. Você pode apontar sinais ou fatos que demonstram que a “Era da busca da compreensão do significado da vida” começou?

ROBERT – As energias de Peixes e Aquário são diferentes. Antes, na Era de Peixes, havia segredo. Agora, tudo está aberto. Todos que têm algum conhecimento querem falar. Uma coisa que é prova dessa mudança é que muita gente começa a ver como é desonesto e corrupto nosso sistema. Quando as pessoas começam a ver que são como ratos em caixas, elas começam a sair das caixas. Com essa liberdade, as pessoas começam a buscar uma forma diferente de viver.

O PONTO – A história da humanidade é marcada pela busca do poder. O poder do homem sobre a natureza, do homem sobre o homem, de uma ideologia sobre a outra, de uma nação sobre as demais. Essa busca pelo poder tem contribuído para a manutenção de um mundo cheio de medos, conflitos e incertezas, fazendo com que as pessoas passem suas vidas correndo atrás de pequenos poderes que lhes permitam não sentir medo, nem viver conflitos e incertezas. Essa corrida, no entanto, não premiou as pessoas com o que elas esperavam, a felicidade. Gostaria que você comentasse sobre isso.

ROBERT – É preciso entender que todos nós somos programados para pensar de uma determinada forma. O governo parece nosso amigo, os professores parecem nossos amigos, mas eles não falam o que é bom para nós, eles não ensinam sobre nossos valores, nossas qualidades, eles não lembram que somos seres criadores. Eles ensinam a copiar. Por esse motivo, poucas crianças gostam da escola, porque elas sentem que alguma coisa está errada. Os jovens não são convidados a questionar e a melhorar as coisas, apenas a repetir. Nesse modelo somos tratados como números, fazemos provas a todo o tempo e quando a criança faz vem à prova ela é um bom robô. Crianças criativas escrevem as coisas que elas pensam e, por isso, são maus robôs. Com essa manipulação, tira-se a identidade da pessoa. Então, nós precisamos informar às pessoas que não somos robôs, somos seres criadores. Todos nós valorizamos os conhecimentos acadêmicos, mas nós precisamos lembrar quem nós somos. Esse é o conhecimento que devemos levar daqui.

O PONTO – Por que há tanta fome no mundo, tantos conflitos entre nações, etnias e dogmas religiosos?

ROBERT – Porque nós não aprendemos a amar os outros. Nós aprendemos a cuidar da nossa família e a pensar que o resto do mundo não é importante. Você ama a sua cultura e a outra cultura não presta. A pessoa não vê que o ser humano é uma só família.

O PONTO – Qual a relação entre poder, dinheiro e felicidade?

ROBERT – Poder, aqui no nosso planeta, é visto no dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais poder. Isso é ilusão. Porque um dia, quando todo o sistema entrar em colapso, as pessoas que têm apenas dinheiro vão ficar sem nada, de uma hora para outra. O verdadeiro poder é o amor. O seu poder é o seu amor. Amor é espírito e espírito é sabedoria. Nosso espírito nos guia através da nossa intuição para fazermos a coisa certa. Não é importante o que você sabe aqui (na cabeça), mas o que você sabe aqui no coração. O importante é que você tenha um canal aberto com a sua intuição, para que a intuição o leve às coisas certas. Quando você usa a intuição, você tem confiança em si mesmo. Ops, pouca gente tem! Quando você tem confiança no seu poder, no seu coração e na sua ligação com o espírito, você tem a resposta para tudo e automaticamente conecta e expressa a sua verdade. Essa conexão com o coração, com o espírito, faz com que toda a prosperidade venha ao seu encontro, porque você está sendo criador da sua vida. Se você é o criador, você não vive na pobreza.

O PONTO – O que você recomendaria para quem está interessado em buscar esse saber?

ROBERT – As pessoas precisam entender um pouquinho das leis do universo. Por exemplo, a lei do carma. O que você atrai para sua vida é conseqüência da sua criação. Quando você encontra uma pessoa que é má para você, não brigue mais. Pense: “O que eu preciso mudar na minha consciência para não atrair mais essa experiência?”. Quando a gente pensa desse jeito, a gente começa a mudar para uma consciência mais tolerante e amorosa.

O PONTO – No nosso dia-a-dia vivemos situações que revelam nossa maneira “ultrapassada” de ser e lidar com a realidade e que são oportunidades de mudança, portanto, merecedoras de nossa atenção. Qual o papel da intensificação dos nossos problemas e dos conflitos no mundo no despertar da nossa consciência e no encontro com o nosso poder interior?

ROBERT – A intensificação está acontecendo porque não fizemos nada no passado para melhorar. Quando você olha o mundo e todo esse caos, isso é o reflexo do nosso desinteresse no passado da nossa vida, é o espelho da falta do amor. Esse espelho fica mais forte para estimular as pessoas a mudar. É um empurrão para a humanidade. Tudo que está acontecendo para você é o seu passado. O que é bom no passado é bom agora, o que é ruim no passado é ruim agora. Você deve mudar, e essas experiências são uma nova chance para isso. Todo encontro é um encontro com você. Quando você encontra alguma coisa que você não gosta, esse é o momento de se perguntar por que você não gosta. O que você vê de dificuldade em outras pessoas é o espelho das suas inabilidades, da falta do conhecimento de si mesmo. Quando você entende isso, você responde de uma forma diferente. Isso requer atenção e treino. Precisamos estimular as pessoas a reconhecer o que é verdadeiro e o que não é. Precisamos viver com mais responsabilidade e honestidade, para com o próximo e para com nós mesmo. Precisamos descobrir que somos divinos.

O PONTO – É possível que, ao lerem seu livro ou ao ouvirem você nos seus seminários, as pessoas se sintam animadas diante da possibilidade de descobrir uma forma mais feliz de viver. Mas é possível, também, que se sintam angustiadas diante da dificuldade de colocar em prática essa nova forma de viver.

ROBERT – O único obstáculo que impede que as pessoas consigam isso é o medo. Quando você é criança, você escuta a mesma coisa. Você tem que fazer o que os outros dizem, mas você quer fazer outra coisa, então é punido. Então, adquire todos os medos, medo da morte, da solidão, do futuro e não sabe mais como criar, ficando totalmente controlado por dogmas e pensamentos que não são verdadeiros. Quando você tem medo, você nunca expressa o seu verdadeiro ser, você expressa o seu medo. Você deve se perguntar quais são seus medos. Depois, um por um, você deve ir eliminando.

O PONTO – Você fala que estamos num mundo tridimensional no qual nossa missão é recordar quem realmente somos e expressar nossa sabedoria, através da compreensão e aceitação das polaridades, do conhecimento sobre nós mesmos, e da conquista da liberdade diante das possibilidades. Para que outros mundos nos levará esse conhecimento?

ROBERT – Nós estamos no mundo que nós merecemos. Nossa consciência nos leva para níveis onde nos sentimos confortáveis. Pessoas amorosas, com habilidade para reconhecer as outras pessoas como parte da sua família, são diferentes de pessoas que olham as outras pessoas para usar e ganhar mais dinheiro. Nosso mundo vai se dividir em dois, ficando uma parte na terceira dimensão e outra, espiritual, vai para níveis mais elevados de amor e luz.

O PONTO – “Os eventos do mundo externo são reflexo do mundo interno.” Como podemos mudar o mundo à nossa volta?

ROBERT – A única coisa que você pode mudar é a si mesmo. Quando você tem outra atitude, outro jeito, você é um exemplo para as outras pessoas. Então, você muda o mundo através da sua atitude.

O PONTO – Fala-se que o Brasil é o “celeiro do mundo” e que também é a “Pátria do Evangelho”. Como o senhor vê o Brasil?

ROBERT – O Brasil é a última esperança. Aqui, a maioria das pessoas tem muita conexão com os sentimentos. As pessoas são muito mais conectadas com o lado espiritual. Além disso, temos muito cristal no Brasil, que atrai luz. No futuro, muita gente vem para cá, porque teremos abundância em comida e abundância em amor.

O PONTO – O que não pode deixar de ser dito para um grande empresário?

ROBERT – Sirva às pessoas. Nós precisamos fazer negócios para servir às pessoas e ajudá-las a viver bem.

O PONTO – Para um operário que volta para casa depois de um dia de trabalho?

ROBERT – Acredite em si mesmo. A pobreza está dentro da consciência. Quando ele encontrar a riqueza interior, ele deixará de ser pobre. É preciso aprender que todo trabalho é um servir. Quando todos entenderem isso, não teremos mais problemas.

O PONTO – Para um governante?

ROBERT – Se ele é um governante é porque tem habilidades para liderar, portanto ele deve liderar as pessoas para chegarem à paz, com elas mesmas e com os outros. Deve usar de criatividade e trabalhar não para ganhar, mas porque adora trabalhar.

O PONTO – E para os jovens?

ROBERT – Os jovens precisam entender que são criadores e que chegam aqui para criar um mundo melhor. Se eles fazem a mesma coisa que fizeram no passado, eles não vão melhorar nada. Devem observar com novos olhos e perguntar: “Eu quero fazer isso?” Devem fazer suas escolhas e sentir mais confiança em si mesmos, expressando o que eles pensam para melhorar.

O PONTO – Como devemos olhar as crianças?

ROBERT – Todas são seres de luz muito avançados e que vieram aqui para nos ensinar.

Fonte: Redação O Ponto

IMMB – Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda