{"id":78,"date":"2007-08-19T20:01:53","date_gmt":"2007-08-19T23:01:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.motivacao.org\/blog\/78"},"modified":"2007-09-19T21:02:15","modified_gmt":"2007-09-20T00:02:15","slug":"a-tradicao-sagrada-do-som-om","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/78","title":{"rendered":"A TRADI\u00c7\u00c3O SAGRADA DO SOM &#8211; OM"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 12pt\">Por: Carlos <st1:personname productid=\"Eduardo Silva\" w:st=\"on\">Eduardo Silva<\/st1:personname> Coimbra<\/p>\n<p>Sabemos que o Universo na sua manifesta\u00e7\u00e3o vital, nada mais \u00e9 do que a representa\u00e7\u00e3o concreta de certos princ\u00edpios que pertencem a um dom\u00ednio t\u00e3o elevado, que n\u00f3s, para nos referirmos a eles, costumamos falar apenas, na consci\u00eancia divina. \u00c9 nesta consci\u00eancia total que se encontram todos os germes destas possibilidades que depois se transformam nas coisas viventes, com nome e forma, do universo que nos cerca e envolve. Posto isto, sabemos ainda que esses germes, estas possibilidades, manifestam-se por meio do Som. Esta consci\u00eancia divina, esta consci\u00eancia total, que o mais comum dos humanos seres a chama de Deus, expressa o seu poder criador por meio de vibra\u00e7\u00f5es sonoras.<\/p>\n<p>Todas as tradi\u00e7\u00f5es mencionam os sons sagrados, os sons que constru\u00edram algo, algo que vem de cima para baixo e vai-se formando nos diversos planos da natureza, dos mais sutis aos mais grosseiros.<\/p>\n<p>A Sabedoria Inici\u00e1tica das Idades, possui o <strong>OM<\/strong>, o som sagrado.<\/p>\n<p>O insigne Professor Henrique Jos\u00e9 de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, disse a respeito da palavra sagrada <strong>OM<\/strong>, o seguinte:<\/p>\n<p>\u201c&#8230; para n\u00e3o nos estendermos muito sobre um assunto que nos levaria muito longe, o que de maneira alguma corresponderia ?  nossa inten\u00e7\u00e3o presente, lembraremos apenas que segundo a tradi\u00e7\u00e3o hindu, os universos s\u00e3o produzidos pelo <strong>OM<\/strong>, a palavra sagrada formada de tr\u00eas letras s\u00e2nscritas: ah, oh e ma ou aum, e que, segundo o Mundakya Upanishad, \u00e9 o nome mais precioso do Esp\u00edrito Eterno, Onipresente e Universal.\u201d<\/p>\n<p>De modo que tudo que existe no universo adv\u00e9m das vibra\u00e7\u00f5es sonoras produzidas por este som sagrado. Ent\u00e3o todos n\u00f3s perguntaremos, \u201cSe tudo vem do som sagrado OM ao pronunci\u00e1-lo, estar\u00edamos criando coisas? \u201d\u00c9 aqui que surge diante de todos n\u00f3s uma das chaves principais do Processo Inici\u00e1tico: a ci\u00eancia dos sons. Para entend\u00ea-la, cada um de n\u00f3s ter\u00e1 de domin\u00e1-la por meio de um \u00e1rduo trabalho interno de inicia\u00e7\u00e3o, onde adquiriremos o poder de pronunciar corretamente o som, de tal forma que ele possa criar algo.<\/p>\n<p>Para chegar ao resultado final no mundo da forma, a Consci\u00eancia Divina potencializa-se em 7 tons fundamentais: D\u00f3, R\u00e9, Mi, F\u00e1, Sol, L\u00e1, Si. Estes 7 tons fundamentais, se diversificam de tal forma, que o resultado final \u00e9 a natureza que nos cerca. Para melhor compreendermos o mecanismo em que o verbo, o som se faz carne, vamos tocar num ponto important\u00edssimo. Este ponto important\u00edssimo nos fala a respeito de Mantrans. De todos os caminhos evolucionais, o caminho dos que usam o poder dos Mantrans \u00e9 inegavelmente superior a todos os outros. Os Mantrans quando corretamente pronunciados, se tornam um meio poderoso de despertar todas as possibilidades ocultas relativas a todos os planos do universo, que encobrem o nosso princ\u00edpio espiritual, o poder dos Mantrans \u00e9 capaz de fazer vibrar e p\u00f4r em atividade as mat\u00e9rias de diferentes planos existentes no universo, produzindo fen\u00f4menos de v\u00e1rias ordens. De modo que um Mantram n\u00e3o deve ser tocado ou cantado unicamente. Um Mantram precisa ser acompanhado tamb\u00e9m por um pensamento, de acordo com a combina\u00e7\u00e3o de sons produzida. Um Mantram precisa ser vivido.<\/p>\n<p>Portanto, o universo foi concebido pelo som, que sintetizando a Mat\u00e9ria e a Energia C\u00f3smica, onipenetradas por Atm\u00e3 (centelha divina onipresente em tudo e em todos) produziu o mundo da forma, dos nomes e dos seres viventes.<\/p>\n<p>Sabemos ainda que aquilo que conhecemos como Mat\u00e9ria ou Akasha se caracteriza por ser capaz de produzir som. Da\u00ed ser tamb\u00e9m o Akasha chamado de \u201cRaiz ps\u00edquica do som\u201d. Akasha, \u00e9 portanto, a mat\u00e9ria que constitui todos os planos da manifesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando um ser se materializa, nasce no mundo, ele se torna um personagem de seu pr\u00f3prio drama na face da terra. Isto quer dizer que, sendo um personagem, manifesta-se por meio do som.<\/p>\n<p>A constitui\u00e7\u00e3o seten\u00e1ria da Consci\u00eancia Divina, centro de irradia\u00e7\u00e3o de Consci\u00eancias e Energias, \u00e9 a chave para a compreens\u00e3o das doutrinas m\u00edsticas de todos os povos. Essa constitui\u00e7\u00e3o seten\u00e1ria nada mais \u00e9 que as Sete For\u00e7as Auto-Evolventes da For\u00e7a \u00danica e Sem Causa. Cada uma dessas Sete For\u00e7as, Sete Energias, \u00e9 a express\u00e3o din\u00e2mica de determinada Consci\u00eancia C\u00f3smica. Vamos verificar de perto a quarta energia, analis\u00e1-la e compreender-lhe a influ\u00eancia espec\u00edfica no metabolismo da evolu\u00e7\u00e3o universal, dentro da Tradi\u00e7\u00e3o Sagrada do Som.<\/p>\n<p>Tem essa quarta energia, o nome de Mantrikashakti. \u00c9 ela a for\u00e7a m\u00edstica do som ou verbo, expressa a harmonia c\u00f3smica e, portanto, em sentido lato, inclui tudo que diz respeito ao aspecto beleza ou arte. O caminho ligado a Linha das Artes, representa, possivelmente, para o homem deste planeta, o caminho mais simples para a liberta\u00e7\u00e3o. \u00c9 importante assinalar que mais de um grande iluminado, membros da excelsa Fraternidade Branca, alcan\u00e7aram as culmin\u00e2ncias da espiritualidade pelo caminho das artes. Citaremos apenas tr\u00eas desses membros no Ocidente, no aspecto musical: Beethoven, Wagner, Bach.<\/p>\n<p>Portanto como todos n\u00f3s verificamos, o verbo, o som, considerados por todas as tradi\u00e7\u00f5es antigas, como a causa eficiente e material da manifesta\u00e7\u00e3o do mundo \u00e9 a suprema forma pela qual se objetiva o Ser Infinito. Esse verbo se manifesta como Ritmo, Melodia e Harmonia. Para cada manifesta\u00e7\u00e3o do verbo, existe uma ci\u00eancia. Apoiando-nos nas ci\u00eancias do Ritmo e da Melodia, penetramos nos mundos da Harmonia que abre para todos n\u00f3s as portas do entendimento espiritual. \u00c9 l\u00edcito dizer que essas tr\u00eas manifesta\u00e7\u00f5es da for\u00e7a ou poder m\u00edstico dos sons se relacionam com os tr\u00eas centros de atividade em nosso interior, o F\u00edsico, o An\u00edmico e o Espiritual. O Ritmo est\u00e1 ligado ? s formas f\u00edsicas, a Melodia ?  alma e a Harmonia ao esp\u00edrito. O som, o verbo, ou a m\u00fasica perfeita ser\u00e1, portanto, a que equilibrar esses tr\u00eas elementos da suprema manifesta\u00e7\u00e3o do verbo.<\/p>\n<p>Os iniciados utilizando a ci\u00eancia dos sons, profunda e oculta por excel\u00eancia, s\u00e3o capazes de realiza\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que esse conhecimento lhes permite equilibrar os tr\u00eas princ\u00edpios fundamentais do verbo em a\u00e7\u00e3o, segundo os fins <st1:personname productid=\"em vista. Do\" w:st=\"on\">em vista. Do<\/st1:personname> mesmo modo, se for o caso, pode um iniciado utilizar a ci\u00eancia dos sons para produzir a predomin\u00e2ncia de um princ\u00edpio sobre os outros, fazendo com que a a\u00e7\u00e3o incida num determinado plano da natureza.<\/p>\n<p>Acentuemos que os Mantrans se baseiam no perfeito entendimento dessa ci\u00eancia, que, pertence h\u00e1 mil\u00eanios ? s Escolas Inici\u00e1ticas e Secretas.<\/p>\n<p>Nas primeiras etapas da evolu\u00e7\u00e3o humana nas Ra\u00e7as primitivas, o Ritmo era considerado o princ\u00edpio b\u00e1sico de toda a adora\u00e7\u00e3o religiosa ou sacrificial. Da\u00ed a cria\u00e7\u00e3o dos bailados que visavam perpetuar o conhecimento de certas leis ocultas, relacionadas com as invoca\u00e7\u00f5es ? s Potestades ou Deuses da natureza. Assim, por exemplo, na \u00cdndia, os Gandharvas, que eram cantores ou m\u00fasicos celestes, eram interpretados pelas Apsaras, bailadeiras que, por meio de posi\u00e7\u00f5es ou atitudes do corpo, procuravam exteriorizar as regras da ci\u00eancia do ritmo, permitindo assim, entoar os hinos no seu verdadeiro ritmo. Mais tarde, ?  dan\u00e7a exclusivamente r\u00edtmica se acrescentou uma express\u00e3o de do\u00e7ura, gra\u00e7as a certos gestos, especialmente das m\u00e3os, que ensinavam a melodia dos c\u00e2nticos evocadores das Potestades adoradas. S\u00f3 em \u00e9pocas mais pr\u00f3ximas, quase hist\u00f3ricas, apareceram dan\u00e7as sagradas completas, em que os passos e gestos criavam uma Harmonia maravilhosa, caracter\u00edstica do mais profundo processo oculto e inici\u00e1tico.<\/p>\n<p>Sabemos que a arte dos c\u00e2nticos e a po\u00e9tica, fundidas numa s\u00f3, s\u00e3o consideradas a manifesta\u00e7\u00e3o mais perfeita do Verbo Criador. O antigo vate, o inspirado cantor da hist\u00f3ria dos Deuses e das epop\u00e9ias dos her\u00f3is, descrevia, em poemas r\u00edtmicos e mel\u00f3dicos, as fa\u00e7anhas que pretendiam exaltar e perpetuar. Em verdade, os poetas de antanho aprendiam, nos santu\u00e1rios inici\u00e1ticos, a arte suprema de vazar, em linguagem humana, os feitos gloriosos dos Seres que tinham criado o Universo, ou dos que guiavam e protegiam os homens. Entre os Celtas, o bardo, cantor iniciado, era o arquivo vivo dos fatos de sua ra\u00e7a. Entre os povos de descend\u00eancia solar, os Suryavanxas, que ainda habitam os vales f\u00e9rteis do Pundjab, na \u00cdndia, conservam, at\u00e9 hoje, na corte de seus Takures (pr\u00edncipes reinantes, senhores feudais), poetas e m\u00edsticos ?  maneira de seus avoengos, tradi\u00e7\u00e3o preciosa que defenderam encarni\u00e7adamente contra o poder dos invasores brancos. S\u00e3o eles, os Suryavanxas, que tem por lema o famoso d\u00edstico: \u201cA luz pura do Sol pode ser maculada pela lama da Terra.\u201d<\/p>\n<p>A insigne Helena Petrovna Blavatsky em sua celebrada obra \u201cPor Grutas e Selvas do Indost\u00e3o\u201d fez refer\u00eancia a essa gente, que, pelo conhecimento da m\u00fasica e dos Mantrans, e pelo amor a Po\u00e9tica, conseguiu perpetuar, atrav\u00e9s das vicissitudes de uma hist\u00f3ria atribulada, uma ci\u00eancia n\u00e3o inscrita nos livros, e transmiss\u00edvel, apenas, pela voz de seus poetas-cantores. Para todos os povos antigos, o poeta era o eleito e o inspirado dos Deuses. O pr\u00f3prio nome latino, Vate, indica as qualidades prof\u00e9ticas desses cantores, que chegavam, ? s vezes, a penetrar em arcanos transcendentes, inacess\u00edveis ?  ci\u00eancia comum dos homens. \u00c9 interessante lembrar, a respeito, a hist\u00f3ria de Ov\u00eddio, que o Col\u00e9gio Sacerdotal de Roma exilou para o Ponto Euxino, em virtude de ter divulgado, ao impulso da inspira\u00e7\u00e3o, segredos inici\u00e1ticos que, ali\u00e1s, desconhecia. E somente esta \u00faltima circunst\u00e2ncia salvou-o da morte. O caso serve para provar que o poeta pode, pela arte sublime da palavra, despertar em sua consci\u00eancia interior, conhecimentos de ordem secreta e m\u00edstica, o que explica a palavra Vate (adivinho). Em tempos mais chegados, temos outro exemplo, bastante t\u00edpico, o de Sir Edwin Arnold, o cantor da \u201cLuz de \u00c1sia\u201d. Arrebatado pela inspira\u00e7\u00e3o, a hist\u00f3ria do Grande Emancipado, de Buda, \u00e9 a\u00ed narrada com tal profundidade, que segredos conhecidos, apenas dos Iluminados, s\u00e3o postos a nu. E Arnold n\u00e3o era ocultista. Compreende-se agora, a prud\u00eancia de Plat\u00e3o, que na sua \u201cRep\u00fablica\u201d, aconselha coroar os poetas e, depois, expuls\u00e1-los. A po\u00e9tica constitui, portanto, a mais pura manifesta\u00e7\u00e3o da Palavra Divina, sobretudo transmitida em canto.<\/p>\n<p>\u00c9 bem poss\u00edvel que os iniciados gregos tenham obtido seu conhecimento a respeito dos aspectos filos\u00f3fico e terap\u00eautico da m\u00fasica, dos eg\u00edpcios, os quais, por sua vez, consideravam Herm\u00e9s o fundador da arte. Segundo a lenda, este deus construiu a primeira lira esticando cordas atrav\u00e9s da concavidade de uma casca de tartaruga. Ambos, \u00cdsis e Os\u00edris, eram como patronos da m\u00fasica e da poesia. Plat\u00e3o, descrevendo a antig\u00fcidade dessas artes entre os eg\u00edpcios, declarou que as can\u00e7\u00f5es e poesias tinham existido no Egito, pelo menos, por dez mil anos e que eram de uma natureza t\u00e3o elevada e inspiradora que apenas deuses ou homens-deuses poderiam t\u00ea-las composto. Nos mist\u00e9rios, a lira era tida como o s\u00edmbolo secreto da constitui\u00e7\u00e3o humana, o corpo do instrumento representando a forma f\u00edsica, as cordas, os nervos, e o m\u00fasico, o esp\u00edrito. Tocando sobre os nervos, o esp\u00edrito assim criava as harmonias de um funcionamento normal o qual, todavia, se tornava dissonante se a natureza do homem estivesse corrompida.<\/p>\n<p>A ordem medieval dos Troubadours ou Trovadores teve, como os vates e os bardos, o papel de espalhar, por meio de seus cantos amorosos e sat\u00edricos, muitas verdades inici\u00e1ticas, segundo as ordens recebidas dos grandes Adeptos que os dirigiam. Eram, por assim dizer, os correios entre os iniciados de todo o mundo e as Ordens Secretas.<\/p>\n<p>Finalizando esta primeira parte de \u201cM\u00fasica no Processo Evolucional\u201d, em que abordamos a \u201cTradi\u00e7\u00e3o Sagrada do Som\u201d, diremos que mister se faz que tenhamos uma perene consci\u00eancia de que no universo tudo \u00e9 som, tudo \u00e9 verbo que se fez carne, e que andamos sobre a face da terra em busca da harmonia, tanto conosco, internamente, quanto com nossos Irm\u00e3os <st1:personname productid=\"em humanidade. N\u00e3o\" w:st=\"on\">em humanidade. N\u00e3o<\/st1:personname> se trata de harmonia baseada em entendimento de egos, mas da verdadeira harmonia das esferas que existe nos rec\u00f4nditos do universo. L\u00e1 est\u00e1 Ela, dispon\u00edvel a todos que realizarem na sua mente e no seu cora\u00e7\u00e3o, os mist\u00e9rios do Som e do Verbo.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Carlos <st1:personname productid=\"Eduardo Silva\" w:st=\"on\">Eduardo Silva<\/st1:personname> Coimbra<br \/>\n<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 12pt\"><span style=\"font-size: 7.5pt; font-family: Verdana\"><\/span><span style=\"font-size: 7.5pt; font-family: Verdana\"><\/span>Fonte: http:\/\/www.vidhya-virtual.com\/vidhya1\/inicio.htm<br \/>\nhttp:\/\/www.cosmomusica.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Carlos Eduardo Silva Coimbra Sabemos que o Universo na sua manifesta\u00e7\u00e3o vital, nada mais \u00e9 do que a representa\u00e7\u00e3o concreta de certos princ\u00edpios que pertencem a um dom\u00ednio t\u00e3o elevado, que n\u00f3s, para nos referirmos a eles, costumamos falar&#8230;<a href=\"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/78\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,9,11],"tags":[],"class_list":["post-78","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-auto-ajuda","category-espiritual","category-som-e-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}