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A HISTÓRIA DA ÁGUIA

169 Ensinamentos

Conta-se que no Canadá existia um homem que fez uma grande fortuna e vivia numa grande fazenda. Era caçador e caçava animais vivos. A fazenda era como um grande zoológico. Servia também para manter os animais antes de ser feito a distribuição para zoológicos do mundo todo. Faziam-se cadastros técnicos dos zoológicos que poderiam oferecer condições ideais para receber seus animais. Porém antes da aprovação destes, o caçador teria que conhecer pessoalmente para checar as informações recebidas e então autorizar a venda e remessa de animais. Tinha uma equipe muito bem treinada, assim como ele. Houve uma caçada que mereceu destaque. Como sempre antes de saírem, foi feito uma checagem geral de todos os equipamentos. Para onde iriam, que tipo de vegetação havia? Que tipo de árvores e frutos havia nas florestas? Que tipo de pássaros atrai esses frutos e quais os possíveis predadores para esses pássaros? Que tipo de armadilhas, gaiolas e jaulas seriam usados? Que tipo de transporte seria o mais viável? Conforme os dias previstos para a caçada, qual a previsão de mantimentos? Que tipo de armas levariam para garantir segurança e defesa se necessário. Os mapas detalhados da região e tudo bem planejado. Então partiram…!

Na selva os homens trabalhavam em linhas. A primeira linha se encarregava das armadilhas. A segunda se encarregava do barulho com tiros e foguetes para assustar os animais levando-os na direção das armadilhas. A terceira cuidava da imobilização dos animais e preparação para transporte em jaulas e gaiolas apropriadas. A quarta se encarregava da seleção. A quinta fazia o embarque e arrumação para um transporte seguro, etc…

Num ponto de parada o fazendeiro observou uma montanha que estava fora da sua área de exploração. Através do seu binóculo, notou que lá havia uma floresta promissora e um ponto muito alto. Tomado de curiosidade, definiu e comunicou aos seus colaboradores, para que firmassem o compromisso de juntos conquistarem as novas matas na próxima caçada. Seguindo a rotina, todos de volta para a fazenda até que a nova caçada fosse necessária para a continuidade das atividades.

O experiente caçador ficou numa grande expectativa nas semanas que antecederam aquela CAÇADA ESPECIAL. Chega o grande dia e como sempre, se repete toda aquela costumeira preparação para a saída. Partiram com destino a tal montanha. Bem equipados de acordo com as necessidades anteriormente previstas. Com grande determinação e muito sacrifício chegaram ao topo da montanha. Em cima da montanha tinha um planalto. Havia no centro uma rocha muito alta que a equipe julgou ser impossível sua escalada. O caçador, no entanto contrariando a todos afirmou que seria o primeiro a conhecer seu pico. Preparou seus equipamentos apropriados e partiu para a missão julgada impossível. Muito esforço se fazia necessário e gradativamente o desgaste físico se mostrava. Lá pelas tantas, mesmo com seus dedos sangrando, seguia buscando na rocha e nos veio das águas, espaços para introduzir e prender os grampos que davam sustento para as cordas, porém, com muita dificuldade. Até que finalmente chegou ao topo da rocha. Maravilhado, olhou a beleza em torno dos 360 graus e ficou encantado, chorando emocionado com a conquista. Tomou um papel e olhando através do seu binóculo, começou a desenhar um mapa em semicírculo, de acordo com a linha do horizonte. Desenhou tudo o que viu, dividindo por setores numerados. Com seu possante binóculo observava as arvores, folhas, frutos. Freqüência dos pássaros e possíveis predadores. Todos os setores desenhados garantiam mais 10 gerações de atividades. Diante disso ele mais uma vez chorou extasiado. Estava naquele momento muito feliz quando, alguém o chamou pelo nome e era uma pessoa digna de muita confiança. Ele muito ágil, (habilidade tida como necessidade básica de caçador) desceu da rocha com rapidez. Seu fiel companheiro com ar de assustado disse: Acho que encontrei entre as rochas um ninho de Águia (condor, a maior ave de rapina conhecida). Ok, esperem…

Fiquem todos em alerta, mas, podem dar continuidade na caçada conforme o planejado. Eu vou pessoalmente ver isso com os meus próprios olhos. (Fatos! As coisas mais importantes, você mesmo tem que fazer.) Com muito esforço e cuidado conseguiu chegar e confirmou ser realmente um ninho de águia, constatando pelas plumas e penas conhecidas. Para maior surpresa, entre as plumas e penas havia um grande ovo. Tomado por um impulso, acabou apanhando o ovo! Com seu costumeiro cuidado, guardou-o, decidindo por levá-lo consigo. A esta altura em paralelo, a caçada seguia num verdadeiro sucesso. Após uma avaliação das metas a serem alcançadas, o líder caçador, reúne sua equipe dando por encerrada mais uma jornada. Prepararam-se todos e partiram de volta para a fazenda. À noite, após um jantar de confraternização, ele pediu a todos que esperassem e foi buscar o ovo de águia. Colocando-o no centro da mesa, questiona… O que vamos fazer de positivo com este ovo aqui na fazenda. Ninguém sabia ao certo o que fazer até que a esposa do caçador levantou a mão. (Quando vocês homens não souberem o que fazer diante de alguma situação delicada, perguntem as esposas que falam muito por intuição. Só que nunca façam o que elas dizem. Usem a intuição/idéia delas e a sua experiência). O que houve querida? Hoje pela manhã minha galinha gigante foi colocada para chocar. Posso tentar dar um jeito, pois me entendo bem com ela. Todos concordaram.

Havia além de amizade, uma forte empatia devido a uma tragédia que resultou na quebra da perna da galinha. A senhora muito habilidosa e cheia de compaixão, encanou a perna com muito carinho, tendo a galinha, uma recuperação quase perfeita. Diante da situação, a esposa dedicada procurou imediatamente a galinha e confidenciou sua intenção. – Olha, aconteceu um fato novo… ela um pouco apreensiva temendo reações do galo, acabou concordando e aceitou acomodar o grande ovo junto com os seus, embora um pouco desajeitada. Eis que um determinado dia os pintinhos (pintainhos) descascaram. A senhora prontamente acomodou-os em um balaio, aquecendo e tratando-os.

O tempo foi passando e os filhotes cobrando em demasia a falta de assistência da mãe gigante. A pobre galinha ficava dividida e com a permanência no ninho além do previsto já estava quase sem penas e muito enfraquecida pela febre do choco. Mesmo assim, diante da insistência da senhora em esperar o resultado, esta permanência por consideração, mesmo contra sua vontade. Após sacrifícios sofridos e de difícil narração, a pobre galinha resolveu desistir. A senhora então diante da situação, apelou por todas as sutilezas da comunicação e aproveitando-se da grande afinidade entre as duas, conseguiu um pacto final. “Ficar pelo menos até o dia seguinte.” E a senhora assumiu ainda o compromisso de permanecer junto a galinha até o final do pacto. Era realmente o limite. E assim aconteceu…

Lá pelas tantas da madrugada a senhora debruçada no ninho acabou dormindo. Acordou assustada com a galinha fora do ninho bicando o ovo que começava a partir. Prontamente ajudou a galinha a descascar e surgiu então uma figura horrorosa maior que a galinha, com um pescoço enorme e o bico aberto querendo comer.

Passado o susto, juntaram-se aos pintinhos e começaram a viver normalmente. Nos primeiros passos a águia parecia ter tomado umas caninhas 51 e bastante desajeitada começou a seguir sua família.

O galo assustado e coçando a crista, não conseguia entender o que estava acontecendo. Pois se tratava de um segredo entre a galinha e a senhora. O tempo foi passando e a criatura águia por fora e por dentro galinha vivia ciscando no terreiro. Até que um dia ao amanhecer, entra uma raposa no galinheiro e o primeiro a pular para o último puleiro foi o papai galo e a águia, naturalmente o acompanhou. Eis que, com muita habilidade a raposa conseguiu uma presa que tinha um pouco de dificuldade para caminhar. Diante dos gritos da mamãe galinha a águia sentiu que alguma coisa dentro de si falou mais alto e sem controle lançou-se sobre a raposa cravando suas unhas nas costas imobilizando-a por completo. Lançou-se para cima batendo as asas e estourando o teto do galinheiro foi para as alturas e lá com muita fúria partiu a raposa em dois pedaços.Cá embaixo os habitantes do terreiro ao ver a cena ficaram impressionados e muito assustados com risco que estavam correndo em conviver com uma fera tão poderosa. Se fez isso com uma raposa, o que faria com eles? Lá em cima a águia ao soltar os pedaços da raposa ficou extasiada com o cenário maravilhoso. Um mundo fascinante. O sol nascendo irradiante, enfeitava o cenário. Uma visão extraordinária que a fez esquecer do terreiro por uns tempos, passando circular e apreciar as maravilhas das alturas. No final da tarde, já com fome e saudades da família, resolveu voltar. Ao chegar na fazenda, no terreiro foi um verdadeiro tumulto. Todos correndo em desespero a procura de abrigo seguro. Após muita insistência sem sucesso, de convencê-los de que não pretendia fazer mal e sim alimentar-se como todos fazem, e viver normalmente, ela lembrou então de apelar chamando pela mamãe. Como coração de mãe sempre amolece, a galinha gigante, com muita cautela resolveu se aproximar e então todos viram que não estavam correndo perigo.

Após muitas observações quanto a tamanho, pernas, bico, asas, resolveu colocar a mãe na parede e arrancar a verdade. Está sem saída e também com obrigação de não mentir para sua filha adotiva, acabou contando o segredo que até então permanecia. A águia contou sua experiência e disse estar com muita vontade de conhecer melhor aquele mundo. A mamãe galinha concordou e até incentivou a águia a seguir seu caminho. Esta resolveu explicar tudo ao papai galo que ficou muito aliviado e coçando a crista abençoou sua partida. Foi então uma grande festa de despedida para selar o início de uma nova vida.

Ao contar esta história sentimos dois tipos de emoções:

1º – TRISTEZA: Comparando com as pessoas que são águias, mas, pensam, agem e ciscam como as galinhas.

2º – ALEGRIA: Pelas pessoas que participam dos nossos cursos. Porque estão aqui e buscam evoluir. Mas, correm um grande risco de voltarem para o galinheiro. Por isso, não podem esquecer jamais que são ÁGUIAS. E devem então repetir sempre, começando agora: ÁGUIA, ÁGUIA, ÁGUIA…!

O CÉU É O LIMITE, O DINHEIRO NÃO PODE SER PROBLEMA, TEM QUE SER SOLUÇÃO. FAÇA O SEU PROJETO DE VIDA. MAS EXECUTE-O!

QUEM NÃO TEM DINHEIRO, SOCIALMENTE, NÃO TEM VALOR. POIS A FALTA PERMANENTE DE DINHEIRO É UM ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA.

QUEM NÃO TEM DINHEIRO, VIVE SOMENTE PARA COMER E DORMIR. E ISSO NÃO É VIDA DE GENTE QUE RACIOCINA.

É PRECISO TER CAPITAL, DINHEIRO VIVO! SEU! E NA MÃO, OU SEJA, A SUA DISPOSIÇÃO!

SE ALGUÉM PODE, VOCÊ TAMBÉM PODE!

Narrada no Shurenkai por: Ismael Cordeiro Jr.

Atenção:
O fechamento desta narrativa, foi apropriado na época (1996) para o propósito do Curso Shurenkai, oferecido por uma empresa de MMN=MLM Multi Level Marketing, porém, em nossa filosofia de vida e numa visão holística, discordamos, dizendo que o dinheiro é uma consequência da dedicação pessoal ao colocarmos nossos talentos à serviço do universo e na proporção da nossa eficiência, por méritos somos recompensados e nem sempre com dinheiro, pois muitos são aqueles que buscam realização pessoal sem importar-se com somas financeiras significativas…

Abraços
Egídio Garcia Coelho
Parapsocólogo Holoterapeuta
RTA 9094384

Terapeuta Online/Ensino a Distância/Auto-ajuda