Prosas e versos


IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

O Caminho Começa em Tua Casa

Por: Daniel Ruffini

Um amigo escreveu a outro perguntando:

Como fazer para encontrar o caminho?

E o outro amigo respondeu com a seguinte mensagem:

Bendito amigo

Queres o CAMINHO?

Queres entrevistar-te com os anjos sagrados?

Queres receber de teu Pai Interno a aspada da Iniciação?

Pois ouça com atenção o que este pequeno servidor tem a dizer:

Não busques mudar o mundo sem antes aprender a arrumar a tua própria cama.

O CAMINHO começa dentro de tua casa.

De que serve lindas palavras e belos discursos se te falta carinho e compreensão dentro de teu lar?

De que serve freqüentares os templos e as igrejas se tua esposa, pais, irmãos ou filhos, são alvos diários de tuas grosserias e mau humor?

De que vale o ar de santidade, se atrás dele tu escondes o hábito de impor tuas vontades e desejos perante os que te cercam?

Reflita e sê sincero:

Acaso não pensas que és superior a tua esposa, tua mãe ou teu irmão?

Freqüentemente interrompes tua esposa para expor suas opiniões e pontos de vista?

Criticas constantemente as falhas daqueles que vivem ao teu lado?

Irrita-te com facilidade quando alguém dentro de tua casa discorda de tuas idéias?

Bendito amigo, sê honesto e esforça-te para mudar.

Teu lar deve ter o perfume da santidade e nele deve abundar a luz do companheirismo, da alegria, do carinho, da tolerância, da amizade e do profundo amor e respeito.

Quando se anela o CAMINHO, não há espaço para rispidez ou grosserias.

Engana-se aquele que mascara sua dureza de coração com frases retiradas de livros sagrados.

As palavras duras ou ríspidas devem desaparecer no trato diário.

Ambos, marido e mulher, desdobram-se para agradar desinteressadamente a um e ao outro. Não há imposições, proibições, dúvidas, medos, ciúmes ou pressões. Há apenas o anelo de fazer teu cônjuge sorrir e estar feliz.

Há apenas a compreensão e aceitação do que cada um é, e do que cada um pode vir a ser.

Nunca aponte um defeito em teu cônjuge, a não ser que ele mesmo procure tua ajuda e te peça para fazê-lo. E, assim mesmo, tenha todo cuidado para que tuas palavras não te atraiçoem, deixando escapar tua incapacidade de perdoar mágoas e rancores do passado.

Não permitas que tua voz se altere ou que teus pensamentos ou emoções carreguem as mágoas e os rancores acumulados, tão comuns aos matrimônios antigos.

Pondere sempre tuas palavras e cala-te se fores incapaz de falar com doçura e carinho.

Mas, se assim mesmo, fores surpreendido pela tua incapacidade de ser terno, humildemente peça perdão e trabalhe intensamente para eliminar as causas dessa ignorância.

Sê imensamente grato por tudo que teu cônjuge fizer por ti. Permita-lhe que saiba de tua gratidão diária expressando-a através de atos e palavras sinceras.

Não confundas amor com paixão, assim como também ternura e carinho com sentimentalismos e apegos.

No matrimônio de um INICIADO jamais podem existir a paixão e o apego sentimental.

A paixão pertence à esfera do animal e do irracional. É fruto da fantasia e dos sentidos desenfreados.

Onde há paixão, verdadeiramente não há amor.

Aquele que se deixa guiar pela paixão é um cego que anda a beira de um precipício.

Se, de fato, queres o CAMINHO, lembra-te que o corpo de teu cônjuge é o templo do Espírito Santo e é nele que tu freqüentemente oficiarás os ritos sagrados da união sexual.

Quanto ao apego e sentimentalismo, cuida-te para não caíres vítima do tempo.

O tempo aprisiona a alma, cegando-a com o comodismo.

O tempo não deve ser seu inimigo e sim seu aliado, mas para isso deves eliminar a ilusão do apego à forma. Logo, não deixes que teu coração se torne prisioneiro de uma forma masculina ou feminina.

Lembra-te constantemente que tua esposa ou teu esposo é a expressão de teu Sagrado Ser, que a ti lhe foi entregue para trabalhares até que possas desposar-te com a Divindade. Por isso, santifica teu cônjuge, abençoando-o todos os dias.

Por último, lembra-te, que a fidelidade é uma das bases do templo sobre o qual edificarás a majestade que está oculta em ti.

Não seja tolo, iludindo-te com a sensualidade do mundo, que a todos impulsiona cada vez mais ao fatalismo das separações, fruto de uma cultura caduca e degenerada.

Raríssimas são as separações permitidas pela Lei Divina, por isso não te enganes com as fantasias que te são impostas pela frivolidade dos costumes desvirtuados de nossos dias.

Recorda-te que tu nasceste para ser feliz

Nasceste para ser senhor de ti mesmo.

Não foste trazido ao mundo para ser escravo dos costumes sociais e dos pensamentos que te cercam.

Logo, desconfia dos costumes sociais e dos valores que te foram impostos, ainda que te pareçam atraentes num primeiro momento. Se tais costumes e valores fossem bons, a humanidade há muito já teria conhecido a abundância e a felicidade.

Cuida do tesouro que está em tua casa, ao teu lado. Aí tens o material para iniciar-te no CAMINHO.

Bendito sejas

De quem te respeita

Daniel Ruffini

IMMB - Terapeuta Online/Produtos Naturais/Ensino a Distância/Auto-ajuda

Na minha missão de passar informações, venho garimpando artigos que julgo ser de utilidade pública e aqui publico, divulgando na íntegra as fontes, fazendo uso do mesmo expediente que permito fazer com artigos e textos de minha autoria, ou seja, “pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Egídio Garcia Coelho)“.
Assim, espero receber do autor a mesma consideração, deixando aqui ativado o link da fonte para que possa usufruir do meu portal como mais uma janela de publicidade.
Egídio Garcia Coelho
Holoterapeuta
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Açucar branco - O que mais precisamos saber?!?

Por: Dr. Marcio Bontempo

Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos, civilizações passadas, brilhantes exércitos não conheciam o famoso aditivo doce. O mel era usado eventualmente, mais como remédio. Este processo histórico prova que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o açúcar começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.

O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.

O corpo humano não necessita de açúcar branco.

O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos. A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser “queimada”. Embora se diga que “açúcar é energia”, sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que “açúcar é superabundância de energia química concentrada” e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a “estorvo” metabólico.
Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele “rouba” os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida. Podemos dizer então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão.
Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o “Sugar Blues”, considera-o como uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.

O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra. Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia.

Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e adulterados. Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sanguínea.

Hoje, ingerimos mais “energia” do que precisamos. Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.

Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia – por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais.

Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro “prazer”, ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar. Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum.

Açúcar Branco Como Causa de Câncer e Doenças Modernas

Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.

Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.

A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.

Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.

Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea.
Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.

Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes

Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante.
Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.
Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.

O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado.

A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em “cansaço” após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo.

Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo.

O Açúcar Branco é Apontado Como Principal Causa da Diminuição da Resistência às Infecções, Subnutrição e Morte no Terceiro Mundo

Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carenciais. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos. Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade). Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante.

Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo.

A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco o seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria.

Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado “Handbook of Nutrition” encontramos a seguinte citação: “O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias”.

Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro “Nutrition for life”, afirma o seguinte: O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele.”

Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero.
O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil… O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo”… Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais…

O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar?

É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades.

Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química. Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas.

No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica.

Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes, enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc.

Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: “Ainda não conseguimos provar que adoçantes sintéticos não produzem câncer”.

Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.

Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.

Fonte: Dr. Márcio Bontempo LivroRelatório Orion” (L&PM Editores - Edição: 1985)

370-EGÍDIO GARCIA COELHO-Acróstico pelo Dia do Internacional do Pai

Por Sílvia Araújo Motta

E-Em 2 de fevereiro, cinqüenta aninhos…
G-Guarda meio século de carinhos,
Í-Ilumina quem estiver por perto!
D-“Dez /onze mil” sua “Nota,” é certo!
I-Imensamente Grato “9999”, “Felicidade,”
O-“O Meu Primeiro Neto,” “Ser e Ter” realidade.
-
G-Guardarei eternamente, sua reflexão!
A-As orientações do texto “Ensina Pai
R-Revelam confiança, amor, proteção,
C-Com o exemplo-pretexto do Universo,
I-Irradia segurança, cumpre a Missão:
A-A harmonia é sintonia com o Divino Pai.
-
C-Com responsabilidade, sem auto-afirmação
O-O PAI dá a formação pela conscientização
E-E não pela intolerância, altivez e imposição.
L-Luta para dar a liberdade com sabedoria,
H-Humanismo, no compromisso a cada dia.
O-“O Trabalho é em Equipe”, no Master Mind.

P-Pai de três filhos homens de 25,23,18 anos.
A-A esposa é Aurina.Sua Fé no Cristianismo.
I-Irradia Experiência em Recursos Humanos.

Belo Horizonte, 19 de março de 2006

Homenagem pelo Dia Internacional do Pai.
“Eu estou correndo a Maratona de
ACRÓSTICOS, VEM COMIGO”

—***—

Silvia Araujo Motta

Publicado no Recanto das Letras em 21/03/2006
Código do texto: T126183

Por: Egídio Garcia Coelho
http://www.digitabrasil.com

oi…
Lembrar você, muito fácil
esquecer, é complicado
achar você, nada fácil
tenho que ficar ligado.

Saudade sempre presente
explicar é delicado
meu coração é que sente
parecendo ser pecado.

Amizade muito pura
liberdade de expressão
um contato sem censura
pureza de coração.

Assim faço meu contato
sem muita explicação
nosso amor já é um fato
na mais pura intenção.

Mais um dia se inicia
com serviço de montão
te desejo um bom dia
com beijos no coração.

Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 04/05/2005
Código do texto: T14663

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Egídio Garcia Coelho). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Por quem amo de montão
já antes do casamento
do fundo do coração
alimento o sentimento.

Convívio de tanto tempo
no amor e na paixão
talento pro “casamento”
já temos confirmação.

Muito temos em memória
os anos sempre se vão
porém, nem tudo foi glória
em nossa longa união.

Doenças, filhos, trabalho
dívidas, viagens, solidão
nem sempre tinha salário
pra cobrir com precisão

Na vida de operário
sem muito de disciplina
acaba sempre o salário
e o mês não se termina.

Três filhos lindos saudáveis
frutos desta união
exemplos vivos e amáveis
trazendo motivação.

A melhor forma de vida
veio na maturação
sendo a vida compreendida
que só resulta lição.

Hoje quase nos cinqüenta
no amor e compreensão
parceira se aposenta
trazendo compensação.

Juntos seguem no trabalho
com muita dedicação
da colheita semeando
unidos cumprem a missão.

Egídio Garcia Coelho

Publicado no Recanto das Letras em 01/05/2005
Código do texto: T14192

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