{"id":49,"date":"2007-08-29T19:39:02","date_gmt":"2007-08-30T02:39:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.motivacao.org\/blog\/49"},"modified":"2007-08-29T21:27:16","modified_gmt":"2007-08-30T04:27:16","slug":"o-som-e-a-pes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/49","title":{"rendered":"O SOM e a PES"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\"><strong><span style=\"font-family: Verdana; color: black\"><\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana; color: #444444\"><\/span><!--[if gte vml 1]><v:shapetype id=\"_x0000_t75\" coordsize=\"21600,21600\"  o:spt=\"75\" o:preferrelative=\"t\" path=\"m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe\" filled=\"f\"  stroked=\"f\">  <v:stroke joinstyle=\"miter\"\/>  <v:formulas>   <v:f eqn=\"if lineDrawn pixelLineWidth 0\"\/>   <v:f eqn=\"sum @0 1 0\"\/>   <v:f eqn=\"sum 0 0 @1\"\/>   <v:f eqn=\"prod @2 1 2\"\/>   <v:f eqn=\"prod @3 21600 pixelWidth\"\/>   <v:f eqn=\"prod @3 21600 pixelHeight\"\/>   <v:f eqn=\"sum @0 0 1\"\/>   <v:f eqn=\"prod @6 1 2\"\/>   <v:f eqn=\"prod @7 21600 pixelWidth\"\/>   <v:f eqn=\"sum @8 21600 0\"\/>   <v:f eqn=\"prod @7 21600 pixelHeight\"\/>   <v:f eqn=\"sum @10 21600 0\"\/>  <\/v:formulas>  <v:path o:extrusionok=\"f\" gradientshapeok=\"t\" o:connecttype=\"rect\"\/>  <o:lock v:ext=\"edit\" aspectratio=\"t\"\/> <\/v:shapetype><v:shape id=\"_x0000_s1026\" type=\"#_x0000_t75\" alt=\"\" style='position:absolute;  margin-left:4.5pt;margin-top:3.4pt;width:187.5pt;height:187.5pt;z-index:1;  mso-wrap-distance-left:0;mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:0;  mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:absolute;  mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical:absolute;  mso-position-vertical-relative:line' o:allowoverlap=\"f\">  <v:imagedata src=\"file:\/\/\/C:\\DOCUME~1\\EGDIO~1\\CONFIG~1\\Temp\\msohtml1\\01\\clip_image001.jpg\"   o:title=\"sompes\"\/>  <w:wrap type=\"square\"\/> <\/v:shape><![endif]--><!--[if !vml]--><strong><span style=\"font-family: Arial; color: black\">Por: L\u00edgia Amorese Gallo.<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Arial; color: black\"><br \/>\nComo humanos, temos s\u00e9rias limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas envolvendo nossos sentidos. N\u00e3o vemos al\u00e9m de certa faixa de espectro luminoso, n\u00e3o ouvimos a partir de determinados tons, simplesmente nosso aparelho sensorial foi projetado para servir a uma mente habilidosa que vem se demonstrando apta a driblar tais defici\u00eancias a partir de outras capacidades natas apenas ao nosso g\u00eanero. Mesmo assim, a curiosidade quanto a como a natureza seria caso ouv\u00edssemos al\u00e9m de nossa capacidade auditiva, ou v\u00edssemos mais cores al\u00e9m das do espectro vis\u00edvel, existe&#8230; e por vezes lan\u00e7a-nos na pesquisa e desenvolvimento de utens\u00edlios que nos permitam burlar e extrapolar tais limites.<br \/>\nFato: ondas sonoras infra-s\u00f4nicas propagam-se a longas dist\u00e2ncias&#8230; um grito infra-s\u00f4nico seria suficiente para avisar a m\u00e3e que se est\u00e1 chegando para o almo\u00e7o ainda a caminho de casa, em outra cidade&#8230; bem, n\u00e3o vamos exagerar mas o caso \u00e9 que elefantes fazem isso muito bem. A telepatia que lhes era atribu\u00edda h\u00e1 muitos anos como um meio de comunica\u00e7\u00e3o entre as manadas distando quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia umas das outras, s\u00f3 foi explicada quando se percebeu que eles eram aptos a produzirem sons inaud\u00edveis por n\u00f3s mas que foram por fim gravados e classificados como infra-s\u00f4nicos. Estava explicado um mist\u00e9rio que, sem querer, aponta para uma dire\u00e7\u00e3o at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o cogitada. O que era tomado simplesmente por \u201ctelepatia\u201d de tais paquidermes trata-se unicamente de eventos que fogem ?  nossa percep\u00e7\u00e3o hodierna por simples incapacidade nossa de escutarmos al\u00e9m de uma pequena faixa de freq\u00fc\u00eancia de ondas sonoras. \u201cBaleias cantoras\u201d tamb\u00e9m fazem uso de pulsos infra-s\u00f4nicos para comunica\u00e7\u00e3o com outras da mesma esp\u00e9cie&#8230; e numa extensa rede infra-s\u00f4nica, habitantes submersos dos vastos oceanos do mundo comunicam-se livremente.<br \/>\nBurlando e extrapolando limites, n\u00f3s humanos caminhamos em busca de explica\u00e7\u00f5es para os fen\u00f4menos que nos acometem. \u00c9 da nossa natureza questionar e buscar meios para satisfazer nossa curiosidade. Assim atrav\u00e9s de estudos envolvendo tais fen\u00f4menos alcan\u00e7amos um sem n\u00famero de outras quest\u00f5es a nos impulsionar a outros patamares. \u00c9 assim que nessa condi\u00e7\u00e3o atual de entendimento fazemos perguntas cada vez mais embasadas rumo ? s respostas mais convincentes. Afinal o que \u00e9 a t\u00e3o propalada Percep\u00e7\u00e3o Extrasensorial? Como o nome diz \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o de algo que est\u00e1 al\u00e9m do que pode ser sentido e codificado pelos nossos cinco sentidos b\u00e1sicos. Lembremos com base no enunciado acima, que nossos sentidos est\u00e3o sujeitos ? s limita\u00e7\u00f5es auto-impostas pela evolu\u00e7\u00e3o a fim de que pud\u00e9ssemos dar continuidade a este mesmo processo evolutivo. Somos fruto de uma longa corrente de tentativa e erro da natureza que desembocou na nossa atual complei\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 da nossa natureza pr\u00e1tica esquivarmo-nos de tudo o que n\u00e3o possa ser explicado de forma racional. Contudo da mesma forma, abrimos um leque de interpreta\u00e7\u00f5es com base na mesma raz\u00e3o a fim de especularmos a natureza daquilo que est\u00e1 al\u00e9m do que possa ser sentido&#8230; Esta \u00e9 a origem do misticismo. Sem entrar nos meandros de tal \u201cdisciplina\u201d, o misticismo vem ao encontro da nossa necessidade de respostas ? s perguntas que fogem da natureza do que pode ser percebido pelos cinco sentidos. Mal visto, vem perdendo seu n\u00famero de seguidores ao ser confrontado pela ci\u00eancia e pela experimenta\u00e7\u00e3o. Contudo, os fen\u00f4menos envolvidos no que chamamos de \u201ccaminhos m\u00e1gicos\u201d de entendimento acontecem&#8230; mesmo que n\u00e3o se possa explic\u00e1-los convenientemente.<br \/>\nDesta feita, se algo acontece e ainda assim n\u00e3o se tem respostas, alguma coisa est\u00e1 errada. Talvez, por arrog\u00e2ncia, n\u00e3o aceitemos o fato de simplesmente n\u00e3o estarmos sabendo formular as perguntas certas, nem talvez procurar as provas nos lugares certos. H\u00e1 que se buscar respostas com bases nas perguntas certas. Muito bem, se h\u00e1 freq\u00fc\u00eancias no espectro luminoso e sonoro que n\u00e3o s\u00e3o capt\u00e1veis por nossos sentidos, isso n\u00e3o implica em dizer que tais faixas de espectro deixam de existir. Mesmo sem ver nem ouvir, somos continuamente bombardeados por tais freq\u00fc\u00eancias al\u00e9m de nossa capacidade de distin\u00e7\u00e3o. Por conseguinte, de alguma forma elas podem ser pressentidas por n\u00f3s, ainda que de maneira t\u00e3o sutil que mal nos damos conta das mesmas&#8230; assim seria o caso de muitos dos eventos envolvendo PES (<strong>P<\/strong>ercep\u00e7\u00e3o <strong>E<\/strong>xtra<strong>-s<\/strong>ensorial) estarem somente ligados a tal percep\u00e7\u00e3o de faixas de espectro al\u00e9m da normalidade&#8230;<br \/>\nDeixando de lado a capta\u00e7\u00e3o de luz por nossas retinas, um estudo mais aprofundado com rela\u00e7\u00e3o ao som e sua influ\u00eancia sobre nossos corpos se faz necess\u00e1ria. O som \u00e9 algo mais palp\u00e1vel por assim dizer que a luz, visto que provoca altera\u00e7\u00f5es mais sens\u00edveis em nossos corpos que o que \u00e9 meramente vis\u00edvel. Numa escala de sutileza, os sons aliados ao contato com outros seres e subst\u00e2ncias, est\u00e3o muito vinculados ?  nossa natureza f\u00edsica. Eles fazem nossos corpos vibrarem com maior ou menor intensidade e \u00e9 justamente nessa forma de ser percebido que eu vou adentrar.<br \/>\nA Natureza do Som<br \/>\nO som \u00e9 uma vibra\u00e7\u00e3o que \u00e9 passada de um ponto ao outro atrav\u00e9s de \u00e1tomos em um mesmo meio, ou de um meio ao outro. Quando produzimos um som em um viol\u00e3o, na realidade estamos apenas aplicando um efeito vibrat\u00f3rio nas cordas distendidas atrav\u00e9s do toque de nossos dedos. O resultado que se ouve \u00e9 o da corda vibrando e tal vibra\u00e7\u00e3o ao cortar o ar circundante e ser transmitida ? s mol\u00e9culas desse ar, atinge nossos ouvidos e \u00e9 percebida como um tom sonoro. O interessante \u00e9 que mesmo que n\u00e3o dispus\u00e9ssemos de ouvidos aptos a ouvir, a vibra\u00e7\u00e3o ainda assim seria percept\u00edvel na caixa do pr\u00f3prio viol\u00e3o, uma vez que esta tamb\u00e9m \u00e9 composta por \u00e1tomos e estes recebem a vibra\u00e7\u00e3o da mesma forma, sendo o som, portanto, percept\u00edvel por n\u00f3s atrav\u00e9s do contato com a mesma. Imaginemos ent\u00e3o o que se passa com sons inaud\u00edveis. Nossos ouvidos n\u00e3o os percebem diretamente mas da mesma forma que o corpo do viol\u00e3o, nossos corpos s\u00e3o feitos de \u00e1tomos pass\u00edveis de serem estimulados pelas vibra\u00e7\u00f5es e estas \u201cressoam\u201d em nossos \u00f3rg\u00e3os.<br \/>\nA pergunta chave \u00e9: qual o efeito desse \u201cressoar\u201d inaud\u00edvel? Infra e ultra sons est\u00e3o freq\u00fcentemente cruzando nossos caminhos: o cricrilar dos grilos ?  noite oferece um bom exemplo de borderline sonoro uma vez que captamos apenas a parte aud\u00edvel de seq\u00fc\u00eancias de cri-cris que extrapolam nossa acuidade auditiva. Quando ouvimos o morcego emitindo seus guinchos, da mesma forma apenas ouvimos uma parte m\u00ednima do som que foi realmente emitido na forma ultra-s\u00f4nica. E os infra-sons? Os sons \u201csurdos\u201d, aqueles que apenas fazem vibrar nossas caixas tor\u00e1cicas ainda que n\u00e3o sejamos capazes de distingui-los, invadem nosso sistema f\u00edsico a todo momento. O oceano de magma sob nossos p\u00e9s \u00e9 uma fonte de tais sons, assim como o movimento constante da Terra, explos\u00f5es, batidas de tambores, tons graves num \u00f3rg\u00e3o de igreja, as batidas de nosso cora\u00e7\u00e3o, terremotos&#8230;<br \/>\nMas bem&#8230; e quais seriam os efeitos de tais vibra\u00e7\u00f5es percebidas de forma indireta? N\u00e3o s\u00e3o aud\u00edveis, portanto n\u00e3o h\u00e1 limites de suportabilidade de tais sons que sejam percept\u00edveis em termos de sentidos mas&#8230; o que aconteceria caso f\u00f4ssemos expostos a este tipo de som por um tempo suficientemente longo e numa freq\u00fc\u00eancia percept\u00edvel como uma vibra\u00e7\u00e3o poderosa em nossos corpos?<br \/>\nA pesquisa mais documentada sobre os efeitos dos infra-sons no corpo humano foram levadas a cabo pela NASA, nos idos anos 60, \u00e9poca da corrida espacial. Estudou-se os efeitos que o barulho dos foguetes poderia produzir nos corpos dos astronautas, especialmente durante o lan\u00e7amento e seus testes confirmaram que a certo volume, os infra-sons causavam v\u00e1rias rea\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas. De acordo com os resultados divulgados pelo pesquisador GH Mohr, uma pessoa exposta a freq\u00fc\u00eancias entre 0 e 100 Hz aos 150-155 dB percebe vibra\u00e7\u00f5es na caixa tor\u00e1cica, mudan\u00e7as no ritmo respirat\u00f3rio, sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e1usea, dor de cabe\u00e7a, altera\u00e7\u00f5es visuais, tosse e fadiga. Pesquisas subsequentes determinaram que a freq\u00fc\u00eancia em que ocorrem altera\u00e7\u00f5es visuais, em conseq\u00fc\u00eancia da vibra\u00e7\u00e3o do globo ocular, \u00e9 da ordem de 19 Hz.<br \/>\nOs efeitos dessa freq\u00fc\u00eancia espec\u00edfica foram confirmados ainda pelo engenheiro Vic Tandy, em sua tentativa bem sucedida de desmistificar a \u201cassombra\u00e7\u00e3o\u201d que perturbava a paz de seu laborat\u00f3rio na cidade inglesa de Coventry. As apari\u00e7\u00f5es do \u201cfantasma\u201d eram marcadas pela sensa\u00e7\u00e3o de desconforto e vislumbres de uma vaga silhueta acinzentada&#8230; Quando foi determinado o ponto em que tais apari\u00e7\u00f5es aconteciam, Tandy percebeu que correspondia ao local onde havia sido instalado um novo exaustor que, ap\u00f3s medi\u00e7\u00f5es, percebeu-se vibrar na freq\u00fc\u00eancia dos 18,9 Hz&#8230; Esse evento fez com que o engenheiro vislumbrasse a possibilidade de pesquisar outros locais \u201cassombrados\u201d a fim de detectar a freq\u00fc\u00eancia dos 19 Hz, a que provoca altera\u00e7\u00f5es visuais pela vibra\u00e7\u00e3o do globo ocular. Acredita ele que outras sensa\u00e7\u00f5es como arrepios na nuca e a de mudan\u00e7as na temperatura ambiente podem estar associadas ao efeito dessa freq\u00fc\u00eancia espec\u00edfica no corpo humano.<br \/>\nAh&#8230; uma luz ao fim do t\u00fanel&#8230; ent\u00e3o \u00e9 isso! Fen\u00f4menos que a ci\u00eancia n\u00e3o admite como realidade, a famigerada PES \u2013 Percep\u00e7\u00e3o Extra-sensorial pode acontecer apenas pelo contato com freq\u00fc\u00eancias abaixo de nossa capacidade auditiva. Estar\u00edamos portanto ?  merc\u00ea desses efeitos quando freq\u00fcentando um terreiro de Umbanda por exemplo? Bastam medi\u00e7\u00f5es&#8230; atabaques e surdos em batidas fe\u00e9ricas a fim de produzir sons que estimulam o transe e a perda dos sentidos, a \u201calegria do terreiro\u201d! <a href=\"http:\/\/recantodasletras.uol.com.br\/visualizar.php?idt=64161\">E os mantrans orientais<\/a>? Sons nasais, OM cont\u00ednuo&#8230; numa freq\u00fc\u00eancia baixa, fazendo nosso interior tremer, a vibra\u00e7\u00e3o primeva do cosmo&#8230; Parece que uma chave para a compreens\u00e3o do que se passa al\u00e9m dos 5 sentidos b\u00e1sicos foi achada. Assim, n\u00e3o adianta negar que fen\u00f4menos que fogem do hodierno ocorrem. N\u00e3o adianta fechar-se para o desconhecido na esperan\u00e7a de que nada de paranormal ocorra. H\u00e1 a necessidade sim de estudos s\u00e9rios que busquem respostas ? s quest\u00f5es&#8230; e acima de tudo, o respeito para com aqueles que experimentam tais fen\u00f4menos. Afinal, ningu\u00e9m est\u00e1 isento de tomar contato com freq\u00fc\u00eancias infra-s\u00f4nicas e experimentar os arrepios na espinha e vis\u00f5es fantasmag\u00f3ricas&#8230;<br \/>\n\u201cOra direis ouvir estrelas\u201d&#8230; e at\u00e9 mesmo elas s\u00e3o aud\u00edveis. Os radio-telesc\u00f3pios que captam o som de suas entranhas continuamente d\u00e3o mostras de que o Universo \u00e9 uma grande sinfonia e j\u00e1 n\u00e3o somos surdos ? s harmonias celestes&#8230; E o m\u00edstico em suas evoca\u00e7\u00f5es m\u00e2ntricas j\u00e1 n\u00e3o pode ser tomado por apenas um lun\u00e1tico quando alega tomar contato com outras dimens\u00f5es&#8230; O fato \u00e9 que <a href=\"http:\/\/www.motivacao.org\/blog\/50\">estamos imersos num oceano de vibra\u00e7\u00f5es<\/a> e a mente humana avan\u00e7a a descobrir que o verbo se fez carne, ou, pelo menos, que a carne sofre os efeitos do verbo&#8230; por volta dos 19 Hz.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: right\" align=\"right\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Arial\">L\u00edgia Amorese Gallo.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: Arial; color: black\"><o:p> <\/o:p>Fonte: http:\/\/www.jornalinfinito.com.br\/materias.asp?cod=121<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: L\u00edgia Amorese Gallo. 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