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Beber ou não beber leite?
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Cumprindo nosso compromisso de prestar informações, estamos postando o resultado de uma superficial pesquisa feita na Internet e pedimos ajuda para que este assunto possa tomar o rumo da fundamentação científica, enriquecendo assim, conhecimentos aos nossos internautas.

Abraços
Egídio

Sua dose diária de cálcio: Confira as melhores fontes desse mineral.

Por:
Cida de Oliveira.

A polêmica está pegando fogo! Ele tem fama de superalimento, mas pode não ser tão bem-vindo ao nosso organismo. Confira os argumentos de quem é contra e a favor de mantê-lo na dieta.

Como você se sentiria caso soubesse que o leite pode não ser tão saudável como pensa? No mínimo frustrada, imagino. Afinal, crescemos ouvindo que esse alimento não deve faltar numa dieta saudável. Pesquisas recentes, no entanto, afirmam que nem sempre ele é bem-vindo ao nosso organismo. A discussão ainda tem pouco eco no Brasil, ao contrário do que acontece em países como os Estados Unidos e a França, onde o assunto virou polêmica. Mas, mesmo lá fora, não há consenso entre os especialistas e os estudos não são suficientes para definir se o leite é mocinho ou bandido.

Intolerância à lactose:
A estimativa é de que 60% da população mundial tenha algum grau de intolerância ao leite – problema mais comum ligado à bebida. “Tudo começaria por volta dos 5 anos, quando, geralmente, o organismo humano começa a diminuir a produção de uma enzima chamada lactase, responsável pela digestão da lactose, o açúcar do leite”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, fitoterapeuta, especialista em alimentação funcional e colaboradora do Conselho Regional de Nutrição, em São Paulo. A reação não é percebida sempre. Muita gente só descobre a intolerância mais tarde, quando deixa o alimento de lado e nota que a saúde e a pele melhoram. Quando não é digerida, a lactose passa por um processo de fermentação no intestino e se transforma em “comida” para fungos e outros microorganismos típicos da flora intestinal, que se multiplicam causando doenças e deixando as bactérias do bem, como os lactobacilos, em desvantagem. Quando isso acontece, o corpo dá sinais: intestino preso, dores abdominais, flatulência, dores de cabeça e dermatite atópia – uma alergia de pele que provoca manchas avermelhadas e coceira. Como as vitaminas e outros nutrientes essenciais dependem de um intestino sadio para ser absorvidos, o bom funcionamento do organismo como um todo acaba sendo afetado.
A nutricionista Maria Luiza Ctenas, de São Paulo, considera toda essa argumentação exagerada e afirma que há inúmeros estudos de instituições de pesquisa respeitadas em todo o mundo relacionando o leite à prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, obesidade e câncer. Exatamente ao contrário do que dizem aqueles que defendem a retirada parcial ou total do alimento do cardápio. Um dos estudos citados pela nutricionista associa os ácidos graxos (as gorduras) presentes no leite à redução do colesterol ruim, ajudando, assim, a diminuir os riscos de infarto.
Já a nutricionista Silvia Cozzolino, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição, não nega o fato comprovado pelas pesquisas de que a maior parte da população mundial pode ser intolerante à lactose. Mas afirma que a intolerância pode ser mais ou menos intensa. E garante: “Um copo diário de leite não chega a causar reação na maioria das pessoas, mesmo porque existem no mercado opções do produto com baixos teores de lactose”. Para quem não vive sem leite, ela sugere: em vez de cortá-lo totalmente, vale reduzir a dose. Além disso, iogurte, coalhada, cottage e outros queijos magros podem ser mantidos tranqüilamente na dieta. No processo de industrialização, a lactose é transformada em ácido láctico, facilmente digerível até pelos estômagos mais sensíveis.

Alergia às proteínas:
Para a turma do contra, a intolerância à lactose não é o problema mais sério relacionado ao leite. “Complicada mesmo é a alergia às proteínas, principalmente a betalactoglobulina e a caseína. O organismo humano não tem enzimas que possam digerir essas substâncias”, diz a nutricionista Denise Madi Carreira. Há dez anos, ela resolveu pesquisar o leite depois de, a pedido do pediatra, eliminá-lo da alimentação de seu filho, de 12 anos, que, até então, sofria de rinite, sinusite e bronquite. Depois disso, o garoto nunca mais precisou tomar remédio. “O leite estimula a produção de muco, que, em excesso, está relacionado a uma série de problemas respiratórios”, explica George Eliane Silva, clínico geral, homeopata e nutrólogo. Sua opinião é compartilhada por vários profissionais que defendem a restrição ao consumo de leite. Denise continua estudando o assunto até hoje e uma de suas conclusões é que as proteínas do leite não digeridas alteram a parede intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes. “Essa alteração permite que as moléculas tóxicas, que seriam excretadas, entrem na corrente sanguínea, deixando o organismo mais vulnerável a doenças.” Por isso, alguns médicos e nutricionistas optam por retirar não só o leite como todos os laticínios da dieta de seus pacientes alérgicos. Ao contrário do que acontece com a lactose, não existe um processo industrial que faça a pré-digestão das proteínas. A alergia às proteínas lácteas não é diagnosticada com facilidade, e não há um exame 100% confiável. Muitas vezes, quando identificada, a doença já afetou o organismo.
Segundo a nutróloga Berenice Wilke, da Associação Brasileira de Medicina Complementar, todo leite animal (vaca, cabra e búfala) pode causar alergia por ser de difícil digestão. Uma saída seria substituí-lo pelo de soja (aquele do tipo original, sem sabor de fruta). Ele tem teor de proteína semelhante ao do leite de vaca e existem versões enriquecidas com cálcio. Maria Luiza não concorda e rebate com dados de mais uma pesquisa a favor da bebida. “O CLA, um ácido graxo presente na gordura do leite, tem propriedades anticancerígenas.” Como você vê, a discussão só está começando.

Até depressão?
É no intestino que boa parte da serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite por carboidratos, é produzida. Quando as funções do intestino são prejudicadas — seja pela presença indigesta de um alimento ou por outro tipo de distúrbio —, a produção de serotonina fica comprometida. E a falta dessa substância no organismo está associada à depressão. “Se a causa do problema não é combatida, não adianta tomar antidepressivo”, diz Joaquim Ambrósio Trebbi Gonçalves, do Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Médico ortomolecular e especialista em cardiologia, nutrição e medicina intensiva, ele é o supervisor técnico do livro Leite: Alimento ou Veneno? (editora Ground), do americano Robert Cohen, recém-lançado no Brasil. Na publicação, Cohen, psicólogo especializado em psicobiologia, lista outras doenças que poderiam ser desencadeadas pelo consumo de leite. O autor relaciona, inclusive, diversos tipos de tumor ao acúmulo no organismo dos hormônios do crescimento bovino, usados para aumentar a produção de leite. Essa relação aparece também no livro O Leite Que Ameaça as Mulheres, do francês Raphaël Nogier (Ícone Editora). Pesquisas recentes, feitas na Austrália e divulgadas pela Sociedade Brasileira de Diabetes, levantaram a suspeita de que a proteína do leite pode ser um gatilho para o diabetes tipo 1 em pessoas que já tenham uma predisposição para a doença. Mas são estudos iniciais, ainda sem confirmação definitiva. O médico grego Fedon Alexander Lindberg escreve no livro A Dieta dos Deuses (Editora Gente) que, consumido com moderação, o leite pode fazer parte de uma dieta balanceada desde que o organismo o tolere bem. Mas avisa: “Nenhum outro animal ingere leite de espécies diferentes após o período de lactação”. E conclui: o ser humano se mantém saudável sem consumir leite. Afinal, 1,2 bilhão de habitantes da China sobrevivem muito bem sem laticínios. Sua preocupação é o risco de osteoporose? Segundo Fedon, os escandinavos, grandes consumidores da bebida, apresentam freqüente incidência de perda de massa óssea.

Vai faltar cálcio?
Sem dúvida, o leite (e derivados) é campeão absoluto de cálcio, mineral mais que importante para garantir ossos fortes. Mas, veja bem: não basta incluí-lo no cardápio. Para manter o equilíbrio ideal de cálcio, o organismo não depende apenas da ingestão mas também da absorção desse mineral. Segundo especialistas, o cálcio necessita de outros minerais como o boro, o magnésio e o manganês para ser fixado nos ossos. E a presença desses nutrientes depende diretamente de uma alimentação balanceada. As folhas escuras, como couve, brócolis, chicória, almeirão, escarola e mostarda, têm de sobra tanto o cálcio como os outros minerais citados. Um prato de sobremesa dessas verduras todos os dias, no almoço ou no jantar, dá conta de repor o cálcio que o corpo precisa. Outra alternativa, segundo a nutricionista Vanderlí Marchiori, é incluir nas receitas diárias uma pasta de gergelim chamada tahine, tempero de origem árabe encontrado nos supermercados. Ela sugere também o consumo diário de uma colher de sobremesa da mistura de sementes de linhaça, girassol (sem casca) e gergelim. Vanderlí ressalta que, quando o manganês, o magnésio e o boro são insuficientes, o cálcio fica circulando pelo organismo, podendo causar artrite, bursite e cálculos renais. Já para repor as proteínas do leite de modo satisfatório, a nutricionista recomenda leite de soja, tofu (queijo de soja), frango, peixe e carne vermelha magra, ovo, feijão, grão-de-bico e lentilha, por exemplo.

Fonte: http://boaforma.abril.com.br/edicoes….shtml?pagin=2

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Castanha-da-Índia
A rainha da circulação!
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Famosa na medicina popular como ativadora da circulação sanguínea, a Castanha da Índia é o fruto da castanheira da índia, uma árvore européia que chega até 200 anos e 40 metros de altura e tem sua madeira muito utilizada na fabricação de caixas, utensílios de cozinha, bengalas e outros artigos.

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As Castanhas-da-Índia desenvolvem dentro de “ouriços” revestidos de espinhos que contém uma castanha cada e, quando maduros, ressecam-se e rompem para liberação natural das castanhas (sementes) e propagação da espécie.
Origem e história:

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Montanhas dos Balcãs

O nome da Castanha-da-Índia remete ao fato de por muito tempo acreditar-se que ela era proveniente da Índia. Porém, na verdade, a Castanha-da-Índia é natural dos Balcãs,  região sudeste da Europa que engloba países como Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, República da Macedônia, Sérvia, Kosovo, parte da Turquia,  e outros.

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Castanha-da-Índia Origem e história

A Castanha-da-Índia (nome científico Aesculus hippocastanum) veio para a França em meados do século XVII como árvore ornamental e foi muito plantada nos parque e avenidas da Europa do século XVIII e hoje é encontrada praticamente por todo o mundo.
Por ser utilizada pelos turcos antigos para curarem afecções pulmonares de cavalos recebeu o nome científico hippocastanun, de origem grega, que significa castanha dos cavalos.

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Farmacologia da Castanha-da-Índia

A principal ação farmacológica da Castanha-da-Índia é sobre a circulação, particularmente sobre o sistema venoso. Seus ativos aumentam a resistência e o tônus das veias, diminuindo a fragilidade e a permeabilidade dos capilares. Essa ação resulta em vasoconstrição periférica, que ativa a circulação sanguínea e favorece o retorno venoso, prevenindo desde pequenos derrames que causam vasinhos,  varículas e varizes até acidentes vasculares de maior porte.

Na Fitoterapia:

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Castanha-da-Índia na prevenção de varises

Existem diversas opções de aplicações fitoterápicas da castanha-da-índia, todas relacionadas com a ativação da circulação como:
- Tratamento de alterações e pertubações da circulação sanguínea venosa
- Tratamentos em casos de flebites ( inflamação de veia ocorrida geralmente nas pernas)
- Uso na prevenção de varizes
- Tratamento de processos reumáticos
- Prevenção de hemorróidas: Hemorróidas são veias dilatadas do ânus: um tipo de manifestação externa de varizes que causam dor e coceira e, possivelmente, sangramentos.
A Castanha da Índia é usada para o alívio dos sintomas das hemorróidas desde épocas antigas. A sua ação é a mesma da prevenção de varizes: A escina e o esculósido presentes no extrato da Castanha da Índia são venotônicos e estimuladores da resistência dos vasinhos (resistência capilar), estimulando a circulação local, com alívio de inflamação e das dores.
- Ação antiinflamatória.
Em cosméticos naturais a Castanha-da-Índia é aplicada na formulação de cremes e loções para embelezamento de pernas, com a consequente ação cosmecêutica de prevenção da formação de vasinhos e varises.

Por ativar a circulação periférica, também é usada em tônicos capilares e shampoos voltados ao tratamento de queda de cabelo.

Fitoquímica:
A constituição química da Castanha-da-Índia é rica em saponinas, flavonóides e vitaminas, como segue:
- saponinas triterpênicas(8-28%, principalmente aescina e aescigenina)
- flavonóides (quercetina, canferol e esculina)
- heterosideos cumarínicos (esculosideo)
- vitaminas (B, K1,C, pró-vitamina D)
- ácidos graxos (2-5%)
- proteínas (8-10%)
- taninos
- fitosterol
- açúcares.

Fonte: http://blog.multivegetal.com/castanha-da-india-a-rainha-da-circulacao

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Facebookson - Polêmica globalizada!

Facebookson

Anderson e Janete se deixaram levar pelas emoções, transformando o fruto de uma promissora união em um marco histórico globalizado e o futuro do garoto, comprometido.

A princípio tudo certo, pois a rede social Fecebook foi link de conexão para que se concretizasse o encontro que veio a ser a origem do casamento.

No entanto, tal atitude pode significar um comportamento impulsivo que compromete relacionamentos duradouros e torcemos para que haja uma manutenção permanente e positiva para que Facebookson possa vir a ser criado e educado pelo romântico casal.

Quanto ao bullying que fatalmente o garoto terá que enfrentar desde os seus primeiros passos na vida social, escola, pré-adolescência, adolescência… Só Deus sabe quais serão as consequências e a proporção dos conflitos internos a serem gerados, pois somente uma pessoa altamente desenvolvida espiritualmente, poderá superar com naturalidade tais experiências.

Assim, podemos perceber que gerar filhos requer responsabilidades que estão acima das nossas impulsivas emoções que nos tornam inconsequentes, comprometendo o futuro de quem, queremos e devemos deixar como herança, um legado de exemplos positivos e evolutivos.

Resta torcer para que Janete e Anderson, encontrem na divina intuição uma fórmula capaz de surpreender a tudo e a todos, neutrallizando o prognóstico aqui descrito para o crescimento e desenvolvimento do Facebookson.

Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo Holoterapeuta
CRT-37091

Definição de filho por José Saramago:
“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo !
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como?  Não é nosso, recordam-se?
Foi apenas um empréstimo“.

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Suco de clorofila:

faz bem ou não?
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Muito se diz por aí a respeito dele: que emagrece, que faz uma infinidade de bens para a saúde… Mas também há quem desmente toda essa magia. Afinal, a clorofila faz ou não bem ao organismo?
Emagrecimento, limpeza do sangue, controle do nível de glicose, regulagem do colesterol, fortalecimento dos sistemas circulatório e intestinal, aumento na absorção de oxigênio e ferro pelo sangue, desodorização natural corpo… Todos estes benefícios – e muito outros – têm sido creditados à ingestão do suco de clorofila, moda entre os adeptos de práticas preventivas de saúde.
O que é a clorofila, exatamente? Que é uma substância encontrada nas plantas, você já sabe. Ela, além de ser responsável pela cor verde dos vegetais, é fundamental no processo de fotossíntese, no qual as plantas produzem o próprio alimento usando água, minerais, luz solar e gás carbônico, liberando oxigênio.
Mas será que a clorofila é realmente útil à saúde do ser humano? Ao mesmo tempo em que a medicina afirma não haver, na teoria, benefícios práticos na ingestão da substância, muitos adeptos testemunham em favor, garantindo terem notado melhoras sensíveis na saúde.
Os produtos à base de clorofila são vendidos principalmente via internet. Segundo os produtores, as propriedades benéficas dos vegetais estão diretamente ligadas à presença da clorofila nas plantas. A explicação: ela funcionaria como um agente de limpeza natural do organismo, protegendo contra várias doenças ao impedir a absorção, pelo intestino, das substâncias químicas dos alimentos.
Os defensores ferrenhos da clorofila vão mais longe e garantem que, se ela for usada na alimentação diariamente, chega a prevenir doenças graves como o câncer e o mal de Alzheimer. E mais ainda: como atuaria diretamente no sistema imunológico, aumentando o número de anticorpos, seria uma excelente aliada no tratamento de Aids.
Na lista dos componentes importantes para a saúde e presentes na clorofila estariam as vitaminas A, B e E, todos os minerais, 17 tipos de aminoácidos e sete enzimas antioxidantes. Além disso, seríamos beneficiados pela propriedades dos vegetais verdes, principais fontes da clorofila, que são ricos em vitaminas A, C, B 12 , B6, K e ácido fólico.
A clorofila é comprovadamente importante para o metabolismo. Das plantas. Não há comprovação cientifica de que ela seja capaz de melhorar as funções orgânicas dos seres humanos. Obviamente, se tomarmos uma bebida, seja um suco ou um chá, à base de um vegetal rido em clorofila, como espinafre, agrião, brócolis ou alface, o corpo se beneficiara de seus nutrientes. O que não quer dizer que, necessariamente, seja a clorofila responsável por esses benefícios. Um suco de vegetais pode conter as fibras, vitaminas e sais minerais, que provavelmente são os responsáveis pela melhora da saúde creditada à clorofila.
O que preocupa muitos médicos contrários à essa nova moda é o fato de que qualquer planta possui clorofila, mas algumas possuem substâncias tóxicas, como por exemplo, o Comigo-Ninguém-Pode ou a Espada-De-São-Jorge, muito comuns em casas até mesmo dos grandes centros urbanos. Uma outra vertente da crítica defende a tese de que a clorofila realmente não traria benefícios físicos às pessoas, mas também não faria mal, por se tratar de um produto encontrado na natureza. Porém, a simples crença de estar cuidando da saúde seria uma ótima ajuda psicológica, que por si só já faz a pessoa se sentir melhor.
Os adeptos da clorofila se defendem alegando que os médicos e pesquisadores seriam muito conservadores e preconceituosos contra qualquer vertente naturalista, numa forma de defender a comercialização de remédios de laboratório.
De qualquer forma, por uma determinação do Ministério da Saúde, a clorofila não pode ser vendida em forma de elixir, sendo considerada um produto pirata do ponto de vista sanitário. Para que houvesse essa liberação, seria necessária a comprovação científica de suas propriedades. A saída foi comercializá-la em forma de suco.

Fonte: http://www.triada.com.br/dieta/dieta/aq171-194-1287-1-suco-de-clorofila-faz-bem-ou-nao.html#anc-pagina

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A NOVIÇA REBELDE numa estação de trem da Bélgica!
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A magia da música encanta até corações empedernidos!!!
Somos pura energia e assim como toda a matéria, estamos vibrando permanentemente e nem sempre nas melhores frequências.

Aqui temos um presente daqueles que podem nos levar a uma vibração elevada, deixando nossas densidades neutralizadas por alguns minutos, numa brilhante oportunidade para reflexão sobre nossa turbulenta forma de seguir a desafiadora jornada que pode e deve ser encarada com determinação, disciplina, mas sempre em harmonia.

Esta apresentação é do tipo que nos envolve e absorve inteiramente nossa atenção, pois trabalha o alinhamento dos chakras, proporcionando sensações agradáveis que na luta pela sobrevivência, acabam adormecidas.

Recebemos por e-mail da aluna Liliam de Cerqueira Cruz e estamos divulgando com o propósito de propagar esta maravilha que por certo enriquece a alma.

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Parapsicólogo Holoterapeuta

A NOVIÇA REBELDE numa estação de trem da Bélgica!

Aconteceu numa estação na Bélgica….   Em Antuérpia, Bélgica, na estação de trem, onde, numa manhã de segunda-feira, sem advertência aos passageiros que passavam pela estação, a voz de Julie Andrews soou nos alto falantes da estação, cantando Dó-Ré-Mi.   Repare nos olhares perplexos das pessoas que estavam ali, naquele momento mágico.   Foram 200 dançarinos e 4 semanas de ensaio, mas o resultado ficou surpreendente.


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