Espiritual


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Os 4 princípios da sabedoria Tolteca:

Seja impecável com a sua palavra.
Fale com integridade. Diga somente o que você realmente quer dizer. Evite usar a palavra para falar contra você ou fazer fofocas de outras pessoas. Use o poder da sua palavra no sentido da verdade e do amor.

Não leve as coisas do lado pessoal.
Nada que as outras pessoas fazem é por causa de você. O que os outros dizem ou fazem é uma projeção da realidade deles, de seus próprios sonhos. Quando você fica imune às opiniões e ações dos outros, você não será vítima de sofrimento desnecessário.

Não faça pressuposições.
Tenha a coragem de fazer perguntas e de expressar o que realmente você quer. Comunique-se com os outros o mais claramente possível, para evitar mal-entendidos, tristezas e dramas. Somente com esse princípio você poderá transformar completamente a sua vida.

Sempre faça o seu melhor
O seu melhor muda de um momento para outro; será diferente quando você está bem de saúde e quando não. Em qualquer momento, faça simplesmente o seu melhor, e assim você evitará auto-julgamento, auto-abuso e arrependimentos.

(Povo Tolteca - Linhagem de Don Juan Mattus)

Enviado por: Eliane Gomes dos Santos

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Alerta - Polícia Federal

Cole aqui para acessar o Site Oficial: www.dprf.gov.br

ALERTA: COMBATE AO ROUBO/FURTO DE VEÍCULOS

Clique aqui para registrar!!

ATENÇÃO: O registro de um Alerta não dispensa o registro da ocorrência na Polícia Civil.

O SISTEMA ALERTA

Desde o momento em que o cidadão registra o roubo/furto de seu veículo em uma delegacia de polícia, são gastas aproximadamente 36 horas para que essa informação seja consolidada pelo sistema RENAVAM. A probabilidade de recuperação de um veículo é maior nas primeiras horas após a ocorrência do fato, assim, o Sistema Alerta supre uma importante necessidade como uma eficiente ferramenta no combate ao roubo e furto de veículos.

O Sistema Alerta tem por objetivo divulgar informações de ocorrências das últimas 72 horas. Caso o roubo/furto de seu veículo tenha ocorrido há mais de 72 horas, verifique junto a Delegacia onde registrou a ocorrência se os dados já estão no RENAVAM. O sistema aceitará ocorrências com mais de 72 horas, entretanto, não serão listadas como Alerta e estarão na base somente para consultas.

O registro de um Alerta também pode ser feito por telefone. Basta ligar para o número da Polícia Rodoviária Federal, o 191.

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“O MANTRA DA UNIDADE” - Annie Besant


Oh Vida oculta, que vibras em cada átomo,

Oh Luz oculta, que brilhas em cada criatura,

Oh Amor oculto, que tudo abrange na Unidade.

Saiba todo aquele que se sinta uno Contigo

Que ele é, por isso mesmo, Uno com todos os outros.

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Eventos correlacionados (Visão Holística)

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s… Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou-se do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.

Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.

Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu ’salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que se esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.

Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ‘

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

“Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.” Salmos 100:4

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O Símbolo do

Movimento Teosófico

Origem e Significado de Uma Imagem Universalista


Por: Carlos Cardoso Aveline

Qual é o símbolo do movimento teosófico moderno, fundado por Helena Blavatsky em sete de setembro de 1875? Quais são a sua origem, a sua força oculta e o seu significado?

O símbolo contém em si a ideia central da famosa “Tábua de Esmeralda”, que se relaciona com a tradição egípcia e é tema de um artigo específico. [1]  A imagem expressa o fluxo constante e eterno da vida entre o céu e a terra, entre o plano espiritual e o plano material, a essência e a forma.

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Acima dos outros elementos, vemos na imagem a palavra sânscrita e sagrada Om, ou AUM, uma evocação ao princípio supremo da Lei e da vida universal.

A serpente que morde o próprio rabo simboliza os ciclos do tempo cósmico, cujos inícios e finais se encontram. Seu nome é Uróboro. Ela é a animadora universal.  Os estudiosos de simbologia afirmam que ela não é apenas promotora da vida, mas da duração. Ela cria o tempo e a vida.

Outro elemento da imagem está junto ao ponto de encontro entre a boca e a  cauda da serpente. Ali vemos a cruz suástica. Este é um símbolo hinduísta milenar, que reforça o significado da Uróboro ao expressar o processo ilimitado pelo qual os universos surgem, vivem e se desfazem, para surgir novamente depois de um longo descanso. Infelizmente, este símbolo do antigo  hinduísmo e do budismo foi distorcido e usado para fins criminosos pelos nazistas, durante a primeira metade do século vinte.

Em seguida temos no símbolo dois triângulos entrelaçados formando o selo de Salomão, cuja origem, na verdade, também é oriental. Nas “Cartas dos Mahatmas”, um Mestre dos Himalaias explica:
O duplo triângulo, visto pelos cabalistas judeus como o Selo de Salomão, é, como muitos de vocês certamente sabem, o Sri-yantra [2] do Templo Ariano antigo, o “mistério dos mistérios”, uma síntese geométrica de toda a doutrina oculta. Os dois triângulos entrelaçados são os Buddhangams [3] da Criação. Eles contêm “a quadratura do círculo”, a “pedra filosofal”, os grandes problemas da Vida e da Morte, e - o Mistério do Mal. O chela que puder explicar este signo em cada um dos seus aspectos é virtualmente um adepto. Como é então que, a única pessoa entre vocês que chegou perto de descobrir o mistério é também a única pessoa que não retirou nenhuma das suas idéias de livros? Inconscientemente, ela revela - a quem tiver a chave - a primeira sílaba do Nome Inefável! Naturalmente vocês sabem que o triângulo duplo - o Satkona Chakram de Vishnu - ou a estrela de seis pontas, é o sete perfeito. Em todas as antigas obras sânscritas - védicas e tântricas - você vê o número 6 mencionado com mais freqüência que o número 7. Este último, o ponto central, está implícito, porque é o germe e a matriz dos seis. Ele é assim, então… - o ponto central representa o sete, e o círculo, o Mahakasha - o espaço sem fim - representa o sétimo Princípio Universal. Em certo sentido, ambos são vistos como Avalokitesvara porque são respectivamente o Macrocosmo e o microcosmo. Dos triângulos entrelaçados, o que aponta para cima é a sabedoria oculta, e o que aponta para baixo é a Sabedoria revelada (no mundo fenomênico). O círculo indica a qualidade definidora de limites e perimetral, do Todo, do Princípio Universal que, de qualquer ponto, se expande e abarca todas as coisas, enquanto corporifica a potencialidade de cada ação no Cosmo. Como o ponto, portanto, é o centro ao redor do qual é traçado o círculo, os dois são idênticos e um só; embora, do ponto de vista de Maya e Avidya – (ilusão e ignorância) - um esteja separado do outro pelo triângulo manifestado, cujos três lados representam os três gunas - os atributos finitos. Em simbologia, o ponto central é Jivatma (o sétimo princípio) e portanto Avalokitesvara, o Kwan-shai-yin, a “Voz” manifesta (ou Logos), o ponto germinal da atividade manifesta; e daí surge, na terminologia dos cabalistas cristãos, “o filho do Pai e da Mãe”, e de acordo com a nossa terminologia - “o Ser manifestado no Ser -  Yi-hsin, a forma única de existência”, gerada por Dharmakaya (a essência universalmente difusa), ao mesmo tempo masculina e feminina. Parabrahm ou “Adi-Buddha”, enquanto atua através daquele ponto germinal externamente e como força ativa, reage a partir da circunferência internamente como a Potência Suprema, mas latente. Os dois triângulos simbolizam o Grande Passivo e o Grande Ativo; o masculino e o feminino; Purusha e Prakriti. Cada triângulo é uma trindade porque apresenta um aspecto tríplice. O branco representa, com suas linhas retas, Jnanam (Conhecimento); Jnata (o Conhecedor); e Jneyam (aquilo que é conhecido). O triângulo preto representa a forma, a cor e a substância; também as forças criativas, preservadoras e destrutivas, e tudo está mutuamente correlacionado, etc., etc. [4]


Até aqui, a explicação do Mahatma.

Cabe registrar que o duplo triângulo - o “selo de Salomão” usado pelo povo judaico - é hoje a principal imagem na bandeira do Estado democrático de Israel, fundado após a segunda guerra mundial.

A Origem do Símbolo Teosófico.

William Judge escreveu sobre a origem do símbolo do movimento teosófico. Ele demonstrou que o selo é uma adaptação do brasão pessoal usado por Helena Blavatsky antes que ela fundasse o movimento em 1875. A imagem do brasão de Helena era a seguinte:

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Helena Petrovna Blavatsky era uma condessa russa, embora não usasse este título de nobreza. Wiliam Q. Judge - um dos três principais fundadores do movimento ao lado de Henry Olcott e de Helena - explicou o brasão da seguinte maneira:

“É muito claro que, substancialmente, esta imagem é o nosso símbolo. A parte omitida do símbolo é a cruz egípcia no centro. No lugar daquela cruz, aparecem as letras “E.B.”, e estas letras significam “Elena Blavatsky”, com o primeiro “E” sendo aspirado. Mais acima está a coroa de uma condessa.  Estão presentes, dentro do círculo,  signos astrológicos e cabalísticos da proprietária que usava o símbolo. A proprietária era H. P. Blavatsky. O símbolo foi usado com frequência em papel timbrado para correspondência ( … )  De quem, então, veio a ideia do nosso símbolo?  Será de H.P.B., ou de mais alguém?” [5]

A origem do selo do movimento teosófico moderno é mais uma evidência da importância central que a vida e o trabalho de Helena Blavatsky possuem para este movimento.  Por outro lado, a força combinada dos vários símbolos reunidos neste “brasão” e “escudo” é uma fonte de inspiração inesgotável para os estudantes da filosofia esotérica autêntica.


NOTAS:

[1] “A Tábua de Esmeralda”, de Carlos Cardoso Aveline, em www.filosofiaesoterica.com . O artigo pode ser encontrado pela Lista de Textos por Ordem Alfabética, ou através da Lista de Textos por Autor.  Cabe registrar que a Tábua de Esmeralda é o mais antigo documento existente sobre a pedra filosofal;  e um Mahatma dos Himalaias, como se verá mais adiante no presente artigo, afirma que os triângulos entrelaçados do símbolo teosófico expressam a ideia da pedra filosofal. O Mestre se refere a este fato nas primeiras linhas da longa citação que fazemos de uma das Cartas dos Mahatmas.

[2] Sri-yantra - grande disco. Yantra, em sânscrito é roda, disco giratório. (Nota da edição brasileira de “Cartas dos Mahatmas”.)

[3] Buddhangams – O Encyclopedic Theosophical Glossary (Theosophical University Press) informa que esta palavra composta, sânscrita, significa órgãos ou partes componentes da luz, da sabedoria e do conhecimento. (Nota da edição brasileira de “Cartas dos Mahatmas”.)

[4]  “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinett”, Ed. Teosófica, Brasília, edição em dois volumes, ver volume II, Carta 111, pp. 213-214.

[5]  “A Reminiscence”,  artigo incluído em “Theosophical Articles”, William Q. Judge, edição em dois volumes, Theosophy Co., Los Angeles, 1980, ver volume I, pp. 160-162.


Fonte: www.filosofiaesoterica.com

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