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Desmitificando o Leite de Vaca

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Desmitificando o Leite de Vaca

O Leite de Vaca é mesmo essencial e imprescindível?
No mundo ocidental é amplamente divulgado a necessidade obrigatória de beber 3 copos de leite por dia para combater a osteoporose e como constituinte importante numa alimentação equilibrada.
Na realidade este conceito não é universal, é enfatizado, sobretudo nos países onde a indústria dos lacticínios tem um grande peso econômico. Portanto é fundamental analisarmos vários aspectos relativos ao leite para que assim cada pessoa possa fazer uma escolha consciente possuindo o máximo de informação possível.

Composição do leite (por 100 grs)

– Proteínas (3,29%): caseína (82%) e proteínas de soro (18%)
– Gorduras (3,34%): predominantemente gorduras saturadas com 65,8% do conteúdo total de gordura e liquidas á temperatura ambiente ao contrário das outras gorduras animais. Contêm colesterol.
– Hidratos de carbono (4,66%): lactose
– Água (88%)
– Vitaminas especialmente em maior quantidade: B2, B12 (esta perde-se entre 10 a 20 % pela pasteurização e esterilização UHT)
– Minerais: cálcio (o mais abundante), iodo, zinco, sódio, fósforo.
(dados do Dr.Pamplona Roger – médico especialista em cirurgia geral e do aparelho digestivo e autor do livro “A Saúde pela Alimentação”)

Processamento do leite

Como o leite cru pode transmitir muitas doenças, é obrigatoriamente pasteurizado e esterilizado nos países desenvolvidos. A pasteurização submete o leite a uma temperatura de 74º C durante 15 segundos e a ultra-pasteurização ou esterilização UHT submete o leite a temperaturas muito altas, mas pouco tempo, entre 2,5 – 5 segundos. Desta forma destroem-se muitas bactérias patogênicas que procedem das tetas das vacas, em cuja superfície muitas vezes existem restos de matérias fecais contaminadas.

Vantagens do leite

– É sem dúvida um alimento muito completo e variado em nutrientes, mas pobre em vitamina C e ferro.
– Tem poucas calorias se for desnatado.
– Não produz ácido úrico ao contrário da carne ou mesmo das leguminosas.
– Habitualmente fala-se na prevenção da osteoporose, mas irei abordar esse assunto mais tarde.

Inconvenientes do leite:

O seu consumo habitual e excessivo causa ou agrava várias doenças, tais como:
– Transtornos digestivos = síndrome do colón irritável
– Diabetes
– Cataratas
– Enfarte (devido á lactose se for em excesso) – Anemia ferropênica (por ser deficitário em vitamina C e ferro)
– Consumo excessivo está relacionado com câncer da mama, ovário, próstata, colón, linfoma (abordarei este assunto mais tarde)
– Contra-indicado para quem tem intolerância á lactose e alergia ao leite de vaca (vômitos, diarréias, eczemas) e galactosemia
– Pode agravar doenças auto imunes como é o caso da artrite reumatóide.

Diferenças entre o leite materno e o leite da vaca para o bebê

Em primeiro lugar é óbvio que o leite segregado pela fêmea de uma espécie é o adequado á mesma com todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento. O leite de vaca é adequado ao seu bezerro e o leite da mulher ao seu bebê.
O leite da vaca satisfaz as necessidades de um bezerro que nasce com mais ou menos 30 kgs e que vai ficar adulto em 3 anos, a criança nasce com uma média de 3 kgs e tornar-se-á adulto em 20 anos. Basta olhar com naturalidade para este fato para percebermos que dar leite de vaca a um bebê não é adequado á sua frágil estrutura.

Além disso, o leite materno também contém substâncias que permitem o cérebro da criança desenvolver-se mais harmoniosamente.
Muitas vezes o bebê manifesta intolerância a algumas proteínas do leite de vaca, especialmente a beta-lactoglobulina e a albumina que juntas são responsáveis pelos microsangramentos intestinais dos bebês com menos de 6 meses.
O ferro também é melhor absorvido através do leite da mãe e por isso algumas crianças que sejam alimentadas desde cedo com leite de vaca manifestam anemia.

A lactose do leite humano contribui para a acidez das fezes do bebê, protegendo-o do desenvolvimento da Escherichia Coli e de gastroenterites. O leite de vaca não tem essa propriedade.

O fator bífidus do leite de vaca é 40 vezes menos ativo do que o leite materno. Em geral, os minerais do leite materno são quatro vezes superiores aos do leite de vaca e melhor absorvidos. O leite de vaca contém três vezes mais cálcio e oito vezes mais fósforo do que o leite materno (temos que nos lembrar que os seus componentes são adequados a um bezerro de pelo menos 30 kgs), mas a “pobreza” de cálcio do leite materno não apresenta nenhum inconveniente pois as necessidades do bebê são completamente satisfeitas, enquanto que o elevado teor de fósforo do leite de vaca diminui a absorção de cálcio na criança.

Quanto ás vitaminas, o leite materno proporciona à criança as vitaminas C e D indispensáveis para o seu crescimento.
O aleitamento materno tem um papel fundamental na prevenção do câncer, tanto para a mãe que amamenta como para a criança futuramente, assim como diminui drasticamente a intolerância ao leite e derivados na criança amamentada.
O leite materno contém todas as substâncias fundamentais e muda de composição em função da duração da amamentação. O ideal é que seja no mínimo seis meses.

O leite materno tem propriedades que não são encontradas de modo algum no leite de vaca:
– Efeito antibactericida (protege contra as enterobactérias, previne gastroenterites e diminui riscos de infecções)
– Efeito antiviral (raramente têm otites – graças aos anticorpos do leite materno)
– Estão mais protegidos da síndrome de “morte súbita” do lactente.
– Propriedades antialérgicas (raramente se encontram casos de eczemas, asma, febre dos fenos).

(Dr. Raphael Nogier – médico e consultor da OMS – extraídos do livro “O leite que ameaça as mulheres”)

“Quem quer que esteja ainda reduzido ao leite, não pode acompanhar um raciocínio sobre o que é justo, porque é uma criança. Os adultos pelo contrário, tomam alimentos sólidos, já que pela prática têm as faculdades exercitadas para discernir o que é bom do que é mau”. Hebreus 5: 13-14

A polemica do leite remonta há vários séculos, como se pode ver neste verso bíblico apesar de nessa época não existir a industrialização do leite e dos lacticínios como nos dias de hoje, mas podemos comprovar que de fato o leite é apenas para as crianças. Aliás, este pensamento continua a vigorar em todo o Oriente e felizmente para eles que assim não se deparam com os problemas de saúde tão graves como no Ocidente.

Antes da industrialização a vaca fornecia mais ou menos um litro de leite por dia, sendo que era utilizado para fabricar manteiga tão importante naquela época para ajudar nos invernos rigorosos e alimentava-se de erva no campo. Hoje em dia, são-lhe retirados vários litros de leite por dia, vive fechada em cubículos e come farinha, que por sinal contem ossos e subprodutos de outros animais mortos e que são aproveitados para alimentá-las. A vaca é um animal herbívoro por excelência e ao ser alimentada com farinha de carne (e muitas vezes de animais doentes, como foi o caso que aconteceu com a BSE), estamos a destruir completamente o seu aparelho digestivo natural. Não é de admirar que as vacas fiquem LOUCAS!Nos E.U.A., “graças á engenharia genética” as vacas ainda produzem mais leite, pois é-lhes injetada um hormônio de crescimento geneticamente modificado, que se chama rBST e significa somatotropina bovina recombinante e é a junção do hormônio IGF-1 com a bactéria E.Coli.

Tanto quanto sei, este hormônio foi recusado pela União Européia, portanto as vacas européias estão a salvo desta desgraça, contudo não estamos livres dos efeitos nefastos do IGF-1 do leite.

O IGF-1 (Insuline Growth Factor) é um hormônio de crescimento natural que existe nas vacas e também no ser humano. Para nosso “azar” o IGF-1 bovino e o IGF-1 humano são iguais em estrutura, número (70) e seqüência de aminoácidos e como tal o leite tem um potencial muito grande de exercer uma influência poderosa sobre a atividade celular humana, pois o nosso corpo não o reconhece como algo estranho.

O leite está cheio de hormônios de crescimento que sobrevivem á digestão porque o próprio leite atua como um inibidor de enzimas, diluindo o ácido do estômago e mudando o ambiente normal do pH de 1,8 para 6. Além deste aspecto, a caseína, o tamanho reduzido dos glóbulos de gordura (devido á homogeneização) e a maior permeabilidade celular, todos contribuem para a sobrevivência da atividade hormonal.

Derivado de vários fatores o leite torna-se um potencial causador de câncer embora não diretamente. Todos nós temos células que degeneram por erros de reprodução celular, derivado de toxinas, vírus, poluição, tabaco, gorduras, medicamentos, etc , mas o nosso sistema imunológico vai lidando com esses erros ao longo da nossa vida. Contudo, com um excesso de IGF-1 no organismo, esta batalha torna-se cada vez mais difícil, pois por ser um hormônio de crescimento vai permitir que as células cancerígenas existentes cresçam e se expandam a várias partes do corpo.

Nos paises onde o consumo de leite e lacticínios é mais elevado é onde se encontra o maior nível de câncer de mama, de ovário, próstata.
O Dr. Raphaël Nogier tem este estudo bem documentado em nível mundial no seu livro “O leite que ameaça as mulheres”. Relembro que ele é médico e consultor da OMS.Se, de fato fosse necessário ingerir leite a vida toda, o nosso corpo teria todos os mecanismos adequados para isso e não nos faria alimentar de outra espécie, o que é caso único na Natureza.

Será porque o Homem é a espécie mais inteligente que isso acontece? Além disso, a enzima que digere o leite torna-se total ou parcialmente inativa após a infância. Então porque é que continuamos a ingerir um alimento que não é bem aceito pelo corpo????

No reino animal, os animais mais fortes são herbívoros, o que significa que não só não comem carne, como também não bebem leite além do período natural da infância e da sua espécie. São resistentes, pacíficos, têm as vidas mais longas e ossos muito fortes. Creio que a Natureza nos ensina muito, mas o ser humano como espécie mais inteligente, não vê…! É interessante que os animais irracionais, não têm o tipo de problemas derivados da alimentação como nós. Mas…. Os nossos animais domésticos especialmente cães e gatos aos quais tão carinhosamente damos um pratinho de leite de vaca, estão a ser vitimas de vários tipos de câncer, o que raramente acontece com os animais selvagens…! Precisamos repensar os nossos hábitos e questionar a publicidade e muitos dados adquiridos errados na nossa cultura.

Leitura recomendada:
“Leite: Alimento ou veneno?” – Robert Cohen

Fonte: _href=”http://alquimiaalimentar.com/” target=”_blank”>http://alquimiaalimentar.com
Site Oficial Dra. Isabel Costa (Portugal)

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