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Traição em Foco por Jorge Antônio Oro

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Traição em Foco

Por: Jorge Antônio Oro


Vamos conversar sobre traição!
Não vamos comentar o trair, com relação a si próprio, a pátria, e outros, que implicam na ciência da verdadeira ética. Vamos nos ater a comentar o “trair” passional, aquele que existe nos relacionamentos afetivos.
Primeiro, temos que lembrar, que qualquer ato físico, foi gerado a partir de um impulso externo (fato, pessoa, etc).
A partir disto, surge o instinto básico, que sobe para o astral, que o reveste das emoções associadas, que o passa para a mente concreta, que o analisa, e que por não ter força de vontade ou argumentos para sublimar o impulso, o devolve para o astral, que reveste-o novamente de expectativas, cria um ambiente fantasioso com o resultado esperado, devolve para o vital, que derrama adrenalina, hormônios e outras substâncias no sistema endócrino, que obstruirão de vez a razoabilidade, gerando então a decisão (na verdade é instinto, não decisão) ato em si.
Assim, quando relatamos uma traição, estamos falando de um ato, que é decorrência de todo um processo que tenha acontecido na pessoa.
Abstraindo-se dos conceitos religiosos, que (por ignorância ou por má intenção) ligam a traição a pecado, colocam-se as seguintes perguntas:
1) Pq trair não é recomendável (usamos o termo recomendável, pois cada um sabe de si mesmo) do ponto de vista evolucional?
2) Pq ser traído é tão doloroso?
Cabe aqui um parêntesis, que é o fato de que boa parte da dita cultura (arte, lazer) ocidental  gira entorno destes eventos (traições, paixões não correspondidas, desilusões amorosas, mágoas, sofrimentos, etc), trazendo o teto de nossa existência, do mundo Átmico para o mais baixo astral.
 
a) Devemos lembrar que cada um tem ao seu lado a pessoa que precisa, para que faça surgir em cada um de nós nossas falhas (tendências), afim de que possamos sublimá-las, tornando-as positivas, e evoluindo.
A recíproca é verdadeira, e nossa função junto a contraparte, é auxiliá-la a evoluir.
Ninguém é obrigado a manter um relacionamento, mas se o mantiver, deve entender que o outro, também é um ser humano.
A atração (que usa uma máscara de atração física para que o relacionamento se estabeleça), acima de tudo é uma atração karmica;
 
b) Aquela pessoa que traiu por “acaso”, simplesmente pq “aconteceu”, tem que rever imediatamente seus conceitos de vontade (que é muito diferente de desejo), e analisar em que ponto de seu ser está focado a sua consciência.
Para deixar que uma decisão baseada nos instintos se exteriorizar (e que não consiga ser contida nem pelo emocional, nem pelo mental), significa que seu foco de consciência está abaixo da consciência dos animais, pois os princípios inerentes as criaturas do reino animal, visam a preservação e manutenção da espécie e da vida. Nunca os instintos básico, se sobressaem, por lazer.
 
c) Aquela pessoa que trai conscientemente, ou seja, tem mais de uma relação com envolvimento afetivo-emocional, prejudica a sua própria evolução, pois tem em seu astral mais denso (ligado ao passionalismo e a sexualidade) vários seres humanos entrelaçados, o que torna a administração destes elementais simplesmente impossíveis, pois eles são antagônicos entre si. Em decorrência, no vital e no astral, cada um vai reclamar o “seu quinhão” de vitalidade e atenção, mantendo a temperatura do astral permanentemente elevada, confusa, caótica e sem um foco, abrindo espaço para a manifestação intempestiva de todo sorte de seres que habitam nas partes mais insondáveis do astral;
 
d) O homem é formado de Prana masculino (determinante) e feminino (em menor proporção). E a mulher é o contrário.
O Prana individual, é diferenciado do geral, pois ao fundir-se eletricamente em nosso ser, adquire uma identidade específica.
Quando um homem se relaciona com uma mulher, e vice-versa, há uma troca de Prana, que tende a se alojar em locais específicos no corpo e no sistema cérebro-espinhal do companheiro(a).
E aí permanece, interferindo no dia a dia de cada um dos dois, no plano da criação mental, astral, vital e no sistema endócrino.
É um elemento necessário ao próprio equilíbrio elétrico do processo (lembrem-se que o que chamamos de masculino e feminino é simplesmente polarização de Prana).
Depois de certo tempo de vida, este influxo da necessidade externa do Prana complementar, tende a diminuir.
 
e) Como o Prana é individualizado, como se fosse a identidade de cada um, OBVIAMENTE, que a convivência de dois ou mais prânas femininos, ao mesmo tempo, no corpo de um homem, tendem a gerar uma confusão elétrica em todos os planos. Dois prânas femininos em um organismo masculino, são antagônicos. E Vice-versa.
O que a mulher chama de “intuição feminina” com relação a isto (objeto de tantas brincadeiras por parte dos homens), é simplesmente a reação física do organismo feminino, a presença de outra energia no corpo do parceiro (e isto independe de ver, cheirar, ter batom na camisa e outras coisas).
No homem, acontece a mesma coisa, ele perceberá o prana masculino de outro homem em sua companheira.
Mas como no homem, a percepção não é tão sutil quanto na mulher, isto poderá passar despercebido.
E mesmo que a contraparte não “descubra” que houve uma traição, ou relação com outros, isto se exteriorizará através de uma irritabilidade não explicada, etc, etc e mais algumas dezenas de etecéteras.
 
f) Muito importante: quando há um relacionamento sexual (afetivo ou não) entre homem e mulher, há ao mesmo tempo uma troca de informações elétricas, fisico-químicas, que fazem com que ocorra um entrelaçamento entre formas básicas (vital e astral) dos dois.
Assim, em parte do vital-astral do homem, reterá o histórico (astral mais denso) que tenha no corpo daquela mulher com quem esteve, e vice-versa.
Daí decorre a tradição (oculta) de que o ideal é que tanto o homem quanto a mulher fossem virgens, para gerar novos seres.
É que neste caso, os filhos seriam filhos somente daqueles dois.
No caso de múltiplos parceiros, sempre há um resíduo de vital-astral, que permanece, interferindo na gênese.
Hoje, esta questão está de tal forma vulgarizada, que o sexo virou esporte, diversão, artifício de venda de produtos, e em alguns casos, a relação de um homem com uma mulher, é na verdade a relação de dois históricos (todos com os quais ela já tenha estado, com todas as quais ele já tenha estado), gerando verdadeiras hordas de entrelaçamento no astral, dificultando e tornando densa a vida de todos.
 
g) As múltiplas paixões que passam pela vida tanto do homem quanto da mulher, as dores não resolvidas e as felicidades não exteriorizadas, são as sementes dos problemas de saúde no útero da mulher, no útero do homem (próstata), mamas (na mulher) e coração(no homem).
 
h) Ser traído é doloroso quando há uma relação afetivo-emocional intensa, ou uma paixão (pior ainda), ou amor (dificilmente acontecerá traição se existir amor verdadeiro), pq há uma “fusão” física (vital astral) entre quem está apaixonado e o objeto da paixão, entre quem ama e quem é amado, entre quem gosta e quem é “gostado”.
E neste “estado” de amor ou paixão, tudo acontece no vital-astral, não havendo espaço para a lógica.
Assim, a mente concreta a tudo assiste impassiva, até que haja uma diminuição nos níveis de convulsão e aquecimento astral, para que a razão possa participar de decisões.
Esta fusão, é o entrelaçamento com tudo o que “é visto” do ponto de vista de quem está apaixonado: adora desde o dedão do pé da pessoa amada, até a forma como ela sorri, etc, etc.
Assim, para cada expressão visível ou sensorial gerada pela pessoa amada, vai haver em quem está amando, uma contrapartida também vital-astral, dizendo” eu gosto disto”.
E os dois seres estão unidos pelo “fogo da paixão”.
Pois bem, para que vc crie formas defensivas contra alguém ou uma situação, é preciso que vc veja a necessidade de fazer isto. Então, em seu astral, conduzidos pela mente concreta, criam-se formas de “em torno”, para limitar as ações da outra pessoa em sua vida.
Como na paixão, no amor, no gostar, não se vê defeito algum, nenhuma forma de contenção é criada.
Quando ocorre a traição, há de imediato um rompimento físico do entrelaçamento entre os dois seres, em maior ou menor proporção. E isto causa sim um impacto vital elétrico de tal intensidade no sistema endócrino e no sistema nervoso, que o cérebro vai traduzir como dor.
 
i) Uma vez rompida esta fusão vital-astral, abre-se espaço para todas as outras formas que apenas viam de longe: daí vem o arrependimento, a raiva, o “eu sabia que ia acontecer”, a desilusão (lembre-se que para ficar desiludida, é necessário que antes vc estivesse iludida), e ficam mágoas e dores no astral, que talvez nunca sejam sublimadas e se alimentem por anos, no que chamamos de lembranças amargas, desejo de vingança, decepção, etc.
Do ponto de vista evolucional, é desaconselhável, pois estas formas nortearão o seu processo astral/mental por um bom temo, tornando-a uma criatura amarga, e usando as dores que se alimentarão de vc todos os dias, como um filtro para ver o mundo.
 
j) As dores resultantes de relacionamentos rompidos, são tão poderosas e tão prejudiciais a evolução, pq estão entrelaçadas com quase tudo no astral, e a tendência vai ser fazer com que toda e qquer atividade emocional/mental, reavive uma lembrança, pelo simples prazer (quer dizer, alimentar o elemental) de sofrer.
 
k) Obvio que, disto decorre karma, simplesmente pq parte do Karma atual, e do karma futuro, é fruto das ações desta existência (lembram-se dos Vrittis).
É um assunto extenso e vasto, mas como que falamos aqui, há subsídios para que cada um possa navegar em suas memórias, trazendo a tona aqueles escondidos, que teimam em se alimentar de sua vida, já sem nenhuma razão nem direito evolucional.
Por último, há que relembrar que o resultado de uma ação ou de um pensamento são muitíssimo similares!!!
Quanto mais pacífico nosso astral, melhor será a nossa visão, e mais puro os sentimentos que poderemos gerar.
Traidor (traditore) é “ aquele que entrega deslealmente”. No caso da traição objeto desta conversa, quem trai, entrega deslealmente a outro, o caminho vital  e astral para a sua contraparte (que vai herdar uma carga astral de alguém a quem ela(ou ele) sequer conhece).
Por último, pq se diz que parte o coração??? TIMO!!!
Então, a questão que se coloca para cada um é: …………………………………………?????????
Fraterno abraço, e que possamos todos ter uma vida simples e tranquila.
Jorge Antônio Oro
 

Jorge Antônio Oro é um autodidata e membro da Sociedade Brasileira de Eubiose

Fonte: http://imacullatamaria.blogspot.com.br/2013/09/traicao-por-jorge-antonio-oro.html

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