{"id":219,"date":"2008-08-16T23:53:52","date_gmt":"2008-08-17T02:53:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.motivacao.org\/blog\/219"},"modified":"2009-11-21T14:04:59","modified_gmt":"2009-11-21T17:04:59","slug":"acucar-branco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/219","title":{"rendered":"A\u00c7\u00daCAR BRANCO"},"content":{"rendered":"<div class=\"title\">Na minha miss\u00e3o de passar informa\u00e7\u00f5es, venho garimpando artigos que julgo ser de utilidade p\u00fablica e aqui publico, divulgando na \u00edntegra as fontes, fazendo uso do mesmo expediente que permito fazer com artigos e textos de minha autoria, ou seja, &#8220;pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado cr\u00e9dito ao autor original <em>(Eg\u00eddio Garcia Coelho)<\/em>&#8220;.<\/div>\n<div class=\"title\">Assim, espero receber do autor a mesma considera\u00e7\u00e3o, deixando aqui ativado <a title=\"Site Dr. Marcio Bontempo\" href=\"http:\/\/www.drmarciobontempo.com.br\/\">o link da fonte<\/a> para que possa usufruir do meu portal como mais uma janela de publicidade.<\/div>\n<div class=\"title\"><a title=\"Terapeuta Online!\" href=\"http:\/\/www.motivacao.org\/produtos\/index.php?cate1_cod=60\">Abra\u00e7os<\/a><\/div>\n<div class=\"title\"><a title=\"Terapeuta Online!\" href=\"http:\/\/www.motivacao.org\/produtos\/index.php?cate1_cod=60\">Eg\u00eddio Garcia Coelho<br \/>\nHoloterapeuta<br \/>\n<\/a><strong>.<br \/>\nA\u00e7ucar branco &#8211; O que mais precisamos saber?!?<\/strong><br \/>\n<strong><a title=\"Site Dr. Marcio Bontempo\" href=\"http:\/\/www.drmarciobontempo.com.br\/\">Por: Dr. Marcio Bontempo<\/a><\/strong><\/div>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\">At\u00e9 cerca                                  de 300 anos atr\u00e1s a humanidade n\u00e3o                                  usava aditivos doces na sua dieta ordin\u00e1ria.                                  Os povos antigos, civiliza\u00e7\u00f5es passadas,                                  brilhantes ex\u00e9rcitos n\u00e3o conheciam                                  o famoso aditivo doce. <\/span><span style=\"font-size: x-small;\">O                                  mel era usado eventualmente, mais como rem\u00e9dio.                                  Este processo hist\u00f3rico prova que o a\u00e7\u00facar                                  branco \u00e9 desnecess\u00e1rio como alimento.                                  Foi s\u00f3 a partir dos dois \u00faltimos                                  s\u00e9culos que o a\u00e7\u00facar come\u00e7ou                                  a ser produzido e consumido de forma cada vez                                  mais intensa. Com a sofistica\u00e7\u00e3o                                  da t\u00e9cnica, purificou-se mais ainda o a\u00e7\u00facar                                  de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca.                                  Hoje somos uma civiliza\u00e7\u00e3o, consumidora                                  de milhares de toneladas di\u00e1rias de a\u00e7\u00facar. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  a\u00e7\u00facar branco \u00e9 o resultado                                  de um processamento qu\u00edmico que retira                                  da garapa a sacarose branca e adiciona produtos                                  qu\u00edmicos \u2013 desconhecidos em sua maioria                                  \u2013, sendo que aditivos como clarificantes,                                  antiumectantes, precipitadores e conservantes                                  pertencem a grupos qu\u00edmicos sint\u00e9ticos                                  muitas vezes cancer\u00edgenos e sempre danosos                                  \u00e0 sa\u00fade. Devemos considera-lo como                                  um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado                                  de uma s\u00edntese qu\u00edmica e um produto                                  concentrado. Quando s\u00e3o retiradas da garapa                                  e do mascavo suas fibras, prote\u00ednas, sais                                  minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato,                                  pobre, isolado, raz\u00e3o pela qual devemos                                  considerar o a\u00e7\u00facar como um produto                                  qu\u00edmico e n\u00e3o um alimento. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  corpo humano n\u00e3o necessita de a\u00e7\u00facar                                  branco. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"> O que \u00e9 realmente necess\u00e1rio \u00e9                                  a glicose, ou seja, a menor part\u00edcula glic\u00eddica                                  dos carboidratos. A glicose, por sua vez, \u00e9                                  importante para o metabolismo, pois produz energia                                  ao ser \u201cqueimada\u201d. Embora se diga                                  que \u201ca\u00e7\u00facar \u00e9 energia\u201d,                                  sabemos bem que a cita\u00e7\u00e3o \u00e9                                  apenas modesta, pois, na verdade, dever\u00edamos                                  dizer que \u201ca\u00e7\u00facar \u00e9                                  superabund\u00e2ncia de energia qu\u00edmica                                  concentrada\u201d e eis a\u00ed o problema:                                  a\u00e7\u00facar \u00e9 sempre excesso de                                  energia, al\u00e9m das necessidades reais, e                                  este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho                                  org\u00e2nico extra, a diminuir o tempo de vida,                                  pois a c\u00e9lula s\u00f3 usa o que necessita,                                  todo o resto passa a \u201cestorvo\u201d metab\u00f3lico.<br \/>\nOutro fato importante \u00e9 que, ao consumir                                  um produto extremamente concentrado, isolado,                                  exigiremos do organismo uma complementa\u00e7\u00e3o                                  qu\u00edmica. Por exemplo, vai exigir muito                                  c\u00e1lcio e magn\u00e9sio do metabolismo                                  e das reservas; ele \u201crouba\u201d os nossos                                  dep\u00f3sitos de um modo diretamente proporcional                                  a quantidade ingerida. Podemos dizer ent\u00e3o                                  que o a\u00e7\u00facar \u00e9 descalcificante,                                  desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor                                  metab\u00f3lico. A\u00e7\u00facar n\u00e3o                                  \u00e9 \u201calimento\u201d, mas um poderoso                                  \u201cantinutriente\u201d, um grande ladr\u00e3o.<br \/>\nRaz\u00e3o pela qual Willian Dufty, em seu mais                                  que consagrado livro sobre o a\u00e7\u00facar,                                  o \u201cSugar Blues\u201d, considera-o como                                  uma \u201cdroga doce e viciante que dissolve                                  os dentes e os ossos de toda uma civiliza\u00e7\u00e3o\u201d.                                  Seus efeitos nunca s\u00e3o imediatos, mas lentos,                                  acumulativos, insidiosos, drenando a sa\u00fade                                  aos poucos. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  consumo da droga doce vem aumentando nos \u00faltimos                                  anos. Se levarmos em conta que n\u00e3o necessitamos                                  de a\u00e7\u00facar, tudo o que se consome                                  \u00e9 excessivo, sup\u00e9rfluo, al\u00e9m                                  do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por                                  cento dos carboidratos (farinhas, cereais, a\u00e7\u00facar                                  das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60                                  por cento das carnes ingeridas e at\u00e9 mesmo                                  15 por cento das gorduras e \u00f3leos tamb\u00e9m                                  se convertem em glicose; \u00e9 assim que normalmente                                  mantemos as necessidades bioqu\u00edmicas do                                  corpo. Isso explica por que povos antigos n\u00e3o                                  necessitavam de a\u00e7\u00facar extra. Se                                  julgarmos que a\u00e7\u00facar \u00e9 essencial,                                  ent\u00e3o devemos ter como certo que cada viking,                                  mongol, huno, \u00e1rabe, grego ou romano deveria                                  consumir cerca de 300gr por dia de um a\u00e7\u00facar                                  que naquelas \u00e9pocas absolutamente n\u00e3o                                  existia. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Os                                  conhecimentos e conceitos cient\u00edficos,                                  principalmente em nutri\u00e7\u00e3o, t\u00eam                                  sido manipulados, truncados e adulterados. Devemos                                  entender que a alimenta\u00e7\u00e3o comum,                                  sem aditivos doces, cont\u00e9m quantidades                                  suficientes de glicose que s\u00e3o armazenadas                                  no f\u00edgado sob a forma de glicog\u00eanio;                                  em situa\u00e7\u00f5es de necessidade essas                                  reservas de energia s\u00e3o mobilizadas e entram                                  na circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Hoje,                                  ingerimos mais \u201cenergia\u201d do que precisamos.                                  Paradoxalmente, quem come muito a\u00e7\u00facar                                  fica dependente organicamente do mesmo e tende                                  a ter menos for\u00e7a. Grandes consumidores                                  de a\u00e7\u00facar geralmente s\u00e3o                                  fracos, ast\u00eanicos, que n\u00e3o podem                                  fazer quase nada sem usar um pouco de doce. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Aqui,                                  num dos maiores produtores de a\u00e7\u00facar                                  do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g                                  por dia \u2013 por pessoa, o que \u00e9 pouco                                  comparado aos EUA: 400 g em m\u00e9dia, por                                  dia. \u00c9 claro que somos obrigados a falar                                  em termos de m\u00e9dia de consumo, pois existem                                  aqueles que n\u00e3o usam nada, at\u00e9 grandes                                  viciados que usam perto de 1000 g di\u00e1rias                                  e at\u00e9 mais. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Mas                                  um povo como o nosso, usando 200 g di\u00e1rias                                  per capita consome cerca de seis quilos por m\u00eas,                                  o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso al\u00e9m                                  das necessidades metab\u00f3licas, geralmente                                  ingeridos por puro \u201cprazer\u201d, ou seja:                                  docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins,                                  sucos ultra-a\u00e7\u00facarados etc. Isso                                  nos leva a consumir quase uma tonelada do p\u00f3                                  branco em cada dez anos de vida. Ent\u00e3o                                  um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo                                  seu sangue, at\u00e9 hoje, cerca de tr\u00eas                                  toneladas de a\u00e7\u00facar. Perguntamos                                  se, sinceramente, as autoridades e os profissionais                                  ligados \u00e0 sa\u00fade acham que tal abuso                                  n\u00e3o causa dano algum.<br \/>\n<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A\u00e7\u00facar                                  Branco Como Causa de C\u00e2ncer e Doen\u00e7as                                  Modernas <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Sabemos                                  bem que o a\u00e7\u00facar \u00e9 o principal                                  representante da alimenta\u00e7\u00e3o industrializada                                  moderna. Temos consci\u00eancia de que 85 por                                  cento das doen\u00e7as modernas s\u00e3o provocadas                                  pela polui\u00e7\u00e3o alimentar e por uma                                  nutri\u00e7\u00e3o desequilibrada. Por ser                                  considerado ent\u00e3o como um produto antibiol\u00f3gico,                                  ou antivida\u201d, ele est\u00e1 diretamente                                  ligado \u00e0 causa ou \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o                                  para o surgimento de v\u00e1rias doen\u00e7as,                                  como a arteriosclerose, o c\u00e2ncer, a leucemias,                                  o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias                                  neuro-vegetativas, ins\u00f4nia, asma, bronquite,                                  dist\u00farbios menstruais, infec\u00e7\u00f5es,                                  press\u00e3o alta, pris\u00e3o de ventre,                                  diarr\u00e9ias cr\u00f4nicas, perturba\u00e7\u00f5es                                  e doen\u00e7as visuais, problemas de pele, dist\u00farbios                                  glandulares, anomalias digestivas variadas, c\u00e1ries                                  dent\u00e1rias, problemas de crescimento, osteoporose,                                  ossos fracos, doen\u00e7as do col\u00e1geno,                                  doen\u00e7as de auto-agress\u00e3o etc. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Podemos                                  considerar tamb\u00e9m o a\u00e7\u00facar                                  como cancerizante, pois \u00e9 imunodepressor,                                  quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo                                  quanto \u00e0s suas defesas e principalmente                                  por eliminar o importante \u00edon magn\u00e9sio,                                  devido \u00e0 forma excessiva como \u00e9                                  consumido hoje. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A                                  incid\u00eancia do c\u00e2ncer de mama pode                                  variar consideravelmente de um pa\u00eds para                                  outro. Muito rara no Jap\u00e3o, por exemplo,                                  a doen\u00e7a torna-se comum entre as japonesas                                  que imigram para os Estados Unidos. Depois de                                  estudar diversos fatores que explicassem o fen\u00f4meno,                                  os cientistas Stephen Seely, da Universidade de                                  Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do                                  Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no                                  Canad\u00e1, concentram suas aten\u00e7\u00f5es                                  num deles, a alimenta\u00e7\u00e3o \u2013                                  e, em artigo publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o                                  da revista inglesa New Scientist, levantaram a                                  hip\u00f3tese de que uma das causas do c\u00e2ncer                                  de mama possa ser o a\u00e7\u00facar. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Seely                                  e Horrobin compararam os \u00edndices de consumo                                  per capita de a\u00e7\u00facar e as taxas                                  de mortalidade por c\u00e2ncer de mama em vinte                                  dos pa\u00edses mais ricos do mundo. Revelou-se                                  que as na\u00e7\u00f5es que mais comem a\u00e7\u00facar                                  s\u00e3o exatamente as que apresentam mais \u00f3bitos                                  \u2013 por ordem decrescente, a Gr\u00e3-Bretanha,                                  a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canad\u00e1. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Os                                  cientistas avan\u00e7am uma explica\u00e7\u00e3o                                  para as propriedades cancer\u00edgenas das sobremesas.                                  Uma parte da glicose contida no a\u00e7\u00facar                                  \u2013 cerca de 30 por cento \u2013 vai direto                                  para a corrente sangu\u00ednea.<br \/>\nPara fazer face e esse s\u00fabito aumento da                                  taxa de glicose no sangue, o p\u00e2ncreas produz                                  mais insulina, o horm\u00f4nio encarregado de                                  queimar a\u00e7\u00facar. O tecido mam\u00e1rio                                  depende desse horm\u00f4nio para crescer. O mesmo                                  acontece com as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer                                  de mama. Seely e Horrobin sup\u00f5em que a                                  inunda\u00e7\u00e3o do seio pela insulina,                                  em seguida \u00e0 ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facar,                                  criaria assim as condi\u00e7\u00f5es ideais                                  para o surgimento do tumor.<br \/>\n<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A\u00e7\u00facar                                  Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Um                                  dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo                                  do a\u00e7\u00facar \u00e9 a hipoglicemia,                                  ou seja, falta de a\u00e7\u00facar no sangue.                                  Hipoglicemia \u00e9 um dist\u00farbio que                                  se manifesta sob variadas formas, determinando                                  mais comumente langor, fraqueza, sensa\u00e7\u00e3o                                  de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostra\u00e7\u00e3o,                                  ang\u00fastia, depress\u00e3o, palpita\u00e7\u00e3o                                  card\u00edaca, sudorese, sensa\u00e7\u00e3o                                  de irrealidade etc. A depress\u00e3o provocada                                  \u00e9 vari\u00e1vel, dependendo do indiv\u00edduo,                                  podendo ser ausente ou fraca ou at\u00e9 mesmo                                  extremamente forte, incapacitante.<br \/>\nSabemos que muitas pessoas s\u00e3o tratadas                                  pela psiquiatria e at\u00e9 internadas por depress\u00e3o,                                  cuja \u00fanica origem \u00e9 hipoglicemia,                                  ou falta de a\u00e7\u00facar em demasia, e                                  se pesquisarmos, grande parte desses pacientes                                  usa muito a\u00e7\u00facar. O mecanismo \u00e9                                  muito simples: ao consumirmos a\u00e7\u00facar                                  em demasia, o organismo, atrav\u00e9s das c\u00e9lulas                                  beta das ilhotas de Langherhans do p\u00e2ncreas,                                  produz muita insulina, que \u00e9 o horm\u00f4nio                                  respons\u00e1vel pela \u201cqueima\u201d da                                  glicose do sangue. Ora, quanto mais a\u00e7\u00facar                                  \u00e9 consumido, mais insulina \u00e9 produzida.<br \/>\nCom o tempo, e com o consumo continuado, o p\u00e2ncreas                                  produz mais insulina do que o necess\u00e1rio,                                  pois a sua libera\u00e7\u00e3o depende da                                  avalia\u00e7\u00e3o da intensidade de est\u00edmulos                                  g\u00e1stricos e da dosagem de glicose proveniente                                  do sistema porta e hep\u00e1tico. Um pouco mais                                  de insulina determina queima a mais de glicose,                                  gerando falta. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  nosso organismo disp\u00f5e de um sistema de                                  regulagem que mant\u00e9m entre 70 e 110 mg                                  de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina                                  do que o normal vai produzir uma queda destes                                  n\u00edveis, determinando hipoglicemia. O c\u00e9rebro                                  \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o mais diretamente                                  afetado com isso, da\u00ed os mais freq\u00fcentes                                  sintomas de depress\u00e3o, tremores, agita\u00e7\u00e3o.                                  O tratamento em caso de hipoglicemia \u00e9                                  o primeiro uma boa avalia\u00e7\u00e3o e depois                                  diminui\u00e7\u00e3o lenta do consumo de a\u00e7\u00facar,                                  paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase \u00e9                                  necess\u00e1rio acompanhamento m\u00e9dico                                  abalizado. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A                                  evolu\u00e7\u00e3o natural da hipoglicemia,                                  embora muito vari\u00e1vel, \u00e9 o diabetes.                                  Dependendo de uma s\u00e9rie de fatores o p\u00e2ncreas                                  pode entrar em \u201ccansa\u00e7o\u201d ap\u00f3s                                  anos de produ\u00e7\u00e3o excessiva de insulina;                                  ele come\u00e7a a produzir menos do que o necess\u00e1rio                                  e como resultado come\u00e7am a aumentar no                                  sangue os n\u00edveis de a\u00e7\u00facar,                                  determinando uma hiperglicemia. Nesta situa\u00e7\u00e3o                                  os sintomas j\u00e1 s\u00e3o completamente                                  diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente n\u00e3o                                  sente nada, a n\u00e3o ser muita sede, muita                                  vontade de urinar e talvez muita fome. O a\u00e7\u00facar                                  circulante come\u00e7a a ser depositado e os                                  problemas do diabetes v\u00e3o surgindo. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Parece-nos                                  importante que antes de pesquisar um v\u00edrus                                  como causa do diabetes, que se compreenda a import\u00e2ncia                                  do excesso de consumo de a\u00e7\u00facar                                  como g\u00eanese mais direta da doen\u00e7a,                                  talvez devido ao enfraquecimento biol\u00f3gico-imunol\u00f3gico                                  que permita a penetra\u00e7\u00e3o de um v\u00edrus.                                  A verdade \u00e9 que as estat\u00edsticas                                  e os estudos de m\u00e9dicos integralistas apontam                                  que diab\u00e9ticos comuns consumiram muito                                  doce e que diab\u00e9ticos insulino-dependentes                                  tiveram parentes que o faziam ou eram j\u00e1                                  diab\u00e9ticos. Dados oficiais j\u00e1 apontam                                  hoje que perto de 30 por cento da popula\u00e7\u00e3o                                  do 1\u00b0 mundo \u00e9 pr\u00e9-diab\u00e9tica                                  e hoje cresce o n\u00famero de diab\u00e9ticos                                  no mundo.<br \/>\n<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  A\u00e7\u00facar Branco \u00e9 Apontado                                  Como Principal Causa da Diminui\u00e7\u00e3o                                  da Resist\u00eancia \u00e0s Infec\u00e7\u00f5es,                                  Subnutri\u00e7\u00e3o e Morte no Terceiro                                  Mundo <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Existe                                  muita preocupa\u00e7\u00e3o na diminui\u00e7\u00e3o                                  da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde                                  impera a desnutri\u00e7\u00e3o, a diarr\u00e9ia,                                  e as doen\u00e7as carenciais. Por\u00e9m n\u00e3o                                  se tem prestado aten\u00e7\u00e3o \u00e0                                  presen\u00e7a do a\u00e7\u00facar como fator                                  desmineralizante e desvitaminizante, usado em                                  abund\u00e2ncia na dieta das crian\u00e7as                                  nos pa\u00edses subdesenvolvidos. V\u00e1rios                                  estudos t\u00eam mostrado que a quantidade de                                  prote\u00ednas na dieta desses povos \u00e9                                  freq\u00fcentemente pr\u00f3xima daquela apontada                                  pela FAQ como b\u00e1sica para o desenvolvimento                                  e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia                                  al\u00e9m dos dois anos de idade). Ent\u00e3o                                  acredita-se que a causa dos problemas relacionados                                  com essas crian\u00e7as seria devido \u00e0                                  m\u00e1 higiene, a agentes vetoriais de doen\u00e7as,                                  verminose, falta de saneamento b\u00e1sico,                                  leite materno fraco etc. Estes s\u00e3o estudos                                  mais modernos, pois at\u00e9 agora coloca-se                                  que a falta de prote\u00ednas na alimenta\u00e7\u00e3o                                  \u00e9 causa determinante. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Calif\u00f3rnia,                                  cientistas da Escola de Odontologia da Universidade                                  de Loma Linda provaram que o poder bactericida                                  dos leuc\u00f3citos (capacidade das c\u00e9lulas                                  de defesa destru\u00edrem bact\u00e9rias)                                  diminui muito quanto mais alta a taxa de a\u00e7\u00facar                                  no organismo. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A                                  c\u00e9lula de defesa de uma pessoa que n\u00e3o                                  usa a\u00e7\u00facar \u00e9 capaz de destruir                                  cerca de 14 bact\u00e9rias invasoras, ao passo                                  que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas                                  rasas de a\u00e7\u00facar branco o seu leuc\u00f3cito                                  \u00e9 capaz de destruir apenas uma bact\u00e9ria. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Existem                                  muitos livros hoje publicados que apontam a a\u00e7\u00e3o                                  negativa do a\u00e7\u00facar. Num interessante                                  trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado \u201cHandbook                                  of Nutrition\u201d encontramos a seguinte cita\u00e7\u00e3o:                                  \u201cO a\u00e7\u00facar n\u00e3o supre                                  coisa alguma \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o,                                  apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros                                  alimentos s\u00e3o erosadas pelo a\u00e7\u00facar                                  para poder liberar calorias\u201d. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Apesar                                  das in\u00fameras provas contra o a\u00e7\u00facar                                  como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade                                  de uma intensa propaganda aconselhando seu uso                                  e, o que \u00e9 pior, m\u00e9dicos mal-informados                                  permitindo e incentivando o consumo do mesmo.                                  Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na p\u00e1g.                                  22 do seu livro \u201cNutrition for life\u201d,                                  afirma o seguinte: O a\u00e7\u00facar branco                                  \u00e9 um alimento quase ideal, barato, limpo,                                  branco, port\u00e1til, imperec\u00edvel, inadulter\u00e1vel,                                  livre de germes, altamente nutritivo, completamente                                  sol\u00favel, totalmente diger\u00edvel, n\u00e3o                                  requer cozimento e n\u00e3o deixa res\u00edduos.                                  Seu \u00fanico defeito \u00e9 a sua perfei\u00e7\u00e3o.                                  \u00c9 t\u00e3o puro que o homem n\u00e3o                                  pode viver dele.\u201d <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Hoje                                  existem toneladas de livros escritos sobre nutri\u00e7\u00e3o;                                  qualquer um julga-se capaz de publicar algo no                                  g\u00eanero.<br \/>\nO Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na                                  frase acima, que o a\u00e7\u00facar \u00e9                                  branco e port\u00e1til&#8230; O maior absurdo da                                  sua cita\u00e7\u00e3o \u00e9 que o a\u00e7\u00facar                                  \u00e9 altamente nutritivo\u201d&#8230; Curioso                                  \u00e9 que o a\u00e7\u00facar s\u00f3                                  tem glicose, sendo pobre em tudo o mais&#8230;<br \/>\n<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O                                  Que Usar? N\u00e3o Precisamos de A\u00e7\u00facar? <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00c9                                  necess\u00e1rio reaprender a sentir o sabor                                  natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente                                  poderemos usar mel ou a\u00e7\u00facar natural                                  de cana, o mascavo, em pequenas quantidades. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Percebemos                                  que assim teremos at\u00e9 mais energia do que                                  o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos                                  com ingest\u00e3o de superabund\u00e2ncia de                                  energia qu\u00edmica. Apenas os cereais integrais,                                  as frutas, o legumes etc. t\u00eam a capacidade                                  de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso                                  de desportistas e pessoas que produzem desgaste                                  f\u00edsico, uma certa quantidade de mel pode                                  ser usada sem problemas. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">No                                  caso de diab\u00e9ticos e hipoglic\u00eamicos,                                  aconselhamos o acompanhamento m\u00e9dico para                                  evitar problemas mais s\u00e9rios, evitando                                  inclusive orientadores naturistas e macrobi\u00f3ticos                                  que n\u00e3o tenham conhecimentos e experi\u00eancia                                  em termos de bioqu\u00edmica e fisiologia, fisiopatologia                                  e cl\u00ednica m\u00e9dica. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Para                                  pessoas que n\u00e3o t\u00eam grandes problemas                                  mas querem parar de consumir a\u00e7\u00facar,                                  sugerimos uma elimina\u00e7\u00e3o lenta,                                  gradativa, por\u00e9m consciente, de doces,                                  refrigerantes, sorvetes etc., at\u00e9 adotar                                  uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos                                  para alertar que muitos alimentos industrializados                                  e manipulados possuem a\u00e7\u00facar, muitos                                  dos quais nem imaginar\u00edamos, como: p\u00e3o                                  branco comum, p\u00e3o integral de supermercados,                                  macarr\u00e3o em pacotes, enlatados, carnes                                  condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Para                                  aqueles que usam ado\u00e7antes artificiais,                                  sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o h\u00e1bito                                  imediatamente, pois representam produtos muito                                  perigosos. Apesar da comprova\u00e7\u00e3o                                  de que s\u00e3o subst\u00e2ncias cancer\u00edgenas,                                  verbas astron\u00f4micas s\u00e3o gastas por                                  laborat\u00f3rios interessados em pesquisa do                                  tipo: \u201cAinda n\u00e3o conseguimos provar                                  que ado\u00e7antes sint\u00e9ticos n\u00e3o                                  produzem c\u00e2ncer\u201d. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Em                                  termos de hist\u00f3ria, relativamente recente,                                  o homem aprendeu a obter a\u00e7\u00facar                                  bruto (mascavo e amarelo), e somente nas \u00faltimas                                  d\u00e9cadas os pa\u00edses desenvolvidos                                  come\u00e7aram a produzir enormes quantidades                                  (dez mil toneladas) de a\u00e7\u00facar branco                                  refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose,                                  tornando-o um reagente qu\u00edmico. Lado a                                  lado com esta depura\u00e7\u00e3o houve um                                  aumento no consumo de a\u00e7\u00facar branco                                  atingindo, nos pa\u00edses altamente desenvolvidos,                                  100\/140 g di\u00e1rias por pessoa. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: x-small;\"> <\/span><span style=\"font-size: x-small; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Tornou-se                                  t\u00e3o letal, que o nutricionista brit\u00e2nico                                  Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema                                  de a\u00e7\u00facar \u201cPuro, Branco e                                  Mortal\u201d enquanto o Dr. Hall, cientista canadense,                                  intitulou seu cap\u00edtulo sobre a\u00e7\u00facar,                                  \u201cO Vil\u00e3o \u2013 A\u00e7\u00facar                                  Refinado\u201d. <\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Fonte: <a title=\"Site Dr. Marcio Bontempo\" href=\"http:\/\/www.drmarciobontempo.com.br\/\">Dr. M\u00e1rcio Bontempo Livro<\/a> &#8220;<a title=\"LIvro &quot;Relat\u00f3rio ORIUN&quot;\" href=\"http:\/\/www.drmarciobontempo.com.br\/preview\/livros\/livros.asp?cod=000123&amp;tipo=r&amp;preco=n\">Relat\u00f3rio Orion&#8221; (L&amp;PM Editores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o: 1985) <\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na minha miss\u00e3o de passar informa\u00e7\u00f5es, venho garimpando artigos que julgo ser de utilidade p\u00fablica e aqui publico, divulgando na \u00edntegra as fontes, fazendo uso do mesmo expediente que permito fazer com artigos e textos de minha autoria, ou seja,&#8230;<a href=\"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/219\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,24,37,8,3,7,26],"tags":[90,94,103,98,105,110,100,109,102,97,106,99,96,101,108,95,104,91,93,107,92],"class_list":["post-219","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-campanhas","category-curiosidades","category-denuncia","category-outros-autores","category-ensaios","category-saude","category-utilidade-publica","tag-acucar-branco","tag-biscoito","tag-calorias","tag-carnes","tag-causa","tag-cerebro","tag-ciclamatos","tag-circulante","tag-diabeticos","tag-dieta","tag-diminuicao","tag-enlatados","tag-equilibrada","tag-hipoglicemicos","tag-infeccoes","tag-integral","tag-nutricao","tag-nutricionista","tag-refinado","tag-subnutricao","tag-vilao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=219"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":548,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219\/revisions\/548"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=219"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.motivacao.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}