Política


IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda

Cesta Básica com Cachaça?

Uma pequena amostra de como a maioria dos nossos parlamentares fazem jus aos respeitáveis salários e despesas com seus pomposos gabinetes, às custas do nosso suado dinheirinho.

Comparando a atitude dos parlamentares flagrados com a possibilidade de incluir cachaça na cesta básica do brasileiro, o que você acha mais absurdo e prejudicial ao povo? Já que a cachaça, estando ou não incluída, quem a consome, fazendo uso do seu livre arbítrio e nível de evolução, encontrará uma forma de saciar sua sede. Porém, os intocáveis homens da lei, nossos representantes, dão prova de que temos motivo de sobra para baixarmos a cabeça, envergonhados pela inconsequente aplicação do tão precioso voto nas urnas a cada eleição. Afinal, estes homens estão legalmente legislando, selecionados pelo nosso voto, entre milhões de brasileiros que por certo saberiam trabalhar com integridade moral no congresso para o bem da nação.

Assista o vídeo e deixe o seu parecer… Louvores ao CQC por este presente!


IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda

IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda

Aqui seguimos nosso compromisso de passar informações,  selecionando o que achamos de vital importância. Alguns minutos de atenção para serem seguidos de uma boa reflexão.

Abraços
Egídio Garcia Coelho


A História da Coisas

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

Dublagem: Nina Garcia

IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Autojuda

Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

TRISTE REALIDAD - MÉXICO


La huída de México es el destino que ricos y  pobres comparten.

Federico Arreola

31 de Octubre, 2009

He charlado en el vestíbulo del  hotel Majestic de Barcelona con un norteamericano, hombre de negocios retirado,  que vive en Francia, habla muy buen español y que creció en California  entre mexicanos.

Es  alguien que nos conoce y que, con evidente preocupación, me preguntó cómo están  las cosas en México: “No es bueno lo que leo en los periódicos sobre  tu país”.

Le he contado de la molestia de la población por los nuevos  impuestos y le he transmitido también mis temores de que en 2010, centenario de  la Revolución, pueda haber inestabilidad social  y política.

Me  dijo: “Siempre he pensado que otra revolución es inevitable en México porque no  es un país viable”.

Le pedí que me explicara por qué, en su opinión, México no es viable, y lo hizo  con sencillez:

“Los mexicanos no quieren estar en su país. Si pueden  lo abandonan. Unos se van por pobres buscando empleo, sobre todo a Estados Unidos. Otros se van por ricos buscando seguridad y ciudades que sí funcionen, a Estados Unidos y a Europa”.

¿Ciudades que sí  funcionen?

“Los mexicanos ricos que conozco que viven en Miami o  San Diego o que tienen casas en París o en España, los estudiantes mexicanos en  las universidades de Europa o Estados Unidos todos se quejan de que Ciudad de  México, Guadalajara, Monterrey, Puebla son ciudades que no funcionan por sus  malos servicios, poco transporte, contaminación, tráfico caótico y corrupción  policiaca, a diferencia de Barcelona, San Diego, Londres, Boston, París que sí  funcionan, así dicen los mexicanos para justificar que no quieren volver a su  país. Yo estoy en Francia por razones familiares complejas, pero no pienso que  París funcione mejor que Los Ángeles, Nueva York o Miami, me siento orgulloso de  mis ciudades, pero ustedes los mexicanos  no, ustedes se sienten amenazados y huyen si tienen dinero, y si no son ricos,  huyen por hambre. Solo permanecen en México los de en medio, cada día más  desesperados porque ni son tan pobres para huir por hambre ni tan ricos para  comprar una villa en Italia o Francia. En tu país habrá otra revolución y la hará la clase media que es la que todo lo  paga y todo lo sufre en México”.

A  ese norteamericano le pedí permiso para anotar sus opiniones y publicarlas. Me lo dio, revisó lo que escribí y aquí lo difundo.

Enviado por: Maricarmen Salazar

Uma vez aprovado, diante das mais convincentes argumentações dos nossos parlamentares, o P.A.C. (PÃO, ÁGUA e CIRCO), ascendeu os ânimos no planalto para priorizar a votação de mais sete (7) programas vitais para a nobre classe política, pois, estão operando na informalidade. Segundo rumores de fontes confiáveis, as articulações necessárias para aprovação, mobilizam quase 100% de todas as bancadas partidárias na Assembléia Legislativa e Senador Federal.

Em pauta:

1 - Base de Operações Legislativas Avançadas - B.O.L.A.

2 - Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto - P.I.A.D.A .

3 - Programa de Revisão Orientado para o Próprio Interesse nas Nomeações em Autarquias - P.R.O.P.I.N.A.

4 - Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - M.E.R.D.A.

5 - Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente, Aliciando Governadores, Empresários e Magistrados - S.A.C.A.N.A.G.E.M.

6 - Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados - F.O.D.A.

7 - Programa de Interesse Regional das ONGs Cadastradas na Amazônia - P.I.R.O.C.A.

Em paralelo nas bases eleitorais, lideranças estruturadas estabelecem “ordem progressiva” para eficácia nas programações dos “showmícios” na próxima campanha eleitoral, junto aos ingênuos eleitores que investirão sua energia focando nas disputas, levantando as bandeiras dos seus candidatos.
Enquanto uns poucos assistem atônitos, a divina democracia, sendo utilizada para o deleite de uma elite pervertida, manipulando a massa mal informada.


PIB - População Indignada Brasileira

Por: Egídio Garcia Coelho

Apesar de tudo, tomamos conhecimento de um gesto transparente com autenticidade e isto é louvável.
Nossos políticos, com raras exceções, vêm há muito agindo nos bastidores com falcatruas e fraudes das mais diversas e já percebemos ser inútil apurar responsabilidades ou apontar culpados nas tantas ações que descaradamente lesam nossos cofres públicos.
Com a aprovação dos quase 100% de aumento dos próprios salários, ficou claro que nossa classe política defende e muito bem seus interesses, deixando seus eleitores a mercê das conseqüências de terem escolhido tão levianamente seus líderes legisladores.
Dentro da visão holística, o imediatísmo inconseqüente tem um preço alto e assim como nós eleitores já estamos pagando com a vergonha nacional, nossos corruptos declarados, cedo terão que prestar contas.
Digo cedo porque uns poucos anos que alguns deles possam vir a usufruir dessa leviana e desrespeitosa atitude, diante de uma vida eterna, nada significa.
A mecanicidade do universo se encarrega de mostrar a verdade e fomos brindados com essa expressiva votação a favor desse abusivo e vergonhoso aumento de salários, já aprovado no planalto. “Botaram as garras pra fora”.
Conhecemos agora as razões que alimentam a impunidade de uns poucos políticos que levam o azar de serem ingênuos e pegos nas falcatruas que participam, direta ou indiretamente, conforme podemos acompanhar pelos noticiários que conseguem mostrar um percentual insignificante das assombrosas manobras que se repetem sistematicamente no planalto do poder distribuído pelo país.
Cabe aos mais espertos acobertarem seus comparsas para que suas cabeças possam continuar ostentando respeitáveis colarinhos brancos.
Na visão holística se conhece a mecanicidade do universo e certamente se viermos a somar os prejuízos diretos causados por essa indecente proposta aprovada , ainda ficará distante dos volumosos roubos, feitos com as tantas formas profissionais utilizadas nos bastidores do poder para engordarem contas bancárias no exterior e bancarem também padrões de vida muito fora da realidade de trabalhadores honestos que sabem valorizar seus merecidos e suados salários.
Iludido está quem pensa que Mensalão e Valérioduto significa grandes perdas para o país. Isso tudo foi mostrado numa tentativa frustrada de ganhar popularidade em disputa política e quem sabe até com as conseqüências calculadas, valendo muito a pena manter a atenção do povo focada temporariamente num percentual insignificante de corrupções, enquanto o lamaçal maior permanecia irrigado, alimentando sangue sugas, dutos anônimos e tantos outros honorários ainda não intitulados popularmente como o Mensalão.
Quando merecermos governantes dignos de confiança, os salários poderão voltar aos padrões aceitáveis. Porém, os declarados corruptos oportunistas terão o universo a conspirar na transparência dos seus atos futuros que poderão desencadear novas denúncias ou quem sabe até vir a fazer com que brotem decisões coerentes na direção de uma governabilidade idealizada por administradores que bem conhecem a seriedade enfrentada no mundo privatizado.
Nada pode impedir que o corrupto de hoje possa vir a ser um instrumento da seriedade no amanhã. No universo, quando existir méritos, existirá também ferramentas que poderão ser necessárias. Nada melhor para se fazer um exorcismo do que ter convivido com o diabo para conhecer suas forças e fragilidades.
Lendo “Os protocolos dos sábios de Sião” se pode entender a manipulação do poder no planeta e mesmo que esteja sendo taxado de louco, o autor russo, acerta na mosca quando diz que, aos dominadores o que importa é o resultado, sendo a corrupção tolerada pela eficiência com que tais líderes fazem a manutenção do sistema, mantendo a massa acomodada na ignorância.
Se faz ou não algum sentido o que acabo de escrever, ainda me falta avaliar, porém, até aqui, evitei fazer uso da razão ao elaborar o texto e mesmo assim acabei me estendendo.
Vou logo publicar sabendo que essa inspiração deve ter algum propósito, pois, minha razão que poderia filtrar o texto dando mais qualidade, acabaria por considerar tudo inútil, levando-se em conta a liberdade e o descaramento com que nossos políticos se expõem impunemente.

http://www.mentemestre.com.br

Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 19/12/2006
Código do texto: T322531

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Egídio Garcia Coelho). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.